A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.
Exibição do filme Território do Brincar, com roda de conversa
07/04
Arte e Conhecimento
O Movimento BrincaCidade convida a todos para a exibição do filme Território do Brincar.
O filme tem como propósito sustentar uma narrativa do brincar infantil. Ao longo de vinte e um meses, diversas crianças e seus trejeitos, das variadas realidades do Brasil, foram representadas. O filme faz parte de um projeto de pesquisa, registro e divulgação.
Além da exibição do filme, teremos, na sequência, uma descontraída roda de conversa, em que bebês, crianças, pais, educadores e demais interessados serão bem-vindos.
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Johann Sebastian Rio | O Maestro Provisório
05/04
Música
A orquestra Johann Sebastian Rio em apresentação exclusiva para crianças da rede pública
A orquestra Johann Sebastian Rio vai alegrar o palco da Cidade das Artes com o seu primeiro espetáculo infantil – O Maestro Provisório. A mistura de linguagens que caracteriza o grupo desta vez brinca com o universo mágico dos palhaços. A apresentação acontece dia 05 de abril, terça, e é exclusiva para crianças da rede pública municipal e de comunidades da cidade do Rio. Uma co-realização Cidade das Artes. O patrocínio é da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da empresa Anbima.
O concerto vai contar a história de Matilde e Provisório, dois palhaços que se reencontram. Ele decide tentar a vida como maestro e levar a parceira como sua assistente, mas o mundo da música clássica é desconhecido para eles, o que vai gerar várias confusões. A trama é costurada pelo personagem Produtor, interpretado pelo ator Aramís David Correia. Deborah Bapt assina a direção teatral e o texto, que faz um questionamento bem humorado do papel que se espera do próprio maestro e dos músicos de uma orquestra.
Os palhaços, que interagem com os músicos, são interpretados pelos atores Letícia Medella e Kadu Garcia. O diretor Felipe Prazeres comenta a escolha das composições. "Selecionamos um repertório leve, um apanhado de grandes clássicos, além de canções infantis e cirandas, apresentados de forma “orquestrada”, porque a gente acredita na capacidade da criança de absorver uma música elaborada”. No programa estão incluídas obras como Mascagni, Holst, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Boccherini e Pixinguinha, além de cirandas infantis.
O roteiro musical é de Felipe Prazeres e os arranjos e a composição de Ivan Zandonade. O figurino conta com Tatti Simões, artista plástica e estilista, e a iluminação é de João Franco, que trabalha há 40 anos com peças, musicais e grandes festivais.
A orquestra JOHANN SEBASTIAN RIO
O nome da orquestra é uma homenagem ao compositor alemão Bach e à cidade do Rio. “Sebastian” faz referência ao padroeiro São Sebastião e a palavra bach, em alemão, significa ribeiro. A Johann Sebastian Rio é uma orquestra barroca pela sua aura leve e dançante, mas também contemporânea, e Bach é um dos compositores mais emblemáticos daquele período, tão inovador que permanece atual.
A orquestra foi criada em novembro de 2014 pelo violinista e regente Felipe Prazeres, diretor artístico do grupo, pela produtora Vanessa Rocha, diretora executiva, e pelos violistas Eduardo Pereira e Ivan Zandonade, que assinam a assessoria artística. O objetivo é renovar o público da música clássica e diversificar as formas de apresentação, produzindo espetáculos sensoriais que integram música e imagem com recursos como video mapping, iluminação, design e interação com outras artes. A proposta é explorar vários espaços como galerias, parques, casas noturnas e produzir clipes e tesears irreverentes para a internet.
O grupo é formado por 16 músicos, todos experientes e reconhecidos entre os principais conjuntos sinfônicos cariocas e brasileiros, integrantes da Petrobras Sinfônica, Orquestra do Theatro Municipal, Sinfônica da UFRJ, Sinfônica Brasileira, Sinfônica Nacional e Sinfônica da Bahia.
JOHANN SEBASTIAN RIO
Músicos
Ana Catto (violino)
Eduardo Antonello (cravo)
Eduardo Pereira (viola)
Estevan Reis (viola)
Fábio Peixoto (violino)
Felipe Prazeres (spalla)
Ivan Zandonade (viola)
Lula Washington (violão)
Márcio Sanchez (violino)
Marco Catto (violino)
Marcus Ribeiro (violoncelo)
Maressa Carneiro (violino)
Mateus Ceccato (violoncelo)
Priscila Plata Rato (violino)
Rodrigo Favaro (contrabaixo)
Thiago Teixeira (violino)
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Stanley Kubrick | Laranja Mecânica - CineArtes
03/04
Musical
A Cidade das Artes convida!
O projeto CineArtes homenageará a cada mês um diretor, ator ou tema relevante da história da sétima arte. As sessões acontecerão na Sala Eletroacústica e neste mês o homenageado é o diretor americano Stanley Kubrick que foi um dos mais importantes cineastas de todos os tempos. Sua originalidade e persistência, aliadas a uma técnica meticulosa, profunda e paciente o colocam no panteão dos mais influentes diretores da história.
Laranja Mecânica SINOPSE
Violento, bombástico, arrebatador, sonoro, dançante e assustador. O alucinado Alex (Malcolm McDowell) tem sua própria forma de se divertir. Sempre às custas da tragédia dos outros. A transformação de Alex de um punk sem moral até um cidadão exemplar doutrinado e sua volta ao estado rebelde, compõe a chocante visão do futuro que Stanley Kubrick elabora a partir do livro de Anthony Burguess.
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Akira Kurosawa | CineArtes
06/03 a 27/03
Arte e Conhecimento
CineArtes | Akira Kurosawa
O projeto CineArtes homenageará a cada mês um diretor, ator ou tema relevante da história da sétima arte. As sessões acontecerão sempre aos domingos e no primeiro mês o homenageado é o diretor japonês Akira Kurosawa.
Kurosawa foi um dos cineastas mais importantes do Japão, e seus filmes influenciam uma grande geração de diretores do mundo todo.
Com uma carreira de cinquenta anos, dirigiu 30 filmes. É amplamente considerado como um dos cineastas mais importantes e influentes da história do cinema.
Em 1989 foi premiado com o Oscar pelo conjunto de sua obra.
Programação
06/03 - Fortaleza Escondida
13/03 - 7 Samurais
20/03 - Sonhos
27/03 - Dersu Uzala
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Divertida Mente | CineArtes
23/03 a 26/03
Arte e Conhecimento
Divertida Mente - vencedor do Oscar 2015 de melhor longa-metragem de animação
Divertida Mente, de Pete Docter e Ronnie del Carmen,que assinam uma joia da animação e um filme que aborda um tema tão complexo como o das emoções humanas, sobretudo quando ocorrem na mente da protagonista Riley à medida que se aproxima da adolescência.
O filme seduziu os espectadores e arrecadou US$ 857 milhões em bilheterias de todo o mundo, tornando-se um dos 50 filmes que mais faturaram nos cinemas. Pete Docter já tinha assinado outros sucessos com particular sensibilidade, como "Up - Altas Aventuras" (2009) e "Monstros S.A." (2001).
Divertida Mente explica, a adultos e crianças, como as emoções - encarnadas pelos personagens que representam os sentimentos de alegria, tristeza, medo, repulsa e fúria - tentam conviver no cérebro, que nas mãos de Docter se enche de cores vivas, bolas quase mágicas chamadas de "lembranças essenciais" e grandes doses de sensibilidade e ação.
O filme prima pela originalidade e a criatividade para abranger o complexo funcionamento das emoções humanas, e a ele se chegou após cinco anos de trabalho e até sete versões cinematográficas.
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Grupo Kodo | Dadan
17/03 a 19/03
Música
KODO em DADAN
A Cidade das Artes recebe o espetáculo DADAN , um dos mais aclamados projetos do tradicional grupo percussivo Kodo. Criada por Tamasaburo Bando - onnagata (ator especializado em papéis femininos) no Kabuki mais celebrado do país asiático –, a montagem explora de maneira vigorosa os sons dos milenares tambores taiko, em seus mais variados tipos e tamanhos.
Diferentemente do padrão das performances do grupo,DADAN, que significa “os homens dos tambores”, se caracteriza pela ausência de canto, dança, flautas e componentes do sexo feminino. Na medida em que os componentes do elenco se revezam no tambor gigante (O-daiko), posicionado no centro do palco, os movimentos testam, simultaneamente, os limites físicos, a técnica, o coração e a mente de cada um dos integrantes.
A palavra kodo em japonês possui dois significados: o de pulsação, que é a fonte de origem de todos os ritmos e nos remete à batida do coração que sentimos no útero materno; e o de "crianças do tambor", que reflete o desejo do grupo de tocar seus tambores de forma simples, como um coração de criança.
Programa
Toudoufuu Tomohiro Mitome, 2009
Kaden Tamasaburo Bando, 2012
Colour Masayuki Sakamoto, 2009
Biei Tomohiro Mitome, 1999
Tomoe Kodo, 2003
Ajara Mitsuru Ishizuka, 2006
Phobos Kenta Nakagome, 2009
Mute Yosuke Oda, 2013
Kusawake Yuta Sumiyoshi, 2013
Kei Kei Yuta Sumiyoshi, 2012
Dan Kodo, arranjo Tamasaburo Bando, 2014
Duração: 90min (sem intervalo)
Elenco
Yuichiro Funabashi
Mitsuru Ishizuka
Yosuke Oda
Kenta Nakagome
Tsuyoshi Maeda
Shunichiro Kamiya
Ryotaro Leo Ikenaga
Hayato Otsuka
Masaya Koike
Masayasu Maeda
Kodai Yoshida
Equipe
Direção Artística: Tamasaburo Bando
Produção de palco: Kazuki Imagai, Masafumi Kazama
Iluminação - Designer: Kenichi Mashiko (S.L.S.)
Iluminação - Operador: Ayaka Miyanaga (S.L.S.)
Engenheiros de Som: Kaori Abe (Niigata Shomei Giken), Takuro Susaki
Figurino: Maya Minowa
Cabeleireiro: Takashi Akamine
Gerente: Yui Kawamoto
Site oficial do Grupo KODO | www.kodo.or.jp
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Origami | Oficina
19/03
Arte e Conhecimento
Oficina de Origami para crianças
Origami é a arte japonesa de dobrar o papel. Venha aprender com o professor Bruno Ferraz divertidas formas como caixinha, coração entre outros. O origami também trabalha a memória, concentração, visão espacial e você ainda levará para casa todas as dobraduras feitas no dia.
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
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Haikai | Oficina
16/03
Arte e Conhecimento
A atividade busca apresentar a linguagem da poesia Haikai. De uma forma lúcida e divertida as crianças irão criar seus próprios poemas e confeccionar marcadores de livros. No final acontece um pequeno sarau para recitar as poesias criadas durante a oficina.
Vagas limitadas (inscrições: 3325-0448 ou saladeleitura@cidadedasartes.org)
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Oficina de painéis de pano - Rio de Janeiro
05/03
Arte e Conhecimento
No dia 01 de março celebramos o aniversário do Rio de Janeiro. Sendo assim, realizaremos uma atividade apresentando para as crianças diversos poetas que utilizaram a beleza do Rio de Janeiro como inspiração para os seus poemas.
Em seguida as crianças irão confeccionar painéis de pano com o tema "Rio de Janeiro é Poesia".
Vagas limitadas.
Inscrições:3325-0448 ou saladeleitura@cidadedasartes.org
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CineArtes | Maria Bethânia, Caderno de Poesia
05/03
Arte e Conhecimento
Exibição do documentário | Caderno de Poesia - Maria Bethânia
Gravado ao vivo na Universidade Federal de Minas Gerais, Maria Bethânia interpreta obras literárias e musicais de grandes escritores, poetas e músicos brasileiros e portugueses, incluindo nomes como Guimarães Rosa, Dorival Caymmi, Carlos Drummond de Andrade, Fausto Fawcett, Manuel Bandeira, Ascenso Ferreira, Mario de Andrade, Capinam, Wally Salomão, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Patativa do Assaré, Luiz Gonzaga, Fernando Pessoa, Vicente Celestino, Chico Buarque, Castro Alves, Maria Isabel Velloso, Renato Teixeira, Olavo Bilac, Sophia de Mello Breyner, Gerônimo, Jorge Benjor, Moraes Moreira, entre outros.
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Repertório Shakespeare | Macbeth e Medida por Medida
19/02 a 28/02
Teatro
REPERTÓRIO SHAKESPEARE | MACBETH E MEDIDA POR MEDIDA
O Repertório Shakespeare combina um clássico constante nos palcos brasileiros a outro raramente montado. Atores de diferentes gerações e estilos desdobram-se em múltiplos papéis. Contrastes e complementaridades entre Macbeth e Medida por Medida resultam numa terceira margem de percepções humanas sobre morte, poder e medo.
MACBETH
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Macbeth (Thiago Lacerda), um general corajoso, ao voltar triunfante da guerra, encontra três criaturas misteriosas, videntes que lhe fazem a seguinte profecia: Macbeth será rei, em um futuro próximo.
A ambiciosa Lady Macbeth (Giulia Gam), esposa de Macbeth, ao ficar sabendo da profecia, instiga seu marido a matar Duncan (Sylvio Zilber), o atual rei.
Quando o crime é descoberto, os filhos de Duncan, Malcolm (Rafael Losso) e Donalbain (Lui Vizotto), sentindo-se ameaçados, resolvem fugir e Macbeth é coroado.
Duração: 1h40, sem intervalo.
MEDIDA POR MEDIDA
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Alarmado com a imoralidade e a corrupção que tomaram conta de sua cidade, o Duque (Marco Antônio Pâmio) resolve reintroduzir uma antiga lei que pune todo e qualquer abuso sexual com a morte.
Contudo, ele deixa que a lei seja implementada por seu vice, Ângelo (Thiago Lacerda), a quem transfere o poder por um período, enquanto ele se disfarça de frei para observar tudo à distância.
Duração: 1h50, sem intervalo.
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“São Sebastião do Rio de Janeiro - A Formação de uma Cidade”
27/02
Arte e Conhecimento
“São Sebastião do Rio de Janeiro - A Formação de uma Cidade”
Documentário produzido pela Bang Filmes conta a história da cidade do Rio de Janeiro
Após a exibição do filme, ocorrerá um bate-papo com a diretora Juliana de Carvalho
“A minha alegria atravessou o mar e ancorou na passarela, fez um desembarque fascinante no maior show da terra”. Com os versos do samba enredo da Escola União da Ilha no carnaval de 1982, a jornalista e apresentadora de TV Leilane Neubarth dá início à narração do documentário “São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de Uma Cidade”, dirigido e produzido por Juliana de Carvalho, da Bang Filmes & Produções.
O documentário, que tem 90 minutos de duração e conta a história da formação urbana da cidade, tratando-a como uma personagem, perseguindo os vestígios arqueológicos de seus primeiros habitantes, das lutas travadas na conquista desse espaço, dos grandes acontecimentos históricos que aqui se forjaram, das reformas e intervenções urbanas que moldaram o desenho de cidade e a alma do povo que nela vive.
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Fala,Bicho! - Grupo Costurando Histórias
20/02
Arte e Conhecimento
Desta vez, as histórias de Fábio Sombra, Silvia Orthof e Leonardo Boff fornecem linha e panos para as costuras do grupo. Tem ciranda no brejo e tapete novo na roda. Esplendor na mata e confusão na Av. Atlântica. Viola caipira, buzinas, cacarejos, pios e coaxos dão enredo ao proseado.
A particular trajetória do Costurando Histórias apresenta neste espetáculo histórias de grandes autores que abordam direta ou indiretamente a questão ambiental. Como viver em harmonia entre buzinas e prédios? É possível uma grande comemoração no brejo, com animais de diferentes espécies, sem que haja confusão? O que podemos fazer para não calar nosso desejo de expressão? Podemos contar com o grande espírito da floresta para nos ajudar em nossa capacidade inata de beleza e alegria?
Essas e outras questões são desenvolvidas de forma lúdica, dramática, poética e interativa através da linguagem da narração com os tapetes de histórias. A técnica que nasceu na França e chegou há quinze anos no Brasil, introduzida pelo mestre Tarak Hammam com a parceria da atriz e diretora da Cia. Costurando Histórias, Daniela Fossaluza.
Direção e adaptação: Daniela Fossaluza
Elenco: Daniela Fossaluza, Denise Goneve e Cezar Augusto Pereira
Criação dos Tapetes: Daniela Fossaluza e Denise Goneve com a colaboração de Ama Oliveira
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Matinê de Carnaval com o Zoobloco
30/01
Arte e Conhecimento
Matinê de Carnaval com o Zoobloco
Pelo segundo ano a Cidade das Artes entra no clima do carnaval com a matinê do Zoobloco para as crianças de todas as idades. Confetes, serpentinas e um repertório animado apenas com músicas que têm animais como tema, de infantis, como Arca de Noé e Saltimbancos, a Gilberto Gil, Raul Seixas, Secos e Molhados, passando por canções tradicionais do nosso folclore.
Prepare sua fantasia de bicho e venha porque o Zoobloco é animal!
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Oficina de Arte com Sustentabilidade
23/01
Arte e Conhecimento
Oficina de Arte com Sustentabilidade
A oficina trabalha a ideia de reaproveitamento de materiais descartados em nosso cotidiano transformando-os em arte. Serão apresentados alguns exemplos do uso dessa linguagem na arte, dentre eles, a obra do artista plástico - Vik Muniz.
O paulistano Vik Muniz é um artista plástico conhecido no mundo todo. Atualmente morando em Nova York (EUA), se notabilizou por utilizar materiais pouco usuais em suas obras, como chocolate e açúcar, bem como um outro elemento importante e diferenciado: o lixo.
Depois da apresentação dos exemplos as crianças poderão criar suas próprias obras de arte.
Atividade gratuita que será realizada na Sala de Leitura para crianças maiores de 8 anos.
Vagas esgotadas
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Sarauzinho e Oficina de Poesia Haikai
16/01
Arte e Conhecimento
A linguagem HAIKAI estimulando a criatividade das crianças
A atividade busca apresentar a linguagem da poesia Haikai.De uma forma lúdica e divertida as crianças irão criar seus próprios poemas e confeccionar marcadores de livros. Ao final da atividade será realizado um pequeno sarau, onde as crianças recitarão as poesias criadas durante a oficina.
HAIKAIS
Haikais são poemas curtos que utilizam linguagem sensorial para capturar um sentimento ou uma imagem. Eles normalmente são inspirados por um elemento da natureza, um momento de beleza ou uma experiência comovente. O haikai foi originalmente desenvolvido por poetas japoneses, e a forma foi adaptada por poetas brasileiros e de outros países.
Atividade gratuita que será realizada na Sala de Leitura para crianças maiores de 8 anos.
Vagas limitadas para 40 crianças | Inscrições pelo link http://goo.gl/forms/qsh506FAjj
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Colo de Avó
09/01
Arte e Conhecimento
A partir do livro de poesias Colo de avó, da premiada poeta Roseana Murray, a atriz, psicóloga e contadora de histórias Julia Cárdenas propõe um tempo dilatado, um momento de compartilhamento de experiências e aproximação entre crianças e a terceira idade. O espetáculo é acompanhado pela musicista Priscilla Paraiso.
Crianças de 4 a 10 anos (ou todos aqueles que têm, tiveram ou são avós)
Foyer do Teatro de Câmara
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Rui de Oliveira - Traços de uma história
03/10 a 20/12
Arte e Conhecimento
Mostra celebra 40 anos de carreira de Rui de Oliveira, renomado ilustrador e animador brasileiro, com trabalhos em mais de 130 livros
Gosto de ilustrar livros com conteúdos e propostas literárias bem diferentes uma da outra. Acredito que este seja o aspecto mais fascinante do ato de ilustrar, e sem dúvida o maior desafio para o ilustrador. Em meu trabalho, sempre almejo que a interpretação que tenho do texto não seja a única. Procuro, sempre que possível, criar portas – verdadeiras passagens secretas para que as pessoas tenham as suas próprias e particulares visões Rui de Oliveira
Durante o período da Exposição serão realizadas visitas guiadas, oficinas e palestras de Rui de Oliveira.
De terça à sexta, 10h e 14h
Sábado e domingo, 11h e 15h
Informações e agendamento para escolas e grupos | saladeleitura@cidadedasartes.org ou (21) 3325-0448
Palestras
Dia 07/10 – A LEITURA DA ILUSTRAÇÃO NOS LIVROS PARA CRIANÇAS E JOVENS
Palestra para professores e mediadores de leitura:
14h – Após a visita à exposição, ocorrerá a palestra.
Inscrições pelo e-mail ou telefone. Vagas limitadas.
saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325-0448
Dia 24/10 – Palestra: COMO VEJO A ARTE DE ILUSTRAR LIVROS - Processo de criação
17h – Após a visita à exposição, ocorrerá a palestra. Vagas limitadas. Público livre.
saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325-0448
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Hilda & Freud
21/11 a 20/12
Teatro
Uma relação de amor com a psicanálise
A análise da poeta Hilda Doolittle com Sigmund Freud na Viena dos anos 30, compõe um dos mais importantes testemunhos sobre a prática da psicanálise efetuada por seu fundador. Durante a ascensão do nazismo, Hilda expõe com detalhes seus encontros no consultório do pai da psicanálise, onde se despe de qualquer censura para reviver seu conturbado passado que resultou em um bloqueio literário. A vida de uma mulher à frente de seu tempo, dona de um percurso marcado pelos traumas deixados durante a I Guerra Mundial, seus medos, amores, lutas, sonhos e alucinações suscitam em seu analista intervenções geniais que mudam a vida da escritora, além de fortalecer uma relação de forte amizade entre os dois.
Hilda e Freud, com Bel Kutner e Antonio Quinet, com direção dele e Regina Miranda
Segundo o psicanalista (autor, diretor e ator) Antonio Quinet, “As pessoas vão ver um Freud em ação de uma forma inimaginável através da visão de uma paciente, e não de seus próprios relatos”. A convite do Freud Museum, duas temporadas do espetáculo foram apresentadas, uma em 2013 e uma em 2015, em Londres, quando do lançamento do livro da peça em inglês. Em agosto deste ano, Hilda e Freud também passou pela cidade de Buenos Aires, na Argentina. Nas apresentações internacionais, Quinet contou com atrizes convidadas. Para a estreia nacional, ele chamou a atriz Bel Kutner, que se encantou imediatamente com o projeto. “Há um ano o Antonio me procurou e surgiu uma vontade de trabalharmos juntos. Depois de outros textos de sua autoria ele me apresentou Hilda e Freud e eu fiquei alucinada. Hilda era uma mulher muito sensível, que passou por coisas tenebrosas e buscou sua salvação na arte, na poesia e na psicanálise, numa época que a psicanálise estava florescendo, enquanto o mundo se deteriorava por conta das guerras. Ela pertenceu à nata da intelectualidade inglesa, e, nos anos 70, depois de sua morte, foi transformada num ícone do universo feminista por assumir em vida sua veia artística e sua bissexualidade. Uma guerreira que sobreviveu através de sua arte e sua história”.
Baseada nos escritos e na correspondência de Hilda Doolittle (1886-1961), os espectadores assistem à trajetória e aos conflitos dessa delicada escritora e sua relação de amor em versos livres, definição de sua relação com seu psicanalista. Com uma vida afetiva libertária e tumultuada, de uma sensibilidade extrema e melancólica, H.D. fez algumas tentativas de análise até chegar ao divã de Freud. Em março de 1933, desembarcou em Viena e instalou-se num hotel para sessões diárias no divã em que fez sua “grande viagem” com o Professor, o “médico irrepreensível”.
Durante esse período escreveu o diário de sua análise, com sonhos, associações, devaneios e intervenções de Freud. O relato, chamado por ela de Advento, é intenso, emocionante e em carne viva. Ela com 47 anos e ele com 77 anos iniciaram uma relação - primeiro analítica e depois de amizade - que durou até o final da vida de Freud. Em 1944, H.D. reescreveu sua experiência analítica em forma de breves capítulos, uma prosa poética em que, mesclando sonhos, realidade e imaginação, traz a narrativa reinterpretada dessa análise como um grande tributo amoroso a Freud. Neste texto, Escrito na parede, transformou uma experiência alucinatória enigmática no eixo de sua análise, mostrando Freud como um “curador de um grande museu arqueológico”, que é ao mesmo tempo o consultório e seu inconsciente. Ambos os textos compõem o livro Tribute to Freud, constituindo um testemunho, dentre os mais importantes de seus pacientes, sobre a prática da psicanálise por seu fundador.
A peça mescla uma linguagem poética e erudita com projeções contemporâneas que ambientam o expectador na imaginação e no inconsciente dos personagens. A direção de arte e cenografia assinadas por Analu Prestes, transportam o público para o poder evocador dos versos e das imagens poéticas do universo imaginista (movimento literário inglês) do qual Hilda Doolittle foi o símbolo. A produção dá continuidade à pesquisa “Teatro e psicanálise”, desenvolvida por Antonio Quinet no âmbito do mestrado e doutorado da Universidade Veiga de Almeida, na qual pretende transmitir a psicanálise através do teatro, e assim levar ao público, artisticamente, as descobertas da do inconsciente. Aos domingos, após as apresentações, os atores farão debates com mestres da psicanálise e artistas do mundo teatral.
Hilda e Freud é também resultado de uma bem-sucedida parceria entre Quinet e Regina Miranda. Ambos uniram o pensamento coreográfico teatral com o pensamento da psicologia do teatro em movimento. “Nós temos uma longa história juntos. Em quase dez anos de parceria, descobrimos que compartilhávamos dos mesmos objetivos. Foi gerada uma confiança mútua. Um desejo de tornar público um conhecimento pela via estética”, reflete Regina. Assim como Antonio Quinet, a diretora, conhecida internacionalmente como uma das mais conceituadas coreógrafas e gestoras culturais, sempre nutriu a vontade de disseminar a psicologia através da arte. “Somos complementares. Não temos a mesma visão sobre a mesma coisa. Temos um diálogo muito rico”, conclui.
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Auto das Pastorinhas - Giramundo
20/12
Teatro
Natal na Cidade das Artes
O Auto das Pastorinhas é uma representação teatral com danças e cantos realizada diante do presépio para comemorar o Natal. Sua origem são os autos portugueses da Natividade e se divide em cenas ou jornadas que, além das danças e cantos, incluem ainda declamações e louvações. O espetáculo do Giramundo é uma adaptação de material musical pesquisado na região de Belo Horizonte pelo professor José Adolfo Moura e recriado pelo maestro Lindembergue Cardoso, somada à ideia do Presépio.
A montagem Giramundo
O Auto das Pastorinhas do Grupo Giramundo, conta com 33 bonecos, em sua maioria da técnica conhecida como “marote”, onde a manipulação é feita de baixo para cima.O marionetista controla o boneco através de um bastão que ocupa o seu interior e que move também a cabeça do boneco por pequenas varetas ligadas às mãos dos personagens. O Auto das Pastorinhas utiliza um corpo de 8 marionetistas, permitindo a realização simultânea de cenas de dança e cantoria com mais de 10 bonecos em cena.
O auto
É uma forma de teatro de origem religiosa. Foi trazido de Portugal para o Brasil pelos Jesuítas que o utilizaram na catequese dos índios. Com o passar do tempo foram sendo incluídos personagens, bailados e cantos de origem popular brasileiros.
São exemplos de auto brasileiro - o Congado, a Marujada, o Bumba-meu-boi e as Pastorinhas.
O presépio
Acredita-se que o criador do Presépio tenha sido São Francisco de Assis, que armou o primeiro em Gréccio, na Itália em 1223. O Presépio procura representar o estábulo de Belém e as cenas que se seguiram ao nascimento de Jesus. A partir do século XVI introduziram-se as representações para se comemorar o Natal com cantos e danças como as Pastorinhas.
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