A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.
EIXORIO - GALERIO
12/08 a 15/08
Artes Visuais
O GALERIO nasce como plataforma de visibilidade para o grafite e outras manifestações de arte urbana.
Os muros que margeiam os 40,4 Km da Linha 2 do Metrô serão usados como tela para que artistas do brasil e do exterior exponham seu talento e, simultaneamente, contribuam para a revitalização do entorno, trazendo melhorias para os moradores. De São Cristóvão à Pavuna, o GALERIO ampliará o potencial artístico, social e econômico de moradores dos 17 bairros da Zona Norte do Rio, por onde passam 15 estações do Metrô.
EIXORIO
Com o objetivo de disponilibizar para os cariocas uma plataforme de articulação e desenvolvimento para dar visibilidade e potencializar a cena urbana das Zonas Norte e Oeste, a fim de acelerar seu crescimento sócio-econômico-cultural e , sobretudo, descobrir e impulsionar jovens talentos destas regiões, a Prefeitura do Rio de Janeiro criou o Instituto EIXORIO. Em sinergia com suas Secretarias e demais órgãos da Prefeitura, o EIXORIO estimulará projetos nas áreas de artes plásticas, música, dança, fotografia e moda que reativarão locais públicos e privados, gerando vitalidade cultural e econômica.
O EIXORIO surge em um momento especial de transformação do Rio de Janeiro, quando o carioca volta a sentir orgulho de sua cidade. Com inteligência, inovação e criatividade, imbuído do espírito descontraido e vanguardista, peculiar de quem nasce na Cidade Maravilhosa ou a escolhe para viver, o EIXORIO identificará oportunidades e vocações naturais de cada região.
Além de conectar as quatro regiões da cidade, as ativações idealizadas pelo Instituto irão interagir com a arquitetura urbana, estimulando o fomento, a reordenação e a conservação de locais abandonados ou até então pouco explorados. Entre os benefícios para a população estão a melhoria da qualidade de vida, o incentivo à cultura e o desenvolvimento econômico de empreendedores do entorno.
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A poética nômade, efêmera e urbana de Alê Souto em duas obras: "Empilhamento" e "O Caminhante e sua metrópole móvel"
22/06 a 04/08
Artes Visuais
Alê Souto, que já expôs seu trabalho em outros países como México e Estados Unidos, traduz sua poética nômade, efêmera e urbana nessas duas obras.
Em “Empilhamento” o espectador pode circular entre os volumes que estão uns dentro dos outros, fazendo uma metáfora às grandes cidades, onde o formato cubo se multiplica diversas vezes em seu cenário, e interagir com esses formatos dentro da peça. Assim, ao longo desse processo, é descoberto o próprio processo da obra, encaixando, inserindo, cubo, papelão, corpo e espaço. Inspirado nos escritos de Kevin Lynch, esse o é fruto de pesquisas com volume, desenho e forma do autor.
Já em “O Caminhante e sua metrópole móvel”, fruto de uma pesquisa de 4 anos onde transitou por várias metrópoles, o artista foi inspirado por personagens urbanos como homeless, hunters e punks, mas também por dois cavaleiros medievais errantes: Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, e o Cavaleiro Inexistente, de Ítalo Calvino. Nela, esse caminhante carrega sua metrópole móvel, construída em papelão, que é o material de maior descarte dessas grandes cidades, e acaba voltando a seu fluxo de forma poética e plástica. A explicação é que, assim, o caminhante e a sua metrópole móvel estão fundidos em um só, em constante mutação e movimento, remetendo à busca e peregrinação presentes na história da humanidade.
* ABERTURA DA EXPOSIÇÃO COM O ARTISTA DIA 06/07 ÀS 19H *
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As Canções que Você Dançou pra Mim
12/07 a 21/07
Dança
Dirigido e coreografado por Alex Neoral, A FOCUS CIA DE DANÇA obtém sucesso de crítica e público com o seu espetáculo “As canções que você dançou pra mim”.
Quatro casais são embalados por um grande "pot-pourri" com 72 canções interpretadas pelo grande cantor e compositor Roberto Carlos. Músicas que marcaram épocas e que já se tornaram clássicos da MPB aparecem agora como mote principal para mais uma produção da FOCUS.
“As canções que você dançou pra mim” é um espetáculo para todas as idades, para qualquer pessoa, em qualquer tempo, onde a dança e a música aparecem num casamento perfeito e só nos resta sentarmos, assistirmos, ouvirmos e vivermos mais "tantas emoções".
* INGRESSOS À VENDA NA BILHETERIA DA CIDADE DAS ARTES *
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Caixinha de Música
19/07
Arte e Conhecimento
Neste espetáculo musical a atriz produtora e cantora Nancy Macedo juntamente com músico Juliano Delaguerra promovem um encontro lúdico das linguagens música e poesia. “Temos como objetivo buscar uma reaproximação entre poesia e música. Extrapolar e ampliar os limites do livro (onde a poesia comumente figura de maneira estática) proporcionando à criança um contato maior com o gênero literário “poesia”, através da música, isto de maneira gostosa, divertida e interativa”. Busca-se introduzir e trazer inspiração para as sensibilidades poéticas, lúdicas e musicais. Durante os 50 minutos de apresentação, as crianças são incentivadas a interagirem com o espetáculo: acompanhando os poemas, a encenação, cantando, dançando e explorando a criatividade. Espetáculo Caixinha de Música” foi concebido a partir do Livro Caixinha de Música de Roseana Murray.
Ficha Técnica:
Poesia: Roseana Murray
Cocepção geral: Nancy Macedo
Produção: Nancy Macedo
Criação musical: Nancy Macedo e Juliano Delaguerra
Músico/Violão: Juliano Delaguerra
Vocal: Nancy Macedo
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Luiz Alfredo Garcia-Roza
19/07
Arte e Conhecimento
Luiz Alfredo Garcia Roza (Rio de Janeiro, 1936) é um escritor brasileiro. Estreou na literatura de ficção em 1996, aos 60 anos de idade. Antes disso, foi professor universitário e autor de livros sobre psicanálise.
Sua estréia na literatura ficcional, com a obra O Silêncio da Chuva rendeu-lhe um dos principais prêmios literários do Brasil, o Jabuti e o Nestle na categoria romance. Suas histórias se passam, basicamente, na cidade do Rio de Janeiro, entre os bairros de Copacabana e Peixoto. Neste último reside o personagem recorrente de seus livros, o delegado Espinosa e, em Copacabana, está localizada sua delegacia. A galeria de personagens conta ainda com o jovem investigador Welber, braço-direito de Espinosa e tão incorruptível quanto o delegado2 .
Suas histórias, embora ambientadas no Rio de Janeiro, fogem do estereótipo ao apresentar casos muito mais relacionados a dramas pessoais mal-resolvidos que com os recorrentes temas do narcotráfico e da venda de armas. O interior de cada personagem é bastante explorado, sem, contudo, esquecer as descrições de um Rio de Janeiro muito particular, que é a cidade narrada pela visão do heterodoxo policial Espinosa. O único romance do autor em que o delegado não aparece é Berenice Procura, de 2005.
Mediador: Álvaro da Costa e Silva
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Marcelo Bonfá e banda no PROJETO ROCK CIDADE
12/07
Música
O PROJETO ROCK CIDADE tem
como proposta levar à Cidade das Artes uma programação em homenagem ao Dia
Mundial do Rock , 13 de julho. A Cidade das Artes apresentará uma programação
bastante plural, começando ao meio-dia com o programa Jardins do Rock – que
contará com sarau com música e poesia e a performance do coletivo Shibatonics,
no jardim da Cidade das Artes; abertura da exposição Movimento, do coletivo de arte e música Shibatonics; um espetáculo
infantil Mistureba de Paulo Bi com músicas de rock; bate-papo com Henrique Rodrigues,
autor do livro Como se não houvesse
amanhã; sessão Cine Clube das Artes com exibição do documentário Rock Brasília – Era de Ouro e com a exibição do filme Somos tão Jovens, seguida de um
bate-papo com o diretor Antonio Carlos da Fontoura; e para encerrar o dia, o baterista da Legião Urbana, Marcelo Bonfá, apresentará um show com sucessos da Legião Urbana e músicas de seus discos solos. Canções que vão da poesia romântica ao protesto social e à celebração do
rock são a marca dos shows de Marcelo Bonfá, em um repertório que
resume mais de 10 anos de carreira solo e 30 na música, onde começou
como baterista da Legião Urbana.
Responsável pelo vocal de sua banda atual, Bonfá segue também no
comando das baquetas, a exemplo de músicos reconhecidos como Phil
Collins (Genesis). Em suas apresentações, utiliza uma bateria em posição
de
destaque – colocada à frente do palco, e acompanhado por baixo e duas
guitarras. Em alguns momentos, a adrenalina roqueira é que dá o tom,
como convida a letra de “Depois da Chuva”: “Vamos brincar a noite
inteira
e rir de tudo outra vez”. A atmosfera de romantismo também ganha
espaço, traduzida em versos como “tudo que vier de onde os sonhos vêm /
nunca o amor vai se esquecer”, nos momentos intimistas da performance.
Mas a indignação herdada da época punk em Brasília ainda aparece, em
músicas como "Intolerância", e também no resgate do clássico
"Que País é
Este", que ganha citações ao Hino Nacional e ao Hino da
Independência
nos solos. Este e outros sucessos da Legião Urbana, a quem é dedicada
boa parte do set list, são cantados em coro pelos fãs.
Dessa forma, Marcelo Bonfá dá continuidade ao legado poético que teve
início nos anos 80, quando fundou a Legião Urbana com Renato Russo,
inicialmente como uma dupla, até a entrada de Dado Villa Lobos como
guitarrista definitivo. Compositor desde o início da banda, Bonfá é o
autor
de várias canções da Legião, como "Soldados", “Angra dos
Reis”, ”Vento no
Litoral” e “Longe do Meu Lado”, entre outras registradas nos álbuns da
Legião que, somados, superam mais de 20 milhões de cópias vendidas,
figurando entre as maiores vendagens da gravadora EMI no mundo.
Com o falecimento de Renato em 1996, Marcelo Bonfá continuou
produzindo novas composições que, como multiinstrumentista, registrou
em estúdio. Bonfá resgatou de suas influências a música eletrônica e o
britpop, e, para as letras, além da própria criação, buscou novas
parcerias.
Seu álbum de estréia solo, O Barco Além do Sol (2000), lançado pela
Trama, superou as 30 mil cópias. Dentro do novo contexto de sites, os
trabalhos seguintes dedicaram atenção especial ao mundo virtual: Bonfá +
videotracks (2004) oferece não apenas música, mas audiovisuais para as
faixas, em projeto gráfico idealizado por Marcelo, antecipando a
tendência
atual de filmes baseados em canções, como tem acontecido com clássicos
da Legião.*INGRESSOS À VENDA NA BILHETERIA DA CIDADE DAS ARTES*
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ROCK CIDADE
12/07
Música
Jardins do RockAdmiradores do rock terão nos jardins da Cidade das Artes um espaço para tocar instrumentos musicais, cantar, dançar e declamar poesia.Local: Jardim e PraçaEntrada gratuita12h Sarau com música e poesia13h Performance do coletivo de arte e música ShibatonicsAbertura da Exposição14h Exposição Luz para todos, do coletivo de arte e música Shibatonics.O Shibatonics ou Shiba é um coletivo de música, artes e performance que foca na interação do público e a união das pessoas através dessas manifestações artísticas.Local: Galeria13 de julho a 11 de agostoEntrada gratuitaEspetáculo infantil15h Mistureba, com Paulo BiLocal: Jardim e PraçaEntrada gratuitaCineclube das ArtesLocal: Teatro de CâmaraEntrada gratuita15h Exibição do documentário Rock Brasília – Era de Ouro18h Exibição do filme Somos tão Jovens19h30 Bate-papo como diretor do filme Somos tão Jovens, Antonio Carlos da Fontoura.Bate-papo17h Henrique Rodrigues autor do livro Como se não houvesse amanhãMediação: Bruno GarciaLocal: Sala de LeituraEntrada gratuitaShow de Marcelo Bonfá e banda20h30 O baterista da Legião Urbana, Marcelo Bonfá, apresentará um show com sucessos da Legião Urbana e músicas dos seus discos solos.Local: Teatro de Câmara Ingresso: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia) / R$10,00(promocional para as pessoas que participarem das atividades do dia)
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Tico Santa Cruz
09/07
Arte e Conhecimento
Roqueiro, ativista social, escritor e
multiconectado. É o nome do "Novo Rock Brasileiro", vocalista da
banda Detonautas Roque Clube que tem mais de 10 anos de carreira. Lançou em
2012 o seu primeiro livro "Clube da Insônia" proveniente do seu blog
homônimo, lança agora o seu segundo livro "(Tesão)" na Cidade das
Artes e fala para o público jovem.
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Poesia Simplesmente
05/07
Arte e Conhecimento
“ONDE ESTÁ A POESIA?” O
Grupo Poesia Simplesmente apresentará um espetáculo com integração de
linguagens-poesia, música e performance -, mostrando que a poesia está presente
em todos os momentos da nossa vida. O “Rap da Poesia”
abrirá o evento, como um chamamento, para que todos os presentes também
participem do espetáculo. Na
1ª parte, os poetas do Grupo e convidados falarão, através de poemas, o que
pensam a respeito do fazer poético. Em seguida, o tema enfocado será o amor e
de como a poesia e a música estão sempre presentes nos encontros e desencontros
amorosos.
Na
última parte, o Grupo abrirá uma “Roda de Poesia”, convidando o público a
participar. Ao final, haverá um sorteio de livros, seguido pelo “Rap da
Poesia”.
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Tapetes Contadores de Histórias
05/07
Arte e Conhecimento
Há 15 anos, Os Tapetes Contadores
produzem e realizam sessões de histórias, espetáculos, oficinas e exposições
interativas a fim de despertar o gosto das crianças e jovens pelas artes e pela
leitura. Dirigido por Warley Goulart e Cadu Cinelli, o grupo cria e se utiliza
de tapetes, malas, aventais, caixas e livros de pano como cenários de contos
autorais e populares de origens diversas, mesclando narração de histórias,
animação de formas e teatro. Referência internacional na pesquisa sobre
oralidade e artes plásticas, intersecções entre texto e têxtil, e manifestações
plásticas que os povos criam como cenários para suas narrativas, o grupo já se
apresentou e ministrou oficinas em várias cidades do Brasil e no exterior.
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Poesia Simplesmente
05/07
Arte e Conhecimento
“ONDE ESTÁ A POESIA?” O
Grupo Poesia Simplesmente apresentará um espetáculo com integração de
linguagens-poesia, música e performance -, mostrando que a poesia está presente
em todos os momentos da nossa vida. O “Rap da Poesia”
abrirá o evento, como um chamamento, para que todos os presentes também
participem do espetáculo. Na
1ª parte, os poetas do Grupo e convidados falarão, através de poemas, o que
pensam a respeito do fazer poético. Em seguida, o tema enfocado será o amor e
de como a poesia e a música estão sempre presentes nos encontros e desencontros
amorosos.
Na
última parte, o Grupo abrirá uma “Roda de Poesia”, convidando o público a
participar. Ao final, haverá um sorteio de livros, seguido pelo “Rap da
Poesia”.
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CONCERTO ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA
05/07
Música
A
Orquestra Petrobras Sinfônica, desde sua criação em 1972, se destaca pela sua
crescente evolução, excelência e inovação, o que a torna referência nacional no
cenário da música clássica. Seu regente titular e diretor artístico, o maestro
Isaac Karabtchevsky, com sua experiência internacional, completa este conjunto
de músicos talentosos e dedicados. Patrocinada
há 25 anos pela Petrobras, a orquestra, criada pelo maestro Armando Prazeres,
tem um compromisso com a brasilidade, a contemporaneidade e, principalmente,
com a democratização do acesso à música clássica. Com
temporada regular no Theatro Municipal e em outras salas de concerto espalhadas
pelo Rio, apresenta uma programação diversificada que homenageia nossos
artistas plásticos brasileiros em concertos internacionais com grandes
solistas e regentes convidados nas Séries Djanira, Portinari, Iberê
Camargo e Mestre Athayde. No seu currículo misturam-se grandes nomes como
Krzysztof Penderecki, Joshua Bell, Boris Belkin, Sarah Chang, Maria João Pires,
David Garrett, Nelson Freire, Antonio Meneses e Arnaldo Cohen. Com
uma média de 60 apresentações por temporada, a orquestra, hoje com 80
instrumentistas, destaca-se por sua força sinfônica e pelo refinamento
crescente de sua identidade sonora, chegando atualmente à sua maturidade. Sua
proposta administrativa é inovadora, sendo a única no país gerida pelos
próprios músicos, a exemplo da Filarmônica de Viena. Em
seu currículo, já se apresentou em turnês pelo Brasil, misturou samba com música
clássica, realizou a Sinfonia dos Mil,
de Gustav Mahler, participou da MIMO (Mostra Internacional de Música em
Olinda), do Vídeo Games Live, do Música em Cena - sob a regência de Ennio
Morricone - e do Projeto Aquarius, gravou seu primeiro CD/DVD para venda - A
Floresta do Amazonas de Villa-Lobos – e lançou várias séries
para música de câmara, como o Prata da Casa e o Toques Clássicos, em parceria
com o Sesc. Em 2007, mais de 20 mil pessoas compareceram ao espetáculo ao ar
livre com o pianista Nelson Freire, em Manaus. Inovando,
a cada dia, lançou os Ensaios Abertos, em que é possível acompanhar o dia a dia
da orquestra; a Série Metrônomo, em parceria com a prefeitura do Rio, oferecendo
concertos didáticos à escolas, projetos sociais e ao público em geral; e criou
os CyberConcertos nos quais o público é convidado a fotografar e a filmar
a apresentação a que está assistindo. Em
2009 realizou sua primeira ópera, O Anão de
Zemlinsky, em que os músicos e cantores dividiram o mesmo palco e algumas cenas
estenderam-se pela plateia. A repercussão foi tão grande que em 2010 outro
concerto cênico fez parte da programação da orquestra, O
Caso Makropulos de Leoš Janá?ek, obtendo excelentes críticas. Em 2011 O
amor das 3 laranjas veio cimentar a proposta de, a cada ano, a orquestra
levar ao seu público um concerto cênico diferente e inusitado. Em 2012,
reforçando os pilares de brasilidade e contemporaneidade, foi comissionada e
apresentada em estreia mundial a Ópera Piedade ao compositor Guilherme Ripper.* INGRESSOS À VENDA NA BILHETERIA DA CIDADE DAS ARTES *
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Guto Lins
02/07
Arte e Conhecimento
Guto Lins é designer formado pela
ESDI e professor do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio.
Participou da primeira diretoria da
ADG-Rio (Associação dos Designers Gráficos/Rio) eleito pelos profissionais
cariocas para o biênio 2000/2001.
É sócio de Adriana Lins no escritório
de design gráfico Manifesto, atuando, principalmente no mercado editorial,
fonográfico e de entretenimento realizando direção de arte, projeto gráfico,
identidade visual, websites, aberturas e videografismos para longa metragens,
documentários e programas especiais para TV. São os responsáveis pela atual
identidade visual da obra adulta de Monteiro Lobato, pela Editora Globo.
Guto já teve seu trabalho selecionado
e publicado em revistas e livros especializados, como "Design &
Interiores", "Design Gráfico’, "Abigraf",
"Gráfica", "Big Brasil" , "O Livro da Gráfica",
“Projeto” , "Experimenta"(Esp), "Visual" (Esp), entre
outros. Participou da 4a Bienal de cartazes do Mexico e obteve menção honrosa na
I Bienal da cartazes da Bolívia.
Participou das mostras “RIO GRÁFICO”,
“Brasil em Cartaz”, “A Cultura do Cartaz”, “Um Cartaz para São Paulo”, entre
outras.
Tem participado com destaque das
últimas edições da Bienal de Design Gráfico da ADG. Incluindo o 1º lugar na
categoria "miscelânea" com o projeto Ensaio Geral com a obra de
Gilberto Gil.
Tem participado das bienais de
ilustração de Barcelona, Bratislava e Bolonha, como também de mostras nacionais
e internacionais de design gráfico e ilustrações para livros infanto-juvenis.
Faz ilustrações regularmente para veículos da imprensa e tem escrito para
publicações especializadas em design gráfico e literatura infanto-juvenil.
É autor e ilustrador premiado de
diversos livros infanto-juvenis (incluindo o selo Altamente Recomendável e o de
Melhor Projeto Editorial). Venceu o Prêmio de Fomento à Cultura 2011, oferecido
pelo SESC- Rio, na categoria Literatura Jovem.
Fez parte da equipe de criação de
"No Mundo da Imaginação", para a rede Globo de televisão.Sabendo desenhar, paginar, colorir,
organizar os elementos plásticos numa página, conhecendo tipografia e
composição gráfica, Guto decidiu colocar tudo isso a serviço da boa literatura
que se faz hoje no Brasil destinado à criança. ZiraldoTrabalhar com o Guto é uma viagem de
descobrimentos.
Dorrit Harazim‘Torpedo – amores e relâmpagos’ é
murro na cara de quem tem marra. E marra é merreca perto da poesia de Guto
Lins.
Paulinho Moska
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Aquarela Nordestina
25/06
Arte e Conhecimento
Aula espetáculo sobre o centenário
do Luiz Gonzaga - Kiko Horta e trio.
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Roger Mello - ADIADO
21/06
Arte e Conhecimento
* EVENTO ADIADO *Em breve colocaremos nova data e horário.Neste encontro, o autor Roger Mello vai conversar com o público sobre a arte de fazer livros
tão surpreendentes e a escolha dos temas que escreve e ilustra.
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Contação de Histórias: Rebeca Queiróz
18/06
Arte e Conhecimento
Histórias Pintadas - apresenta contos populares brasileiros recolhidos pelo
folclorista Luís da Câmara Cascudo, utilizando-se de suas próprias pinturas e
interpretando lindas cantigas. A Porta” de Vinícius de Moraes abre as portas do
palco para uma artista que, com leveza interpretativa e beleza plástica, nos
revela importantes aspectos da alma humana tão presentes nos contos transmitidos
pelo povo brasileiro.
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Alê Souto em "O Caminhante e sua metrópole móvel"
18/06
Artes Visuais
“O Caminhante e sua metrópole móvel”, fruto de uma pesquisa de 4 anos onde transitou por várias metrópoles, o artista foi inspirado por personagens urbanos como homeless, hunters e punks, mas também por dois cavaleiros medievais errantes: Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, e o Cavaleiro Inexistente, de Ítalo Calvino. Nela, esse caminhante carrega sua metrópole móvel, construída em papelão, que é o material de maior descarte dessas grandes cidades, e acaba voltando a seu fluxo de forma poética e plástica. A explicação é que, assim, o caminhante e a sua metrópole móvel estão fundidos em um só, em constante mutação e movimento, remetendo à busca e peregrinação presentes na história da humanidade.
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Paulo Vivacqua
15/05 a 15/06
Artes Visuais
Estantes de partitura, alto falantes e cartões com figuras variadas (chapéu, criança, tesoura etc..) são apresentados como uma orquestra fantasma. Propõe um jogo de livre associação entre sons e figuras em que cada cartão deve estar relacionado, ou não, ao som emitido pelo falante. O conjunto acidental das 48 figuras e sons recorrentes propiciam uma atmosfera lúdica. A obra se mantêm aberta como uma paisagem de ações imaginárias.
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Raimunda, Raimunda
14/06 e 15/06
Teatro
Aos 50 anos de carreira, Regina Duarte protagoniza, dirige e
emociona o público ao viver Raimunda, do autor piauiense Francisco Pereira da
Silva. O espetáculo reúne dois textos “Ramanda e Rudá” e “Raimunda Pinto”.
O primeiro texto,
“Ramanda e Rudá”, numa espécie de destruição ambiental após a bomba atômica, um
ambiente futurístico ou imaginário, ou sonhado, há teimosia do retorno às
raízes, mesmo no futuro; contra o último desespero, a busca por São Saruê, a
terra prometida, tão mencionada em cordéis nordestinos. O segundo texto
“Raimunda Pinto” com a linguagem poética dos anos 70, sensibiliza ao passar por
temas como a vida nordestina, a migração para a região Sudeste e o papel da
mulher na sociedade naquela época.
A montagem
do espetáculo tem como objetivos:- Proporcionar ao público um espetáculo de
alta qualidade artística com um autor nacional considerado primoroso e um
elenco encabeçado por uma das mais carismáticas e populares atrizes do Brasil.
- Resgatar o autor FRANCISCO PEREIRA DA
SILVA.
- Proporcionar um espetáculo cheio de
“brasilidade”, estimulando a boa dramaturgia brasileira.
- Marcar a volta
aos palcos de um dos grandes ícones das artes cênicas, a atriz Regina Duarte, inclusive
na direção do espetáculo, possibilitando ao público a oportunidade de um
contato mais direto com o seu trabalho, com um bom elenco e uma equipe técnica
de talento incontestável.
Sobre o autor:“RAIMUNDA, RAIMUNDA” permite ao público e ao
teatro brasileiro um reencontro com um de seus mais geniais dramaturgos:
FRANCISCO PEREIRA DA SILVA. Talento reconhecido por importantes e decisivas
personalidades de nossas artes cênicas.A escritora Rachel de
Queiroz reforça: “Nas peças desse piauiense tem tudo que nos peça o coração.
Uma força de legitimidade, ouro de lei na sua maior pureza. Um cheiro de coisa
viva, misteriosamente casada com uma sofisticação de tratamento do mais alto
gabarito.”
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Pano de Roda
14/06
Arte e Conhecimento
Pano de Roda apresenta a passagem de um circo itinerante por uma cidade pequena. Enquanto Dona do circo enfrenta o desafio de sobreviver com a sua trupe e sua arte uma dupla de desocupados querem se dar bem, e uma menina sonha em ser uma grande artista.Ensaiar e conseguir novos números para integrar sua companhia e assim reunir uma grande plateia é o desafio da Dona do circo, tendo o seu grande elenco formado pelo encarregado, a dançarina, o marceneiro e a auxiliar de faz tudo, juntos eles desejam reviver seus tempos de Glória.Apresentação Gratuita.
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