A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.
Olivier Dubois | As Memórias de um Senhor
12/11 a 13/11
Dança
AS MEMÓRIAS DE UM SENHOR | LES MÉMOIRES D’UN SEIGNEUR
OLIVIER DUBOIS
Nomeado diretor do Ballet Du Nord em 01/01/14 e eleito um dos 25 melhores dançarinos do mundo pela revista Dance Europe em 2011, OLIVIER DUBOIS é detentor de experiência vasta e única que abrange coreografia, performance e ensino.
AS MEMÓRIAS DE UM SENHOR
Esta é talvez a história de um homem, de uma grande solidão. A história de uma batalha obscura, de um homem triunfante.
Glória
Tempo solar: poder, visão, insurgência. O mundo, homens, amor.
Ele transpira, ele queima, ele vive. O herói.
A queda
Tempo Lunar: o poder, a barbárie, terror. O mundo, homens, civilização.
Terror e tremores. O tirano.
A despedida
O Canto do Cisne, abandono. É a humanidade, refugiando-se.
Ele é uma estrela, túmulo, um sonho e um desaparecimento.
Ele canta.
Ficha Técnica
criação | Olivier Dubois
assistente artístico | Cyril Accorsi
assistente - coaching | Karine Girard
bailarino | Rémi Richaud
corpus | 50 amadores
música | François Caffenne
light designer | Patrick Riou
figurino | Chrystel Zingiro
wigmaker | Romain Marietti
direção técnica | Robert Pereira
luz | Emmanuel Gary
som | Jean-Philippe Borgogno
produção | Ballet du Nord / Olivier Dubois - Centre Chorégraphique National
Roubaix Hauts-de-France Nord-Pas de Calais Picardie
Olivier Dubois é diretor do Ballet du Nord desde janeiro de 2014, e foi eleito um dos 25 melhores dançarinos do mundo em 2011 pela revista Dance Europe, representando o sério risco da combinação de três talentos muito especiais ao reunir criação, performance e pedagogia.
Nascido em 1972, Oliver Dubois criou sua primeira apresentação solo em 1999 – Under Cover. Dançou com muitos coreógrafos e diretores de prestígio, entre eles Laura Simi, Karine Saporta, Angelin Preljocaj, Charles Cré-Ange, Cirque du Soleil, Jan Fabre, Dominique Boivin e Sasha Waltz.
A partir de 2005 tem criado muitos trabalhos de sucesso: depois de seu duo Féroces, com Christine Corday, para o Théâtre de l’Esplanade, em Saint-Etienne, foi-lhe solicitada - pela SACD e pelo Festival de Avignon – a criação de uma peça para a seção Sujet à Vif - Pour tout l’or du monde em 2006.
Em junho de 2007, recebeu do Sindicato dos Críticos Profissionais de Arte em teatro, música e dança o prêmio especial do júri pelo seu trabalho como dançarino e pela sua carreira. Apresentou, ainda, em 2006 e 2007, as duas partes do projeto BDanse: En Sourdine and Peter Pan. Em julho de 2008, criou Faune(s) baseado em L’après-midi d’un faune, a peça icônica de Nijinsky, apresentada no Festival de Avignon. No mesmo ano, recebeu o primeiro prêmio Jardin d’Europe em Viena.
Em 2009 montou a mostra L’interprète dévisagé (O intérprete sem máscara) no Centre National de la Danse em Paris, que permaneceu em exibição durante um mês. Em seguida, a companhia Les Ballets de Monte-Carlo o comissionou para Spectre, com première em 1 de abril de 2010. Em setembro do mesmo ano criou L’homme de l’Atlantique para a Bienal de Dança de Lion – um dueto com música de Frank Sinatra. Continuando a expandir seus horizontes criativos, Olivier Dubois apresentou a coreografia para La Périchole d’Offenbach nas Óperas de Lille, Nantes e Limoges em janeiro de 2009 sob a direção de Bérangère Jannelle.
Em novembro de 2009 iniciou a trilogia Etude critique pour un trompe l’œil com Révolution, cuja première aconteceu em Paris, no Ménagerie de Verre. A segunda peça da trilogia – o solo Rouge – teve sua première em dezembro de 2011, e a última – Tragédie – em 23 de julho de 2012, no Festival de Avignon, permanecendo em tournée até 2016.
Juntamente com suas atividades de coreografia e dança, Olivier Dubois conduziu muitos workshops e administrou aulas para companhias estrangeirras de dança, entre elas: National Opera em Vienna, National School em Atenas, National Opera, no Cairo, Troubleyn/Jan Fabre, Ballet Preljocaj, Beaux-Arts School em Mônaco … Recebeu o diploma nacional francês de magistério em 2012 pela sua vasta experiência pedagógica.
Em maio de 2011 criou um espetáculo para 120 amadores no Prisme d’Elancourt - Envers et face à tous. O projeto continuou em maio de 2014, no evento denominado Made in Rbx.
Criou Élégie for the Ballet National de Marseille como parte do evento de celebração Marselha 2013, capital europeia da cultura. Foi eleito o melhor coreógrafo, ainda em 2013, com o prêmio Danza & Danza pelas peças Tragédie e Élégie.
Depois de ensaiar com seis dançarinos de vários países africanos em Cairo e Dakar, criou Souls em dezembro de 2013.
Em janeiro de 2015 Olivier Dubois criou Mon Élue noire Sacre # 2 - solo para Germaine Acogny, e em junho, um novo solo intitulado Les Mémoires d’un seigneur ou l’Homme disparu. Sua última criação foi uma peça para vinte e dois dançarinos – Auguri – em 2016 para o Internationales Sommersfestival em Hamburgo, na Alemanha.
Rémi Richaud inicia seus estudos de dança aos 14 anos, na escola Valérie Simonnet, em Bordeaux. Antes de ingressar no Conservatório Nacional Superior de Paris, aos 17 anos, Rémi estuda dança clássica e contemporânea por três anos. Em Paris, estuda as técnicas dos coreógrafos americanos Merce Cunnigham e Martha Graham - a dança contato - e se lança na improvisação, sem deixar contudo de treinar dança clássica diariamente no conservatório, com professores residentes como Wayne Byars.
Durante sua formação, dança coreografias de Merce Cunningham, Cristiana Morganti, Roy Assaf e Nathalie Pubellier.
Em julho de 2015, aos 20 anos, Rémi Richaud obtêm seu diploma nacional de intérprete de dança contemporânea e passa a integrar o segundo ano do Ballet Junior de Genève, onde explora e interpreta repertórios de diversos coreógrafos como Roy Assaf, Barak Marshall, Olivier Dubois e Sharon Eyal. Após um ano em Genebra, Rémi associa-se ao Ballet du Nord de Roubaix para participar da nova criação de Olivier Dubois, Auguri.
O espetáculo tem a participação dos 50 vencedores da seleção, promovida pela Cidade das Artes e realizada na Arena Carioca Fernando Torres, em Madureira.
Alexandre Rosa
Allan Wilber
Anderson Nascimento
Bayron Alencar
Bernardo O’Bern
Brian Monteiro
Bruno Pêgo
Charles Verdec
CJ
Clériston Leite
Dario Aragão
David Abreu
Diewry Patrick
Evandro Drummond
Fabio da Ritter
Fernando Moreno
Geo Carvalho
Igor Almassy
Igor Costa
Leonardo AArão
Leonardo Faustino
Lucas Pimenta
Luciano DeSilva
Luis Felipe Vidal
Maicon Lima
Mario Cardona
Misael Dias
Paolo Sampaio
Rafael Alves
Raphael Rodrigues
Rayan Masters
Ricardo Faleiros
Ro Santos
Roberto Gomes
Rodrigo de Moraes
Rodrigo Ninja
Rodrigo Silva
Sandro de Barros
Talyson Marks
Thacio Sant’Anna
Thiago Klen
Thiago Meneses
Thiago Zandonai
Victor Vaz
Wagner Faria
Wallace Ferreira
Will Robson
William Careli
Yaron Alves
Zé Lu Gonçalves
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Cineartes - Kikuru e a Feiticeira
12/11
Musical
O desenho animado traz o fascínio da tradição africana numa história que celebra a coragem, a curiosidade e a astúcia. Baseado num conto da África Ocidental sobre uma comunidade subjulgada por uma terrível feiticeira contra a qual o pequeno Kiriku luta para preservar sua aldeia das forças do mal. Grande Prêmio em Annecy (Festival International du Film d’Animation)
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Roda de Samba com Wilson Moreira
12/11
Arte e Conhecimento
Wilson Moreira é sem dúvida um dos maiores compositores brasileiros da atualidade. Mais conhecido como sambista, na verdade sua criação abrange diversos outros gêneros, como jongos, lundus, canções rurais e calangos.
Sua obra é tão diversa quanto extensa, e neste show podemos apreciar toda essa qualidade, numa apresentação que sugere a informalidade de uma roda de samba, mas com o rigor técnico e a desenvoltura do acompanhamento feito por músicos como Pedro Amorim e Pedro Miranda, alguns dos mais reconhecidos instrumentistas do cenário atual, e que têm trabalhado frequentemente com o mestre Wilson Moreira.
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Oficina de Artes Plásticas - As cores da pele
05/11
Arte e Conhecimento
Através de uma observação sobre as máscaras africanas, percebemos que além dos desenhos e pinturas, também são muito variados os formatos das máscaras, apresentando uma grande pluralidade de formas e cores. A oficina proposta pelo arte educador Hélio Rodrigues visa fortalecer e ampliar a diversidade que nos caracteriza.
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Dimitri Vassilakis - Tributo a Pierre Boulez
05/11
Música
Dimitri Vassilakis, piano
No Dia Nacional da Cultura, um tributo a Pierre Boulez
Programa
- Arnold Schoenberg - 3 peças para piano op. 11 ( 14’ )
- Pierre Boulez - 12 Notations ( 10’ )
Primeira Sonata ( 9’ )
( Intervalo )
- Claude Debussy : 3 Estudos :
' pour les arpèges composés '
' pour les agréments '
' pour les sonorités opposées ' ( 14’ )
- Pierre Boulez : Terceira Sonata ( 17’ )
Incises ( 11’ )
Dimitri Vassilakis nasceu em Atenas em 1967, onde começou seus estudos de música. Formou-se no Conservatório Nacional Superior de Música, de Paris, tendo alcançado a nota máxima ‘com louvor’, por unanimidade do júri, em piano, música de câmara e acompanhamento. No Conservatório foi aluno de Gérard Frémy, Monique Deschaussées e György Sebök, dentre outros.
Ele é solista do prestigiado Ensemble Intercontemporain, desde 1992, tendo trabalhado diretamente com Pierre Boulez, de quem fez a première mundial de ‘Incises’, constante da coletânea - Deutsche Grammophon -, com o registro das obras completas do compositor.
Seu repertório se estende de J.S.Bach - com inúmeros registros fonográficos das ‘Variações Goldberg’ e do ‘Cravo Bem Temperado’ - à música de vanguarda, incluindo a obra completa para piano de Pierre Boulez e Iannis Xenakis.
Pierre Boulez maestro e compositor francês, uma das mais proeminentes personalidades da música experimental na segunda metade do século XX, faleceu aos 90 anos, em janeiro de 2016.
Nascido na cidadezinha de Montbrison, nas cercanias de Lyon, em 1925, Boulez estudou matemática e, a seguir, transferiu-se para o Conservatório de Paris, onde foi um dos mais introspectivos e brilhantes estudantes.
No pós-guerra, ele integrou um grupo de compositores reunidos em torno do também francês Olivier Messiaen (1908-1992), que procurava superar o impasse que havia chegado a música de vanguarda da Escola de Viena.
Entre as mais conhecidas composições de Boulez estão “Le Marteau sans Maître”, de 1954, e “Pli Selon Pli”, de 1957.
Ele também passou a se dedicar à regência, impondo-se com um estilo que deixava transparecer, mesmo em repertórios românticos (Brahms ou Berlioz) ou do século XX (sobretudo Stravinsky e Bartok), uma visão extremamente racional sobre a organização dos sons.
Boulez foi a antítese dos maestros excessivamente adocicados, que procuraram obter reações emocionais da plateia.
A leitura de Boulez foi revolucionária na medida em que os motivos temáticos com que Richard Wagner construía suas óperas - nele, não havia mais separação em árias, duetos, trechos fundamentalmente orquestrais - eram vistos como sinalizações para que se aumentasse ou se diminuísse a velocidade com que a música se desenvolvia em cena.
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Cantar Amália - Uma homenagem à diva do Fado
05/11
Música
A ligação de Amália Rodrigues ao Brasil é quase inesgotável : a criação do fado Ai Mouraria no Rio de Janeiro, a sua amizade com Vinícius de Moraes e Dorival Caymmi, as inúmeras gravações do cancioneiro brasileiro, os poemas de Cecília Meireles musicados por Alain Oulman.
O SHOW
CANTAR AMÁLIA
Após uma passagem por Paris no mítico Olympia, com ingressos esgotados, o espetáculo “CANTAR AMÁLIA”chega à Grande Sala da Cidade das Artes.
Uma grande homenagem à diva e expoente máximo do Fado, com direção musical de Jorge Fernando, que acompanhou Amália na guitarra, e interpretará várias canções nesse projeto.
Participam ainda Pedro Moutinho, Fábia Rebordão (prima de Amália) e a veterana Lenita Gentil.
COLEÇÃO de CDs
No âmbito da exposição e numa parceria entre as editoras Valentim de Carvalho e Biscoito Fino, será dado início ao lançamento da discografia de Amália no Brasil.
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Festival Anima Mundi 2016
25/10 a 30/10
Musical
Maior festival de animação das Américas e segundo maior evento internacional da área, o Anima Mundi chega ao seu 24º ano com uma série de novidades. A mostra vai se espalhar pela cidade do Rio de Janeiro.
Entre os dias 25 e 30 de outubro, mais de 400 curtas, seis longas, palestras, encontros e o Anima Forum vão, literalmente, animar o Museu de Arte Moderna (MAM), o Cine Odeon, o Centro Cultural da Justiça Federal, a Livraria Cultura (Centro), a Maison de France, o Oi Futuro (Ipanema), o CRAB, o Espaço Cultural BNDES, a Cidade das Artes e o Ponto Cine (Guadalupe).
Se nas primeiras edições do festival, no início dos anos 90, a animação brasileira ainda era incipiente, hoje o cenário é outro. Parte do mérito pode ser atribuída ao evento, que sempre promoveu encontros para todos os interessados terem acesso ao melhor da produção mundial de animação, o que gerou mudanças no setor, dando origem a novos investimentos na produção de animação brasileira.
Programação
25/10
14h – Animação em curso 1
Shudo | França | To-Anh Bach; Charles Badiller; Hugo Weiss
FISHWITCH | Reino Unido | Adrienne Dowling
Light Sight | Irã Seyed | M. Tabatabaei
Business Hours: Life and Death of a Bureaucrat | Estados Unidos | Simon Wilches-Castro
Dernier acte | França | Daphné Chabrier, Laura Hottot, Cécile Peyron
Last Judgment | Estados Unidos | Junyi Xiao
Colocataires | França | Delphine Priet-Mahéo
Vending machine | Coreia do Sul | Jihye KONG
TOUCHED | Espanha | Cristina Guisado; Ludwig Camarillo
BreakingPoint | Alemanha | Martin Lapp
Les Liens de sang | França | Manon Lazzari, Sophie Kavouridis, Marion Louw, Thomas Ricquier, Simon Pannetrat
16h – Panorama 7
Phantom City | Canadá | Patrick Jenkins
Aftermath | Reino Unido | Layla ATKINSON
Birdz | Suiça | Emilien Davaud
Peleja no Sertão | Brasil | Fabio Miranda
The Copyist | Hungria | Tamás Kõszegi
Lili | Israel | Tom Kouris; Hani Dombe
Estate | França,Bélgica | Ronny Trocker
18h – Panorama 5
A La Derive | Espanha,França,Alemanha | Cyprien Clement-Delmas
Le Promeneur | França | CHOLLET Thibault
The Wrong End of the Stick | Reino Unido | Terri Matthews
A velha e o mar... e a batedeira | Brasil | Rosana van der Meer; Fabrício Tacahashi
El jardín de las delicias | México | Alejandro García Caballero
Weather The Storm | Reino Unido,Estados Unidos | Peter Baynton
Clouds | Canadá | Diego Maclean
20h – Panorama 8
Tango | Brasil | Pedro Giongo | Francisco Gusso
I Said I Would Never Talk About Politics | Espanha | Aitor Oñederra
Kyama Malo Chin Telt Kyama Bawa | Myanmar (antiga Birm‚nia) | Nyan Kyal Say
Cassette Girl | Japão | Hiroyasu Kobayashi
Before&After | Coreia do Sul | Minji KANG
Trial & Error | Alemanha | Antje Heyn
Jailbreak | Estados Unidos | Aaron Sorenson
26/10
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14h – Animação em Curso 2
Hold Me (Ca Caw Ca Caw) | Estados Unidos | Renee Zhan
Ovoo | Brasil | Flávia Brandão de Andrade Corrêa; Tamara Freire Brandt; Luana Ferreira Chaves ; Vanessa Saldanha de Castro; Louis Allen Thomas Mingoti Poague
Number 1 Mr. Honest | Coreia do Sul | Hyuncheol JO
Conte Oriental | França | Cosette Nigon; Mélanie Le Forban; Marjorie Jarnigon; Camille Fache; Charly Boyer
Shift | Estados Unidos,Espanha | Cecilia Puglesi; Yijun Liu
Ama | França | Emilie Almaida; Liang Huang; Mansoureh Kamari; Julie Robert; Juliette Peuportier; Tony Unser
what they believe | Alemanha | Shoko Hara
Anna O | Israel | Rotem Yarakchi
Fall | Reino Unido | Ollie Magee
Skål | Alemanha | Marco Hakenjos
16h – Panorama 9
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El Rapto | Colômbia | José Luis Jiménez; Miguel Humberto Jiménez
HALLUX | Alemanha | Henning Thomas
A Orelha de Van Gogh | Brasil | Thiago f ribeiro
Rapsodie en Ros | Bélgica | Bram Mondy
Inaudible | Letônia | Gints Zilbalodis
Házibuli | Hungria | Daniel Barany
Parade | Holanda | Digna van der Put
18h – Panorama 6
A La Derive | Espanha,França,Alemanha | Cyprien Clement-Delmas
Le Promeneur | França | CHOLLET Thibault
The Wrong End of the Stick | Reino Unido | Terri Matthews
A velha e o mar... e a batedeira | Brasil | Rosana van der Meer; Fabrício Tacahashi
El jardín de las delicias | México | Alejandro García Caballero
Weather The Storm | Reino Unido,Estados Unidos | Peter Baynton
Clouds | Canadá | Diego Maclean
20h – Curtas 11
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AMARILIS | Brasil | CHICO LIBERATO
Celui qui a deux âmes | França | Fabrice Luang-Vija
Noevus | França | Samuel Yal
MADE IN SPAIN | Espanha | Coke Riobóo
Primal Flux | Estados Unidos | Joan C. Gratz
O Projeto do Meu Pai | Brasil | Rosaria
No Offens | Bélgica | Kris Borghs
27/10
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14h – Animação em curso 3
A Man Called Man | Canadá,Brasil | Guy Charnaux
Skácem | Eslováquia | Peter Martinka
Razbudit volka | Rússia | Liza Astretsova
In One Drag | Alemanha | Alireza Hashempour
The Moon Is Essentially Gray | United States | Minor Outlying Islands, Hannah Roman
I come from the prairie | China | Arisbek Nuhan
Balkon | Hungria | Dávid Dell’Edera
Tombes & Manèges | França | Nicolas Albrecht; Jérémie Auray; Alexandre Garnier; Antoine Giuliani; Sandrine Normand; Ambre Pochet; Marc Visintin
Kovbojsko | Eslováquia | David Stumpf
Deus Ex Therapis | França | Marion Gombert, Baptiste Groazil, Maïté Robert
16h – Panorama 3
Transparency | Croácia | Daniel Šuljić
Planema | Alemanha | Jakob Schmidt
Tis | França | Chloe Lesueur
O Último Engolervilha II | Brasil | Jackson Abacatu; Marão; Wesley Rodrigues; Luah Garcia; Pamella Araújo; Camila Kauling; Guto BR; Rüsben; Ianah Maia; Giovanna Guimarães; Jirair Garabedian; Yurii Custodio; Rosana Urbes; Maurício Castaño
Hobart | Hungria | Hajnalka Harsanyi
The Kingfisher | Brasil | Marcelo Mourão
Isaac and Quincy | Reino Unido | Liam Tate
18h – Panorama 2
Pedaços de Pássaros | Brasil | Andrei Miralha; Marcílio Costa
Schirkoa | India | Ishan Shukla
A Coat Made Dark | Irlanda | Jack O’Shea
Alto el Juego | Uruguai | Walter Tournier
Neck and Neck | Reino Unido | shaun clark
Candyman | Colômbia,Estados Unidos | Edgar Alvarez; Webster Colcord; Ivan Landau
Go to City Ele | China | wenyu li
20h – Curtas 10
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Say I am only seventeen | Brasil | André Catoto Dias
Velodrool | Estônia | Sander Joon
Slow Wave | Estados Unidos | Andy Kennedy
CHATARRA | Uruguai | Walter Tournier
Oripeaux | França | Sonia Gerbeaud; Mathias Panafieu
Under the Apple Tree | Holanda,Bélgica | Erik van Schaaik
Zeezucht | Holanda | Marlies van der Wel
28/10
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14h – Animação em curso 4
Más que palavras | Uruguai | Lucía Duclosson
Lethe | Reino Unido | Kat Michaelides
Pokey Pokey | Estados Unidos,China | Junjie "Jake" Zhang
Amour Fou | Alemanha | Florian Werzinski
Ruben Leaves | Suiça | Frederic Siegel
Fazendo uma Espada Lendária | Brasil | Felipe Barbosa Palacio
Turn the Tables | Holanda | Raymon Wittenberg
Tombés du nid | França | Loïc Espuche
Welcome to Paradise | Reino Unido | Alex Baró Cayetano
Pronto, era assim | Portugal | Joana Nogueira; Patrícia Rodrigues
Delivery | França | Leslie Belot; Thibaut Scalesse; Sophie Blayrat; Kai Huang; Loan Torres
16h – Panorama 4
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Òrun Àiyé - A Criação do Mundo | Brasil | Jamile Coelho ; Cintia Maria
SAMT(silence) | Líbano | Chadi Aoun
Bemilim Aherot | Israel | Tal Kantor
Ascension | México | Samantha Pineda Sierra, Davy Giorgi
Rapid Rouge | Japão | Daisuke Onitsuka
Fish with Legs | Austrália | Dave Carter
18h – Panorama 1
Alyaska | Rússia | Andrey Osadchikh
Los gatos | México | Alejandro Ríos
Down by Love | Espanha | José Corral
Glove | Estados Unidos,Brasil | Bernardo Britto; Alexa Lim Haas
LE REPAS DOMINICAL | França | Celine Devaux
Brócolis | Brasil | Jonathas Alpoim Severino da Silva Bezerra Carvalho; Rafael Viana Neves
Une tête disparaît | Canadá | Franck Dion
20h – Curtas 8
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Vanocni balada | República Tcheca | Michal Zabka
Johan | Brasil | Washington Rayk
ESTILHAÇOS | Portugal | José Miguel Ribeiro
(Otto) | Holanda | Job, Joris & Marieke
Journal animé | França | Donato Sansone
More Stuff | Reino Unido | Simone Giampaolo; Joe Kinch
Gamlet. Komedia | Rússia | Eugeniy Fadeyev
29/10
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11h – Infantil 1
Hugo, o Monstro | Brasil | HUMBERTO AVELAR
Teia de Aranha (Patinka) | Rússia | Natalia Chernysheva
Sopa de Pedra (La Soupe au caillou) | França,Bélgica | Clementine Robach
Novembro (Novembre) | França | Marjolaine Perreten
Homem Graveto (Stick Man) | Reino Unido | Jeroen Jaspaert; Daniel Snaddon
Crocodilo (Krokodil) | Alemanha | Julia Ocker
13h – Infantil 2
Corrida do Dinheiro (Rupee Run) | Estados Unidos | Tarun Lak
Vestir-se pode ser Divertido (Une autre paire de manches) | França,Bélgica | Samuel Guenole
Eric Acorde | Brasil | Telmo Carvalho
A Toupeira e a Minhoca (The Mole and the Earthworm) | Alemanha | Johannes Schiehsl
Primeira Nevasca (First Snow) | Republica Tcheca | Lenka Ivanèíková
Aquitã, o Indiozinho | Brasil | FRATA SOARES
O Pinguim que não Nadava (The unwashed penguin) | Rússia | Isabelle Favez
Tigre (Tiger) | Alemanha | Kariem Saleh
Lili escova os dentes (Lili Brushes Her Teeth) | Dinamarca,Reino Unido | Siri Melchior
15h - Infantil 5
Limítrofes (Borderlines) | República Tcheca | Hanka Nováková
Táxi Estelar (Star Taxi) | Eslováquia | Juraj Krumpolec
Tempus Fugit | Brasil | Julia Simas; Vitor Moura
Vizinho Cara de Pau (Neighbourwood) | Alemanha | Fynn Grosse-Bley; Eddy Hohf; Patrik Knittel
Shaun o Carneiro: As Lhamas do Fazendeiro (Shaun the Sheep: The Farmer's Llamas) | Reino Unido | Jay Grace
17h – Curtas 5
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JUKAI | França | Gabrielle Lissot
Putsch | França | Julie Artigny; Claire Courrier; Florent Bossoutrot; Camille Savary; Lisa Bouët
Quando os dias eram eternos | Brasil | MARCUS VINICIUS VASCONCELOS
Au revoir Balthazar | Suiça | Rafael Sommerhalder
Signum | Polônia | Witold Giersz
Klementhro | Reino Unido,Canadá | Sue Dunham
Paniek! | Holanda | Joost Lieuwma
19h – Curtas 1
GHOST CELL | França | Antoine Delacharlery
De longues vacances | Bélgica | Caroline Nugues-Bourchat
Bamboo Temple Street | Alemanha | Baoying Bilgeri
O Disco de Ouro | Brasil | Everton Guilherme Santos
Once Upon a Line | Estados Unidos | Alicja Jasina
Ticking Away | Holanda,Bélgica | Michael Sewnarain
Chateau de Sable | França | Quentin DELEAU, Lucie FONCELLE, Maxime GOUDAL, Julien PARIS, Sylvain ROBERT
30/10
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11h – Infantil 3
Lipe, Vovô e o Monstro | Brasil | Felippe Steffens; Carlos Matues da Silva Souza
Eu não sou uma Ratinha (I am not a Mouse) | Reino Unido | Evgenia Golubeva
Moroshka | Russia | Polina Minchenok
Ivan e o Lobo (Iwan und der Wolf) | Alemanha | Anna Levinson
Neïla | França | Audrey Bellot; Laurene Desoutter; Amandine Fernandes; Ludivine Lahaye; Lucas Langou; David Tabar; Guillaume Vezzoli; Eline Zhang
A Hora do Morcego (Bat time) | Alemanha | Elena Walf
O Dragão e a Música (Le Dragon et la Musique) | Suiça | Camille Müller
Voa, João | Brasil | HUMBERTO AVELAR
13h – Infantil 4
Levante a Cabeça! (Kopf Hoch!) | Alemanha | Gottfried Mentor
O Fim da Fila | Brasil | William Figueiredo Côgo
A Pequena Semente (La Petite Pousse) | Franca | Chaïtane CONVERSAT
Lobo (Wolf) | Alemanha | Julia Ocker
A Raposa Minúscula (Le Renard Minuscule) | França,Bélgica,Suiça | Aline QUERTAIN; Sylwia SZKILADZ
Dentro de uma Gaiola (La Cage) | França | Loic Bruyere
Miúdos | Brasil | Rafael Viana Neves; Jonathas Alpoim Severino da Silva Bezerra Carvalho
A Ilha das Tartarugas (Petzi: Schildkröteninsel) | Alemanha | Michael Bohnenstingl; Johannes Weiland; Paul Cichon
Can't Fight This Feeling (O Pinguim Esfomeado) | Africa do Sul | Brent Dawes
15h – Infantil 6
Estou com Medo (I'm Scared) | Estados Unidos | Pete Levin
A História de uma Raposa que Perdeu a Cabeça (The story of the fox who lost his mind) | Alemanha | Christian Asmussen; Matthias Bruhn
O Bigode (Viikset) | Finlândia | Anni Oja
Nimbus - O caçador de nuvens | Brasil | Marco Nick
Macaco (Ape) | Canadá,Singapura | Eustace Ng
O Pequeno Sapateiro (Le Petit Cordonnier) | França | Galaad Alais; Terry Bonvard; Charles Carlier; Romain Cislo; Pierre-Yves Lefebvre; Philippe Lim; Benjamin Mariotte; Karen Nawfal
Serviço de Entrega Três Pequenos Ninjas (Three Little Ninjas Delivery Service) | Bélgica | Kim Claeys; Karim Rhellam
17h – Infantil 7
Jogador 2 (Player 2) |Reino Unido | Charlie Miller; Harry Slinger-Thompson
Por que vemos colorido? | Brasil | Fabiano Bomfim; Marcela Werkema
Peguem-no! (Catch it) | França | Paul BAR, Marion DEMARET, Nadège FORNER, Pierre-Baptiste MARTY, Julien ROBYN, Jordan SOLER
O Criptozoólogo (The Cryptozoologist) | Espanha | Vicente Mallols
Seu Nome é Yoko (Her name is Yoko) | Rússia | Mikhail Safronov
A Volta às Aulas (La rentrée des classes) | Bélgica,França | Vincent Patar; Stéphane Aubier
19h – Curtas 2
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Ideias de Canario | Brasil | Leo Cadaval
La secta de insectos | México | Pablo Calvillo
Voltaire | Bélgica,Holanda | Jan Snoekx
Alike | Espanha | Daniel Martínez Lara; Rafa Cano Méndez
Wildfire | França | Hugues Opter; Pierre Pinon; Nicole Stafford; Valentin Stoll; Arnaud Tribout; Shang Zhang
Branded Dreams | Holanda | Studio Smack
If I Was God | Canadá | Cordell Barker
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OSB - Bach, Brahms e Cicchelli
23/10
Música
Orquestra Sinfônica Brasileira – Cidade das Artes | Grande Sala
Lee Mills, regência
Anna Zelianodjevo, violino
Priscila Rato, violino
RODRIGO CICCHELLI
À noite, um homem sozinho procura se recordar
ESTREIA MUNDIAL
JOHANN SEBASTIAN BACH
Concerto para Dois Violinos em ré menor, BWV 1043
JOHANNES BRAHMS
Sinfonia nº 4 em mi menor, Op. 98
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Berenices - Espetáculo infantil
22/10
Arte e Conhecimento
O espetáculo Berenices utiliza as linguagens do teatro de animação e das máscaras para narrar a saga da pequena Berenice e seu encontro consigo mesma e com o mundo.
Diante da chegada de um irmão, a personagem inicia o aprendizado de perceber e lidar com seus pensamentos, sentimentos, medos, dificuldades e expectativa sobre os outros.
Berenice é uma menina curiosa, que se encanta com o mundo. Aprender e descobrir são coisas preciosas para ela. Mas quando começa a crescer e a entender as coisas, o que as pessoas falam e como o mundo conversa, ela percebe algo estranho. E essa estranheza começa aos pouquinhos...
O mundo é um lugar cheio de pessoas e cada pessoa é um mundo
Essa foi a ideia central que aqueceu o coração dos artistas envolvidos na criação do espetáculo. “Todos os criadores se identificam com esta menina, que ao crescer, começa a se deparar com um universo interno cheio de pulsões e um universo externo que reage e espera por determinadas atitudes e comportamentos. A pequena Berenice está na idade em que começa a perceber que o mundo não gira em torno dela e passa a perceber os outros. É nesse momento que ela começa a conhecer várias Berenices: a que tem raiva, a que tem medo, a destemida, a que cuida, a que quer ser cuidada, a egoísta, a generosa’, explica a diretora e dramaturga Verônica Gerchman.
Berenices fala de forma poética e lúdica sobre essa dinâmica rica que é a aventura interminável de descobrir quem somos e a nossa percepção sobre os outros. Para dar forma a esse espetáculo, a companhia escolheu o teatro de animação, mais conhecido como teatro de bonecos e a linguagem das máscaras.
“Faz parte dessas linguagens a possibilidade do duplo. Dessa forma, podemos concretizar as várias Berenices, que a pequena menina encontrará em sua saga de crescimento. Ainda se valendo da potência expressiva dessas linguagens teatrais que podem personificar através das esculturas criadas para cada uma das pulsões da menina. Podemos literalmente construir e corporificar esses sentimentos que assolam a personagem na confecção dos vários eus da Berenice”.
A dramaturgia do teatro de bonecos e das máscaras enriquece o texto original com possibilidades imagéticas e oníricas, criando um universo mágico, que pode romper com as leis da física, como a gravidade, ou tamanhos e proporções. “Podemos agigantar uma emoção incontrolável expandindo um corpo que pode ficar até do tamanho do palco se assim for o desejo e a necessidade cênica. Para nós, criadores, essa potência expressiva é o que desejamos alcançar. Poder traduzir em uma imagem toda a força de um sentimento, uma sensação”.
Apesar de o texto original possuir muitos diálogos, no espetáculo não há a utilização da palavra falada, sendo de suma importância as imagens e sensações criadas no palco através da gestualidade dos personagens, da música originalmente composta e da iluminação.
A peça aborda temas universais e atemporais. “Seus espectadores, tanto os adultos como as crianças se identificam com a nossa pequena e curiosa menina, em sua odisseia de ir ao encontro consigo própria e com o mundo ao seu redor. A arte tem a capacidade de sensibilizar o ser humano. Em tempos difíceis como esses em que vivemos, onde a forma é enaltecida e a essência esquecida, é sempre um ato de resistência se aventurar no sensível”, finaliza Verônica.
GRUPO MORPHEUS TEATRO
O grupo Morpheus Teatro foi criado em 2002. Desde então desenvolve sua pesquisa com as linguagens do teatro de animação, das máscaras e do teatro físico.
Apresenta seu repertório de espetáculos para adultos e para toda a família em teatros, instituições, espaços alternativos e escolas por todo o Brasil, além de participar de mostras e festivais de teatro nacionais e internacionais. Teve a honra de apresentar-se em países como Vietnam, Irlanda, Itália, Argentina, Chile e Colômbia.
O grupo foi laureado com prêmios Nacionais e internacionais, e contemplado com editais de montagem e circulação de espetáculos das secretarias de cultura municipal e estadual de São Paulo e do governo do Brasil. Ministra a oficina “A presença do ator no teatro de animação” onde introduz para atores jovens e adultos, profissionais ou amadores, interessados em artes cênicas, aos princípios da manipulação direta (técnica do teatro de animação onde os bonecos são conduzidos diretamente sem o uso de fios ou varas).
Ficha técnica
Autoria/Direção geral: Verônica Guerchman
Direção dos bonecos e máscaras João Araujo
Elenco Verônica Guerchman,João Araujo, Cassia Domingues, Daniela Boni e ZéAntonio do Carmmo
Voz da Berenice Lorini Domingues
Operação de luz e som Todo o grupo
Cenário, adereços e criação de bonecos João Araujo, Verônica Guerchman, Cassia Domingues, Daniela Boni e ZéAntonio do Carmmo
Pintura dos bonecos e máscaras Mavutsinim, Sergio Candido e João Araujo,
Trilha sonora original João Araujo,Daniela Boni e Mavutsinim
Figurinos Dalmir Rogério
Confecção dos figurinos Sandra Pestana e Noeme Costa
Painel final Lorini, Geovanna, Matheus, Orim, Rumi e Samuel
Produção executiva Deborah Corrêa
Fotos Lívia Gonzaga Bertuzzi, Karim Da Hora, Anna Maria Maiolino e Morpheus Teatro
Realização Grupo Morpheus Teatro
Lotação: 100 lugares
Distribuição de ingressos 1h antes na bilheteria da Cidade das Artes
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Video Games Live
22/10
Música
O evento une Orquestra Sinfônica com a música de jogos digitais num show de celebração desta cultura, que hoje se espalha rapidamente por grupos de indivíduos de todas as idades. Capitaneado pelo mítico compositor de trilhas para jogos digitais Tommy Tallarico (Earthworm Jim, MDK, Metroid Prime 2 e mais de 200 jogos) completa 11 anos de Brasil, trazendo novos convidados e atrações especiais.
Nesta edição VIDEO GAMES LIVE™ mais uma vez oferece trilhas de jogos novos e atende a pedidos do público trazendo o compositor Barry Leitch como convidado especial. Oferece ainda uma peça exclusiva para o Brasil, homenageando o clássico Top Gear, além de um toque Brasileiro com a trilha do jogo Horizon Chase,também composto por Barry.
VIDEO GAMES LIVE™, A EMOÇÃO DA MÚSICA E DO MUNDO FANTÁSTICO DOS GAMES EM UM SÓ LUGAR
Uma experiência completamente nova e original para famílias, fãs ou apenas curiosos do mundo dos games. Um evento com o conceito de imersão, que reúne o mundo da música dos games mais populares com a presença ao vivo de Orquestra Sinfônica, percussionistas eletrônicos, coro, solistas, vídeos e arranjos musicais exclusivos, iluminação sincronizada, ação ao vivo e momentos reais de interação, fantasia e entretenimento explosivo. Este é o Video Games Live™, VGL, que chega à sua décima primeira edição trazendo conteúdo exclusivo para o Brasil.
“Queremos provar que música dos games não é só blip blop, em referência aos sons de aparelhos mais antigos, e sim a ópera do século XXI”, explica Tommy Tallarico, compositor veterano da indústria mundial dos videogames e responsável pela série de concertos. O intuito é encorajar e apoiar a cultura e a arte dos jogos eletrônicos, apresentando músicas de mais de 50 títulos. Cada segmento é apresentado com imagens e vídeos projetados, iluminação sincronizada e momentos interativos entre os personagens dos games e o público, mais do que um show de música, a Video Games Live é uma celebração da cultura dos videogames.
A experiência, que agrada a toda família, mesmo os que não são familiarizados ao mundo dos games, começa logo na entrada da sala de concertos, com competições musicais e outros games interativos, e segue também após o espetáculo, quando todo o público tem a oportunidade de confraternizar com os compositores das trilhas dos games.
O evento conta sempre com participações especiais. Nesta edição estarão presentes Barry Leitch (compositor da trilha do Top Gear), Russell Brower (Diretor de áudio da Blizzard), Laura Intravia e a Orquestra Sinfônica especial para o show. Para mais informações, basta visitar: http://www.videogameslive.com.br.
Tommy Tallarico (www.tallarico.com): É um dos maiores compositores de game music do mundo (compôs trilhas para 275 games, como Tony Hawk Pro Skater, Spider Man, Earthworm Jim, Unreal, Mortal Kombat, e Time Crisis) e está no Guiness Book of World Records – Gamer´s Edition. Tommy também é o fundador e presidente da Game Audio Network Guild – G.A.N.G (www.audiogang.org), organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de promover a excelência nas trilhas dos jogos eletrônicos, e palestrante no TED, onde fala sobre a cultura dos videogames.
http://www.tallarico.com/index.php?s=biography
http://videogameslive.com/gallery/v/Team/
http://videogameslive.com/gallery/v/flyers/
Barry Leitch
Compositor Escocês responsável por grandes clássicos dos games nos anos 80 como Top Gear, Lotus Challenge e San Francisco Rush, e que ressurgiu no mercado de trilhas para games com o sucesso Horizon Chase, em 2015.
Russell Brower
O maestro da Video Games Live já atuou na Disney como compositor e diretor de áudio, e hoje ocupa o mesmo cargo na Blizzard, tendo composto temas para diversos jogos da empresa como World of Warcraft e Starcraft, além de ser o comandante do time de áudio da empresa.
Laura Intravia
Também conhecida como Flute Link, Laura é uma talentosa compositora, multi- instrumentista e cantora lírica. Trabalhou em álbuns de sucesso como o de arranjos de piano para a trilha da franquia Zelda. Orquestra Sinfônica Villa-Lobos.
Comandada pelo maestro Adriano Machado, é conhecida por seu repertório variado, que vai do popular ao erudito, sem perder a excelência na qualidade de suas execuções. Mescla grandes obras do repertório internacional com obras dos mestres compositores da música popular, trazendo sempre o melhor da música instrumental sinfônica.
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Caranguejo Overdrive
15/10 a 16/10
Teatro
Caranguejo Overdrive
O protagonista é Cosme, ex-catador de caranguejos no mangue carioca da metade do século XIX. Convocado para integrar as forças brasileiras na Guerra do Paraguai, enlouquece no campo de batalha, volta ao Rio e encontra uma cidade em grande transformação.
A peça traz os traços de linguagem que caracterizam o trabalho muito original d’Aquela Cia - dispositivos hipertextuais, a relação com a cultura pop contemporânea. “Caranguejo Overdrive” dialoga com o movimento manguebeat e a obra do Geógrafo Josué de Castro”, descreve o diretor Marco André Nunes. “Procuro criar um universo que soe familiar e que ao mesmo tempo traga algo de surpreendente, seduzindo o espectador para além do que está sendo informado ou compreendido, que lance dúvidas e o instigue a questionar o mundo em que vive”.
A peça foi vencedora do Prêmio Shell em três categorias (Direção, Texto, e Atriz) além de indicação para categoria Ator; no Prêmio Cesgranrio venceu em duas categorias (Direção e Texto), além das indicações para Espetáculo e Ator; foi vencendora do Prêmio APTR, nas categorias Autor, Direção e Atriz, tendo recibido também indicação para a categoria Melhor Ator e Melhor Espetáculo. Recebeu ainda cinco indicações para o Prêmio Questão de Crítica (Espetáculo, Direção, Texto, Atriz e Direção Musical), que ocorrerá no mês de Maio.
CARANGUEJO OVERDRIVE
Texto Pedro Kosovski | Direção Marco André Nunes
Com Carolina Virguez, Samuel Vieira, Eduardo Speroni, Fellipe Marques, Matheus Macena
Músicos em cena Felipe Storino, Maurício Chiari e Pedro Kosovski
Direção Musical Felipe Storino | Iluminação: Renato Machado
Instalação Cênica Marco André Nunes Ideia Original Maurício Chiari
Realização Aquela Cia. Produção Núcleo Corpo Rastreado
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Brasil de Tuhu | Educação Musical
15/10
Arte e Conhecimento
O Brasil de Tuhu e a Cidade das Artes prepararam uma programação especial e gratuita para encerrar a Semana das Crianças aqui na Cidade das Artes. Voltado para toda a família, o evento contará com o concerto de lançamento do CD Brasil de Tuhu - Volume 1, Brincadeiras Musicais com Bebel Nicioli, Brinquedos Temáticos, além da apresentação do novo jogo do aplicativo Tuhu Musical.
Programação gratuita
Concerto do Quarteto Radamés Gnattali e convidados Nicolas Krassik, Maria Teresa Madeira e Leandro Braga
O Quarteto Radamés Gnatalli nasceu em 2006 com o encontro de quatro instrumentistas que, homenageando um dos maiores gênios da música brasileira, investiram na aproximação entre a produção de câmara latino-americana e o público contemporâneo. As músicas fazem parte do repertório dos Concertos Didáticos promovidos pelo Brasil de Tuhu em escolas do país.
Local Teatro de Câmara Horário: 16h
Duração Aproximadamente 60 minutos
Forma de acesso Distribuição de senhas 1h antes do concerto.
Brincadeiras Musicais
Atividades recheadas de elementos cênicos, histórias e interações com instrumentos desenvolvidas por Bebel Nicioli (Brincadeiras Musicais e Farra dos Brinquedos) especialmente para crianças da primeira infância.
Local Sala de leitura
Horário 15h
Duração aproximadamente 30 minutos.
Forma de acesso Inscrições saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325-0448
Brinquedos Temáticos
Ciação de brinquedos com a temática musical e baseados no Guia “Brincando de Música com Tuhu” para que o público possa se divertir de forma lúdica e educativa.
Local Esplanada (em frente ao Teatro de Câmara)
Horário 15h
Duração 120 minutos (ao longo de todo o evento)
Forma de acesso Livre
Experimentando o app Tuhu Musical
Serão disponibilizados tablets para que o público possa jogar no aplicativo Tuhu Musical. Uma equipe de monitores acompanhará a ação.
Local Foyer do Teatro de Câmara
Horário 15h
Duração 120 minutos (ao longo de todo o evento)
Forma de acesso Livre
Navegando pelo site Brasil de Tuhu
Serão disponibilizados totens com computadores e fones de ouvido para que o público possa navegar pelo site do Brasil de Tuhu e conhecer todos os conteúdos disponibilizados gratuitamente como a Revista, a Rádio e as Vídeoaulas. Será disponibilizada equipe de monitores para a ação.
Local Foyer do Teatro de Câmara
Horário 15h
Duração 120 minutos (ao longo de todo o evento)
Forma de acesso Livre
Sobre o Brasil de Tuhu
Impulsionado pela Lei Federal nº 11.769/2008, que inclui a música na grade curricular das escolas, o Brasil de Tuhu realiza desde 2009 diversas ações gratuitas voltadas para a ampliação da educação musical no Brasil – incluindo concertos em escolas públicas de todo o país, oficinas de musicalização e uma série de conteúdos digitais sobre música e educação, reunidos no site www.brasildetuhu.com.br. Com os concertos didáticos, o programa já percorreu mais de 140 escolas públicas de 36 municípios de 17 estados do país, levando a música para mais de 15 mil jovens.
A inspiração para as ações do programa surgiu a partir do “Guia Prático”, de Heitor Villa-Lobos. Trata-se de uma coletânea de cantigas de roda rearranjadas pelo maestro e compositor brasileiro nos anos 30, resultado de sua incursão pelo país em busca dos elementos formadores de nossa cultura. “Tuhu” era o apelido de infância do maestro, e por isso foi escolhido para compor o nome do projeto. O Brasil de Tuhu é uma realização da Baluarte Cultura, ao lado do Quarteto Radamés Gnattali, e conta com patrocínio da Wilson Sons via Lei Rouanet.
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OSB - CONCERTOS ESPECIAIS I
15/10
Música
Orquestra Sinfônica Brasileira – Cidade das Artes | Grande Sala
Lee Mills, regência
Daniel Guedes, violino
JEAN SIBELIUS
Finlândia, Op. 26
PIOTR TCHAIKOVSKY
Concerto para violino em Ré maior, Op. 35
PIOTR TCHAIKOVSKY
Sinfonia nº 5 em mi menor, Op. 64
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Dia das Crianças na Cidade das Artes (2016)
12/10
Arte e Conhecimento
A criança vê o mundo através dos brinquedos e brincadeiras.
Através do brincar, a criança experimenta, organiza, regula,constrói normas para si e para o outro.
Ela cria e recria a cada nova brincadeira, o mundo que a cerca..
O Dia das Crianças na Cidade das Artes será dedicado à arte do brincar,resgatando as brincadeiras tradicionais e reforçando a importância da interatividade dos pais neste universo, e para encerrar, vai rolar um super show!
Programação
Mundaréu de brincadeiras com o Instituto Tear
Para além do brincar o Instituto Tear comanda as mais diversas brincadeiras de rua de todos os tempos.
Queimado, pega rabo, pique-cola americano, mãe-da-rua, elástico, cabo-de-guerra, corda, amarelinha, gato e rato, corre-cotia, passa anel, parlendas/travalínguas cantados e tantas outras deste universo brincante.
Oficinas de arte coordenadas por Hélio Rodrigues
Coordenada por Hélio Rodrigues, uma equipe de arte-educadores promoverá experiências artísticas muito prazerosas utilizando materiais como argila, linhas e tintas:
Mão no gesso, argila livre, escultura com linhas e luzes, meu retrato é arte e monotipia
Música e movimento com Monique Desiderio
Atividades musicais para crianças e seus acompanhantes com Monique Desiderio, especialista em Educação Musical.
Cirandas, brincadeiras cantadas e rítimicas utilizando o corpo e a voz
Contação de histórias com Benita Pietro e José Mauro Brant
Benita Prieto e José Mauro Brant narram aventuras, fábulas e contos incríveis para crianças de todas as idades!
Oficina de pipas com Max das Pipas
O especialista Max Pipas te ensina a fazer a sua pipa e depois você pode experimentar o novo brinquedo nos Jardins da Cidade das Artes.
Convide o vento para bailar!
Show de encerramento, às 18h, com “Farra dos Brinquedos”
Super show de encerramento que é uma farra! No espetáculo que mistura música e números teatrais, o grupo retrata situações da infância de forma lúdica passeando pelo jazz, samba, choro e baião!
Os músicos Daniela Spielmann (saxofones e flauta), Marcelo Caldi (voz e sanfona), Nando Duarte (violão de 7 cordas e baixo acústico), Carlos Cesar Motta (bateria), Bebel Nicioli (flauta e clarinete), Elisa Addor (voz) e Pedro Miranda (voz e percussão) cantam músicas autorais e envolvem as crianças através de suas histórias.
No Dia das Crianças na Cidade das Artes, o público poderá participar de atividades extras - barquinhos de papel,bolinha de sabão,bambolês e ainda a aprender a fazer mandalas de linha! E mais, curtir um espaço agradável de convivência com food trucks e comidinhas de criança!
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"A Mágica do Riso" | Mágico Patrick
08/10
Arte e Conhecimento
"A Mágica do Riso" | Mágico Patrick
Um espetáculo realizado com recursos teatrais e cômicos integrados à arte da ilusão, levando o público a uma viagem pelas diversas facetas da manipulação, mágicas cômicas, clássicas e de efeito.
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Festival do Rio | Abertura 2016
06/10
Musical
Festival do Rio | Abertura
O público do Festival do Rio terá um percurso bem diferente nesta edição de 2016. A mudança começa já na sessão de abertura,que pela primeira vez será realizada aqui na Cidades das Artes.
A passagem da abertura para a Cidade das Artes, é a concretização de um namoro antigo entre o festival e esta gigantesca casa de cultura da Barra. Aqui,serão destinados ao público convidado 1.050 lugares, sendo que pela primeira vez uma parcela de ingressos serão vendidos - até o ano passado, as sessões de abertura eram restritas para convidados.
Informamos ao público da obrigatoriedade de uso do Traje Passeio Completo.
E o filme A CHEGADA (Arrival), do consagrado diretor Denis Villeneuve, abre esta 18ª edição do Festival do Rio aqui na Cidade das Artes. Recentemente nas listas dos melhores nos festivais de Toronto e Veneza, A CHEGADA terá distribuição da Sony Pictures no Brasil.
A CHEGADA (Arrival)
Diretor Denis Villeneuve (Sicario: terra de ninguém, Os suspeitos)
com Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker
Quando misteriosas naves espaciais aterrissam em todo o mundo, uma equipe de elite - liderada pela linguista Louise Banks - é reunida para investigar. Enquanto a humanidade hesita à beira de uma guerra mundial, Banks e sua equipe correm contra o tempo em busca de respostas - e para encontrá-las, ela terá de se arriscar pondo em perigo a própria vida e, muito possivelmente, a do resto da humanidade. Estados Unidos/ 2016. Exibido nos festivais de Veneza e Toronto 2016.
Sobre o Festival
O Festival do Rio foi criado em 1999 a partir da junção entre a Mostra Banco Nacional e o Rio Cine Festival, eventos que faziam parte do calendário cultural da cidade desde os anos 1980. De lá para cá, o Festival de firmou como um dos mais importantes do mundo e destino obrigatório para os principais destaques cinematográficos do ano.
O evento é realizado pelo Cinema do Rio e pelo Cima - Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente, responsáveis pela produção do Festival, realização da Première Brasil e pelo RioMarket, maior mercado do audiovisual da América Latina.
Alguns dos nomes mais importantes do cinema mundial já passaram pelo Festival apresentando seus filmes. Foram diretores como Roman Polanski, Costa-Gavras, Tom Tykwer, Dario Argento, Leos Carax, Im Sang-soo, João Pedro Rodrigues, Masahiro Kobayashi, Louis Malle, Carlos Saura, John Waters, Peter Greenaway, Stephen Frears, François Ozon, Todd Solondz e os irmãos Paolo e Vittorio Taviani; além de atores como Jeanne Moureau, Samuel L. Jackson, Marisa Paredes, Jeremy Irons, Forest Whitaker, Kylie Minogue, Willem Dafoe, Charlotte Rampling, Ricardo Darín, Danny Glover, Harvey Keitel, Helen Mirren, Isabelle Huppert e Jane Birkin, entre muitos outros.
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Fome,de quê? Oficina - Educação Alimentar e Arte
01/10
Arte e Conhecimento
Fome,de quê? Oficina - Educação Alimentar e Arte
A oficina Fome, de quê? é um caminho de sensibilização para ampliar as reflexões sobre os alimentos que ingerimos, os produtos que utilizamos, trazendo consciência e buscando sustentabilidade para futuras transformações pessoais.
Uma atividade que trabalha as provocações dimensionais com a finalidade de promover as ações na realidade. O objetivo é melhorar a alimentação das crianças, reunindo ações de Arte e Expressão através das oficinas sobre os temas:
o corpo, as emoções, os sentimentos e as sensações.
A Oficina
A oficina é composta por três módulos:
O primeiro módulo ficará a cargo da nutricionista Cynthia Howlett. As crianças serão convidadas a construir a pirâmide alimentar, utilizando frutas, verduras, legumes, pães, doces... Neste primeiro módulo, a duração prevista é de 30 minutos.
O segundo módulo, também destinado às crianças, será conduzido pela artista educadora Bárbara de Crim V., e terá 60 minutos de duração. As crianças irão construir um objeto, individual e coletivamente, com alimentos coloridos - fubá, sal, coloral, açúcar, café, gelatina, achocolatado, farinha integral etc. O objeto construido será levado pela criança como lembrança do aprendizado.
O terceiro módulo destina-se aos pais e responsáveis, e será desenvolvido enquanto as crianças estiverem ocupadas com o segundo módulo. O intuito é orientar os pais acerca da importância da diminuição de ingestão do açúcar e ensiná-los a escolher de forma mais acertada entre os alimentos industrializados. Para isso, a nutricionista vai ensinar a ler os rótulos e a composição dos alimentos. O módulo terá, ainda, indicação de filmes e livros que abordam o assunto.
Informações
Capacidade: 40 pessoas por sessão
Inscrições: saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325.0448 (terça a domingo - 10h às 18h).
Classificação: crianças maiores de 6 anos acompanhadas pelos responsáveis
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Orquestra Sinfônica Brasileira | A Música Clássica no Cinema
01/10
Música
OSB interpreta A Música Clássica no Cinema
Programa mantém temática da Série Safira especial Música de cinema, mas com repertório alternativo devido à crise financeira da orquestra.
Sem receber salários e benefícios desde agosto, os músicos da OSB seguem firmes em suas atividades com mais um concerto na Cidade das Artes, sob a regência do maestro residente da OSB, Lee Mills, neste 1º de outubro, a partir das 21h, intitulado "A música clássica no Cinema".
As obras escolhidas são do período Clássico e Romântico, e estiveram presentes em várias produções cinematográficas. Do Quarteto ‘Imperador’ de Haydn, utilizado na trilha de Casablanca, passando pelas sinfonias de Beethoven, em L.A. Story e Embalos de Sábado à Noite, ou mesmo de Schubert, com sua ‘Inacabada’, utilizada no filme Minority Report, muitos diretores souberam explorar em seus filmes obras emblemáticas do repertório camerístico e sinfônico.
A percepção de que muitas vezes você escuta música clássica e não sabia já foi explorada pela OSB em uma campanha publicitária da orquestra em 2013, produzida ao lado da Artplan, chamada “Clássicos por Trás dos Clássicos”, mostrando como a música orquestral está presente na vida das pessoas e elas nem imaginam. Tendo como pano de fundo produções cinematográficas famosas, a campanha para web ganhou até prêmio em Cannes, maior festival de publicidade do mundo. Desde então, em todas as temporadas, a OSB abre espaço para a clara relação entre o cinema e a música de concerto, aproximando o espaço da sala de espetáculo para novos públicos.
De acordo com Pablo Castellar, diretor artístico da OSB, “este programa nos revela a magia da música no cinema. Diretores com grande habilidade incrementam a sua narrativa cinematográfica, se utilizando da expressividade de obras criadas muito antes da invenção dos irmãos Lumière. A música nos mostra aquilo que a imagem por si só não consegue mostrar. Ela nos traz emoção, nos leva a momentos no espaço e no tempo, nos conecta a personagens, a objetos e lugares, e nos envolvem na história contada”.
INGRESSOS
Assinantes da Série Safira Especial - Música de Cinema ou aqueles que compraram ingressos avulsos para os concertos da Série no dia 01/10 (Herois e Super-Herois), têm os bilhetes válidos para o espetáculo que acontece neste sábado, com o repertório A Música Clássica no Cinema (01/10).
Quem optar pela devolução do dinheiro e fez a sua compra na bilheteria da Cidade das Artes ou pelo site da Ingresso Rápido, deve procurar estes locais para solicitar a respectiva devolução. No caso de Assinantes, a própria FOSB está fazendo o contato.
Os ingressos encontram-se esgotados e as vendas online estão encerradas. Em caso de desistência e devolução de ingressos daqueles que adquiriram anteriormente, existirá a possibilidade de venda na bilheteria da Cidade das Artes, no dia do espetáculo.
Durante essa semana, a Fundação OSB também realizará sorteio de alguns pares de ingressos para quem acompanha as atividades da orquestra pelo Facebook.
Sobre Lee Mills
Em 2016, Lee Mills assumiu o cargo de Maestro Residente da Orquestra Sinfônica Brasileira, depois de ter sido, por dois anos, Maestro Assistente da mesma. Em sua carreira, atuou como diretor musical da Orquestra Sinfônica da Universidade de Towson, em Maryland, por três anos. Vencedor da bolsa da Fundação Georg Solti nos EUA, formou-se em regência orquestral em 2011, tendo como tutores Marin Alsop e Gustav Meier. Foi o fundador da Orquestra de Câmara Divertimento em Walla Walla, Washington, e já esteve à frente das sinfônicas de Saint Louis, Baltimore e Bozeman, dos balés de Moscou e Montana, e de diversos outros grupos.
Sobre a Fundação OSB
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações: foi a primeira orquestra brasileira a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Durante 76 anos de trajetória ininterrupta, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e teve à frente maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, dentre muitos outros.
Sob a direção artística de Pablo Castellar e composta por mais de 90 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla, em sua programação regular de concertos, apresentações especiais e projetos educativos, um amplo universo musical - da produção barroca aos compositores contemporâneos. Para viabilizar suas atividades, a Fundação OSB conta com o incentivo da Prefeitura do Rio de Janeiro, do BNDES, da construtora Carvalho Hosken e de um conjunto de patrocinadores da iniciativa privada, através dos mecanismos federais de incentivo à cultura.
Para saber mais sobre o processo de assinaturas acesse o site da OSB – www.osb.com.br.
CONCERTO "A música clássica no Cinema".
Sábado, 1º de outubro, às 21h, na Cidade das Artes
Lee Mills, Maestro Residente da OSB
PROGRAMA
A MÚSICA CLÁSSICA NO CINEMA - CIDADE DAS ARTES
Lee Mills, regência
JOSEPH HAYDN
Quarteto de cordas em Dó maior nº 3, Op. 76 - “O Imperador” | II. Poco adagio, cantabile
Aparece em filmes como: Casablanca e Os Doze Condenados
WOLFGANG AMADEUS MOZART
Pequena Serenata Noturna em Sol maior, K.525 | II. Romanze
Aparece em: X-Men2
As Bodas de Fígaro, K.492 | Abertura
Aparece em: Noiva em Fuga
Concerto para Clarineta, K.622 | II.Adagio
Aparece em filmes como: Gigolô Americano, A Força do Amor e Beleza Roubada
Sinfonia nº 25 em sol menor, K.183 | I. Allegro con brio
Aparece em filmes como: Amadeus e Romeu + Julieta
LUDWIG VAN BEETHOVEN
Sinfonia nº 5 em dó menor, Op. 67 | I. Allegro con brio
Aparece em filmes como: Austin Powers, L.A. Story e Embalos de Sábado à Noite.
Sinfonia nº 7 em Lá maior, Op. 92 | II. Allegretto
Aparece em filmes como: Minha Amada Imortal e Irreversível
GABRIEL FAURÉ
Pavane, Op. 50
Aparece em filmes como: O Heroico Covarde e Sr. Ninguém
FELIX MENDELSSOHN
Sonho de uma noite de verão, Op.61 | IV. Marcha Nupcial
Aparece em filmes como: Família Adams, Confissões de uma Mente Perigosa, The Rocky Horror Picture Show, entre outros.
EDWARD ELGAR
Variações Enigma, Op. 36 (Variações sobre um Tema Original) | IX. Nimrod Moderatto
Aparece em filmes como: Crush e Elisabeth
FRANZ SCHUBERT
Sinfonia nº 8 em si menor, D.759 - "Inacabada" | I. Allegro moderato
Aparece em: Minority Report
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Curso com Jorge Larrosa - Professor de Filosofía da Educação na Universidade de Barcelona
27/09 a 29/09
Curso | Tempos, espaços, materialidades e sujeitos no trabalho artístico e educativo
O curso se propõe a refletir sobre a arte e a educação como dispositivos materiais que constroem e dão tempo (livre), espaço (público) e bens (comuns), e que posicionam os sujeitos em uma perspectiva de igualdade.Trata-se também de analisar a cidade contemporânea como o lugar da privatização, capitalização, e, portanto, o arrasamento dos tempos, dos espaços, das materialidades e das formas de subjetividade que constituem “o educativo”, “o artístico”, e “o cultural”.
No curso, serão discutidos textos e imagens a fim de provocar a discussão entre os participantes e, idealmente, constituir um espaço coletivo para o pensamento e a in (ter) venção.
JORGE LARROSA
Professor de Filosofía da Educação na Universidade de Barcelona, fez pós- doutorado em Paris e Londres. Autor de vários livros publicados na Espanha, Argentina, Colômbia, México, Venezuela, França e Brasil. Autor de quase uma centena de artigos em revistas de diferentes países. Membro do Conselho Editorial de várias revistas. Professor convidado em universidades europeias e latino-americanas. Suas obras, de clara vocação ensaística, movem-se entre a filosofia, a literatura e as artes. Seus principais temas são a relação entre experiência e linguagem, experiência e subjetividade, experiência e educação.
Jorge Larrosa tem trabalhado frequentemente com artistas (ambas as artes - visuais e artes cênicas) e mediadores culturais. Entre as suas obras artísticas e culturais destacam-se: a conferência “Experiência e Educacão” no curso “Arte e mediacões” (29ª Bienal de São Paulo, São Paulo 2011), o projeto teatral “Ensaios Ignorantes” (com Juliana Jardim, SESC Interlagos, São Paulo 2011), a curadoria de “Palavra Muda” (projeto teatral com Zebba Dalfarra, Ausgang Teatro e a Escola de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo, 2013), a residência artística “Palavra Muda” (no 7º Festival de Dança Interação e Conectividade, Salvador, Bahia, 2013), o curso “Bens públicos/bens comuns”. Arte, educação e acessibilidade” (31ª Bienal de São Paulo, São Paulo 2014), e a direção do Laboratório "Mais Diferenças de Experimentação e Educação e Cultura Inclusiva" (desde 2013).
Como editor, dirige três coleções de livros: a coleção de “Pedagogia” da editora Laertes (Barcelona, Espanha), a coleção “Educacão: novas linguagens”, da editora Miño y Dávila (Buenos Aires, Argentina) e a coleção “Educação e experiência” na editora Autêntica (Belo Horizonte, Brasil).
Informações
Custo R$300,00 - Vagas limitadas
Inscrições pelo email: saladeleitura@cidadedasartes.org
Mais informações pelo telefone: 3325-0448
As inscrições só serão confirmadas após o pagamento.
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Conferência com Jorge Larrosa - "Um saber realmente útil"
26/09
Arte e Conhecimento
“Um Saber Realmente útil”é o título de uma exposição realizada no Museu Reina Sofia em Madrid, entre 2014 e 2015. A ideia curatorial da exposição se remetia a uma discussão que ocorreu em organizações de trabalhadores no Reino Unido, nas décadas 1820 e 1830, sobre a necessidade de educação dos filhos dos pobres não se reduzir ao que era "útil" para eles, mas que contivesse as mesmas disciplinas "inúteis" e pouco práticas que os filhos da burguesia eram educados. A partir dessa ideia, e tendo alguns textos de Jacques Rancière sobre a apropriação do tempo livre de trabalho e dos saberes considerados menos “úteis”, a conferência procurará refletir sobre o que pode significar, hoje, uma Escola de Artes.
Vagas limitadas
Inscrições: saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325.0448 (terça a domingo – 10h às 18h).
Evento Gratuito
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