A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.
Precisamos falar sobre Shakespeare
04/11 a 16/12
Arte e Conhecimento
Como suas obras podem tão generosamente conversar com outras artes - como o cinema, o teatro, as artes plásticas – e ainda outros campos do saber – como a Filosofia, a História e a Psicologia - ao longo dos séculos?
Por tudo isso, Precisamos falar sobre Shakespeare.
Partindo da leitura de Rei Lear, os participantes estarão convidados ao debate crítico, explorando os diferentes aspectos que essa obra permite.
Em relação à articulação da obra com outros campos de saber, destacaremos a psicanálise.
Os encontros acontecem intercalados, uma sexta-feira sim outra não, na Sala de Leitura da Cidade das Artes das 16h às 18h.
Coordenadora:
Lísia Filgueiras, psicanalista
Mestre em Pesquisa e Clinica em Psicanálise pela UERJ;
Psicóloga formada pela UFRJ; Jornalista formada em Comunicação Social pela UFRJ.
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Palestra | Shakespeare: as personagens femininas nas tragédias
16/12
Arte e Conhecimento
Os projetos “Precisamos Falar sobre Shakespeare”, com coordenação de Lisia Filgueiras, e “Interlocuções: Psicanálise e Literatura”, com coordenação de Gilda Mesquita e Marília Flores, propõem como atividade complementar a palestra com Prof. Dr. Leonardo Berenger Carneiro.
A palestra visa proporcionar a oportunidade de que um maior público tenha acesso às atividades desenvolvidas na Cidade das Artes, além de enriquecer nossos estudos e leituras. Além disso, o tema está integrado às discussões que vêm sendo propostas ao longo deste semestre, nos dois projetos citados.
Sobre o palestrante
Leonardo Bérenger Carneiro é doutor em Interdisciplinar Lingüística Aplicada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014). Atualmente é professor do Departamento de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e coordenador de pesquisa do CESh (Centro de Estudos Shakespearianos). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Inglesa e Literatura Norte-Americana, com interesse particular no Teatro de William Shakespeare.
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Camerata de Violões
10/12
Música
Camerata de Violões
“Suítes do Brasil”
Álbum independente comemora os 20 anos do octeto de cordas
O violão, instrumento que circula em variados estilos musicais, aproximando gerações, recebe tratamento especial no terceiro álbum da Camerata de Violões, “Suítes do Brasil” (independente), nos convidando a fazer uma homenagem à música brasileira através de ritmos que foram criados no Brasil e que caracterizam a música de seu povo. O disco celebra os 20 anos da Camerata que interpreta no concerto o repertório do cd.
A partir das diversas possibilidades do violão, a Camerata revisita cinco compositores. São eles: Nicanor Teixeira (baiano, 1928), um dos nossos grandes mestres; Garoto (paulista, 1915-1955), gênio das cordas brasileiras; Rogério Borda (carioca, 1964), integrante da Camerata reconhecido pela sua ampla experiência em compor para grupos de cordas dedilhadas; Ernesto Nazareth (carioca, 1863-1934), pianista cuja obra é considerada como síntese da música brasileira urbana desde princípios do século XX; e Gaetano Galifi (italiano, 1949), radicado no Rio de Janeiro desde os 20 anos e ex-integrante da Camerata, este dedicado violonista apresenta em suas composições, novos recursos expressivos para o instrumento.
A sonoridade de “Suítes do Brasil” chama atenção para os diferentes timbres do instrumento. Além das melodias e acompanhamentos, existem as polifonias entre as vozes e sua relação com elementos percussivos, que fazem pulsar o corpo em sintonia com cada música. O título se explica pelo repertório formado por suítes originais (ou obras ordenadas desta maneira).
Formada por Adriano Furtado, Artur Gouvêa, Eduardo Gatto, Elodie Bouny, Fábio Nin, Luciano Camara, Valmyr de Oliveira e Rogério Borda, a Camerata de Violões registra neste disco, com elegância e de maneira sutil, a riqueza sonora do Brasil, reunindo alguns dos nossos mais importantes gêneros musicais.
CAMERATA DE VIOLÕES
O octeto de violões nasceu em 1996, numa reunião de professores do Conservatório Brasileiro de Música e ganhou espaço no cenário musical com vibrantes interpretações de um repertório brasileiro de altíssima qualidade. O primeiro CD, “Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música”, lançado em 2001, recebeu referências elogiosas da crítica especializada nacional e internacional. A revista inglesa Classical Guitar, por exemplo, referiu-se ao conjunto como “uma orquestra de violões que produz um som deslumbrante”. Com apresentações em diversos estados brasileiros, a Camerata de Violões vêm conquistando a admiração do público e de grandes músicos como Hermeto Pascoal, que já dedicou uma composição inédita ao grupo. O segundo disco, “Camerata de Violões”, foi indicado ao GRAMMY 2009 na categoria Melhor Álbum Instrumental.
Crédito: Mônica Ramalho
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Horta das Artes - Oficina
10/12
Arte e Conhecimento
O projeto “Horta das Artes”, que está desenvolvendo uma horta urbana nos jardins da Cidade das Artes, irá realizar uma oficina para crianças. A ideia é ensinar um pouco sobre diferentes técnicas de cultivo, apresentar a horta, mostrar um pouco do que já foi plantado e realizar um plantio prático reutilizando o coco como vasinho de plantas.
30 vagas
Inscrições 3325-0448 ou pelo e-mail saladeleitura@cidadedasartes.org
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Interlocuções | Contos do inconsciente - O despertar da estranheza no leitor
11/11 a 09/12
Arte e Conhecimento
"A criação literária é o sonhar acordado". Freud considerou Hoffman "o mestre inigualável do estranhamento inquietante na criação literária", impregnado de Hoffman, incorporou-o no que diz respeito ao estranho-familiar (unheimlich). Para 2016 propomos cotejar a obra desses dois escritores literários; em continuidade abordaremos o conto de Stefan Zweig "vinte e quatro horas na vida de uma mulher", e finalizaremos com Lacan e Marguerite Duras em "O deslumbramento de Lol V. Stein".
A proposta é ler em grupo e em voz alta, alguns textos de Hoffman, Freud, dentre outros autores para abordar à luz da psicanálise, os temas sedução e desejo.
Coordenação: Marília Flores e Gilda Pitombo.
Os encontros acontecem intercalados, uma sexta-feira sim outra não, na Sala de Leitura da Cidade das Artes das 16h às 18h.
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Psicanálise e Literatura – Imre Kertész e o desterro humano
09/12
Arte e Conhecimento
Procurarei demonstrar, em diálogo com a experiência clínica, que a obra literária de Imre Kertész, escritor Húngaro, sobrevivente de Auschwitz e Prêmio Nobel de Literatura de 2002, traz uma rica e profunda contribuição para o campo da psicoterapia, em especial, para a compreensão de um dos fenômenos que identifico estar massivamente presente na prática psicoterápica contemporânea, qual seja, a questão do que chamo desterro humano. Por desterro humano não me refiro ao exílio provocado por migrações decorrentes de guerras e/ou situações político/econômico/sociais calamitosas, como as que se tornaram uma das maiores catástrofes humanas deste início de século XXI. Ao falar de desterro humano me refiro a uma série de sentimentos e comportamentos vividos pelo indivíduo, originados por sensações de não ter vínculo com o humano e de não pertencimento: a si mesmo, a seu corpo, à família, à comunidade, ao país e, em casos mais extremos, não se sentem pertencentes à própria raça humana.
Abordarei meu entendimento de que a questão do desterro humano está diretamente relacionada à busca incessante pela identidade e à importância fundamental do outro para a constituição do si-mesmo.
Irei expor minha hipótese de que o desterro humano não é da ordem da psicopatologia - ainda que possa estar mais visivelmente presente nesse ou naquele quadro nosográfico -, mas, isto sim, é uma questão inerente à natureza humana, à condição humana e à própria ontologia do Ser.
José Alberto Cotta
Pós-Doutorando - Departamento de Psicologia Clínica Instituto de Psicologia - USP
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Academia Jovem Concertante
08/12
Música
Em quatro anos de atividades, projeto dirigido por Simone Leitão apresenta pela primeira vez repertório romântico
No dia 8 de dezembro, o projeto Academia Jovem Concertante, criado e dirigido pela pianista Simone Leitão, se apresenta aqui na Grande Sala da Cidade das Artes. Em seguida segue para Búzios, com apresentação no dia 10, na Praça Santos Dumont, e encerra as atividades de 2016 no dia 11 de dezembro, com concerto no Palácio de Cristal, em Petrópolis.
Para está etapa foram selecionados 45 jovens que participarão de um intenso período de ensaios do dia 3 a 8 de dezembro, regidos pelo violinista e maestro Daniel Guedes.
De acordo com a proposta acadêmica da Academia Jovem Concertante, convidamos o clarinetista e professor da Escola de Música do Porto, Nuno Pinto para trabalhar especificamente os sopros. Será oferecida masterclass de clarineta, durante o período de trabalho na Cidade das Artes, ministrada pelo músico português.
Programa
M. C. GUARNIERI (1907 - 1993)
Abertura Concertante
A. DVORAK (1841 - 1904)
Sinfonia no. 8 em Sol Maior op. 88
S. RACHMANINOFF (1873 - 1943)
Concerto no. 2 para piano e orquestra em dó menor op. 18
Notas do programa
A obra brasileira será do grande compositor paulista e pai da primeira escola brasileira de composição: Mozart Camargo Guarnieri (1907 - 1993). Abertura Concertante foi composta em 1942 em homenagem ao compositor americano Aaron Copland. É uma obra vigorosa rica em nuances. Dividida em três seções com a forma ABA que pode ser vista igualmente como um Allegro de Sonata. Esta sua obra funciona como um prelúdio para sua obra sinfônica, demonstrando sua maturidade e maestria na arte da composição.
A 8ª Sinfonia do compositor Bohemio, Antonin Dvorak (1841 - 1904) composta em 1888, com forte enfase em melodias folclóricas como material base da composição. São quatro movimentos e a obra exige muito de cada músico, e a orquestra terá a oportunidade de mostrar toda sua habilidade, virtuosismo e lirismo.
O Concerto no. 2 para piano e orquestra do Russo Sergei Rachmaninoff (1873 - 1943), é provavelmente um dos concertos mais tocados em todo o mundo e o preferido absoluto do público. Foi composto em 1901 e dedicado ao psiquiatra do compositor que o guiou a sair de uma depressão que durou quase 5 anos. Essa foi a obra que o consagrou como compositor. Exige muito do pianista solista, mas os diálogos com a orquestra são material de primeira para trabalhar a musicalidade em grupo dos jovens e a colaboração dentro do idioma romântico.
Academia Jovem Concertante
A AJC estreou em 2012 com uma turnê que percorreu sete estados brasileiros. Com um trabalho intensivo de repertório orquestral variado, o projeto visa preparar o jovem músico para ser integrante de orquestras importantes do país. Por ser itinerante, o objetivo é levar a música sinfônica para lugares e espaços pouco explorados por essa forma de arte. Além disso, existe um grande enfoque no repertório da música de câmara, e os músicos têm a oportunidade de se apresentar em concertos didáticos.
Academia busca o formato inédito da itinerância e de constante renovação para promover um intercambio entre jovens estudantes de diferente regiōes e realidades sociais. A segunda missão é a formação de plateia: 60% dos concertos são gratuitos em praças públicas e espaços inusitados como canteiros de obra.
É importante frisar que Academia Jovem Concertante não é uma orquestra de formação, e atende como um laboratório/estágio, pois os “acadêmicos" devem estar no nível de pré-inserção no mercado de trabalho.
Simone Leitão
"Leitão, was the capable, note-perfect soloist." Lawrence Budmen, Miami Herald 2009.
"Técnica impressionante e um dedilhado cheio de vitalidade." Ayache, São Paulo 2013.
"Técnica fluente, paixão, precisão, controle infalivel. Uma artista nata." Harry Rolnick, Nova York 2015.
Com uma carreira ativa como recitalista, camerista e solista de orquestras nas Américas, Europa e Ásia, Simone Leitão é uma das mais atuantes pianistas brasileiras. A artista é conhecida por sua performance intensa, ampla capacidade técnica, forte direção rítmica e personalidade, mas também vem ganhando notoriedade por divulgar a música clássica brasileira no exterior através do projeto Brasil Classical Series e por idealizar programas culturais e sociais que “popularizam” a música erudita no Brasil, como a Academia Jovem Concertante e a Semanas Internacional de Música de Câmara do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte.
Simone possui D.M.A. (Doctor of Musical Arts) em Piano Performance e História da Música pela Universidade de Miami (Estados Unidos), Mestrado pela NorgesMusikkhögskole (Academia de Música da Noruega, Oslo) e Bacharelado em Música pela Uni-Rio. Sua tese de doutorado foi sobre Momoprecoce para piano e orquestra de Villa-Lobos.
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Amália Rodrigues: Saudades do Brasil
05/11 a 04/12
Artes Visuais
A exposição "Amália: Saudades do Brasil" propõe apresentar a relação da fadista portuguesa com o País.
Amália Rodrigues (1920-1999) deslocou-se várias vezes ao Brasil, onde gravou discos pela primeira vez, e onde criou, entre outros, o Fado Xuxu e Ai Mouraria, ambos de Amadeu do Vale e Frederico Valério.
No início da década de 1950, a fadista gravou um conjunto de temas de autores brasileiros como A coroa do rei, Saudades de Itapuã, Falsa baiana eNega maluca.
O título da exposição remete para uma composição de Vinicius de Moraes, Saudades do Brasil em Portugal, composta para a voz de Amália, e que a gravou em dezembro de 1969, quando o criador brasileiro visitou a fadista na sua casa em Lisboa, e ali realizou uma tertúlia, em que entre outros, participaram Natália Correia, David Mourão-Ferreira e José Carlos Ary dos Santos.
Amália Rodrigues, com o compositor luso-francês Alain Oulman, gravou Naufrágio, da brasileira Cecília Meirelles. Do Brasil foi buscar um outro título, "Formiga Bossa-Nova", do português Alexandre O'Neil que Oulman também musicou.
A fadista atuou regularmente no Brasil, e um dos seus discos gravados ao vivo foi no Canecão, no Rio de Janeiro. Este ano celebram-se os 40 anos do álbum Amália no Canecão.
A exposição aborda a relação de Amália Rodrigues com o Brasil, a importância deste país na construção da sua presença no mundo e a influência que a artista teve e continua a ter nas novas gerações de criadores, não só na área da música como também nas artes visuais".
A mostra inclui cartazes, o da estreia de Amália no Cassino de Copacabana, em 1944, as partituras de Ai Mouraria, e ainda "inúmeros registos inéditos de som e imagem, bem como obras dos artistas contemporâneos Vik Muniz e Francesco Vezzolli inspiradas na diva do fado".
No âmbito da exposição e numa parceria entre as editoras Valentim de Carvalho e Biscoito Fino, iniciar-se-á a edição da discografia de Amália Rodrigues no Brasil.
O projeto artístico Amália: Saudades do Brasil surge "num contexto de grande paixão pela cultura portuguesa e pelo fado", e tem a curadoria de Frederico Santiago, Luís Neves e Sara Cavaco, sendo organizada pela Creative Industries Programmes em coprodução com os museus do Fado e Nacional da Dança e do Teatro, em Lisboa.
"A ligação de Amália Rodrigues ao Brasil é quase inesgotável", afirma a organização que refere - "foi num avião a caminho do Rio de Janeiro, em 1944, que Amália leu os primeiros versos eruditos que viria a cantar, 'As penas', do poeta oitocentista Fernando Caldeira". Foi também no Brasil que gravou o seu primeiro poema, Corria atrás das cantigas, no Fado Mouraria.
"A mostra descreve a trajetória da cantora desde a sua chegada ao Brasil em 1944, para a sua primeira digressão internacional, até aos seus últimos recitais nos anos 1990, passando pelos primeiros discos de sempre, em 1945, pelo filme Vendaval maravilhoso (1949), de Leitão de Barros, sobre o poeta brasileiro Castro Alves, pelas suas inúmeras atuações nas rádios e televisões brasileiras - material muito extenso que nunca foi alvo de investigação -, ou até pela participação numa telenovela da TV Record em 1971, 'Os deuses estão mortos'".
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Rio Web Fest | Festival de Web Séries
01/12 a 04/12
Rio WebFest 2016 É a segunda edição do primeiro festival internacional da categoria no Brasil e a maior celebração internacional da web no país. Rio Web Fest é uma mostra competitiva que possibilita o encontro entre criadores de web séries de todo o mundo. Serão quatro dias de programação que culmina na cerimônia de premiação com a coroação das melhores produções do ano.
O evento será realizado em vários espaços da Cidade das Artes. Além da exibição das webséries da mostra competitiva, o festival traz: palestras de criadores, workshops “Como fazer uma web série”, festas de networking, rodada de negócios, exposição “Panorama Web Fest”, palestras com diretores e distribuidores da TV e da web, masterclasses com convidados internacionais e a caminhada pelo tapete vermelho até a cerimônia de premiação.
Inscrições até 30/09 e mais informações - www.riowebfest.net
SOBRE
O Rio WebFest teve sua edição inaugural realizada de 6 a 8 de novembro de 2015,
na Ação da Cidadania e Casa Porto, centros culturais localizados na Zona Portuária
do Rio de Janeiro. Dos mais de 200 trabalhos inscritos, 65 séries nacionais e 120
internacionais concorreram a mais de 30 prêmios.
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Nautimodelismo
04/12
Arte e Conhecimento
O que é Nautimodelismo?
É a construção de modelos navais em miniatura. Existem réplicas de veleiros, lanchas, rebocadores, navios de guerra, entre outros. Os modelos podem ser estáticos ou motorizados. Os estáticos, como o nome já diz, são modelos decorativos. Existem vários kits no mercado, onde com cola e tinta essas embarcações tomam vida.
Existem também os modelos motorizados, esses podem ser elétricos ou à combustão e estão aptos a serem colocados na água. São construídos com vários tipos de materiais entre eles: madeira e fibra de vidro. Com a adição de um sistema de rádio controle, o barco passa a ser controlado à distância.
Os construtores de nautimodelos acabam, por necessidade, conhecendo não somente à respeito de trabalho com madeira e fibra, mas também eletrônica e um pouco de engenharia naval.
Embarcam-se vários dispositivos eletrônicos nos barcos como LEDs, buzinas, sons, jatos d´água, câmeras, entre outros.
A Associação Carioca de Nautimodelismo promoverá um encontro entre seus membros na Cidade das Artes. O público irá conhecer e trocar experiências com os nautimodelistas. Nesse encontro terá uma grande variedade de embarcações em diferentes escalas, navegando nos espelhos d´água existentes no local.
Caso você se interesse pelo hobby poderá se juntar ao grupo com seu barquinho!!
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Histórias que contam por aí, conto por aqui...
03/12
Arte e Conhecimento
A Cia. Sol de Brinquedo traz uma divertida contação de histórias composta por três contos folclóricos brasileiros: Espelho Mágico, recolhido pelo folclorista Luís da Câmara Cascudo e os contos populares "O sapo, o leão, a baleia" e Bumba-meu-boi.
Os contos são entrelaçados com canções autorais e populares, enriquecendo e favorecendo nuances à narrativa.
Evento gratuito e sem inscrição ou distribuição de senha.
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30 Anos do Projeto Capoeira do Futuro - Mestre Garrincha
27/11
Arte e Conhecimento
Convidamos todos para o Batizado da Capoeira. O Batizado é um acontecimento tradicional dentro dos rituais da capoeira. O ritual é associado também à troca de cordas ou graduação, que significa a evolução do aluno no seu aprendizado.
O evento reunirá capoeiristas, da Barra e da Gávea, para uma Roda de Capoeira, em comemoração aos 30 Anos do Projeto Capoeira do Futuro.
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Pérolas Negras, contos da Mãe África - Cia Mimos Brasil
26/11
Arte e Conhecimento
Contos e lendas africanos são teatralizados neste espetáculo a fim de valorizar costumes e ideais. Tudo começa com Anansi, que para conquistar o baú de histórias de Nyami e difundi-las pelo mundo, tem que enfrentar com inteligência OSEBO – o leopardo de dentes terríveis; MBORO – os marimbondos que picam como fogo; e MOATIA - a fada que nenhum homem viu. Do Baú de Anasni brotam a Lenda do Tambor - ou o Macaco de Nariz Branco - originária de Guiné Bissau e por fim a história da Menina e o Saco, popularizada no Brasil como a História do Surrão.
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Bate-papo com Arjan Martins | Cidade Jacarandá
26/11
Arte e Conhecimento
O artista Arjan Martins conversa sobre sua carreira nas artes visuais e sua participação na mostra Cidade Jacarandá.
Inscrições: 3325-0448 ou saladeleitura@cidadedasartes.org
Vagas limitadas
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Projeto Interlocuções: O tempo redescoberto em Proust
25/11
Arte e Conhecimento
O grupo de psicanálise Interlocuções, convida o Filósofo Auterives Maciel Júnior, para uma palestra na Sala de Leitura sobre "O tempo redescoberto em Proust".
Auterives é Graduado e mestre em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e doutor em Teoria Psicanalítica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um filósofo de orientação deleuziana que desde 1993 vem lecionando nas principais universidades do estado do Rio de Janeiro, além de outros cursos ministrados em áreas diversas
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Capoeira Brasil
20/11
Arte e Conhecimento
O Batizado de Capoeira da Mestre Magali - Grupo Capoeira Brasil é um evento que acontece anualmente a mais de 10 anos e sua programação conta com cursos, oficinas, rodas, batizado, troca de cordas, socialização e integração.
O evento além de valorizar a cultura brasileira, procura sempre trabalhar com alguma causa social para que consigamos mostrar o poder da capoeira como ARTE DE TRANSFORMAÇÃO.
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Festival Back2Black | Grace Jones
19/11
Música
SHOW DE GRACE JONES MUDA PARA O TEATRO DA CIDADE DAS ARTES E DEMAIS ATRAÇÕES DO BACK2BLACK PASSAM A TER ENTRADA FRANCA
Por questões logísticas, o show de Grace Jones no Festival Back2Black, que acontece este sábado (19/11), na Cidade das Artes, muda do palco ao ar livre para a Grande Sala, de 1.200 lugares. Com isso, as demais atrações do evento passam a ter entrada franca - tanto as palestras no Teatro de Câmara quanto as apresentações no palco armado na praça sob os pilotis do complexo arquitetônico da Barra da Tijuca.
Quem já adquiriu ingressos e deseja assistir especificamente ao show da cantora jamaicana precisa se dirigir à bilheteria da Cidade das Artes ou entrar em contato com a Ingresso Rápido para trocá-los por assentos marcados. Quem desistiu de ir ao show ou comprou entradas com a intenção de assistir apenas às outras atrações, agora gratuitas, poderá solicitar o dinheiro de volta no mesmo canal - físico ou online - onde efetuou a compra.
Com as novas mudanças, a programação da noite passa a ser a seguinte:
18h – ABERTURA DA PRAÇA DA CIDADE DAS ARTES
FOODTRUCKS, BARES TEMÁTICOS E LOUNGES
19h às 20h - TEATRO DE CÂMARA
PALESTRA - CULTURA E EMPODERAMENTO
Para falar sobre o empoderamento dos negros através da música e dos movimentos sociais, e de como os artistas abordam questões sobre gênero e identidade em seus trabalhos.
Participantes: Daúde, Lellêzinha (Dream Team do Passinho), Deize Tigrona, Rico Dalasam e MC Linn da Quebrada.
Mediadora Monique Evelle, considerada uma das personalidades negras brasileiras mais influentes da internet, fundadora do projeto Desabafo Social e da rede social Ubuntu.
20h à 00h - PRAÇA
BATALHA DOS BARBEIROS
A Batalha dos Barbeiros desafiará o público a criar cortes inusitados e a trançar os cabelos. A empreendedora Érica Nunes, criadora da barbearia artística, uma forte expressão da cultura das periferias, estará comandando o local junto com seus barbeiros.
20h30 às 22h - PALCO - PRAÇA
SHOW BAIANA SYSTEM (Brasil)
22h às 00h – PRAÇA
BATEKOO DJ
22h à 00h - GRANDE SALA
SHOW GRACE JONES (Jamaica)
Ingressos à venda
00h às 01h30 - PALCO - PRAÇA
SHOW NÓS POR NÓS (Brasil)
Direção Rafael Dragaud
Direção Musical Rafael Mike
Daúde, Deize Tigrona, MC Linn da Quebrada, Rico Dalasam, Tássia Reis, Lellêzinha + Dream Team do Passinho
01h30 às 03h PALCO - PRAÇA
BATEKOO DJ
OBS: o remanejamento para quem já adquiriu os ingressos se dará da seguinte forma:
quem comprou Pista Premium será acomodado na Plateia Vip; quem comprou Pista irá para a Plateia
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Encontro de Corais | Maestro Luiz Lima
15/11
Música
Apresentação dos Corais
Coral Zacarias
Coral Mater Nostra
Coral Júlio Chevalier
Coral Nossa Senhora de Loreto
Coral Ramatis
Grupo Vocal Clave de Sol
Coral Encanta Rio 2
Coral Clube de Regatas do Flamengo
Coral Câmara Comunitária da Barra da Tijuca
Coral Madrigalfa
Maestro Luiz Lima
25 anos de carreira, arranjador, pianista e cantor lírico, atualmente regente do coral do Clube de Regatas do Flamengo, Câmara Comunitária da Barra, Ramatis e outros. Já tendo se apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cidade das Artes, Sala Cecília Meireles, USA (Disney), Argentina, Manaus, BH, SP e outros. Este ano recebeu a moção da câmara dos vereadores do Rio de Janeiro por serviços prestados à comunidade da Barra com formação dos corais Encanta Rio2, Madrigal, do Alfabarra e Câmara Comunitária da Barra.
Programa
1º Ato
Começa o evento com os cinco corais cantando Salmo 23 e Ave Maria de Somma.
Coral Zacarias canta Minha Jangada e Azul da cor do mar.
Coral Zacarias e Coral Mater Nostra Eu sei que vou te amar.
Mater Nostra canta Yolanda, Magnificat e Oh Holly Night.
Júlio Chevalier canta Eu canto porque e Tocando em frente, chama Ramatis para cantarem juntos Espanhola
Júlio Chevalier e Ramatis cantam juntos Espanhola
N.Sra. de Loreto canta Vá Pensiero, Viola Enluarada
N.Sra. de Loreto e Ramatis cantam Born Free e Aleluia de Haendel
Ramatis canta Amavolovolo e Eu só quero um xodó.
2º Ato
Os Corais Ramatis, Clave de Sol, Encanta Rio 2 e Flamengo cantam juntos Hallellujah Gospel.
Clave de Sol canta Aleluia de Cohen e Samba da minha terra
Clave de Sol e Coral Encanta Rio 2 cantam juntos Carta ao Tom.
Encanta Rio 2 canta Cálice e Canção da América
Encanta Rio 2 e Coral do Clube de Regatas do Flamengo cantam Aquarela do Brasil
Coral do Clube de Regatas do Flamengo canta Canto de Ossanha, Arrastão
Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca e Madrigalfa cantam Ainda bem.
Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca canta Panis Circenses, O Fortuna
Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca e Clave de Sol cantam Ave Maria de Caccini
Coral Madrigalfa canta Mais que nada, Close to you
Clave de Sol e Clube de Regatas do Flamengo cantam Yesterday
Encanta Rio 2 e Câmara Comunitária da Barra da Tijuca cantam Whisky a Go Go
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Dia Mundial do Diabetes - Novembro azul
14/11
Música
AÇÃO EDUCATIVA
Ao longo do dia, das 14h às 19h, na Praça das Artes na Cidade das Artes, haverá para toda a população, gratuitamente, uma ação educativa que vai contemplar diversas atividades, incluindo palestras médicas e motivacionais e exames gratuitos como glicemia capitar, pressão arterial, exame de fundo de olho, verificação dos pés entre outros. Quinze estandes estarão dispostos à população juntamente com espaço Kids, academia de ginástica, atrações musicais e teatrais e muitos mais.
SHOW BENEFICENTE
Celebridades, como Paula Toller, Dado Villa Lobos, Sandra de Sá, Fausto Fawcett, Mumuzinho e Banda Fleeting Circus, farão um show especial a partir das 21h, com apresentação de José Loreto e Simone Soares. O objetivo é alertar e colocar em foco o diabetes e é aberto a todos, sejam pacientes, médicos, profissionais de saúde, familiares e demais interessados em participar desse evento. Todos os artistas se engajaram na causa do Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, que foi criado em 1991, pela Organização Mundial de Saúde em resposta às preocupações crescentes sobre diabetes. O show também será transmitido, ao vivo, pelo site da Sociedade Brasileira de Diabetes.
Artistas: Fleeting Circus / Mumuzinho / Sandra de Sá / Dado Villa Lobos e a Banda Legião Urbana com as particpações especiais de Paula Toller e Fausto Fawcett
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Jackie
12/11 a 13/11
Dança
JACKIE
Luz e escuridão da existência humana emergem em Jackie, solo inspirado na mulher e no mito Jacqueline Kennedy Onassis. Coreografado pelo português André Mesquita e interpretado pela brasileira Fabiana Nunes, este trabalho procura refletir a força de uma mulher que carregou o fardo de um assassinato amplamente midiático e a perda de diversos familiares, mantendo-se visivelmente altiva e aparentemente resiliente.
O solo é livremente inspirado no monólogo de mesmo nome da autora austríaca Elfriede Jelinek, que compõe a obra “Prinzessinnendramen” (“Dramas de princesas”) juntamente com outros 4 monólogos que retratam a vida de princesas, sejam estas fictícias, reais ou denominadas como tal por conta do papel que exerceram no mundo, como é o caso de Jackie. Num texto que transita entre ficção e realidade, utilizando neologismos e constantes referências à filosofia e à música, Jelinek evidencia a personalidade da eterna primeira dama da América, fazendo uma retrospectiva abstrata da vida e do casamento com Jack (John Kennedy), bem como dos momentos vividos após o assassinato do marido.
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