Fundação Cidade das Artes

Memória

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A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.

Eventos Passados

AKEDAH | Teatro 22/01 a 13/02 Teatro Vazio, é exatamente do tamanho da amizade que o homem tinha pelo seu Criador. Eles eram felizes; eles eram livres; eles eram eternos. Eles só não sabiam o que isso significava. Até que conheceram... AKEDAH. Todo fim tem um começo, e esse começo do fim, iniciaria uma das maiores tragédias da humanidade. Um casal cuja amizade com o Eterno era total e irrestrita, começam um distanciamento por sua própria escolha. Um espetáculo denso e marcante, cuja temática central é a escolha do homem e todas as suas consequências advindas da mesma. Nada fica impune. Nem mesmo as menores escolhas. Cada uma trará uma consequência, quer seja boa ou ruim, cada atitude tem seu preço e cada preço é cobrado. A distância, a saudade, o remorso, o vazio... sentimentos antes desconhecidos pelo homem, passam a fazer parte de seu cotidiano, de sua vida como um todo. Esse vazio, essa saudade, leva a milhares tentarem supri-las com atitudes desenfreadas. Sexo, compras, poder, fama, drogas... mas nada disso adianta. Ficha Técnica Texto & Direção: Ariel Cohen Encenação: COHEN.Cia - COMPANHIA DE TEATRO [+] saiba mais Tardezinha de leitura com Hanoi Kids 12/02 Arte e Conhecimento No dia 12 de fevereiro teremos uma tarde de atividades lúdicas educativas para toda a família, com contação de história dos livros “Histórias para Despertar”, "A Cauda do Pavão", "A Tartaruguinha e a Montanha" e "As flores, as Pedras e os Galhinhos do Caminho", além da oficina com o tema "Como se faz um livro?", explicando para os pequenos leitores como surgem suas obras favoritas. Pais e filhos poderão participar, juntos, de uma oficina de criatividade, onde um livro será produzido. O livro "Histórias para Despertar", de Isabella Arruda, é uma coletânea de fábulas e contos de fadas criada para ilustrar, de forma criativa e divertida, a eterna busca do ser humano por sabedoria e realização. Este livro foi elaborado dentro do projeto infantil de filosofia para crianças da Associação Cultural Nova Acrópole, e foi ilustrado por crianças do projeto. Na oficina as crianças da sala de leitura poderão ouvir textos selecionados da obra e fazer seus próprios desenhos, que serão compartilhados no Instagram da Hanoi Editora. Os livros "A Cauda do Pavão", "A Tartaruguinha e a Montanha" e As flores, as Pedras e os Galhinhos do Caminho, da autora Fernanda Oliveira, versam sobre generosidade, superação e a beleza da vida e a autora estará conosco para uma roda de contação de histórias. A programação é uma parceria da Cidade das Artes com a Hanoi Kids. [+] saiba mais Jacksons do Pandeiro | Musical 14/01 a 30/01 Musical APÓS SUCESSO COM ESTREIA PIONEIRA NA TELEVISÃO E INTERNET, BARCA DOS CORAÇÕES PARTIDOS FAZ TEMPORADA PRESENCIAL DE ‘JACKSONS DO PANDEIRO’ Jackson do Pandeiro ganha ‘homenagem sincopada’ com direção de Duda Maia, texto de Braulio Tavares e Eduardo Rios e direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos Espetáculo estreou ao vivo em transmissão do Canal Bis e no YouTube Vencedor Prêmio APTR – Espetáculo inédito ao vivo Indicado Prêmio APCA – Melhor Espetáculo Virtual Reconhecida por seu trabalho baseado em teatro e música, a companhia Barca dos Corações Partidos escolheu um homenageado à altura em seu novo projeto: Jackson do Pandeiro (1919-1982), cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano que recebeu a alcunha de ‘Rei do Ritmo’ por suas mais de 400 canções recheadas de gêneros brasileiríssimos, como samba, forró, coco, baião e frevo. Após incursões pela obra de Mario de Andrade (‘Macunaíma, Uma Rapsódia Musical’) e Ariano Suassuna (‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’), a Barca se debruçou sobre este cancioneiro para criar um espetáculo inédito. ‘Jacksons do Pandeiro’ não é uma biografia, mas o texto – assinado por Braulio Tavares e Eduardo Rios – aborda episódios e músicas de Jackson que se relacionam com a vida dos atores em cena. Dirigida por Duda Maia, a montagem estrearia em abril de 2020, mas foi adiada a poucos dias de seu lançamento por conta da pandemia. Após promover um festival virtual e produzir clipes durante a quarentena, a Barca dos Corações Partidos retomou os ensaios e estreou virtualmente o espetáculo, que tem direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos e idealização de Andréa Alves, da Sarau Agência, produtora da Barca desde a sua criação. Passado o enorme sucesso da pioneira estreia pela televisão e internet, ‘Jacksons do Pandeiro’ fará agora a sua primeira temporada presencial, de 7 a 30 de janeiro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. ******* O universo rítmico de Jackson do Pandeiro norteou toda a concepção do musical. Responsável pela preparação corporal do primeiro espetáculo da Barca, Duda Maia está no DNA da companhia, em parceria que se consagrou com a direção do premiado ‘Auê’ (2016). Desta vez, ela aprofundou ainda mais a ideia de ‘corpo-rítmico’ dos atores, ao abordar um compositor cuja obra é marcada pelo suingue, ginga e síncope, aquele tempo musical presente no samba e em outros gêneros, quando o ritmo sai do tempo esperado. Os integrantes da Barca (Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano e Ricca Barros) dividem a cena com três artistas convidados: Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza. Juntos, eles passaram meses envolvidos em oficinas, pesquisas e em um longo processo de ensaios, quando o texto foi desenvolvido a partir de exercícios e histórias pessoais. ‘Optamos por distribuir a ação em brincantes que contam pedaços de suas histórias pessoais, as quais em muitos pontos coincidem com a história de Jackson. Falando de Jackson, falamos desses nordestinos anônimos. Falando deles, falamos do cantor e compositor que levou a vida deles para as rádios e as TVs, em forma de cocos e baiões’, analisa Braulio Tavares, natural de Campina Grande (PB) e autor de ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, que desta vez divide a dramaturgia com o pernambucano Eduardo Rios, fundador da Barca e integrante de todas as seis montagens da companhia. Ambos têm profunda relação com a cultura nordestina e sua poesia popular. ‘Jacksons do Pandeiro’ traz ainda músicas novas, que transformam a obra do homenageado, ao dar novos arranjos, acrescentar letras e introduzir canções criadas no processo.  ‘É um ‘pedir licença’ à obra dele, mas sem deixar de homenageá-lo com todo respeito, carinho e admiração’, conta Eduardo Rios, que ressalta a participação ativa da diretora Duda Maia neste trabalho. ‘O texto surgiu depois dos ensaios já estarem seguindo. Duda entende a dramaturgia não somente como palavra falada. A ligação das cenas é feita por palavras, músicas ou por uma coreografia, por algo que não está escrito’, diz. Vinda do sucesso ‘Elza’, a diretora frisa que a encenação foi construída através de musicalidade e corporeidade, uma marca de seu trabalho. Assim como nas montagens anteriores, todos os instrumentos são tocados pelos atores em cena. ‘Trazemos a forma sincopada do canto para o jogo de cena o tempo todo. Em nosso título, Jacksons aparece no plural porque são várias histórias que se cruzam e se confundem com Jackson’, conta Duda Maia. A diretora revela ainda que dividiu o palco em dois espaços cenográficos, nos quais os atores brincam com seus diferentes níveis e alturas. Como Jackson era fã de filmes de faroeste, ela concebeu a encenação de algumas canções como pequenos curtas-metragens ou clipes animados, apresentados em um local que remete a uma tela de cinema.   Samba, forró, baião e coco: um Garrincha da música Vencedores dos prêmios Shell, APTR, Cesgranrio, Reverência e Botequim Cultural pelo trabalho em ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, Alfredo Del Penho e Beto Lemos repetem a parceria na direção musical do espetáculo. Após minuciosa pesquisa de Alfredo, mais de 400 composições compostas ou gravadas por Jackson foram levantadas e o grupo passou um período trabalhando em exercícios após a audição das canções. A lista comprova que Jackson era um artista sem fronteiras e que nunca se prendeu a um gênero específico, passeando por samba, forró, baião, coco, frevo, entre muitos outros. O repertório contempla sucessos como ‘Sebastiana’, ‘O Canto da Ema’, ‘Chiclete com Banana’ e ‘Cantiga do Sapo’, além de canções menos conhecidas que revelam mais da alma brasileira e sincopada do artista. ‘Dá para dizer que ele era um Garrincha da música. Às vezes, o texto aparece em forma de música, às vezes como uma poesia ou um poema musicado. Cada vez que ele aparece, ele propõe uma nova brincadeira rítmica - mesmo não tendo uma métrica de poesia - por meio de um jogo de palavras ou outro mecanismo. A nossa ideia é fazer isso para dialogar com as músicas do Jackson, que tinham poesia, brincadeira e alegria’, resume Braulio Tavares. Jackson do Pandeiro Natural de Alagoa Grande (PB), José Gomes Filho (1919-1982) iniciou a sua trajetória artística ao acompanhar a mãe em rodas de coco, nos arredores de um engenho. Alfabetizado aos 35 anos, ele migra para o Rio de Janeiro e estreia em disco (1953) com um compacto que trazia dois sucessos que marcariam a sua carreira: ‘Sebastiana’ e ‘Forró em Limoeiro’. Nos anos que seguiram, participou de filmes, festivais e apresentou composições – a maioria com um toque característico de humor – que entrariam para a história da música popular brasileira. Deixou como legado mais de 140 discos recheados dos mais diversos gêneros, como samba, forró, baião, entre outros. A Barca dos Corações Partidos:  A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Produtora das cinco montagens e de ‘Jacksons do Pandeiro’, Andréa Alves, da Sarau Agência, foi também a idealizadora de todos os projetos.   [+] saiba mais LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO | Exposição e Oficinas 01/12 a 29/01 Arte e Conhecimento LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO - A EXPOSIÇÃO vai ficar aqui na Sala de Leitura da Cidade das Artes por mais tempo. Então, se você não conseguiu nos visitar agora em dezembro você pode fazer isso até dia 19 de janeiro. Haverá também oficinas gratuitas nas tardes dos dias 18 e 19 a partir das 14h. Quem participar das oficinas terá a oportunidade de aprender vários tipos de Encadernação e também uma iniciação à aquarela. Não percam!!! OFICINAS 18/01 14h ENCADERNAÇÃO LEPORELLO Um tipo muito versátil de encadernação, que não necessita de costura e é feita a partir de dobras alternadas do papel. Também conhecida como concertina ou sanfona. Classificação: todas as idades 15h ENCADERNAÇÃO BORBOLETA Vamos fazer um mini livro utilizando uma das costuras mais simples e mais versáteis da encadernação: a costura borboleta ou pamphlet. O projeto terá capa flexível com lombada quadrada e dois caderninhos internos. Classificação: acima de 8 anos Dia 19/01 14H AQUARELA PARA CAPA DE MINI LIVRO Vamos produzir uma linda aquarela, com uma técnica bem fácil de aprender e que servirá como um aplique na capa do projeto de encadernação que será ensinado na sequência. Classificação: a partir de 10 anos 15H ENCADERNAÇÃO COM DOBRA/ENCAIXE, SEM USO DE ADESIVOS Neste projeto não utilizaremos costura ou cola para a confecção do miolo do caderninho. Ele será feito a partir de dobras e encaixe das folhas (vamos usar a aquarela da primeira aula na capa). Classificação: a partir de 10 anos As oficinas dos dias 18 e 19 serão dadas pelas artistas Ana Fiorani e Adriana Lyra. Esta Mostra é composta pelos projetos que são ensinados no conteúdo da publicação LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO - O LIVRO. Ao visitante, será possível perceber, através da diversidade das obras, como a encadernação artesanal permite que outras artes, materiais e técnicas sejam incorporadas aos projetos.   Através de ferramentas e utensílios comuns ao ofício do encadernador/artesão, que também estarão expostos, o visitante poderá inteirar-se um pouco mais sobre os processos envolvidos na confecção de um Livro. Com essa pequena amostragem, um recorte da produção nacional dessa arte/ofício, esperamos ampliar a visão do público em geral sobre a confecção artesanal de livros, seu uso como suporte para outras artes, e principalmente, mostrar a possibilidade de serem feitos por eles mesmos. [+] saiba mais Por que tanta gente gosta? Samba, choro e bossa nova I Hamilton de Holanda 22/01 Música HAMILTON DE HOLANDA no show POR QUE TANTA GENTE GOSTA? SAMBA, CHORO e BOSSA NOVA O premiado músico, compositor e improvisador Hamilton de Holanda traz para o palco da Cidade das Artes (RJ) o show, sucesso na internet, POR QUE TANTA GENTE GOSTA? A ideia nasceu do projeto que Hamilton criou para o YOUTUBE que desvenda clássicos, ritmos e músicos do cancioneiro popular da Música Brasileira. A ideia foi tomando corpo e virou uma série chamada CURIOSIDADES com mais de 24 vídeos visto por centenas de milhares de pessoas https://youtu.be/8cpJ8zRHw1M No dia 22 de janeiro de 2022, às 18 horas, Hamilton homenageará gêneros brasileiros que seduziram a música mundial: SAMBA, CHORO e BOSSA NOVA. No show teremos as grandes referencias de cada gênero que durantes os anos marcaram nossas vidas como Noel Rosa, Cartola, Tom e Vinícius e Pixinguinha entre outros. Durante a pandemia, a inquietude criativa de Hamilton e seu parceiro Marcos Portinari gerou projetos digitais com a interação de milhares de internautas como o projeto #desafiocantodapraya, onde vários músicos amadores e profissionais, estrangeiros e nacionais, concretizaram virtualmente o sonho de participar junto da parceria de João Bosco e Hamilton seja cantando, dançando ou solando em “Incompatibilidade de Gênios” (João Bosco e Aldir Blanc), como foi o caso da cantora indiana Varijashree Venugopal https://youtu.be/01Yphb2UPoc   [+] saiba mais Colônia de Férias Literárias 11/01 a 14/01 Arte e Conhecimento A programação da Colônia de Férias Literária foi construída com o intuito de proporcionar para as crianças no período de férias um momento de descontração e diversão, mas sem deixar de trazer o aprendizado. Por meio de atividades literárias educativas lúdicas as crianças terão uma tarde interativa e recreativa. Júlio Emílio Braz e Silvia Castro, autores dos livros que serão abordados, conduzirão os encontros fazendo a associação de seus livros com temáticas importantes, como o meio ambiente, alimentação, sonhos, medos e coragem.   DIA 11 - LUGAR DE LIXO É NO LIXO!  LIVRO: A SEREIA DE COPACABANA Autora Silvia Castro / Ilustrações Rogério Soud / Editora Ogro Depois da mediação de leitura e da contação de outras histórias de mar é hora de refletir sobre a necessidade de cuidarmos de nosso lixo! Lugar de lixo é no lixo!  - Oficina de produção Textual - criação de histórias a partir de imagens de objetos encontrados nas praias. - Oficina de desenho - transformando as imagens - vamos mudar essa história. Ao final: entrevistinha e bate papo com Silvia Castro. Veja a história coletiva criada a partir da mediação de leitura do livro A SEREIA DE COPACABANA de Silvia Castro.    DIA 12 - ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL LIVRO: O DINOSSAURO DENTUÇO QUE COMIA CENOURAS Autor Júlio Emílio Braz / Ilustrações: Jean Claud R. Alpendre / Editora de Leitura Depois da mediação de Leitura e da contação de outras histórias é hora de refletir sobre alimentação saudável! - Oficina de Produção Textual a partir das palavras do texto. - Oficina: conversando sobre a alimentação com o jogo da memória das frutas e legumes. Ao final: entrevistinha e bate papo com Emílio Braz. Veja a história coletiva criada a partir da mediação de leitura do livro O DINOSSAURO DENTUÇO QUE COMIA CENOURAS de Júlio Emílio Braz.   DIA 13 – CORAGEM LIVRO: O SAPO E O POÇO Autor Júlio Emílio Braz / Ilustrações Jean Claud Alphen / Editora Paullinas Medo é coragem um binômio que faz todo mundo refletir depois de ouvir a narrativa. Depois é hora de praticar! - Oficina de Origami: Eu, o SAPO! - Oficina de produção textual: Vamos criar uma narrativa surpreendente para esse grande protagonista - o sapo. Ao final: entrevistinha e bate papo com Emílio Braz   DIA 14 - MEDO? MEDO DE QUÊ? LIVRO: ESTRELAS Júlio Emílio Braz / Ilustrações Clara Zuniga / Editora: Oficina Rachel Medo? Medo de quê? Depois das histórias, hora de outros momentos. - Oficina da palavra: Um medo e seu segredo. - Oficina de ilustração: Criação do Monstro que espanta o medo. Ao final: entrevistinha e bate papo com Emílio Braz   [+] saiba mais Orquestra Sinfônica Brasileira 18/12 a 19/12 Música Orquestra Sinfônica Brasileira encerra Temporada 2021 com Concertos de Natal Apresentações serão dias 18 e 19 de dezembro, na Cidade das Artes Com repertório que remetem às celebrações natalinas, a Orquestra Sinfônica Brasileira se despede de 2021, dias 18 e 19 de dezembro, na Cidade das Artes. Sob a regência do maestro convidado Roberto Tibiriçá, o grupo interpretará obras de Rossini, Strauss II, Offenbach e Tchaikovsky, além de uma seleção de músicas de Natal com arranjo do próprio regente. O número inicial da noite é a "Abertura" de La gazza ladra, ópera semisséria de Gioachino Rossini. O rufar dos tímpanos nos compassos iniciais já anuncia toda a alegria entusiasmante que permeia a peça de ponta a ponta. Repleta de efeitos coloridos, temas memoráveis (destaque para aquele belíssimo apresentado pelo oboé), a abertura desta ópera conquistou enorme popularidade e acabou se firmando no repertório sinfônico como peça isolada. Da vivacidade estonteante de Rossini, o programa segue com as não menos divertidas danças de Johann Strauss II. A primeira delas, a Tritsch-Tratsch-Polka, Op. 214, composta em 1858, é uma miniatura espirituosa, inspirada nos cochichos dos mercados vienenses. Escrita dez anos depois, em 1868, Trovões e relâmpagos, Op. 324, talvez seja a mais estrondosa polka do compositor. Nela, os sons estonteantes de uma tempestade são recriados através de um engenhoso e inquieto uso das percussões, tudo isso em clima festivo e radiante. De Strauss II também será ouvida uma das obras mais conhecidas de todo o repertório clássico: a valsa Danúbio Azul, Op. 314. Com a peça que será ouvida em seguida, a "Barcarola" da ópera Os Contos de Hoffmann, o concerto adentra uma atmosfera noturna e sonhadora. Na ópera de Jacques Offenbach, a barcarola está inserida em um contexto de traição, inveja e intrigas. No entanto, graças ao seu lirismo flutuante e aos seus matizes de devaneio, a ária costuma ser apresentada isoladamente, em sua versão orquestral. Neste espetáculo, ela atua como intermezzo onírico e faz a transição para o fantástico conjunto de peças que será ouvido em seguida: a suíte orquestral de O Quebra-Nozes, Op. 71a, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky. Se a influência do escritor e compositor E.T.A Hoffmann pode ser sentida diretamente na referida ópera de Offenbach, ela não está, por outro lado, menos presente em "O Quebra-Nozes". Tchaikovsky escreveu seu famoso balé inspirado em uma adaptação do conto "O Quebra-Nozes de Nuremberg”, escrito por Hoffmann e posteriormente adaptado por Alexandre Dumas. Por conta de sua temática e da sua aura de magia e fantasia, o balé se tornou um grande clássico natalino e foi transformado em suíte orquestral pelo próprio compositor. E é esta fantástica coletânea que integra este programa. São três os movimentos: "Abertura miniatura"; um conjunto de "Danças Características" e a famosa "Valsa das Flores". Coroando a noite e encerrando o espetáculo, a orquestra apresenta uma seleção de temas natalinos escolhidos pelo próprio maestro Tibiriçá. PROGRAMA: Gioachino ROSSINI – Abertura da ópera “La Gazza Ladra” Johann STRAUSS II – Tritsch-Tratsch-Polka, Op. 214 Johann STRAUSS II - Trovões e relâmpagos, Op. 324 Johann STRAUSS II – Danúbio Azul, Op. 314 Jacques OFFENBACH – Barcarola da ópera “Os Contos de Hoffmann” Pyotr Ilytch TCHAIKOVSKY – Suíte 1 “Quebra Nozes”, Op. 71  I. Ouverture miniature II. Danses caractéristiques: Marche | Danse de lá Fée- Draghi | Danse russe | Danse Árabe | Danse Chinoise | Danse des Mirlitons III. Valse des fleurs  Roberto TIBIRIÇÁ – Seleção de Natal A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA: Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é considerada um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 80 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Em abril de 2021, a Orquestra Sinfônica Brasileira foi registrada como patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro. Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor e a NTS - Nova Transportadora do Sudeste, como patrocinadora master e a Brookfield como patrocinadora, além de um conjunto de copatrocinadores e apoiadores culturais e institucionais. SOBRE ROBERTO TIBIRIÇÁ: Roberto Tibiriçá recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire e Gilberto Tinetti. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho, com quem teve a oportunidade de trabalhar durante 18 anos, depois de ter vencido o Concurso para Jovens Regentes da OSESP em duas edições seguidas. Ocupou o cargo de Regente Assistente no Teatro Nacional de S. Carlos (Lisboa/Portugal) e em 1994 tornou-se Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entre 2000 e 2004 foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobrás Sinfônica e, entre 2005 e 2011, Diretor Artístico da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli. Em 2010 assumiu como Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, onde permaneceu até 2013. Foi também Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Campinas, da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e da Orquestra Sinfônica do SODRE (Montevidéu/Uruguai). No Rio de Janeiro, foi eleito pela crítica como o Músico do Ano de 1995 e recebeu, neste estado, o Prêmio Estácio de Sá, por seu trabalho à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira. Participou por duas vezes do Festival Martha Argerich, no Teatro Colón em Buenos Aires, a convite da própria artista em 2001 e 2004. Há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, na Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar. Recebeu, em 2010 e 2011, o XIII e o XIV Prêmio Carlos Gomes como Melhor Regente Sinfônico, por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Sinfônica Heliópolis. Recebeu ainda, em 2011, a Ordem do Ipiranga, a mais alta honraria do Estado de São Paulo, a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek, outorgada pelo Governo de Minas Gerais e o Prêmio Associação Paulista de Críticos de Artes – APCA – como Melhor Regente, por sua atuação na Sinfônica Heliópolis e na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Ocupa a Cadeira Nº 5 na Academia Brasileira de Música e é Membro Honorário da Academia Nacional de Música, no Rio de Janeiro. Em 2020, realizou, com a OSESP, a estreia mundial da ópera "Cartas Portuguesas", do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, e gravou para o selo NAXUS os Choros para Clarinete, Piano, Viola, Violoncelo e a peça Flor de Tremembé, de Camargo Guarnieri.   Orquestra Sinfônica Brasileira Roberto Tibiriçá, regência   [+] saiba mais As Flores, as pedras e os galhinhos do caminho | Lançamento de livro 19/12 Arte e Conhecimento A Hanoi Editora convida para o lançamento do livro "As flores, as pedras e os galhinhos do caminho" de Fernanda Oliveira. O lançamento contará com contação de histórias feita pela autora, distribuição de kits de pintura e atividades do duende diferente, o herói da história, que nos ensina a multiplicar e espalhar as belezas do caminho. O duende Diferente era mesmo incomum... Enquanto os seus amigos gostavam de fazer travessuras, ele preferia embelezar os caminhos da floresta! Até que um dia ele descobre que todas as flores, pedras e galhinhos que ele usou sumiram! O que teria acontecido? Logo ele descobre que algumas coisas não são o que parecem, e tudo tem um propósito maior... [+] saiba mais A Menina Bel e o Gato Grato e Conto por Conto Histórias de Natal | Lançamento de livro 18/12 Arte e Conhecimento Neste dia teremos o lançamento dos livros “A Menina BEL e o Gato GRATO” e “Conto por Conto – Histórias de Natal” de Alessandra Valle com contação de histórias dos livros e oficina de colorir. O livro A Menina BEL e o Gato GRATO traz oportunidades de reflexão a respeito de comportamentos de ingratidão e o despertar, de forma equilibrada, da virtude da gratidão.  O livro Conto por Conto - Histórias de Natal foi escrito por 7 autores e traz 14 contos que falam sobre amor, superação, renascimento e muito divertimento. A autora Alessandra Valle contribuiu com os contos Jesus nasceu em mim e Paco quase estragou o Natal. SOBRE OS CONTOS Em Jesus nasceu em mim, a pré-adolescente Marina experimenta situações do cotidiano que a impulsiona a praticar a caridade e a compaixão, ressignificando o sentido do Natal para si. Em Paco quase estragou o Natal, vamos nos divertir com a lembrança de infância de Márcia Helena, ocorrida no Natal 1980, na cidade de Corumbá, em Mato Grosso, quando um papagaio quase a fez perder o Natal. SOBRE A AUTORA Alessandra Valle, nasceu e foi criada no Rio de Janeiro. Formou-se, no ensino médio como professora na educação infantil. Graduada em Direito, atua na área da segurança pública no Estado do Rio Janeiro, na qual se especializou no fenômeno social do desaparecimento de pessoas. Em 2021, iniciou a carreira como escritora na literatura infantil brasileira, publicando o livro A menina Bel e o gato Grato, pela editora Scienza, o qual faz parte da série Criança também pode se autoconhecer, visando proporcionar às crianças reflexão sobre atitudes que impendem à felicidade e o despertar de forma equilibrada das virtudes gravadas na consciência. [+] saiba mais Cine Cringe I O cinema dos anos 2000 em debate 09/12 a 16/12 Arte e Conhecimento O CineCringe convida todas as gerações a revisitar, o cinema dos anos 2000, inspirados pelo debate recente envolvendo as diferenças entre os Millenials (nascidos entre 1980 e 1995) e a Geração Z (nascidos entre 1996 e 2010). Além de promover o diálogo entre gerações, a proposta é levantar reflexões a partir das obras cinematográficas da virada do milênio e sua possibilidade de dialogar com questões contemporâneas, tomando como foco os dramas dos personagens e suas escolhas. Para toda uma geração, essa época significou o triunfo da autonomia e da liberdade abertas a um futuro que cabe ao indivíduo escolher. É nesse espirito que, em 2021, convidamos para uma reflexão sobre a cultura da virada do milênio. Ao revisitar o cinema dos anos 2000, podemos identificar sentimentos, modos de se comportar, linguagens e traços estéticos característicos de um tempo específico, um tempo aparentemente próximo, mas radicalmente transformado em termos culturais. Os encontros serão mediados por Marcele Frossard e Eduardo Oliveira.   [+] saiba mais Natal em Concerto | Camerata Jovem do Rio de Janeiro 16/12 Música A Camerata Jovem do Rio de Janeiro é constituída por 17 jovens músicos cariocas, com idades entre 18 e 24 anos, todos oriundos do projeto Ação Social pela Música e moradores de diferentes comunidades do estado do Rio de Janeiro. Formada há apenas 4 anos, a Camerata já se apresentou em espaços consagrados da música clássica, no Brasil, como a Sala Cecilia Meireles, Cidade das Artes, Theatro Municipal, Rock in Rio, centros culturais, e ao lado de grandes músicos como o pianista chinês Lang Lang e o violonista brasileiro Yamandú Costa. Os jovens músicos participaram também, com grande sucesso, do Festival Internacional de Música de Londrina e do Festival Internacional de Música de João Pessoa. Em 2017, eles fizeram sua primeira turnê para a Europa, realizando apresentações na Alemanha e Holanda, em espaços renomados da música clássica internacional, como o Concertgebouw em Amsterdã. Em 2018, a Camerata Jovem foi novamente convidada para realizar concertos no exterior e desta vez na cidade de Nova Iorque, sendo o grande destaque a apresentação na sede da Organizações das Nações Unidas (ONU). Em agosto de 2019, a Camerata Jovem embarcou para sua segunda turnê europeia, realizando apresentações para grandes públicos, em cidades alemãs e suíças. No Tonhalle de Zurique, os jovens músicos cariocas foram convidados para tocar na celebração do centenário da ONG Save the Children, evento este onde eles foram agraciados com o prêmio Swiss Charity Award. Depois, os jovens seguiram para Genebra, onde se apresentaram no Palácio das Nações, na sede europeia da ONU.  Por fim, a Camerata ainda realizou outros concertos em Düsseldorf e na Embaixada do Brasil em Berlim. Ainda em 2019 tocou Festival Rio Montreux novamente na companhia de Yamandu Costa e se apresentou no Palco Favela do Rock in Rio. Em 2020 fez várias lives e com grande sucesso lançou a música We Are the Champions que foi muito elogiada pela Banca Queen: https://youtu.be/kBXsuw3bN9c Camerata Jovem apresenta “We are the Champions” da Banda Queen: https://www.youtube.com/watch?v=6cfFVo52hvw  Postagem da Banda Queen sobre o projeto Ação Social Pela Música: http://www.queenonline.com/news/watch-we-are-the-champions-by-social-action-through-music-in-brazil PROGRAMA - Sonata para cordas ‘O Burrico de Pau’, I e IV movimento – Carlos Gomes - Bachianas brasileira n°4, Prelúdio – Heitor VILLA-LOBOS - Inverno, 1° movimento – A. Vivaldi - Valsa da Serenata Para Cordas – Tchaikovsky - Fuga y Misterio – Astor Piazzolla - No Reino da Pedra Verde – Clóvis Pereira - Carinhoso – Pixinguinha - Samba do Avião – Antonio Carlos Jobim - Águas de Março - Antonio Carlos Jobim - Maria Maria – Milton Nascimento - Valsa da Opereta ‘A Viúva Alegre’ – Franz Lehár - A Christmas Festival – Leroy Anderson (**A Christmas Festival composto pelas músicas: Joy To The World, God Rest Ye Merry Gentlemen, Good King Wenceslas, Hark! The Herald Angels Sing, The First Noel, Silent Night, Jingle Bells, O Come, All Ye Faithful.) [+] saiba mais Criando Asas - Especial de Natal 13/12 a 15/12 Música Enquanto enfeitam a árvore de Natal, Caíque compartilha com sua avó, Dona Neusa, um de seus sonhos. A senhora então resolve ler para o neto um conto antigo chamado "Criando Asas", cujo enredo gira entorno da inconformada formiga Zelda e seu desejo de conseguir voar. A partir desta história repleta de aventuras e reviravoltas, Dona Neusa apresenta ao neto o verdadeiro sentido do Natal. [+] saiba mais Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo 12/12 Música OSESP RETORNA AO RIO DE JANEIRO PELA PRIMEIRA VEZ EM CINCO ANOS Sob regência de seu Diretor Musical, Thierry Fischer, a Orquestra faz apresentação única na Grande Sala da Cidade das Artes. No programa, obras de Rachmaninov, Piazzolla e estreia mundial de Paulo Costa Lima Depois de um hiato de mais de cinco anos, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp volta a se apresentar no Rio de Janeiro. Sob a batuta de seu Diretor Musical e Regente Titular, Thierry Fischer, a Osesp apresenta na Cidade Maravilhosa as nostálgicas Danças Sinfônicas, do russo Sergei Rachmaninov, escritas já no fim de sua vida, quando morava nos Estados Unidos; o emocionante Milongón Festivo, de Astor Piazzolla – compositor argentino cujo centenário é celebrado em 2021 e que ao longo do ano foi homenageado pela Osesp em diversas ocasiões –; e a abertura inédita Ojí – Chegança e Ímpeto, uma encomenda da Orquestra ao compositor baiano Paulo Costa Lima que ganha sua estreia mundial no programa da semana. Ojí é inspirada na cena da tempestade da Sinfonia Pastoral de Beethoven. Depois de percorrer oito cidades no interior paulista, esta será a primeira apresentação da Osesp fora do Estado de São Paulo desde que a pandemia começou, em março de 2020. “Fazer música para o público carioca é sempre uma alegria. E voltar ao Rio de Janeiro após tantos anos, especialmente, depois de uma pandemia em que foi preciso nos recolhermos, tornará este momento ainda mais especial e celebratório”, afirma Marcelo Lopes, Diretor Executivo da Fundação Osesp. O concerto marca também o encerramento das atividades da Orquestra em 2021. Para 2022, mais turnês estão previstas, inclusive duas apresentações no lendário palco do Carnegie Hall, em Nova York. Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp Criada em 1954, é uma das mais importantes orquestras da América Latina. Desde 2020, tem o suíço Thierry Fischer como seu Diretor Musical e Regente Titular, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, pela norte-americana Marin Alsop, que agora é Regente de Honra. Em 2016, a Osesp esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê pela China. No mesmo ano, estreou projeto em parceria com o Carnegie Hall, com a Nona Sinfonia de Beethoven cantada ineditamente em português. Em 2018, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas por Isaac Karabtchevsky, recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira. Thierry Fischer Diretor Musical e Regente Titular da Osesp, Thierry Fischer é também Diretor Musical da Orquestra Sinfônica de Utah e Regente Convidado Honorário da Filarmônica de Nagoya. Iniciou sua carreira como Primeira Flauta da Filarmônica de Hamburgo e da Ópera de Zurique. Sua carreira como regente começou após os 30 anos, quando substituiu um colega doente e na sequência regeu alguns poucos concertos com a Orquestra de Câmara da Europa, onde era Primeira Flauta sob regência de Claudio Abbado. Já comandou orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos camerísticos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble Intercontemporain. PROGRAMA THIERRY FISCHER REGENTE Paulo Costa LIMA | Ojí – Chegança e Ímpeto [Encomenda Osesp | Estreia Mundial] Sergei RACHMANINOV | Danças Sinfônicas, Op. 45 Astor PIAZZOLLA | Milongón Festivo   A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura. [+] saiba mais Loucos por encadernação - O LIVRO | Lançamento de livro e oficina 11/12 Arte e Conhecimento LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO – O LIVRO veio preencher uma lacuna no mercado editorial do país, que tem uma grande comunidade de profissionais e artistas interessados nessa área, e, ainda, em pleno crescimento. Nosso “livro que ensina a fazer livros” propõe aos leitores conhecer a história da encadernação, ferramentas e os materiais usados para fazê-la e a aprender projetos que vão desde a encadernação clássica, costuras aparentes e variações artísticas e criativas. O livro os levará também a entender o porquê desses profissionais vindos de outras áreas terem se encontrado no ofício de encadernador, o que resultou na produção desse livro. Além disso, também se propõe a mostrar a importância do Brasil nessa arte, simbolizando o início da produção nacional de obras que transmitam nossa forma peculiar de trabalhar na Encadernação. [+] saiba mais A orfandade na psicanálise | Lançamento de livro 10/12 Arte e Conhecimento O livro, “A orfandade na psicanálise: Conexões com o mito de Édipo”, traz a discussão sobre a questão do desamparo associado ao mito de Édipo Rei. Além da tarde de autógrafos, teremos uma roda de conversa com a autora e psicanalista Gilda Pitombo, o psiquiatra e terapeuta Ricardo Braga e as psicanalistas Ruth Cristina e Adriana Borba. [+] saiba mais Juntos sem o outro – “A Desumanização” de Valter Hugo Mãe 08/12 Arte e Conhecimento O projeto Língua Viva busca ser um ponto convergente entre linguagem, psicanálise e processo criativo. A cada encontro os psicanalistas Marília Flores e Abílio Ribeiro desenvolvem um aspecto especifico da nossa língua.  A arte intriga, faz enigma e provoca.  À luz da psicanálise serão comentados ângulos e caminhos em torno do ato de criação e da experiência de fruição da arte, tanto para o artista quanto para o espectador/leitor. [+] saiba mais Concerto de Natal Solidário | Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro 05/12 Música Solidariedade e esperança em forma de música OSRJ participa de concerto de Natal Solidário na Cidade das Artes “Um Concerto de Natal para alimentar o corpo e a alma dos cariocas”, assim o maestro Rafael Barros Castro, da Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro, define o Concerto de Natal Solidário. O evento, que já está na programação de dezembro da Cidade das Artes, nasceu do interesse do maestro em unir música e iniciativas de ação social. Duas fontes poderosas de transformação, capazes de mudar a realidade de quem quer que seja. A parte solidária do concerto é o foco central que mobilizou toda a OSRJ, e que culmina com a arrecadação de alimentos não perecíveis para as famílias em vulnerabilidade social. A Orquestra sobe ao palco no dia 05 de dezembro, a partir das 18h, na Grande Sala, da Cidade das Artes. Na programação, clássicos do repertório orquestral, como a Sinfonia dos Brinquedos (autor desconhecido), Valsa das Flores (Tchaikovsky), Suíte Carmen (G.Bizet), A Christmas Festival (Leroy Anderson), Dança Húngara N° 05 (J.Brahms). Além dos inesquecíveis temas natalinos, claro! Entre eles White Christmas (I. Berlin), Jingle Bell’s Rock (B.Carleton & B. Ross), Noite Feliz (F. Gruber) e Happy Xmas (J. Lennon). O concerto tem direção artística e regência do maestro Rafael Barros Castro e terá participação especial da cantora norte-americana Alma Thomas, vencedora do The Four Brasil 2020 e semifinalista do The Voice Brasil 2012. Programa: - Christmas Festival (Leroy Anderson) -  Valsa das Flores (P.I.Tchaikovsky) - Suíte Carmen - excertos (G.Bizet) - Dança Húngara (J. Brahms) - White Christmas (I.Berlin) * - What a Wonderful World (Bob Thiele, G.Douglas, G.Weiss) * - Jingle Bell's Rock (J. Beal J.Booth) * - Natal Brasileiro (Anoiteceu e Natal das Crianças) - Sinfonia dos Brinquedos (autor desconhecido) - El Tamborilero (H. Simone, H. Onorati e K.K. (Davis) - Noite Feliz (F. Gruber) - Happy Xmas (J. Lennon) * * Alma Thomas (voz) Contato: Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro – OSRJ Instagram @osrj.oficial facebook.om/osrj.rio Produção Suzana Queiroz (21) 99481-2414 (whatsapp) [+] saiba mais I.A. Inteligência Artificial 06/11 a 05/12 Artes Visuais Ministério do Turismo, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura apresentam: Exposição “I.A. Inteligência Artificial — Irreversível. Agora.” estreia na Cidade das Artes e apresenta ao público os possíveis rumos desta tecnologia Mostra interativa debaterá os caminhos da inteligência artificial e como ela interage com o ser humano através dos tempos. Gratuita, ficará em cartaz de 6 de novembro a 5 de dezembro Uma exposição cheia de referências cinematográficas, significados e que tem o ser humano como fonte para pensar o inegável avanço da inteligência artificial e como ela poderá interferir no futuro da própria humanidade. É assim que será apresentada I.A. Inteligência Artificial — Irreversível. Agora. que vai ocupar 600m² da Cidade das Artes com dez seções a partir de 6 de novembro. A mostra, que tem entrada gratuita, fica em cartaz até o dia 5 de dezembro. Idealizada pelo diretor e produtor cultural, Miguel Colker, e com curadoria e projeto expográfico criados pela Ostra Estúdio, do designer de espaços efêmeros Rodrigo Franco, a mostra será realizada pela Araucária Agência Cultural e unirá arte, entretenimento e informação. Com o conceito que mostrará o futuro como uma página em branco e intrigante que ainda será escrito, a exposição usará três ambientes da imponente e moderna arquitetura da Cidade das Artes para dialogar com o público sobre os rumos da inteligência artificial e como questões morais da experiência humana poderão interferir no processo de automação. “O cérebro humano é ao mesmo tempo fonte de inspiração e instrumento para desenvolvimento da I.A.”, define o criativo Rodrigo Franco, da Ostra Estúdio. A revolução das máquinas Logo na esplanada, o público terá contato com a instalação Cérebro-Luz, um gigante busto de 8 metros de altura que é um convite à reflexão. Os visitantes poderão entrar e ver de baixo para cima  um enorme cérebro iluminado que serve de fonte para a criação da inteligência artificial. Dando sequência à exposição, uma escadaria exibirá os principais marcos do desenvolvimento da IA começando pelo filme “Metrópolis”, obra-prima do cineasta alemão Friz Lang, lançado em 1927 e que é considerado o primeiro filme de ficção científica do cinema. A linha do tempo mostrará como os séculos XX e XXI foram importantes para o progresso da humanidade através da inteligência artificial. Ao longo da escada, o público encontrará totens informativos que, além de servirem como ponto de descanso, explicarão o que é a inteligência e como ela colocou o homem no topo da cadeia no reino animal e como os dados, criados pelo próprio indivíduo, alimentam a IA e fazem a tecnologia avançar. Depois de se informar sobre o ponto de partida para a criação dos estudos em inteligência artificial, os visitantes se depararão com uma sala imersiva, inspirada no conceito de panóptico, do filósofo francês Michel Foucault. Nela, será possível participar de um jogo que testa os conhecimentos e, ao mesmo tempo, todos serão observados por câmeras, um misto de exposição proposital e vigilância constante. Nela a frase “Sorria, você está sendo filmado” fará todo o sentido! No momento seguinte, o público será guiado a uma sala que fará referência à cena da estação do metrô, do filme “Matrix”, dirigido pelas irmãs Lily e Lana Wachowski. Nela, será possível ter o livre arbítrio e encarar as consequências entre a escolha de um futuro utópico ou distópico. Na próxima seção, as pessoas serão coautoras do futuro ao gerar dados no presente. Será proposto um jogo interativo que discutirá questões éticas relacionadas a carros autônomos, fazendo a sociedade pensar decisões em conjunto. O ambiente Campo Minado levará à reflexão sobre os riscos da falta de controle sobre essa tecnologia. O piso será projetado com pequenas explosões e ondulações que simularão um ambiente de guerra. Nele, haverá emblemáticas referências aos filmes “Ex Machina”, “Her”, “2001 — Uma odisseia no espaço” e “O Exterminador do Futuro”. No centro da sala, terá um botão e, caso alguém acione, as sirenes serão ligadas, alterando a iluminação da sala. O último espaço trará a seguinte pergunta: “Afinal, o que é ser humano?”. Nela, a exposição convida o público a pensar a respeito, através de uma experiência imersiva com um sensor de movimento e projeção de luminescência. Será possível ver a aura das pessoas simulada através do calor humano. Uma exposição acessível Para que o maior número de pessoas possa aproveitar a exposição I.A. Inteligência Artificial — Irreversível. Agora., o percurso será inclusivo e poderá ser iniciado no elevador ao invés da escadaria. Pessoas com limitações de mobilidade terão acesso à linha do tempo com as mesmas informações instaladas na escadaria. Funcionamento e ingressos Gratuita, a mostra funcionará de quarta a sexta, das 14h às 21h. Aos sábados e domingos, das 11h às 21h. Os ingressos poderão ser retirados através da plataforma Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/69637/d/113200) e precisarão ser apresentados na entrada. A fim de reiterar o compromisso da saúde do público, a exposição I.A. Inteligência Artificial — Irreversível. Agora. seguirá protocolo sanitário, conforme as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e determinações da Prefeitura do Rio. Para evitar aglomeração, terá capacidade reduzida a 60 pessoas por hora, além de condutas de higienização ambiental e postos de triagem na entrada. O uso de máscara será obrigatório durante toda a visita. Patrocínios e parcerias A exposição I.A. Inteligência Artificial — Irreversível. Agora. é realizada pela Araucária Agência Cultural. O projeto conta com o patrocínio master do BNY Mellon e patrocínio da M4U, da OLX Brasil, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Governo Federal, através do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e patrocínio da Lei de Incentivo à Cultura. E conta com o apoio da PwC, Domingues e Pinho Contadores e Cidade das Artes, e o MIT Technology Review como parceiro de mídia.     [+] saiba mais Orquestra Rio Sinfônica toca Tchaikovsky 04/12 Música Orquestra Rio Sinfônica retorna à Cidade das Artes em concerto dedicado à Tchaikovsky Com regência de Mário Barcelos e Nilvaldo Tavares como solista (piano), jovem orquestra retorna ao palco de sua aclamada estreia em fevereiro de 2020. Atuante desde fevereiro de 2020, a Orquestra Rio Sinfônica fez sua estreia na Cidade das Artes (Barra da Tijuca), onde bateu recorde de público na Grande Sala. Quase dois anos depois, mesmo realizando apresentações durante a pandemia, os músicos retornarão ao mesmo palco, dia 4 de dezembro, às 19h, desta vez dedicando o programa com obras de Tchaikovsky. Com a regência de Mário Barcelos e o pianista Nivaldo Tavares como solista, ambos os idealizadores da jovem orquestra, serão apresentados clássicos conhecidos do grande público, como “A Polonaise da Ópera Evgeny Onegin”, “Concerto para piano n. 1” e “Sinfonia n. 5”. Os idealizadores Nivaldo Tavares e Mário Barcelos fundaram a Orquestra Rio Sinfônica imbuídos do desejo de mudar a forma como a música clássica é apresentada, quebrando o conceito de “música da elite” e levando-a a todos os setores da sociedade através de ingressos populares e concertos gratuitos, facilitando seu acesso e minimizando as barreiras socioeconômicas que impedem há décadas a inclusão deste público ainda não familiarizado com as salas de concertos. A orquestra inova, tanto no formato das apresentações, como no que se refere ao “dresscode” que, em muitos casos, afasta o público. Seguindo a tendência mundial, a ORS inaugurou recentemente seu canal no YouTube, bem como nas redes sociais. A proposta dos concertos é trazer de volta as grandes obras do repertório clássico, aquelas já conhecidas através de meios de comunicação mais abrangentes como cinema e televisão, reestabelecendo a conexão já existente do público em geral. A Orquestra Rio Sinfônica traz em seu nome a tradição das grandes capitais mundiais como Nova York, Berlim, Paris, Lisboa e tantas outras que têm o nome de suas cidades batizando orquestras internacionalmente aclamadas. Nesse sentido, a cidade do Rio de Janeiro passa a ter mais uma representação cultural de grande porte, fortalecendo a importância da cidade também no contexto da cultura da música clássica internacional. Regente Mario Barcelos Solista Nivaldo Tavares [+] saiba mais Samba da Ouvidor 02/12 Música Samba da Ouvidor chega à Barra da Tijuca para celebrar o "Dia Nacional do Samba" Após 2 anos sem tocar, a tradicional roda carioca realiza show na Cidade das Artes. Há 14 anos se apresentando no Centro do Rio, o Samba da Ouvidor, movimento de resistência da cultura carioca, vai fazer um show em comemoração do Dia Nacional do Samba, dia 2 de dezembro, no Teatro de Câmara da Cidade das Artes. O grupo de samba que nasceu e cresceu na rua, é formado por jovens músicos de talento: Gabriel Cavalcante (voz e cavaquinho), Julião Pinheiro (violão 7 cordas), Iuri Bittar (violão), Ronaldo Gonçalves (cavaquinho), Nilson Visual (surdo), Marcus Thadeu, Jeferson Scott (percussão) e Edoardo Picorelli e Leonardo Lelê (tamborim). A roda acontece desde dezembro de 2007, quando os músicos decidiram organizar algo fora dos padrões de mercado, tendo no ritmo o seu principal foco. O que se vê no Samba da Ouvidor é um diálogo entre o passado e o presente, com a alegria e beleza dos antigos sambas para um público formado em sua maioria por jovens entre 20 e 30 anos, uma geração que assegura o futuro do samba. Eles interpretam sambas de todos os tempos, com linguagem e instrumentação inspiradas nas antigas rodas no terreiro das escolas. Tudo sob o aval de frequentadores ilustres da época, como Moacyr Luz, Paulo César Pinheiro, Hermínio Belo de Carvalho, entre outros. “Somos uma roda de samba para o samba. Nessa grande reunião de amigos, o objetivo principal é contribuir para que o samba continue eterno. Esse é o nosso espírito”, afirma Gabriel Cavalcante, frisando que o repertório é composto por canções de autores consagrados como Nelson Cavaquinho, Silas de Oliveira, Candeia, Monarco, Dona Ivone Lara, Cartola, além de outros grandes sambistas como Zé Keti, Noel Rosa e Aniceto da Portela. [+] saiba mais