Fundação Cidade das Artes

Memória

Memória

A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.

Eventos Passados

Orquestra Sinfônica Brasileira | Concerto Especial 14/05 a 15/05 Música Ministério do Turismo e Instituto Cultural Vale apresentam: Orquestra Sinfônica Brasileira celebra a chegada de novos integrantes, incluindo nova spalla, em concertos na Cidade das Artes No primeiro trimestre de 2022 a Orquestra Sinfônica Brasileira realizou um concorrido processo seletivo para admissão de novos membros. O certame, como esperado, foi altamente competitivo e aprovou músicos de elevado nível artístico. E para celebrar a renovação do seu corpo orquestral, a OSB leva ao palco da Cidade das Artes, nos dias 14 e 15 de maio, um programa especial com obras de Carlos Gomes, Villa Lobos e Tchaikovsky, sob regência do maestro Roberto Tibiriçá. A apresentação de domingo faz parte da série Concertos para a Juventude – apresentações matutinas de caráter didático com ingressos a preços populares. Abrindo a apresentação, a orquestra executará a icônica "Abertura" da ópera O Guarani, de Carlos Gomes. A estreia da ópera no Scala de Milão causou uma verdadeira sensação pela Europa, consagrando o compositor como o maior nome do Romantismo brasileiro. A "Abertura", ou "Protofonia", como também costuma ser chamada, ganhou status de segundo hino nacional brasileiro e apresenta alguns dos temas mais importantes da ópera, em uma espécie de pot-pourri. No ciclo de Bachianas Brasileiras, de Heitor-Villa-Lobos, como o título sugere, convivem o entusiasmo nacionalista do compositor e a sua devoção pela música de Johann Sebastian Bach. A suíte de nº 4, que será ouvida no concerto de sábado, foi escrita para piano entre 1931 e 1941, mas posteriormente orquestrada em 1942. São quatro os movimentos: "Prelúdio – Introdução", "Coral – Canto do Sertão", "Ária (Cantiga)" e "Dança". Tchaikovsky estava passando por uma profunda crise criativa quando escreveu a obra que fecha o programa, a Sinfonia No. 5, em Mi menor, Op. 64. Pouco antes de iniciar o trabalho, ele apontou em seu caderno de anotações um possível contexto imaginativo para o primeiro movimento: “… uma resignação completa diante do destino, que é o mesmo que a inescrutável predestinação do destino…”. É por conta dessa nota que o soturno tema inicial do primeiro movimento, apresentado pelo clarinete, é apelidado de "tema do destino". Após uma introdução lamentosa, o primeiro movimento alcança um "Allegro con anima" em ritmo de marcha que galopa decidido através da neblina da angústia.  O segundo movimento, um idílico "Andante Cantabile con Alcuna Licenza", traz um lamentoso solo de trompa, que logo se desdobra em um dueto de tom maior com o oboé, tudo isso amparado pela orquestra, cujo humor oscila entre o trágico e o auspicioso. Uma calorosa valsa serve de terceiro movimento para a sinfonia, que encerra com um finale imponente. Cinco músicos brasileiros e um venezuelano passam a integrar a OSB Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro, a OSB se orgulha de levar o Brasil no nome e de ser pioneira na realização de ações que aproximam o grande público da música de concerto, como o projeto Aquarius e os emblemáticos Concertos para a Juventude. Ao longo de seus 81 anos de história, é referência para músicos de todo o mundo e suas posições são disputadas por grandes instrumentistas. Ciente se seu papel social, a orquestra criou, há cinco anos, o Conexões Musicais, projeto que extrapola as salas de concerto e leva a instituição para diversas localidades brasileiras, oferecendo aprimoramento para jovens estudantes de música, profissionalização para projetos sociais que promovem inclusão por meio da educação musical e o que a orquestra faz de melhor: encantar o público com seus concertos. O resultado de ações como esta ficou palpável no último processo seletivo realizado pela OSB: dois jovens músicos oriundos de projetos sociais foram aprovados para ocupar vagas na orquestra e vão dividir estantes com alguns dos músicos mais destacados em atuação no país. Natural de Ouro Branco, o mineiro Giovanni Martins, de 21 anos, iniciou seus estudos de oboé aos 11 e já passou por vários projetos e orquestras jovens. Apontado como uma grande aposta no instrumento, é um dos mais de 2500 jovens já beneficiados pelas ações do Conexões Musicais. Referência quando o assunto é educação musical, o projeto El Sistema também emplacou um dos seus talentos no concurso: o flautista venezuelano Alexis Angulo foi aprovado e troca a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar por uma vaga na OSB. Outro grande destaque da seleção foi a escolha para a posição de spalla. Ficou com a vaga a carioca Priscila Rato, que encantou a banca julgadora com sua primorosa técnica e presença de palco. A aprovação de Priscila é motivo de emoção extra para a “Família OSB”, uma vez que a violinista já fez parte do grupo e agora retorna para ocupar o cargo mais importante na hierarquia orquestral. E ela não foi a única representante feminina a ingressar na OSB: A violinista paraibana Gabriela Queiroz, que também já foi membro da Orquestra Sinfônica Brasileira, está de volta. Completam o time de violinistas aprovados os jovens paulistas Lucas Álvares e Michael Machado. Concertos para a Juventude Em 1943, a Orquestra Sinfônica Brasileira subiu ao palco do Cine Teatro Rex para dar início a um dos projetos que fariam parte de seu DNA: Os Concertos para a Juventude. As apresentações de caráter didático com entrada a preços populares são sucesso de público desde então, cumprindo seu papel de ampliação de plateia e democratização do acesso à música de concerto. Em 2022, as apresentações terão lugar de destaque na programação, levando músicos da OSB, regentes e solistas convidados aos palcos da Sala Cecília Meireles, Cidade das Artes e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão, no total, treze apresentações, com ingressos a R$10. As récitas contam com apresentação da atriz Suzana Nascimento. A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA: Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 81 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor e a NTS - Nova Transportadora do Sudeste, como patrocinadora master e a Brookfield como patrocinadora, além de um conjunto de copatrocinadores e apoiadores culturais e institucionais. [+] saiba mais Sarau Laboratório de Ideias 14/05 Arte e Conhecimento O Sarau Laboratório de Ideias é uma parceria do Laboratório de Ideias com a Fundação Cidade das Artes, é um evento aberto ao público com apresentações musicais, cenas teatrais, histórias, poesias e palco aberto. A temática será voltada para questões atuais e relevantes para toda a nossa sociedade. Estarão presentes temas como: o meio ambiente e a valorização da natureza, a cultura indígena, a cultura negra, a luta antirracista, o empoderamento feminino, a luta anticapacitista e o respeito à diversidade e o olhar para a história do Brasil. Teremos a apresentação com crianças e jovens de 05 a 15 anos, além do palco aberto para o público interagir e fazer sua contribuição, um espaço voltado para a troca e experimentação. Uma tarde deliciosa que unirá arte e educação. Traga sua poesia, música, performance, número e faça parte dessa programação ! [+] saiba mais Projeto Interlocuções I Psicanálise e literatura 13/05 Arte e Conhecimento Tema do dia 13/05 Antropofagias inconscientes O Manifesto Antropófago, brilhantemente desenvolvido por Oswald de Andrade, clamava aos artistas brasileiros por originalidade e criatividade. Ele pretendia celebrar o nosso multiculturalismo, a miscigenação. O desejo era devorar o que vinha de fora, assimilar a cultura alheia. Oswald defendia que a verdadeira antropofagia é a do inconsciente. Em que medida tal aposta é verdadeira? Se o inconsciente é o emblema da experiência individual, como considerar seu devir antropofágico? Pensando com Suely Rolnik, o que nos resta de uma antropofagia zumbi? Essa é a provocação que Gilda Pitombo e Alexandre Sá trarão no próximo encontro. Sobre Alexandre Sá Artista-pesquisador, curador, crítico de arte e psicanalista. Professor do Instituto de Artes da UERJ. Antropofagias inconscientes [+] saiba mais BORA RIR | Espetáculo de Comédia Stand-up 13/05 Teatro Apresentando novos talentos do humor brasileiro a cada show com direção de PAULINHO SERRA. O terceiro elenco da temporada 2022 de Stand-Up “Bora Rir” trás Paulinho Serra, Gustavo Ariel e Ste Serrat , João Estrella e Gabi Niskier. Cada espetáculo é diferente do outro. Bora Lá ! Bora Rir ! [+] saiba mais Solistas Cariocas | Camerata da Vila 12/05 Música A Camerata da Vila Isabel vem se apresentando nos últimos 4 anos com muito sucesso em salas de concerto tradicionais, escolas, universidades e periferia, com repertório clássico e popular! PROGRAMA Concerto para 4 Violinos - Antonio Vivaldi I - Allegro II - Largo III - Larguetto IIII – Alegro Solistas: Ryan de Paula, Gabriel Paixão, Dyana Paiva, Carlos Samuel. Bachianas Brasileiras nª 4 - Heitor Villa Lobos Oblivion - Astor Piazzolla Solista: Mariana Pereira Libertango - Astor Piazzolla Por Una Cabeza - Carlos Gardel Gabriel’s Oboé - Ennio Monrricone Solista: Jean Barreto Carinhoso - Pixinguinha Solista: João Victor Você é Linda - Caetano Veloso Wave - Antônio Carlos Jobim Mourão - César Guerra-Peixe Aquarela - Ary Barroso [+] saiba mais Projeto Língua Viva: “Elogio à Eros – Em Tempos de Imperativo ao Gozo e Morte” 11/05 Arte e Conhecimento O projeto Língua Viva busca ser um ponto convergente entre linguagem, psicanálise e processo criativo. A cada encontro os psicanalistas Marília Flores e Abílio Ribeiro desenvolvem um aspecto especifico da nossa língua.  A arte intriga, faz enigma e provoca.  À luz da psicanálise serão comentados ângulos e caminhos em torno do ato de criação e da experiência de fruição da arte, tanto para o artista quanto para o espectador/leitor. [+] saiba mais Rio2C | O maior evento de inovação da América Latina 26/04 a 01/05 Festival COM NOVOS CONTEÚDOS, RIO2C PROPÕE A DESACELERAÇÃO, O CONSUMO INTELIGENTE E O ENCONTRO PRESENCIAL COMO BASES TEMÁTICAS DA EDIÇÃO DE 2022 De volta à Cidade das Artes de 26 de abril a 01 de maio deste ano, evento reestrutura-se com onze palcos segmentados e celebra uma década de fundação do RioContentMarket, braço de negócios do audiovisual e embrião do que é hoje o maior encontro de criatividade da América Latina Diante de um dos períodos mais desafiadores para a humanidade, quais são os caminhos para a renovação e o crescimento dos mais diversos setores da indústria criativa no mundo? Sempre conectado com as tendências dos mais variados mercados desde a sua concepção, o Rio2C volta em 2022 apostando na desaceleração – ou slow content – e no consumo inteligente como fios condutores da próxima edição, que acontece na Cidade das Artes, de 26 de abril a 01 de maio. Mesmo com a ampliação de eventos exibidos virtualmente durante a pandemia, o Rio2C insiste em preservar a sua essência de ser um lugar de encontro, de troca de experiências e de fomento de ideias in loco. “A oferta de conteúdo virtual é uma realidade que vai estar cada vez mais presente, mas nós acreditamos no encontro presencial, nas conversas que acontecem nos intervalos das atrações e na imersão do público nos conteúdos apresentados. O que a gente mais ouve nos corredores do evento são os próprios artistas, os criadores e os produtores afirmando a loucura tão grande que vivem no dia a dia, sem tempo para respirar, encontrar os parceiros e amigos em um ambiente sem pressão. Isso está totalmente ligado à questão do slow content e do consumo inteligente que vêm como pano de fundo do conteúdo que estamos propondo para essa edição. A experiência de pausar a rotina diária para mergulhar num universo de conteúdos e discussões inspiradoras, lado a lado com algumas das mentes mais interessantes da indústria, é inigualável e irreplicável digitalmente.”, reflete Rafael Lazarini, criador do maior encontro de criatividade da América Latina, que celebra também em 2022 os dez anos do RioContentMarket, evento de mercado do audiovisual precursor do Rio2C. Mesmo após o hiato forçado de dois anos de pandemia que interrompeu as atividades ao redor de todo o planeta, o evento continua investindo no seu formato multidisciplinar – dividido entre os pilares conferência, mercado e festival –, contemplando novos temas e seções em sua programação. Se a última edição, em maio de 2019, movimentou mais de R$ 250 milhões a partir de uma extensa grade de palestras, shows, atividades e encontros de negócios voltados para um público de mais de 25 mil profissionais e entusiastas dos segmentos de tecnologia, ciência, audiovisual, música, games, mídia e marcas, a edição de 2022 terá uma série de novidades. [+] saiba mais Na companhia de si mesmo I Lançamento de livro 16/04 Arte e Conhecimento O livro “ Na Companhia de si mesmo’, é uma  autobiografia não ficcional. Conta a história de um homem pelos milenares Caminhos de Santiago de Compostela. Seus desafios, superações, dores e alegrias. Conduz o leitor na terceira pessoa, a grandes montanhas, longas estradas, paisagens medievais, lendas e histórias espanholas. A obra propõe uma reflexão sobre a solitude, o desapego, a importância da simplicidade e da vida sem ostentações. Através de 274 páginas, o livro conduz o leitor a pensar e refletir sobre a vida, seus propósitos e caminhos tendo o Caminho de Santiago como uma grande metáfora. Sinopse Ele se despediu da família e amigos e foi realizar um grande sonho: percorrer o Caminho de Santiago de Compostela. Ao longo de mais de 800 km, precisou ter foco,  determinação, desprendimento e fé para superar os inúmeros desafios que surgiram naquele trajeto milenar, histórico e sagrado. E, a cada passo, caminhando na solitude absorveu profundas lições. Na Companhia de Si Mesmo mostra que, muitas vezes, é quando estamos sozinhos que surgem os maiores aprendizados. Biografia Vinnicius Veloso é ator, palhaço, professor e escritor carioca, estuda e desenvolve seu trabalho artístico desde 1994. Formado em Licenciatura em Teatro. Fascinado pela linguagem do palhaço, desenvolveu um trabalho em um hospital infantil no Rio de Janeiro e encontrou seu propósito de vida: ajudar as pessoas pela sua arte. É fundador do Novos Talentos Curso de Teatro. Apaixonado pela vida, por aventuras, viagens e novos desafios, em 2014 viveu sua mais profunda experiência. [+] saiba mais BORA RIR | Espetáculo de Comédia Stand-Up 15/04 Teatro Apresentando novos talentos do humor brasileiro a cada show com direção de PAULINHO SERRA. O segundo elenco da temporada 2022 de Stand-Up “Bora Rir” apresenta Bruna Campello, Carla Guapyassú, Ranther Melo, Jovem Mágico Gabriel Monteiro e Paulinho Serra. Bora Lá! Bora Rir! [+] saiba mais Conversa Literária – A Literatura Infantil e Juvenil Contemporânea 14/04 Arte e Conhecimento Neste dia, mergulharemos no universo da literatura infantil e infanto-juvenil com grandes autores e ilustradores. Por meio da mediação de Cintia Barreto, os convidados falarão sobre seus processos criativos e a importância desses livros para esse público que está se formando leitor. Idealização e curadoria: Cintia Barreto Doutora em Literatura Brasileira pela UFRJ. Coordenadora de pós-graduações (lato sensu) de Literatura. Idealizadora e curadora do projeto de incentivo à leitura “Conversa Literária” e do “Seminário Educação Literária”.  Professora de Língua Portuguesa do Colégio Estadual André Maurois há 20 anos.  Escritora com livros publicados para o público infantil, juvenil e adulto. Em 2021, publicou o livro "Gosto de poesia" (Editora Paulinas). Em 2020, "Lia lia" (Semente Editorial).  Consultora e crítica literária, produtora de manuais literários para diversas editoras.  Site: www.cintiabarreto.com.br Convidados: Alexandre de Castro Alves, Cris Alhadeff, Marcelo Moutinho, Luciana Nabuco, Lucia Morais e José Prado Público: Alunos de escolas públicas ou particulares, professores, mediadores de sala de leitura, educadores, público espontâneo interessados na temática. [+] saiba mais Nova Vanguarda Carioca | Exposição 08/01 a 10/04 Artes Visuais CIDADE DAS ARTES APRESENTA NOVA VANGUARDA CARIOCA CURADORIA GRINGO CARDIA O Rio de Janeiro sempre foi uma das fontes reverberadoras das novas tendências e criatividade do Brasil. Uma cidade cosmopolita, heterogênea, complexa, que vibra em diferentes frequências e promove a arte do inusitado, do provocador, do inovador num encontro agregador das diferenças, das diversidades e da mistura dos polos sociais. A Cidade das Artes tem o prazer de receber e patrocinar a exposição Nova Vanguarda Carioca, composta por uma geração emergente de artistas plásticos, que explode com sua arte de muitas cores, discussões identitárias e de territórios, conquistando o panorama da arte nacional e internacional. Um trabalho pulsante, marcado nas suas raízes periféricas urbanas de todo o Brasil. A curadoria é de Gringo Cardia, artista e cenógrafo que trabalha neste universo e que ao lado de Vik Muniz, Marisa Orth, Malu Barretto e Giovanni Bianco lidera um projeto social de juventude, arte e tecnologia - a escola Spectaculu, existente há 22 anos no Cais do Porto, fazendo a inclusão pela arte. A reunião destes artistas nesta exposição evidencia o poder e a potência que a arte tem como papel de transformação social. A Cidade das Artes amplifica e abriga a abstração do que é ser um espaço vivo. Impregna nas suas colunas concretas a multiplicidade da cidade, na interculturalidade de suas várias zonas. Recria um pouco do Rio, uma trama mista de gostos, hábitos, usos e funções. Um convite para um profundo mergulho, conceitualmente mutável, coletivo e agregador. A mostra reúne a nova potência criativa do Rio e celebra essa retomada das novas tendências artísticas do Brasil. [+] saiba mais O Alienista | Teatro 10/03 a 10/04 Teatro Uma Fábula Patafísica sobre o Cientificismo Oxidosistêmico! Novo espetáculo da Cia Teatro Epigenia estreia 10 de março no Rio de Janeiro, na Cidade das Artes O poder em todas as suas formas, o jogo da corrupção política, protocolos de saúde estapafúrdios, o absurdo da decadência humana, a falta de empatia, o massacre aos direitos humanos. Todas essas características juntas nos são familiares nos dias de hoje, apesar de parecerem distópicas. É justamente esse cenário distópico o da peça “O Alienista”, que estreia no próximo dia 10 de março, na Cidade das Artes. Com texto de Gustavo Paso e Celso Taddei, livremente inspirado no conto homônimo do imortal Machado de Assis, a nova montagem da Cia Teatro Epigenia, que comemora 22 anos fundação, leva para o palco um elenco de 14 atores/cantores, protagonizados por Rômulo Estrela, que interpreta o paradoxal personagem de Simão Bacamarte e Luciana Fávero, fundadora da Cia, como a esposa, Evarista. "Trazer a inspiração da obra de Machado de Assis é trazer a possibilidade de ser para além de nossos meios e tempo. Um homem negro, filho de escravos alforriados, esquizofrênico, que mal pode estudar ate sua adolescência, viveu dentro de um pensamento europeu de que somos fruto do nosso meio! Um determinismo limitante que ele rompeu a ponto de ter sido um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras! É um dos principais nomes de nossa literatura e rompeu limites territoriais. Machado é um exemplo para o mundo atual, pois mostrou o que podia realizar mesmo com tanta adversidade. Esperamos poder inspirar esse pulsar, essa vitalidade e essa fé de que todos temos essa potência de romper o que nos determinam!" - destaca Luciana Favero - atriz e produtora do espetáculo. Qualquer semelhança é uma infeliz coincidência na versão de “O Alienista” da companhia teatral que chega à maioridade colecionando críticas positivas e ampliando sempre seu público fiel com espetáculos ousados, instigantes e de qualidades textual, dramatúrgica e cênica. Com essas marcas e, mais uma vez, sob a direção de Gustavo Paso, um dos mais premiados diretores do teatro brasileiro na atualidade. “Conscientes de que está muito mais difícil criar uma analogia por meio de um mundo distópico com nossa vida, nos apoiamos no absurdo mundo da patafísica para entender a realidade, ou pelo menos para que o teatro possa, mais uma vez, servir de trampolim para espelhar essa sociedade destruída e desalmada que alguns insistem em tentar consolidar”, explica Gustavo Paso - diretor, dramaturgo e fundador da Cia Epigenia. A Patafísica como ins-piração A patafísica é uma crítica à lógica racional. Examina as leis que regem as exceções, nas palavras do romancista e dramaturgo francês Alfred Jarry é “a ciência das soluções imaginárias”. A patafísica de Jarry é algo além da metafísica e além da física. Pode também ser vista como paródia: uma celebração bem-humorada do paradoxo, que opera, de modo cômico, a desconstrução do real e sua reconstrução no absurdo. A patafísica explora “elementos dissonantes” de modo a criar não uma síntese, mas uma situação em que as incongruências podem coexistir. Atrás de toda a lógica, esconde-se o monstruoso. A peça se aprofunda na pesquisa do Dr. Simão Bacamarte, médico renomado e de currículo invejável (mesmo que ninguém entenda as especialidades do doutor na então metrópole imaginária), acerca da loucura. Ele cria um lugar para internar os loucos da cidade sob seus próprios critérios do que é ser louco ou não. Esses critérios mudam conforme o tempo e os interesses – sejam por poder, por dinheiro, por reconhecimento – e geram revolta, golpes, até a falência social e financeira da então Metrópole, que se transforma em Distrito e, em seguida, em um simples Vilarejo decadente e subserviente ao Império, nos idos anos do século XIX. Assim presenciamos a ascensão e queda de um louco que chega ao poder e passa a tomar decisões sem consultar previamente os representantes da sociedade, pois estão todos enjaulados no hospício fundado por ele mesmo! Mas isso é apenas uma fábula e sabemos que fábulas não existem! Elenco:  Romulo Estrela / Luciana Fávero / Gláucio Gomes / Vitor Thiré / Samir Murad / Dodi Cardoso / Renato Peres / Tatiana Sobral / Tecca Maria / Anna Hannickel / Eduardo Zayit / Erick Villas / Laura Canabrava / Renato Ribone     [+] saiba mais Orquestra Sinfônica Brasileira - Série Mundo | Azerbaijão 06/04 Música Ministério do Turismo, Instituto Cultural Vale e Bradesco apresentam: Orquestra Sinfônica Brasileira abre Série Mundo homenageando o Azerbaijão O maestro azerbaijanês Yalchin Adigezalov e o pianista brasileiro Cristian Budu são os convidados. O Azerbaijão, berço de uma cultura musical rica e fascinante que foi passada adiante de geração a geração ao longo de séculos, é o país escolhido pela Orquestra Sinfônica Brasileira para abrir a Série Mundo em 2022. Sob regência de Yalchin Adigezalov e com participação do pianista Cristian Budu, a OSB levará riquezas musicais do país ao palco da Cidade das Artes. A Série Mundo, que conta com o patrocínio do Bradesco, tem como objetivo celebrar a história e o patrimônio musical de diferentes nações. Em 2022, os países em foco, além do Azerbaijão, são Espanha, Portugal, Israel e França. O concerto em homenagem ao Azerbaijão apresentará uma seleção de obras de dois dos grandes compositores do país: Fikret Amirov (1922 – 1984) e Vasif Adigezalov (1935 – 2006). Nenhuma outra peça seria mais apropriada para abrir o programa do que o eletrizante Capriccio Azerbaijano, de Amirov. A obra, composta em 1961, se tornou um sucesso imediato e figura entre as mais conhecidas do compositor. Escrito em movimento único, o capricho faz uso de uma sofisticada orquestração, à qual não faltam variedade colorística, melodias de sabor oriental e vigor imaginativo. Elementos folclóricos são cuidadosamente manejados ao longo da composição, garantindo ao ouvinte um mergulho sonoro na terra natal de Amirov. A música tradicional do Azerbaijão também é inteligentemente incorporada na obra que será ouvida em seguida: o Concerto para Piano nº 3, de Vasif Adigezalov, que terá como solista Cristian Budu. Nesta composição robusta, de fôlego, Adigezalov irmana o folclore azerbaijano e a influência legada de compositores como Bartók, Kachaturian e Prokofiev. Trata-se de uma obra altamente desafiadora em que piano e orquestra se enovelam em um diálogo incisivo de grande força narrativa. Fonte inesgotável de inspiração, o mugham é um gênero tradicional de composição que influenciou profundamente a música de Fikret Amirov, a quem a segunda parte do programa é inteiramente dedicada. Kyurdi Ovshari foi escrito em 1948 e constitui um dos primeiros ensaios de Amirov no gênero. De imediato, a composição conquistou o gosto do público e rendeu ao compositor prêmios estatais. A espontaneidade fluida do mugham, submetida ao tratamento orquestral, garantiu à peça uma enorme gama de efeitos e grande força expressiva. Encerrando o programa, a OSB apresenta Conto de Nasimi, balé orquestral que Amirov escreveu em 1973, por ocasião dos 600 anos de Imadeddin Nasimi. A composição é inspirada no destino deste grande poeta místico e pensador que imprimiu sua marca singular no pensamento artístico e filosófico da Terra do Fogo. Ao longo de 10 movimentos curtos – nos quais desfilam os mais variados sentimentos, do desespero à ternura – o compositor recorre a ritmos, entonações e danças folclóricas azerbaijanas. A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA: Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 81 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor e a NTS - Nova Transportadora do Sudeste, como patrocinadora master e a Brookfield como patrocinadora, além de um conjunto de copatrocinadores e apoiadores culturais e institucionais. YALCHIN ADIGEZALOV: Yalchin Adigezalov é um maestro azerbaijanês, membro da terceira geração de uma famosa dinastia musical. Nasceu em Baku, na família do compositor Vasif Adigezalov. Em 1982, formou-se na faculdade de piano do Conservatório Estadual do Azerbaijão. De 1984 a 1989 estudou na Faculdade de Ópera e de Regência Sinfônica do Conservatório de Leningrado (Professor Ilya Musin). De 1990 a 1992 foi o primeiro representante do Azerbaijão a estudar na Academia de Música e Artes Cênicas de Viena. Foi também diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Azerbaijão. De 1991 a 1993, o maestro foi o diretor artístico dos "Festivais MOZART" realizados em conjunto com o governo austríaco, com estreias mundiais de obras de compositores azerbaijanos e austríaco. Já foi maestro da Orquestra Sinfônica Estadual da Rádio da Rússia, da Ópera Acadêmica do Estado do Azerbaijão e do Teatro de Ballet e da Ópera Estadual de Istambul. Desde 2002, Adigezalov tem trabalhado em estreita colaboração com a Ópera Helikon de Moscou. Yalchin Adigezalov é o primeiro dos músicos azerbaijanos a representar a cultura do país nas melhores salas de concertos do mundo; Barbican Centre, Cadogan Hall, Central Hall Westminster Abbey, Konzerthaus Berlin, Arena di Verona, Smetana Hall Praga, Cidade das Artes e Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Linder Auditorium Johannesburg, Royal Conservatory of Brussels, assim como Riga Merchant Guild, nas salas de ópera de Pequim e Kuwait. Como maestro sinfônico, tem se apresentado com orquestras como: Royal Philharmonic Orchestra, Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquesta Sinfónica del Estado de México, Orquestra Filarmônica de Johannesburg (JPO), L'Orchestra Italiana del Cinema (OIC), Orquestra de Câmara de Viena, Orquestra de Câmara de Zagreb, Filarmonica Brasov (Romênia), Orquestra Sinfônica Karlovy Vary, Sinfônica do Danúbio de Budapeste, assim como - Orquestra Nacional Russa (RNO), Orquestra Sinfônica Acadêmica de São Petersburgo, Orquestras Filarmônicas de Moscou, Riga, Yekaterinburg. Tem se apresentado com solistas notáveis, incluindo Mstislav Rostropovich, N. Petrov, B. Berezovsky, H. Shaham, I. Monighetti, S. Stadler, D. Kogan, I. Biret, G. Onay. O maestro gravou 15 CDs com a Orquestra Sinfônica Tchaikovsky, Orquestra da Ópera de Istambul, Orquestra Russa de Rádio e TV, Orquestra Sinfônica de Liepaja, Orquestra Sinfônica Nacional da Ucrânia e Orquestra Sinfônica do Estado do Azerbaijão, que foram lançados nos EUA, Coréia (SONY), Turquia, Rússia, Alemanha (NAXOS) e Inglaterra (OLIMPIA). CRISTIAN BUDU: Indicado pelo próprio Nelson Freire, em sua última entrevista, como seu sucessor, Cristian Budu é citado na Gramophone como "um pianista impactantemente original, com maturidade e compreensão musicais de causar inveja em colegas com o dobro de sua idade" e já se consagra como uma referência na nova geração da música clássica, representando o Brasil juntamente com Nelson Freire na ultra seleta lista “Top 50 Greatest Chopin Recordings” da Gramophone, que reúne apenas 50 das mais antológicas interpretações de Chopin da História. Cristian é vencedor do renomado Concurso Internacional Clara Haskil, concurso notável por conceder apenas um prêmio e por diversas vezes não ter ganhador, como ocorreu na edição seguinte. Além do Grande Prêmio, Cristian venceu 2 prêmios extras, incluindo o prêmio do público. Tal conquista é considerada pela crítica especializada como a mais importante do piano clássico brasileiro nos últimos 30 anos. Recentemente, Cristian também ganhou prêmios como Instrumentista do Ano (APCA) e Melhor Concerto do Ano (Guia da Folha). Seu último CD solo ganhou o “Editor’s Choice” na Inglaterra e “5-Diapasons” na França. E novamente na Gramophone (mais importante veículo da crítica internacional), entrou para as atuais listas “Top 10 Recent Beethoven Recordings” e "Top 10 Chopin Recordings”, que incluem gravações históricas de Martha Argerich, Arthur Rubinstein, Maria João Pires, Dinu Lipatti, Murray Perahia e Nikolaus Harnoncourt. Concertos e convites recentes incluem duos com astros da música clássica como Renaud Capuçon e Antonio Meneses, música de câmara com músicos da Orquestra Filarmônica de Berlim, concertos com Orquestra de Câmara de Lausanne, e recital solo no Verbier Festival. Já solou à frente da Orquestra Sinfônica de Lucerna, Orquestre de la Suisse Romande, Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart, e em salas como Jordan Hall, Liederhalle, KKL, LAC de Lugano e Ateneu de Bucareste. Filho de romenos, Cristian cresceu em Diadema (SP), foi aluno da rede pública de ensino e cursou a Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Na infância, Cristian foi integrante do Coral Infantil ECO, dirigido pelo maestro Teruo Yoshida, participando de várias montagens de óperas. Na adolescência, foi também aluno do Instituto Brincante, onde teve aulas de danças e ritmos brasileiros, e conheceu o multiartista Antônio Nóbrega com quem fez diversas parcerias. Nos EUA, integrou um quarteto de música brasileira que venceu o Honors Competition do NEC de Boston. Nos EUA, hospedou em sua casa os saraus que iniciaram o projeto revolucionário Groupmuse, que tem parceria da Boston Symphony Orchestra. No Brasil, é idealizador do projeto Pianosofia, que tem parceria da Sociedade Cultura Artística e Arone Pianos, na intenção de democratizar o acesso à música clássica através de saraus em residências e ambientes inusitados. Cristian também já fez diversas parcerias com projetos sociais como Projeto Integração e Liga Solidária, e é hoje conselheiro voluntário do Projeto Casulo.   [+] saiba mais Sou adulto autista! E daí? | Lançamento de livro 02/04 Arte e Conhecimento Obra "Sou adulto autista! E daí?" revela o cotidiano de adultos portadoras da Síndrome de Asperger e prefácio do renomado psiquiatra Caio Abujadi. No dia 2 de abril, Dia Mundial da Conscientização do Autismo, a escritora e pedagoga Nancilia Pereira realiza o lançamento de seu 38º livro, "Sou adulto autista! E daí?" na Sala de Leitura da Cidade das Artes. O livro, terceiro da autora sobre o assunto, é organizado em forma de dez relatos verdadeiros de autistas e aborda temas como discriminação, falta de escola inclusiva, mediação escolar, ingresso no mercado de trabalho, ingresso na faculdade entre outros. “Logo após lançar meu primeiro livro sobre o autismo ‘Sou Autista! E daí?’ (2018), baseado na história de minha neta que é Asperger, realizei muitas palestras e nelas ouvi relatos que me emocionaram muito, então escrevi também a obra ‘Somos Pais de Autistas! E daí?’, no ano seguinte (2019). Desta vez, senti que faltava falar sobre a saga dos adultos autistas, assim, decidi fazer mais uma publicação sobre este tema”, diz a autora. Nancilia revela que “Sou adulto autista! E daí?”, promete surpreender os leitores. “O livro tem relatos de autistas que passaram a vida sofrendo sem entender o mundo à sua volta e nem a si mesmo. Alguns só descobriram o TEA (Transtorno do Espectro Autista) já adultos e só assim puderam dar um norte em suas vidas”, disse ela. A obra tem prefácio escrito pelo renomado psiquiatra da infância e da adolescência Caio Abujadi e reúne também muitas informações sobre o TEA e fotos de cada um dos personagens presentes. Além da tarde de autógrafos, teremos a presença de alguns convidados: - o comunicador, jornalista, cronista e apresentador do programa de TV Arado Literário, Leonardo Meirelles; - a palestrante, pedagoga e master coach Tereza Couri, que fizeram as orelhas do livro; - o renomado psiquiatra de infância e adolescência, Mestre em Psiquiatria pela USP, Diretor Clínico do Caminho Azul - Assistência Médica para o Desenvolvimento e Presidente da Associação Caminho Azul, Dr. Caio Abujadi; - apresentação musical com o jovem e talentoso Georgio Divino, que é um Adulto Autista e faz parte da obra. [+] saiba mais Maíra Freitas e Jazz das Minas 02/04 Música O Teatro de Câmara da Cidade das Artes recebe Maíra Freitas e Jazz das Minas num show que celebra a música preta brasileira e mundial na interpretação desse sexteto feminino formado por Maíra Freitas (piano/voz e direção musical), Samara Libano (violão 7 cordas),  Monica Avila (sax/flauta/voz), Marfa Kurakina (baixo elétrico), Flavia Belchior (bateria/voz) e Rapha Morret (percussão). Maíra montou a banda em 2019 quando foi convidada a participar do festival Jazzing em Angola. "Foi a oportunidade de colocar em prática a ideia que eu já vinha falando há algum tempo 'que o mercado da música é muito masculino', e isso tem muito a ver com as oportunidades que são dadas às mulheres. Certa vez eu ouvi de um empresário que por estar grávida eu ficaria uns dois anos sem trabalhar e eu grávida fiz turnê com Gilberto Gil". Inicialmente a Jazz das Minas era um quarteto com bateria, teclado, violão 7 cordas e baixo acústico  que veio ganhando corpo e suíngue com incrementação de percussão, sax, flauta e vozes. Em 2021 a banda participou do festival Sesc Jazz em São Paulo com ingressos esgotados, excelentes críticas e em 2022 sacudiu a plateia da FLUP-Festa Literária das Periferias no Museu de Arte do Rio. A banda apresenta músicas autorais e releituras de clássicos nas vozes de  Nina Simone, Elza Soares, Sandra de Sá, Gilberto Gil, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Milton, além de autoras contemporâneas como Luedji Luna e Caio Prado. "É muito louco pensar que a maioria dos grupos são formados por homens e que geralmente só cantam músicas de autores homens, nós somos um grupo de mulheres que canta músicas majoritariamente de mulheres mas também cantamos artistas que merecem nosso carinho, que fique claro que não temos problemas com os homens, são eles que tem problemas com a gente, insegurança, sei lá." [+] saiba mais Busão das Artes | Galeria itinerante 15/03 a 02/04 Arte e Conhecimento Projeto que circula por espaços do Rio desde novembro, levando ciência e artes visuais para a população, ganha nova etapa para tratar de questões ligadas ao meio ambiente A partir do dia 15 de março, o Busão das Artes, um caminhão de 15 metros adaptado para receber experimentos interativos de abordagem científica e projetos de artes visuais, abre nova temporada em mais dois pontos do Rio: a Cidade das Artes (março) e o Museu de Arte Moderna (abril), no Aterro. Levando muita informação e interatividade para o público, a iniciativa tem curadoria de Marcello Dantas e do físico Luiz Alberto de Oliveira. Nesta segunda etapa, o projeto amplia seu escopo e passa a tratar também das questões relacionadas ao meio ambiente e a urgente revisão daquilo que se refere à manutenção de seu equilíbrio. Se somam ao caminhão - que circula pela cidade desde o dia 30 de novembro do ano passado, com trabalhos de Jaider Esbell, Piero Manzoni, Suzana Queiroga, Vik Muniz e Walmor Correa - duas novas obras: uma instalação sonora da artista visual paulistana Vivian Caccuri e um trípico criado a partir de material reutilizado, do artista plástico paraense Ricardo Carvão Levy. De acordo com Luiz Alberto de Oliveira, o eixo comum que liga as duas etapas do Busão é o conceito de diversidade: “Na primeira etapa, o projeto apresentou a diversidade interna que nos constitui, tratando de nossa bioflora ao falar de fungos e bactérias. Nessa renovação do Busão, abordamos a diversidade do mundo externo e tudo aquilo que assimilamos dele. Vamos pensar criticamente sobre nossa prática de retirar e processar elementos do meio ambiente, devolvendo a ele os resíduos tóxicos deste processamento. É preciso questionar essa economia e fazer uma reflexão acerca do uso de tudo aquilo que nos é comum, reavaliando a circulação dos bens naturais que nos sustentam”. "Nós não apenas pertencemos a um ecossistema, como cada um de nós é em si um ecossistema. O Busão traz a proposta de funcionar como uma espécie de realfabetização sensorial e cognitiva, para apresentar um conceito original do século XXI: a diversidade integra unidades”, avalia Marcello Dantas. “Em razão da pandemia de Covid-19, as pessoas acabaram aprendendo mais sobre uma série de processos não perceptíveis a olho nu, mas que mudam o curso da história. É preciso inocular na cabeça da população a consciência sobre essas dinâmicas e usar a arte como plataforma para entender as forças que estão em constante relação”, afirma o curador. Sobre a obra de Ricardo Carvão Levy O artista plástico Ricardo Carvão Levy compõe a própria obra como espelho da vida. A inspiração pode vir do entorno, de formas orgânicas da natureza ou ainda dos materiais que segue encontrando e transformando em escultura. O trípico sem título da Série Tubismo, criado em 2015 a partir de material reutilizado (um único tubo de aço carbono) - dispondo como técnica apenas cortes e dobras, sem retirar ou acrescentar matéria - chama o espectador à reflexão sobre a importância da preservação ambiental. "Alegra-me ver minhas peças ao ar livre, em praças, parques, jardins, exposições. Que possam ser apreciadas por todas as pessoas, independentemente de classe social ou nível cultural", celebra Carvão. Sobre a instalação de Vivian Caccuri Vivian Caccuri cria ficções para debater as raízes históricas da atual população de mosquitos americanos. Sesmaria Soundsystem, um sistema de som modelado puramente a partir de rapadura obtida da cana-de-açúcar, é um grande esforço técnico da equipe de Vivian para reinterpretar derivados da cana em mídia de reprodução de som. O período de desenvolvimento dos primeiros modelos durou aproximadamente seis meses de tentativa e erro, em um processo que combinou a observação da química da rapadura, as restrições do áudio e os desafios da conservação, devido ao quão impermanente esse material pode ser em um ambiente tropical como o Rio de Janeiro. Percebendo que as primeiras epidemias de febre amarela e doenças transmitidas por mosquitos tiveram seu epicentro na economia açucareira colonial, Vivian propõe que o material da rapadura ecoa o incômodo som dos mosquitos, acompanhado pela típica folhagem da cana e ruídos de queimadas, além da música das flautas mestiças “Pife”. Essas flautas estavam engajadas em procissões religiosas profanas no mesmo período das primeiras epidemias de febre amarela, em meados do século XVIII. A trilha sonora é inteiramente composta pela artista com sons de mosquitos reais capturados por biólogos, sons de mosquitos gerados por software programado por ela e outros recursos de composição. O Busão das Artes é um projeto realizado por três mulheres: Renata Lima, que dirige a Das Lima Produções; e a dupla Lilian Pieroni e Luciana Levacov, da Carioca DNA. "O Busão nasceu da força de vontade da CariocaDNA e da Das Lima em educar, humanizar e sensibilizar, abordando dois temas urgentes e atuais: ciência e meio ambiente.  Esse projeto acontece em praças e outros espaços públicos, gratuitamente, e está aberto a todes. Uma equipe capacitada de mediadores e arte educadores irá atender e aprofundar os conteúdos apresentados. Procuramos sempre buscar qualidade de vida e tornar a cidade um ambiente vivo”, afirma Luciana Levacov. Sobre Luiz Alberto Rezende de Oliveira Físico, doutor em Cosmologia, foi pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (ICRA-BR) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), onde também atuou como professor de História e Filosofia da Ciência. Professor, palestrante e consultor de diversas instituições, foi curador do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro. Sobre Marcello Dantas Criador interdisciplinar, trabalha na fronteira entre a arte e a tecnologia, produzindo exposições, museus e múltiplos projetos que buscam proporcionar experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção. Esteve por trás da concepção de diversos museus, entre os quais o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo; o Museu do Homem Americano e o Museu da Natureza, no Piauí;  e o Museu do Caribe, na Colômbia. Assinou a curadoria de exposições de artistas estrangeiros de renome como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Jenny Holzer, Michelangelo Pistoletto, Peter Greenaway, Rebecca Horn, Bill Viola e Laurie Anderson. Foi também diretor artístico do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010; do Pavilhão do Brasil na Rio+20; e da Estação Pelé, em Berlim, na Copa do Mundo de 2006. Integra o corpo de curadoria da Bienal de Vancouver desde 2014. [+] saiba mais BORA RIR | Espetáculo de Comédia Stand-up 01/04 Teatro O mês de abril na CIDADE DAS ARTES inicia com muito bom humor! O espetáculo de comédia stand-up BORA RIR (@borarirstandup) serão realizados às sextas-feiras, quinzenalmente, às 21h, apresentando novos talentos do humor brasileiro a cada show com direção de PAULINHO SERRA.   SOBRE PAULINHO SERRA Ator do seriado Chapa Quente da TV Globo, ex-VJ da MTV (onde apresentou programas como Comédia MTV e Quinta Categoria) e fundador do canal Amada Foca (sucesso no Youtube e redes sociais), Paulinho traça sua trajetória artística em seu espetáculo-solo, começando pela infância pobre em Bangu, sua ida para São Paulo, sua afirmação como humorista e a criação dou bem-sucedido Traficante Gay, personagem pelo qual ele até hoje é  reconhecido nas ruas. “Para o bem e para o mal! Há alguns momentos constrangedores em que o público me confunde mesmo com o personagem. No espetáculo, a plateia pede sempre”, admite. Paulinho Serra. Paulo José Serra do Carmo, 42 anos, é um carioca expoente na nova geração do humor nacional. Ator, humorista e radialista, conquistou notoriedade no teatro de humor ao integrar o grupo Deznecessários nos anos 2000, juntamente com Marcelo Marrom,  Rodrigo Capella, Maíra Charken, Miá Mello e Tatá Werneck, mas foi em 2010, quando ingressou no time da MTV (emissora onde ficou por quatro anos apresentando programas como o Comédia MTV, Trolalá, Quinta Categoria), que Paulinho Serra ganhou popularidade em todo o país. Trabalhou na Rádio Jovem Pan, no Programa Pânico. O ator é considerado um talento do teatro e da televisão brasileira, sendo um dos pioneiros a montar, produzir e atuar em stand-up comedy país afora. Atualmente, Paulinho Serra faz parte do elenco fundador do canal Amada Foca (presente no youtube e redes sociais), que produz vídeos temáticos de humor com milhares de acessos, e está no elenco do novo programa humorístico da TV Globo, o Chapa Quente e também no multishow na nova temporada do VAI QUE COLA.   Sobre Xanda Dias Participou de Os Caras de Pau, Zorra Total e Mr Brau.No Multishow atuou em E ai, Comeu? , As pegadinhas do Mallandro e Tô de Graça. No teatro desde 2013 já viajou por todo o Brasil na peça “O Analista e a Sexóloga”. Em 2019 foi vice campeã do Fight de Piadas do The Noite/SBT. No Stand Up Comedy desde 2015 trabalhando o humor inteligente de uma forma clara, direta e muito divertida. Em 2021 até o atual momento integra o elenco como Atriz e Humorista em A Praça é Nossa / SBT. Sobre Diego Guimarães Diego Guimarães é professor de Física no Estado há 11 anos. Ganha tanto dinheiro na rede pública que decidiu contar piada em bares. Começou no stand up em 2017 e parou na pandemia. Em 2019, começou a trabalhar com roteiro na Globo e agora, finalmente, volta aos palcos com piadas e mais 20kg.   Sobre Cristiana Pompeo Cristiana Pompeo é atriz, comediante  e cantora. Cristiana se formou na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Integrou  o elenco do programa “Tv Xuxa ”em  2005 (Rede Globo), como atriz e dubladora. Como cantora, gravou diversas paródias musicais para o programa “Casseta e Planeta” (Rede Globo) ao longo de 3 anos.  Esteve no elenco dos musicais “Um violinista no telhado”(2011), “O Mágico de Oz”, com Lúcio Mauro Filho e Maria Clara Gueiros(2012)  , “Como vencer na vida sem fazer força”, com Luiz Fernando Guimarães e Gregório Duvivier (2013) ,“Os Saltimbancos trapalhões” (2015), com Renato Aragão e Dedé Santana, todos dirigidos pela  dupla  Charles Möeller  e  Claudio Botelho. Em 2016, atuou no musical “Como eliminar seu chefe” (Teatro Carlos Gomes) e “ Cinderella” (musical também da Broadway, dirigida por Moeller e Botelho), onde foi indicada ao 5º prêmio Botequim Cultural como melhor atriz coadjuvante, pelo papel de “Gabriele”. Em 2018, fez “Pippin” (Moeller & Botelho), onde foi indicada pelo Prêmio Reverência como melhor atriz coadjuvante pelo papel de Catharina. Também é co-criadora e atriz do espetáculo musical “O meu sangue ferve por você”, estando há 7 anos em cartaz, tendo recebido ótimas críticas. Também participou do primeiro longa-metragem “Minha mãe é uma peça” ( Paulo Gustavo). Desde 2009 fez parte do elenco fixo do programa humorístico “ Zorra Total “ (direção, Maurício Sherman)e também do programa  “Zorra”, sob direção de Marcius Melhem e Maurício Farias. Seus últimos trabalhos na Rede Globo foram na série “A cara do pai” (2016), onde atuou ao lado de Leandro Hassum e na novela “Deus salve o rei” (2018), com direção de Fabrício Mamberti. Recentemente atuou no elenco fixo dos humorísticos, “A Vila” e “Treme Treme”, ambos do Multishow. [+] saiba mais Solo de Histórias – contos daqui, dali e de toda parte I Lançamento de Livro 19/03 Arte e Conhecimento O livro “Solo de Histórias – contos daqui, dali e de toda parte” é uma releitura de contos tradicionais brasileiros e orientais e de fábulas africanas e europeias. Os autores Gabriel Sant´Anna e Martha Paiva selecionaram obras que já faziam parte de seu repertório de trabalho como contadores de histórias há anos. O livro conta com a releitura de contos brasileiros como “A raposa e o homem”, “Quem tudo quer tudo perde”, “A lenda do João de Barro” e do conto oriental “O quebrador de pedras”. Haverá espaço também para as fábulas africanas (O sapo e a cobra) e europeias (O sapo e o boi), entre outros. “Todo contador de histórias experiente é sem dúvida nenhuma um autor. ”A leitura que faz do conto imprimindo nele a sua identidade, destacando trechos, cortando outros, enxertando outros tantos, abrindo “janelas” para comentários e opiniões, contextualizando-o e relacionando-o com fatos atuais demonstrando a sua qualidade atemporal, tudo isso e muito mais é o que vai fazendo de sua adaptação algo original. Como diz o ditado, "quem conta um conto aumenta um ponto” diz. Essas histórias fazem parte do repertório da Cia do Solo, grupo carioca formado em 2013 por Gabriel Sant´Anna e Martha Paiva que pesquisa a narração de histórias e a palhaçaria, o encontro dessas duas artes e seus possíveis desdobramentos e flertes com o teatro, a música e o teatro de bonecos. Este é o livro de estreia de Martha Paiva e o sétimo livro de Gabriel Sant´ Anna, autor de “O Chapéu do Gabriel - livro de viagem”, contemplado pela Bolsa Funarte de Circulação Literária - 2011. Os seus livros mais recentes são “A Festa do Menino” (2018) e “Um gato chamado Zé” (2019), ambos publicados pela Editora Tigrito. As ilustrações do livro ficaram a cargo da parceira de Gabriel Sant´Anna em “A Festa do Menino”, a premiada ilustradora Fran Junqueira. Além da tarde de autógrafos com os autores, teremos uma contação de histórias com as histórias dos livros, um programa para toda a família. Sobre os autores Gabriel Sant´Anna – Autor, contador de histórias Ator, autor, contador de histórias, palhaço e integrante da Cia do Solo. Formado pela Escola de Teatro Martins Pena, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) no curso de História da Arte e pela ESLIPA (Escola Livre de Palhaços). É autor de 6 livros e 7 espetáculos infanto-juvenis. Foi educador e Coordenador artístico do setor educativo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ) de 2006 a 2013. Atua como palhaço em ILPI´s e em hospitais públicos desde 2016 pelo projeto Uma Bela Visita do Teatro do Sopro e atualmente no projeto O Presente Encontro da Cia do Solo. Atua como artista de rua desde 2014 apresentando espetáculos de palhaço e contações de histórias. Martha Paiva – Autora, contadora de histórias. Palhaça, atriz, contadora de histórias e integrante da Cia do Solo – RJ. Formada em Teatro pela Universidade do Rio de Janeiro (UniRio) e na Universidade de Brasília - UnB, e também pela ESLIPA/RJ – Escola Livre de Palhaços/2015. Atua como artista de rua desde 2013 com seu solo de palhaça CHARME, premiado pelo Artes na Rua – FUNARTE, tendo circulou por festivais em diversos estados brasileiros e países europeus. Atua como palhaça em ILPI´s e em hospitais públicos desde 2016 pelo projeto Uma Bela Visita do Teatro do Sopro e atualmente no projeto O Presente Encontro da Cia do Solo. Sobre a ilustradora Fran Junqueira – ilustradora. Ilustradora com mais de 30 livros publicados é Mestre em Artes Visuais pela UERJ e uma das criadoras da Editora Tigrito.Seu primeiro livro foi o "Zo o quê? O menino do nome diferente" (Semente Editorial 2013). Em 2016 ilustrou o livro "O Estranho caso do sono perdido" da autora Miriam Leitão (Rocco) que recebeu o selo Altamente Recomendável da FNLIJ na categoria Criança. Em 2018, o livro “50 mulheres incríveis para conhecer antes de crescer” da autora Débora Tomé (Record 2017) com o qual colaborou com três ilustrações recebeu o selo Altamente Recomendável da FNLIJ na categoria Informativo e foi indicado ao Prêmio Jabuti. [+] saiba mais Em Breve, Meu Amor I Lançamento de livro 18/03 Arte e Conhecimento Este livro começou no primeiro confinamento ditado pela pandemia. Ana Sofia Brito aproveitou os dias sem sair de casa para vasculhar todos os seus cadernos e papéis. Rasgou muito do que lhe entulhava as gavetas, mas também aproveitou muito – nas suas palavras, o que achava decente. O convite para escrever para um jornal e o encorajamento aí recebido levaram à ideia de um livro. “Em, Breve Meu Amor ” junta textos que vão do puro manifesto à prosa poética, mas todos têm algo próximo da autora: o amor, a família, os amigos, as viagens ou práticas que fazem parte dos seus dias. A escrita é simples, mas surpreendente, e vamos por ela descobrindo que a cada momento podemos ser confrontados com muito do que mais profundamente toca cada um de nós. Além do lançamento do livro com a noite de autógrafos, teremos a apresentação de poesias de autores portugueses, declamadas pela autora.   Sobre a autora Ana Sofia Brito começou a trabalhar com teatro com 16 anos, na companhia Os Guizos, na mesma altura, iniciou-se como artista de rua com números de circo. Já passou pela escola do Chapitô, em Lisboa, pela universidade de Coimbra onde estudou serviço social e pelo teatro físico na Moveo, em Barcelona. Colaborou durante mais de uma década com a companhia CTC e foi semifinalista do programa televisivo Got Talent Portugal. Sua primeira peça de palco foi, O Grito e seu segundo espetáculo de palco solo, Aurora, o qual esteve dois anos em exibição, completando cerca de 370 espetáculos pelo país. Participou de várias edições do Festival T. e festivais universitários da Índia com o seu espetáculo Internal Flame. Participou também de peças como As Barbas de Sua Senhoria, O Jardim do Dinis, O Gato das Botas, O Marinheiro, A Bruxinha de Mini-saia, A Casa de Bernarda Alba, A Casa, Bruised, entre outras. Trabalha para as agências internacionais BASA e ImageIn. Em 2020, criou um projeto audiovisual de poesia falada Palavra Corrente, que exibe em parceria com bibliotecas. Em março de 2021 foi uma das dez mulheres distinguidas pela Câmara Municipal de Albufeira como «Albufeira Mulher’21», pela coragem e pelo sucesso do seu percurso performativo no país e no estrangeiro. Também em 2021 criou e apresentou dois espetáculos de palco: Amor ou Sanidade? e Incompletude, este em parceria com Armando Correia e inserido no festival Spoken Word. [+] saiba mais Conversa Literária I Mulher e Literatura 17/03 Arte e Conhecimento Projeto de promoção de leitura literária que apresenta diversas frentes, com o objetivo de promover a leitura, a formação de público leitor e de profissionais relacionados à literatura e outras linguagens, como: agentes de sala de leitura, escritores, contadores de histórias, bibliotecários, atores, psicólogos infantis, psicopedagogos, divulgadores de livros, produtores culturais e pessoas interessadas em ampliar os conhecimentos concernentes à Literatura. Neste dia, teremos Adriana Falcão, falando sobre as diversas fases pelas quais passou o feminismo no Brasil e como seus efeitos foram percebidos pelas mulheres de diferentes tempos. Seu mais recente romance, "Correnteza", aborda quatro gerações de uma família na qual só nascem mulheres, conversam, discutem, se estranham, trocam afeto e experiências, formando uma correnteza de feminilidades que atravessam os tempos e a história do Brasil. Sempre com o olhar terno e irônico que caracteriza seu texto, a escritora se pergunta: O que foi feito das jovens rebeldes de outros tempos? Como encaminharam suas vidas? Que tipo de mulher se tornaram? E as jovens de hoje, tão firmes em seus questionamentos e tão inseguras em suas vidas pessoais? Que mulheres maduras serão? Rosa Amanda Strausz que abordará os caminhos que a experiência vivida atravessa até tornar-se ficção. Há uma pergunta que perpassa o livro "O mínimo da mínimo mais alguns contos de nariz sutil": O que é matéria de memória de lembrança e que é invenção? Fortemente calcada no sentimento de memória, nem por isso a escrita feminina precisa ser confessional. Clarice Campos falará de “Carolina Maria de Jesus: do marco editorial Quarto de despejo, ao ostracismo, à representatividade e à importância do resgate na contemporaneidade”. Larissa Kouzmin-korovaeff falará sobre: “Os desafios e caminhos de tornar-se uma editora independente no século XXI”. Vamos receber também a escritora Georgina Martins para falar sobre seu novo livro. Uma catarse, Susana escreve carta para Dionísio, o marido morto com quem viveu uma história de amor repleta de paradoxos, metáforas e tensões muitas vezes causadas por Mercúrio retrógrado “Há muitas formas de se fazer macarrão – e outras brutalidades”, o primeiro romance para adultos de Georgina Martins, escritora e professora de literatura, sai do universo virtual e ganha sua versão impressa pela editora Patuá. Na inquietante obra narrada em primeira pessoa, Susana descortina os bastidores das lembranças da vida conjugal com Dionísio. Com uma narrativa muito fluida, apesar da densidade da história, o livro discorre por temas atuais como: relacionamentos tóxicos, alienação parental, racismo, autoritarismo, abandono, vícios e drogas. Em uma mistura de temas contemporâneos, a Conversa Literária, espera por você para compartilhar esses saberes. Idealização e curadoria: Cintia Barreto Doutora em Literatura Brasileira pela UFRJ. Coordenadora de pós-graduações (lato sensu) de Literatura. Idealizadora e curadora do projeto de incentivo à leitura “Conversa Literária” e do “Seminário Educação Literária”.  Professora de Língua Portuguesa do Colégio Estadual André Maurois há 20 anos.  Escritora com livros publicados para o público infantil, juvenil e adulto. Em 2021, publicou o livro "Gosto de poesia" (Editora Paulinas). Em 2020, "Lia lia" (Semente Editorial).  Consultora e crítica literária, produtora de manuais literários para diversas editoras.  Site: www.cintiabarreto.com.br Convidadas:  Adriana Falcão, Clarice Campos, Georgina Martins, Larissa Kouzmin-Korovaeff e Rosa Amanda Strausz. Público: Alunos de escolas públicas ou particulares, professores, mediadores de sala de leitura, educadores, público espontâneo interessados na temática. Apoios: Semente Editorial, Editora Ventania, Instituto Libertas, Sua Vida Acadêmica, Flor de Cuidado e Empreendedorismo Literário   [+] saiba mais
123456