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Um grande centro de valorização das artes

Cidade das Artes

Um pouco sobre nossa casa 

O prédio escultural erguido a dez metros do chão, no coração da Barra da Tijuca, abriga um dos mais importantes e completos espaços para representações culturais. Aqui, música, teatro, dança, artes plásticas, e outras manifestações artísticas brasileiras e de todo o mundo são acolhidas com excelência.

O conceito de cultura como motor do desenvolvimento foi o ponto de partida para a criação do conjunto de instalações que integram o grande ícone arquitetônico planejado pelo arquiteto francês Christian Portzamparc. A multiplicidade das funções destes equipamentos, que reúnem a Grande Sala, o Teatro de Câmara, a sala Eletroacústica, as salas multiuso, galeria, as salas de ensaio, etc, distribuídos em uma construção ampla e arejada, faz da Cidade das Artes Bibi Ferreira um espaço de fomento à cultura, com relevantes desdobramentos sociais e educativos
 

Gestão Cidade das Artes




Presidente:
Claudio Impellizieri Versiani 
Natural do Rio de Janeiro
Nascimento: 26/09/1965


Formação Acadêmica: 
- Bacharel em Marketing pela Univercidade - 1993 à 1996
- Inglês na Bell School of Languages - Bath - Inglaterra - 1987

Experiência Profissional:
- Presidente da Fundação Cidade das Artes - 2021 até a presente data
- Membro do Conselho Municipal de Turismo - 2021 até a presente data
- Restaurateur - 2009 à 2020
- Subsecretário dos Jogos pan-americanos Rio 2007 e Candidatura aos Jogos Olímpicos de 2016 - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro - 2004 à 2008
- Secretário da Candidatura aos Jogos Olímpicos de 2012 - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro - 2003 à 2004
- Subprefeito da Zona Sul - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro - 2001 à 2003
- Diretor Comercial na empresa Enimont - Empresa Nacional de Instalações e Montagens Ltda. - 1992 à 2000
- Gerente Comercial na empresa Sit - Sociedade de Instalações Técnicas S.A. - 1986 à 1991
 

A potência da Cidade das Artes Bibi Ferreira

Este notável centro de artes é também um grande espaço de convivência, valendo-se dos diferentes ambientes projetados com a intenção de concentrar, no mesmo lugar, teatros, restaurante, galerias e bistrô. As amplas áreas externas cobertas são atraentes locais de circulação e permanência do público, onde podem ser realizados exposições, espetáculos, festivais e eventos variados.

Reaberta ao público em 3 de janeiro de 2013 para um soft opening, depois de dois anos dedicados à conclusão das obras, a Cidade das Artes Bibi Ferreira vem demonstrando o bom funcionamento da sua estrutura técnica e humana, da bilheteria dos teatros, do acesso ao local via transporte público e do seu amplo estacionamento. Artistas, grandes produtores e amantes da arte, com repertório nacional e internacional, que já passaram por aqui, são frequentemente surpreendidos pelo conforto e a excelência das instalações.

Cidade das Artes Bibi Ferreira

"Eu vivo, simplesmente. E fico feliz por ter uma obra que permanecerá muito além de mim." Bibi Ferreira (1922-2019)

Em 9 de dezembro de 2020, a Cidade das Artes recebeu o nome de Bibi Ferreira (Abigail Izquierdo Ferreira) passando a se chamar CIDADE DAS ARTES BIBI FERREIRA.  A Lei nº 6.812, dos vereadores Cesar Maia e Carlo Caiado, faz uma justa homenagem a uma das maiores artistas brasileiras.
 

Sobre Bibi Ferreira

Celebrada como uma das grandes damas do teatro brasileiro, com nove décadas de atuação, a carioca Bibi Ferreira começou cedo no teatro. Filha do grande ator Procópio Ferreira e da bailarina argentina Aída Izquierdo, ela fez sua estreia teatral com pouco mais de vinte dias de vida, na peça Manhãs de Sol, de autoria de Oduvaldo Vianna. Ainda criança, entrou para o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e, posteriormente, na companhia teatral de seu pai.

Em 1944, montou sua própria companhia teatral, encenando peças com grandes nomes do teatro brasileiro, como Cacilda Becker, Maria Della Costa e Henriette Morineau. Na década de 60, conheceu imenso sucesso com participações em programas de TV e com o musical Minha Bela Dama (My Fair Lady).

Nas décadas seguintes, continuou sua trajetória de sucesso em peças como O Homem de La Mancha, Gota d'água e Piaf, já nos anos 80, que lhe valeu os prêmio Mambembe e Molière. Com impressionante vitalidade, aos 95 anos, Bibi fez sua turnê de despedida com o espetáculo Bibi - Por Toda Minha Vida, só com músicas brasileiras. Morreu aos 96 anos, após parada cardíaca, em seu apartamento no Flamengo, em 2019.