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Evento Encerrado

Água de Meninos - Fantasia poética em dois atos



Ministério da Cultura e Associação de Ballet do Rio de Janeiro apresentam Companhia Ballet Dalar Achcar

Trilha de Tom Jobim, será apresentada pela primeira vez com coreografia da Cia de Ballet Dalal Achcar

A partitura foi presente do grande maestro e ícone da Bossa Nova à coreógrafa Dalal Achcar 60 anos atrás. O espetáculo “Água de Meninos - Fantasia Poética em Dois Atos” conta, ainda, com releituras da música popular brasileira

A mestre de ballet e coreógrafa Dalal Achcar guardou por mais de 60 anos uma partitura inédita de Tom Jobim. A obra, intitulada "Água de Meninos", foi encomendada ao compositor para ser trilha de um de seus ballets, que vai ser apresentado na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, a partir do dia 22 de novembro. O espetáculo inédito “Água de Meninos - Fantasia Poética em Dois Atos”, conta com produção da Aventura e patrocínio master da Vale e da Bradesco Seguros, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Após mais de 20 anos sem criar uma coreografia, Dalal Achcar assina o espetáculo em parceria com Eric Frederic, maître de ballet da Cia de Ballet Dalal Achcar. No palco, 21 bailarinos contam a história de amizade entre coreógrafa e Tom Jobim. Arranjada para orquestra sinfônica pelo maestro Radamés Gnattali, o espetáculo se passa entre o Rio de Janeiro e Salvador. Além dos bailarinos da Cia de Ballet Dalal Achcar, a montagem conta com Claudia Mota, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, interpretando Dalal, Manoel Francisco como Tom Jobim e Irene Orazem com Madame Makarova, professora e mestra da Dalal.

Para Dalal Achcar, tirar da gaveta e realizar o ballet "Água de Meninos"; é uma forma de homenagear o amigo, além de valorizar a cultura brasileira. - "Mostrar para o Brasil a riqueza que temos em termos de música, de dança e de manifestações populares é magnífico, ainda mais nos dias de hoje em que tudo é digital. Reviver o Tom, que foi quem popularizou a música brasileira no mundo inteiro, é uma forma de fazer essa nova geração se dar conta da riqueza dos artistas brasileiros que marcaram época."

Na trilha inédita, Tom Jobim incluiu canções como por exemplo “Eu Preciso de Você”, “Água de Beber”, “Quebra Pedra”, além de batuques de capoeira. O espetáculo conta ainda com músicas de grandes nomes da música brasileira como Baden Powell, com “Canto de Yemanjá”; Dorival Caymmi, com “Pescaria” e “Você Já Foi à Bahia”; Pixinguinha, com “Naquele Tempo e Quem é Você?” e Vinicius de Moraes, com as clássicas “Garota de Ipanema”. Ao todo, 23 músicas compõem o repertório de “Água de Meninos”.

"Quando a Dalal me contou sobre Água de Meninos, esse presente que ela ganhou de Tom Jobim, e me chamou para coreografar junto com ela, foi uma gratidão imensa. A Dalal é apaixonada pela Bahia e eu também tenho essa região do Brasil no coração. Esse é um ballet que representa a cultura brasileira, tivemos um cuidado em trazer para a atualidade o Rio de Janeiro dos anos 60, a feira popular em Salvador, a amizade entre Dalal e Tom e, é claro, a importância da Bossa Nova". - Destaca Eric Frederic.


SINOPSE

Uma trilha sonora “perdida” há mais de 60 anos. Elaborada especialmente pelo multiartista Antônio Carlos Jobim, um dos maiores expoentes da música brasileira e mundial, a pedido de outra estrela maior das nossas artes, a mestra de ballet e coreógrafa Dalal Achcar. Como mote, um bairro de Salvador, que atende pelo não menos poético nome de Água de Meninos. Arranjada para orquestra sinfônica pelo maestro Radamés Gnattali, a trilha, composta por seis faixas e suas variações, permaneceu inédita até hoje, jamais tendo sido apresentada ao público no formato em que foi concebida. O balé “Água de Meninos – Fantasia poética em dois atos” é, portanto, a materialização deste duplo presente recebido por Dalal, e que restou escondido por longas décadas. E que ela, agora, se encarrega generosamente de nos ofertar.

Dividido em dois movimentos, no primeiro ato, percorrerá a Ipanema do início dos anos 1960, na qual Tom Jobim e Vinícius de Moraes transitavam. Da varanda do Bar Veloso, de onde viam passar a garota que serviria de inspiração para a canção brasileira mais gravada e executada em todo o mundo, até o contato travado com a própria Dalal Achcar, cuja escola de balé, à época, funcionava naquele mesmo bairro, e onde, por vezes, a dupla ia testar melodias ao piano. Veremos como a “encomenda” feita por Dalal foi concebida; as prováveis influências sofridas por Tom na concepção daquela trilha sonora; e a atmosfera de um tempo rico de encantamento, em meio à efervescência de um bairro que veria nascer, naqueles mesmos anos, a Banda de Ipanema – tornando-se, ela também, símbolo da cultura e do modo de ser carioca.

Ainda no primeiro ato, um mar separa a idílica Ipanema do soteropolitano bairro de Água de Meninos. Tal como uma mensagem em uma garrafa lançada ao mar, a partitura de “Água de Meninos” perdeu-se nas profundezas do infinito, mantendo-se, por assim dizer, “submersa” por décadas a fio. A fantasia poética se configura, aqui, com a mão de Cronos, o implacável titã do tempo, que a tudo assiste, adiando tanto a execução da trilha quanto a apresentação do balé ao público. Poseidon, o deus do mar, é testemunha da briga de Cronos com Urano pelo domínio da Terra. Desta briga, forma-se uma espuma branca, e dela nasce uma bela mulher, Afrodite. O povo do mar – marinheiros, sereias e iabás – saúda o maestro Tom Jobim, que, em sonho, segue procurando sua partitura perdida. E é Iemanjá, a Afrodite brasileira, divindade dos mares, mãe de todos os orixás e mãe do mundo, quem conduz Tom à Bahia, promovendo seu encontro com Água de Meninos da Baía de Todos os Santos.

Chegamos, assim, ao segundo ato e último movimento, à Bahia idealizada por Dalal e presentificada na trilha elaborada por Tom Jobim. Voltamos à realidade urbana, a um bairro bucólico em plenos anos 1960. Aqui, a feira popular de Água de Meninos ainda existe, a praia ainda existe, um certo modo de viver ainda existe. Entre a nostalgia e a vontade de lembrar de uma Salvador também idílica, e amparados na trilha sonora elaborada por Tom, contaremos a vida dos habitantes soteropolitanos, em meio aos passantes, turistas, pedestres, banhistas e brincantes das festas populares, do folclore e dos ritmos baianos. É nesta atmosfera pulsante que Dalal realiza, finalmente, seu sonho. E nos faz sonhar.

Importa destacar que, para a trilha, Tom valeu-se de composições próprias, ou em parceria com Vinícius de Moraes e Aloysio de Oliveira, indo buscar, ainda, o amparo dos baianos Dorival Caymmi e João Gilberto. Procurando seguir esta mesma lógica, e tomando por base o critério de proximidade estética com a obra de Tom, foi proposto, para os dois primeiros movimentos desta fantasia poética, uma trilha capaz de dialogar com tais escolhas, seja por filiação ou afinidade. Sem preocupação cronológica, foram compositores do naipe de Heitor Villa-Lobos, Pixinguinha, Chico Buarque, Baden Powell e João Bosco.


Dalal Achcar
Com mais de meio século de trajetória artística, Dalal é a responsável pelo lançamento dos maiores bailarinos brasileiros no mercado nacional e internacional, entre eles: Marcelo Gomes - American Ballet Theatre New York – USA; Ana Botafogo – primeira bailarina do Theatro Municipal; Roberta Marques - Royal Ballet- Londres - Inglaterra, entre muitos outros.

Carioca, Dalal tem o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro marcado em sua carreira: foi diretora do Ballet e duas vezes presidente da Fundação Theatro Municipal. Além disso, conviveu e trabalhou com os maiores nomes da cultura brasileira, dentre eles, Vinicius de Moraes e Manuel Bandeira que escreveram um balé especialmente para a coreógrafa. Di Cavalcanti e Burle Marx fizeram cenários e figurinos de alguns de seus espetáculos. Tom Jobim compôs uma canção para ela, que continua inédita. “O Tom fez uma música orquestrada pelo maestro Radamés Gnatalli, que guardo em meus arquivos”, revela Achcar. Margot Fonteyn, falecida em 1991 e principal estrela do Royal Ballet, foi madrinha profissional de Dalal, que começou a dançar aos 15 anos. Aos 18, fundou a Associação de Ballet do Rio de Janeiro.

Dalal coreografou o ballet “O QUEBRA NOZES”, considerado pela revista NewsWeek a mais bela produção entre centenas de outras, e uma tradição anual de mais de 30 anos no Theatro Municipal, além de “A FLORESTA AMAZÔNICA”, um marco brasileiro criado para Margot Fonteyn, o ballet “ DOM QUIXOTE”, com o qual recebeu o prêmio Ibéria e os Pas de deux com "Amor para Ann Marie de Angelo e o Joffrey Ballet” e “SomethingSpecial” este para Natália Makarova e o American Ballet Theatre.


Cia de Ballet Dalal Achcar
Patrocinado pela Vale e Bradesco Seguros, via lei federal de incentivo à cultura, a CIA DE BALLET DALAL ACHCAR baseia sua trajetória em mais de 50 anos de história ligada a dança de sua fundadora a diretora e coreografa Dalal Achcar e a Associação de Ballet do Rio de Janeiro. No trabalho de sua companhia, pináculo do projeto “A DANÇA COMO PODER DE TRANSFORMAÇÃO”, Dalal une a técnica e arte com personalidade, emoção e identidade, acreditando que todo processo na humanidade passa pelo afeto. Afeto em sua forma ampla infiltrando, despertando e levando as pessoas a aventurar-se nessa grande viagem que é a fruição. A Cia é formada por 20 bailarinos profissionais das mais variadas origens que trazem em sua bagagem o amor pela dança e muitas histórias para compartilhar e dançar. O repertório é trabalhado de forma universal com clássicos e contemporâneos, criados por renomados coreógrafos nacionais e internacionais, sem esquecer do trabalho experimental que traz o futuro, o novo.

Bailarinos
Beatriz Loureiro, Camila Lino, Debora Gomes, Gabriela Sisto, Julia Pera, Lais Lourenço, Lívia de Castro, Luana Gali, Mariana Rodrigues, Sophia Temis e Thais Cabral. Fernando Mendonça, Gustavo Ventali, Jean Pires, João Luis da Matta, Matheus Benevides, Matheus Brito, Mirosmar Ribeiro, Luiz Machado, Vinícios Oliveira e Gabriel Agnez (estagiário).


Vale
A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quarto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Para fortalecer sua atuação na Cultura, em 2020 foi criado o Instituto Cultural Vale, que já esteve ao lado de mais de mil projetos em todo o país, com investimento de mais de R$ 1 bilhão em recursos próprios da Vale e via Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Conheça mais sobre a Vale em vale.com
 

Circuito Cultural Bradesco Seguros

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas destacam se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Concerto para Dois”, além da “Série Dell'Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.
 

Aventura
Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, Sócia-Diretora Artística e Produção, e por Luiz Calainho, Sócio-Diretor de Marketing e Negócios, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos.

São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBra”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. 

Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, além de estrear uma parceria com a Disney Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert” e, em 2023, com “Disney Princesa – O Espetáculo”.

Ao todo, foram mais de 4 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, números que não param de crescer.




Dança

Informações Gerais

Datas

22/11/25 a 07/12/25

Horários

Quinta, sexta e sábado | 20h30
Sábado e Domingo | 16h

29/11 - sábado - 20h30 - Tradução em Libras
06/12 - sábado - 16h00 - Audiodescrição


Ingressos:
Plateia Vip
Inteira R$ 140,00
Meia Entrada R$ 70,00

Plateia
Inteira R$ 120,00
Meia Entrada R$ 60,00

Frisa Lateral
Inteira R$ 70,00
Meia Entrada R$ 35,00

Camarote - 3º Andar
Ingresso Popular - Inteira R$ 50,00
Ingresso Popular - Meia Entrada R$ 25,00

Galeria - 4º Andar
Ingresso Popular - Inteira R$ 50,00
Ingresso Popular - Meia Entrada R$ 25,00

Duração

95 Minutos em média

Local

Cidade das Artes

Sala

Grande Sala

Classificação Etária

Livre

Demais Eventos da Programação

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O mundo virtual oferece a harmonia das combinações de algoritmos, enquanto aqueles cujas sombras registramos de canto de olho são intrusos indesejáveis. Qualquer proximidade, qualquer divergência, pode ser determinante para a reação hostil. Excluímos a diferença e assimilamos a igualdade. Em nossos dias, em que prevalecem os vínculos identitários, vivemos uma intensa segregação. O semelhante que não se revela como o nosso igual ou é invisibilizado, ou é cancelado ou, ainda, aniquilado.  Vivemos sós e tão acompanhados, seria a solidão uma imposição do outro e próximo, uma escolha do sujeito ou condição de nosso profundo desamparo na medida em que não estamos suportados por nenhuma garantia?  A solidão, em suas diversas modalidades, talvez seja o traço mais marcante transmitido pelo Outro na linha da sucessão geracional. 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Inspirada pelo amor dos animais e pela magia da amizade verdadeira, escreveu seu primeiro livro infantil, intitulado A Grande Aventura dos Filhotes Aumigos de Quatro Patas, um conto cheio de ternura, coragem e descobertas. Sonhadora, a autora acredita que cada história tem o poder de transformar o mundo, começando pelo olhar. [+] saiba mais Nossos Espaços Vazios | Intervenção Urbana 25/07 a 02/08 Dança O Núcleo de Dança para Atores retorna à Cidade das Artes com o espetáculo “Nossos Espaços Vazios”. A proposição de intervenção artística ocupa o grande paredão do Espaço Esplanada e convida o público a refletir sobre as ausências que atravessam a experiência humana, sejam elas afetivas, simbólicas ou cotidianas. Ao tomar conta de um dos principais espaços de convivência do complexo cultural, a obra transforma o ambiente em território de encontro, escuta e contemplação. 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Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este segundo concerto na Cidade das Artes, o foco será o diálogo camerístico íntimo e expressivo entre o violão e o violoncelo, temática que convida o público a um encontro mais próximo com os instrumentos e as obras. O programa será executado em duo pelo violoncelista Miguel Braga - integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira - e pelo violonista Octávio Deluchi, artista de destaque na nova geração do instrumento. 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Em meio a rimas, sabores e muita imaginação, o menino vive uma aventura gelada que o faz repensar seus exageros. Uma história encantadora e bem-humorada que convida os pequenos leitores a sonhar, rir e refletir sobre limites, sem perder a doçura da infância.  SOBRE O TEMA O Zé Picolé é um livro infantil que aposta no humor e na reflexão, sem respostas prontas. Em vez de impor uma moral explícita, a narrativa convida o leitor a construir seus próprios entendimentos sobre limites, exageros, escolhas e consequências. [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Thierry de Lucas e Ingrid Uemura 27/08 Música No dia 27 de agosto, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o terceiro concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes e celebra um marco especial na temporada: o concerto oficial de lançamento do álbum Romances Brasileiros, projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório nacional. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este terceiro concerto na Cidade das Artes, o foco será a formação de duo de violino e piano, apresentando o repertório inédito e sofisticado gravado para o novo disco do selo. O programa será executado pelo violinista brasileiro Thierry de Lucas e pela pianista Ingrid Uemura. O duo se dedica à interpretação de um repertório cuidadosamente escolhido que evidencia a diversidade e a expressividade da música clássica brasileira, trazendo para o palco toda a sensibilidade, o lirismo e a vanguarda fonográfica que moldaram a concepção do álbum Romances Brasileiros. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição, carreiras globais e produção independente em torno de um programa que celebra o patrimônio cultural do país.   [+] saiba mais Fé e Vida em canções | Show 02/09 Música Padre Gleuson Gomes, trará uma noite especial de fé, música e emoção. 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A proposta busca aproximar o público das artes visuais contemporâneas, promovendo reflexão, sensibilidade e valorização da diversidade.  Além da pesquisa estética e histórica, a exposição evidencia o protagonismo feminino na arte brasileira e reforça a importância da acessibilidade cultural e da inclusão de pessoas com deficiência por meio da produção artística.  AS ARTISTAS Beatriz Milhazes (1960) Pintora, gravadora e uma das principais representantes da “Geração 80”, movimento que retomou a pintura no Brasil. Sua obra é reconhecida pelas cores vibrantes, formas geométricas, arabescos e padrões ornamentais que dialogam com a arte popular, o modernismo brasileiro e o barroco. Adriana Varejão (1964) Pintora, desenhista e gravadora, desenvolve trabalhos que investigam a história, a colonização e a cultura brasileira. Suas obras exploram o corpo, a memória e os processos históricos presentes na formação do país. Rosana Paulino (1967) Artista visual, educadora e curadora, aborda em suas obras questões relacionadas à mulher negra, ancestralidade, memória e identidade afro-brasileira, ampliando importantes debates sobre representação e diversidade. As artistas Adriana Varejão e Rosana Paulino representarão o Brasil na Bienal de Veneza em 2026, reforçando a relevância de suas trajetórias na arte contemporânea.  A exposição explora relações entre: - Corpo e espaço; - Corpo e ambiente; - Cultura brasileira e história da arte; - Memória e identidade; - História e cultura afro-brasileira;  - Inclusão e diversidade.  [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Sexteto Pro Arte 24/09 Música No dia 24 de setembro, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o quarto concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes dando continuidade ao projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro e universal. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este quarto concerto na Cidade das Artes, o palco será ocupado pelo Sexteto Pro Arte. Formado pelos chefes de naipe da seção de cordas da Orquestra FESO Pro Arte, o conjunto apresenta a excelência das cordas em um programa sofisticado que une o rigor da execução clássica à fluidez e ao frescor da música brasileira contemporânea. Este concerto celebra a trajetória de um grupo profundamente enraizado na tradição do Centro Cultural Feso Pro Arte de Teresópolis, preservando o legado artístico de uma instituição histórica. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição e produção independente em torno de um programa cuidadosamente escolhido, convidando o público a uma escuta profunda e conectada com a identidade sonora do nosso país. Século 30: Conectando Épocas. Inspirando Gerações. [+] saiba mais A Mágica com Gabriel Montenegro 02/10 a 04/10 Outros Prepare-se para viver o impossível! Você já imaginou voar, ler pensamentos ou até se teletransportar diante dos seus próprios olhos? Chegou a hora de transformar o impossível em realidade! A MÁGICA – O espetáculo de ilusionismo mais aguardado da década – desembarca na América Latina para levar você a uma experiência que vai desafiar sua lógica, mexer com suas emoções e expandir os limites da sua imaginação. Criado e estrelado por Gabriel Montenegro, um dos maiores ilusionistas do mundo, com mais de 20 anos de carreira internacional, presença marcante em novelas, séries e programas de TV, este show não é apenas entretenimento — é uma verdadeira viagem sensorial pelo universo da magia moderna. Gabriel se fez uma pergunta: “O que é a mágica, de verdade?” E a resposta está neste espetáculo que reúne mais de 30 mágicas inéditas e revolucionárias, criadas para te deixar sem palavras. Em A MÁGICA, cada pessoa se torna parte essencial de um show intimista, interativo e absolutamente inesquecível. É mais do que um show. É a noite em que você vai acreditar no inacreditável. Garanta seu lugar agora e venha descobrir por que A MÁGICA está encantando plateias ao redor do mundo. [+] saiba mais 47ª Ciranda de Poesias do Rio de Janeiro 24/10 Arte e Conhecimento Celebração ao Dia do Poeta, Aniversário de 36 anos da Casa do Poeta do Rio de Janeiro, sarau com poetas finalistas do concurso de poemas e artistas convidados.   Recital com apresentações dos poetas finalistas do concurso anual de poemas, premiações, apresentações poéticas e musicais de artistas convidados, sorteios de livros ao público e tarde de autógrafos com os poetas convidados.  A Casa do Poeta do Rio de Janeiro nasceu da união de poetas frequentadores da Biblioteca Popular Municipal de Jacarepaguá – Cecília Meireles (extinta), no ano de 1990. Desde então passou a gerir a realização da CIRANDA DE POESIAS, evento anual em celebração ao Dia do Poeta (20 de outubro), com concurso de poemas e fomentando incentivo à leitura, poesia, produção literária e revelação de novos talentos poéticos e artísticos.   [+] saiba mais Turnê Dominguinho com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho | Show 14/11 Música Após sucesso global, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam chegada da turnê “Dominguinho” ao Rio de Janeiro Depois de conquistar o Brasil e alcançar o mundo com o projeto“Dominguinho”, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam agora a segunda etapa da turnê “Dominguinho”, que aporta no Rio de Janeiro dia 14 de novembro levando ao palco toda a atmosfera intimista, afetiva e nordestina que transformou o projeto em um fenômeno nas plataformas digitais. A nova fase da turnê chega impulsionada pelo enorme sucesso do repertório, que colocou o forró brasileiroem evidência mundial com faixas como“Deusa Minha”e o medley “Meu Cenário/Numa Sala de Reboco”, destaques no Top Global do Spotify e responsáveis por reforçar a força da cultura nordestina em escala internacional. No palco, o público poderá viver de perto a conexão musical entre os três artistas em um espetáculo pensado para emocionar, celebrar as raízes brasileiras e transformar cada apresentação em uma grande roda de música e sentimento. Com arranjos orgânicos, repertório afetivo e interpretações marcadas pela autenticidade, a turnê promete recriar ao vivo a essência que tornou “Dominguinho”um dos projetos mais elogiados e comentados do ano. Misturando tradição e modernidade, a segunda etapa da turnê “Dominguinho” reafirma o forró como uma linguagem universal e fortalece ainda mais o encontro entre gerações, ritmos e histórias.O novo ciclo de apresentações consolida o projeto como um dos maiores movimentos da música nacional na atualidade. [+] saiba mais