A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.
Ópera, La Serva Padrona
17/03 a 18/03
Música
Ópera, La Serva Padrona
Ópera em ato único, dividida em dois intermezzi, La Serva Padrona, de Pergolesi, trata-se de uma comédia romântica, importante título do teatro lírico, um dos mais antigos a serem ainda hoje representados em todo o mundo. A ópera tem início com a ária de Uberto, um rico solteirão, que reclama da constante demora de sua serva, Serpina, em atendê-lo, bem como de sua postura de patroa. Após discutirem, Uberto incumbe o empregado, Vespone de lhe arrumar uma esposa obediente, pois somente assim poderá ter uma casa organizada, sem ficar à mercê dos caprichos de sua serva. Após rebater as críticas do patrão, Serpina revela, um pouco de sua personalidade e se oferece como a melhor opção de esposa para o patrão que a desdenha. Um dueto põe fim ao primeiro intermezzo.
Valendo-se da ideia do próprio Uberto, e adaptando-a à sua conveniência, Serpina coloca Vespone a seu serviço, convencendo Uberto de que se casará com um homem muito temido, conhecido como Capitão Tempesta, que é o ingênuo Vespone disfarçado. O mudo capitão se comunica através de Serpina e exige de Uberto um dote para se casar com ela, afirmando que, caso não receba seu dinheiro, obrigará o próprio Uberto a contrair matrimônio com a jovem. A astuta serva fez uma aposta correta na avareza do patrão, tendo sucesso em seu plano. Após descobrir que o temido capitão não passa do inofensivo Vespone, Uberto compreende que sempre amou Serpina e que todo o imbroglio foi apenas um pretexto para uni-los. O segundo intermezzo é encerrado com um dueto no qual cada um dos dois, à sua maneira e com suas metáforas, declara seus melhores sentimentos em um alegre final feliz.
A montagem é da Atlantis Opera Orchestra, sob a regência e direção musical de Evandro Rodriguese e direção cênica de Manoel Thomas, com cenários Marcelo Moianno. A concepção da Iluminação é de Julia Requião. O Elenco conta com o barítono Rafael Siano faz o papel do rico Uberto, Daruã Góes, soprano, encarna a criada e astuta, Serpina, e o ator Leonardo Nogueira, o cômico empregado mudo, Vespone.
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Como fazer uma websérie sem dinheiro | Cultura da Conectividade
17/03
Leandro Silva é Comunicador Social pela UFRJ e professor de História pela UFF, dirigiu a websérie Oposto do Sexo, com mais de 40 indicações, venceu 8 prêmios, dentre eles Melhor Direção em Roma e Melhor Série de Comédia em Bilbau, Miami e Los Angeles. Também é fundador do Rio Webfest, primeiro e maior festival internacional de séries do Brasil, que chega a sua quarta edição em 2018 após bater recorde mundial de número de inscrições e participantes no ano passado. É apaixonado por cinemas e séries, assunto sobre o qual já palestrou desde o centro do Rio de Janeiro até Seoul na Coreia do Sul.
PALESTRANTE: Leandro Silva
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
*Evento sem necessidade de inscrição prévia, participe conosco!
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Piccolino Pizzaiolo - Aula de pizza para crianças
17/03
Outros
No sábado dia 17 de março, o Chefe Jean Richon, do restaurante Abbraccio, ministrará um curso de culinária para 40 crianças sobre como cozinhar massas e além disso a atividade também contará com um quizz sobre a influencia cultural da Itália no Brasil.
Inscrições: cursos.cidadedasartes@gmail.com ou 3325-0448
De 8 a 12 anos.
Sobre o Abbraccio Cucina Italiana
A rede de restaurantes de inspiração italiana Abbraccio veio transformar o comum em extraordinário. Com uma cozinha aberta, que permite aos clientes acompanharem a preparação dos pratos, o conceito une a intensidade do aroma e dos sabores característicos da culinária italiana com uma experiência sensorial única. Destaque para a hospitalidade, atendimento caloroso e um mix de produtos que são releituras de clássicos com um toque contemporâneo. A rede pertence ao grupo Bloomin’ Brands.
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
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Grupo de Estudo Sobre a Educação de Crianças e Adolescentes
15/03
Arte e Conhecimento
Tania Maria de Lima e Eugenio Marer, psicólogos Reichianos, estarão durante o ano de 2018 na Cidade das Artes conversando sobre a obra do fundador da Escola Summerhill, A.S. Neill na Inglaterra.
Um lugar onde um homem corajoso, apoiado por corajosos, aplicou durante décadas os princípios de aprovação, liberdade de expressão e da não repressão das crianças.
Eugenio Marer, psicólogo, orgonoterapeuta, analista bioenergético, psicodramaticista, supervisor, palestrante e empresário.
Tania Maria de Lima, psicóloga, orgonoterapeuta, educadora, palestrante e escritora.
*Público: Todos e todas interessados em refletir a educação de crianças e adolescentes
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Poesia, Mulher e Cidade - Conversa Literária
14/03
Arte e Conhecimento
Nesta edição, “POESIA, MULHER E CIDADE” que inaugura o ano de 2018, faremos homenagem ao grande poeta libertário Castro Alves, à Cidade do Rio de Janeiro, ambos por seus aniversários e ao mês da Mulher.
Os convidados desta conversa são: o escritor Godofredo de Oliveira Neto, a escritora Sandra Lopes, o ator e diretor teatral Alexandre Damascena, a Gerente de Leitura e Audiovisual da Secretaria Municipal de Educação, Heveny Mattos e a assistente Marcia Romualdo Levy.
O projeto seguirá pelo menos uma 4ª feira por mês. Agende sua escola, universidade, grupo de estudos, de amigos e venha aprender e participar lendo textos autorais na Conversa Literária: sempre com bons temas e excelentes convidados.
Conversa Literária é um projeto de promoção de Literatura, com foco em formação de leitores e de plateia.
Não perca o projeto que está fazendo a diferença na Cidade do Rio de Janeiro.
INFORMAÇÕES: saladeleitura.fca@gmail.com ou (21)3325-0448
“AGENDE SUA ESCOLA, UNIVERSIDADE OU GRUPO DE ESTUDOS”
CURADORIA: Cintía Barreto
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
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Aula de Pizza Italiana - Sabor Carbonara
13/03
Aula de Pizza Italiana - Sabor Pizza Carbonara
O restaurante Abbraccio em parceria com a Cidade das Artes, realiza uma sensacional aula de culinária. O tema é: pizza Carbonara. Deguste e aprenda a fazer este delicioso sabor de pizza. Não perca!
Sobre o Abbraccio Cucina Italiana
A rede de restaurantes de inspiração italiana Abbraccio veio transformar o comum em extraordinário. Com uma cozinha aberta, que permite aos clientes acompanharem a preparação dos pratos, o conceito une a intensidade do aroma e dos sabores característicos da culinária italiana com uma experiência sensorial única. Destaque para a hospitalidade, atendimento caloroso e um mix de produtos que são releituras de clássicos com um toque contemporâneo. A rede pertence ao grupo Bloomin’ Brands.
Chef: Jean Richon
Formado na Escola de Gastronomia de Biarritz, na França, o chef Jean Richon possui mais de dez anos de experiência no ramo e é sócio-proprietário da unidade do Abbraccio no Shopping Rio Design Barra.
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
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Companhia Urbana de Dança | Sonia Destri Lie | Curso Intensivo
05/03 a 12/03
Primeiro Curso intensivo para profissional, semiprofissional, professores e estudantes de dança.
Explorando os extratos do potente e criativo trabalho da coreógrafa, dancing designer e diretora Sonia Destri e os dançarinos da Companhia Urbana de Dança, principalmente de 5 passos Pra Não Cair no Abismo e O agora é Passageiro.
Dirigido pelos assistentes, protagonistas e brilhantes dançarinos: Miguel Fernandez, Feijão, Tiago Sousa, Johnny Britto, Jessica Nascimento, Julio Rocha, Rafael Balbino.
O curso é uma oportunidade para explorar de perto os princípios fundamentais do estilo coreográfico exclusivo da Companhia Urbana de Dança, utilizando a habilidade, virtuosismo, delicadeza, potência e a ferocidade pelo qual é reconhecida.
Sonia Destri Lie, Diretora e Coreógrafa, se junta ao elenco no quinto dia, para trabalhar com os alunos e desenvolver os pequenos estratos do que se aprendeu, mergulhou, pensou, dançou... falando sobre os aprendizados com conversas, respostas, perguntas e montagem, em conjunto, formando pequenos fragmentos coreográficos baseados na semana do curso. Esses estratos são compostos pela coreografia pungente e pulsante do último trabalho da Companhia” 5 Passos Para Não Cair no Abismo” e do estranhamento de “ O Agora é Passageiro”. O curso encerra o ciclo com uma breve discussão sobre a vida e o trabalho da Companhia.
PERFIL:
Este intensivo está aberto a um máximo de 30 dançarinos por turma.
São eles profissionais, professores e estudantes de dança, em cursos que procuram enriquecer suas práticas e treinamento. Nós deliberadamente mantemos o número de nossos Intensivos baixos para garantir a atenção individual ao mergulhar no estilo de trabalho da Companhia Urbana de Dança.
Obs.: Após pagamento e reserva, não devolveremos o dinheiro, caso não possa comparecer.
Mínimo de 10 pessoas em cada turma para que o curso ocorra.
COMPANHIA URBANA DE DANÇA | SONIA DESTRI LIE
7 DIAS DE CURSO INTENSIVO
INSCRIÇÃO: cursos.cidadedasartes@gmail.com ou 3325.0448
VALOR DO CURSO: R$ 30,00 por aluno/ por turma
LOCAL: Sala de Dança
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Como a internet funciona e o que esperar dela | Cultura da Conectividade
10/03
Maurício Santos desenvolve softwares há mais de 14 anos. Empreendedor, liderou equipes em projetos para as Forças Armadas, Governo do Estado do RJ e multinacionais. Fundador da empresa de desenvolvimento de soluções digitais Vértice Digital e coordenador de TI do Canal Curta!. Ministrou treinamentos e workshops sobre desenvolvimento de software e aprendizagem emergente no Brasil e na Espanha.
Palestrante: Maurício Santos
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
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Quinteto Lorenzo Fernandez
10/03
Música
Quinteto Lorenzo Fernandez
Fruto do encontro entre talentosos músicos, atuantes no cenário da música de concerto da cidade do Rio de Janeiro, o grupo que nasceu como resultado do trabalho desenvolvido no Quinteto Experimental de Sopros da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob orientação do Prof. Aloysio Fagerlande, nos anos de 2009 e 2010 é o retrato da nova geração da música de concerto brasileira. Sempre com humor e virtuosismo, o grupo formado em 2011 tem como principal missão apresentar música contemporânea para quinteto de sopros, de jovens compositores e dos grandes mestres nacionais e internacionais, celebrando assim, carioquices de todos os tempos, dos mais jovens, como Azael Neto e Rodrigo Marconi, que compuseram peças especialmente para o grupo, à tradição de Lorenzo Fernandez, patrono do quinteto. Com Rômulo Barbosa (flauta); Juliana Bravim (oboé); Cesar Bonan (clarineta); Alessandro Jeremias (trompa) e Jeferson Souza (fagote), o quinteto de sopros já acumula prêmios importantes, como o Festival de Música Rádios MEC e Nacional (2016), como "Melhor Intérprete Música Instrumental", com a música Maxixando na Pracinha, de Isaías Ferreira; Grupo Revelação Rádio MEC FM Sala de Concerto de Gala (2013), em homenagem aos 30 anos da Rádio MEC-FM e também em comemoração aos 90 anos do Rádio no Brasil; segundo lugar no II Concurso de Música de Câmara do V Furnas Geração Musical e 50° Festival Villa-Lobos, ambos em 2012, além de ser, entre 2014 e 2015, Grupo Residente da Academia Brasileira de Música. No currículo, além dos prêmios, um CD já lançado intitulado “Música Carioca de Concerto – Quintetos de Sopros”, que reúne obras de compositores do circuito erudito da cidade, como Ricardo Tacuchian, Thiago Sias, Rudi Garrido, Azael Neto, Rodrigo Marconi e Sergio Roberto de Oliveira, que também assinou a produção do disco – e, outro em andamento, o grupo participou dos mais importantes e diversos eventos do cenário da música erudita, como: II e III Festivais Brasil-Alemanha da UFRJ, UNI-RIO e Escola Superior de Música de Karlsruhe, Alemanha, Série Talentos UFRJ Homenagem ao compositor Raphael Batista, 48º Festival Villa-Lobos, Seminário “A atualidade da obra de Auguste-Maria Glaziou”, I e II Festival Internacional de Instrumentos de Sopro da série “Música no Museu”, Congressos do Instituto Nacional de Tecnologia, e ainda realização de concertos na Sala Baden Powell, no Salão Leopoldo Miguez, Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, Museu Villa-Lobos, Sala Villa-Lobos da UNI-RIO, foyer da EM-UFRJ, Auditório do Roxinho, Salão Azul e tendas no Campus da UFRJ, na Ilha do Fundão. O leque de apresentações do Quinteto também inclui locais pouco comuns, como a Estação Araribóia, Barcas, em Niterói e, os jardins do Museu da República, no bairro do Catete, Zona Sul, do Rio; atingindo assim dos mais diversos públicos, tanto os habitués de salas de concerto, como pessoas que de outra maneira, não nos encontrariam.
Programação:
Piccolo Divertimento (Amaral Vieira)
Quintette en Ut (Claude Arrieu)
Serenata a Cinco (Edino Krieger)
Súite para quinteto de sopros (Oscar Lorenzo Fernandez)
Que valsa é essa? (Isaías Ferreira)
Viola Fora de Moda (Edu Lobo e Capinam/Arr. Isaías Ferreira)
Doce de Coco (Jacob do Bandolim/Arr. Mestre Duda)
Valsa de uma cidade/Conversa de Botequim (Noel Rosa/Arr. Isaías Ferreira)
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Aula de Culinária | Prato do dia - Petit Gâteau
06/03
Petit Gâteau (do francês pequeno bolo, plural: petits gâteaux; pronuncia-se peti gatô), é uma sobremesa composta de um pequeno bolo de chocolate com casca crocante e recheio cremoso servido geralmente acompanhado de sorvete.
Achou interessante? Então venha aprender com a confeiteira, Glaucia Medeiros que ensinará o passo a passo na preparação dessa sobremesa deliciosa. Não perca!
Glaucia, é confeiteira e em janeiro, ensinou a criançada, em nossa programação especial de férias, a preparar biscoitos amanteigados. Foi super bacana!
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
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Espaço Lego | Para Toda Família
02/03 a 04/03
Arte e Conhecimento
CIDADE DAS ARTES RECEBE ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO LEGO NO FINAL DE SEMANA
A Cidade das Artes promove, de 2 a 4 de março, na Sala de Leitura, o Espaço de Construção Lego, desenhado especialmente para incentivar a brincadeira entre pais e filhos. Para participar, basta aguardar a ordem de chegada. As crianças poderão optar por fazer mais de uma atividade durante 20 minutos e as menores de quatro anos deverão estar acompanhadas por um responsável maior de 18 anos.
Serão quatro espaços segmentados, tendo em vista tanto a faixa etária da criança quanto as atrações envolvidas. O Espaço Lego Duplo contará com peças especialmente desenvolvidas para crianças com idade a partir de 18 meses; e o Espaço Construção, com as famosas peças Lego System, perfeitas para inspirar os construtores do amanhã, será voltado para os acima de 4 anos. Já os espaços Games e o TV são abertos a todas as idades.
SERVIÇO:
Data: 2 a 4 de março de 2018
Local: Sala de Leitura da Cidade das Artes
Endereço: Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Horário: sexta-feira, 02/03, de 10h às 18h. Sábado e domingo, 03 e 04/03 de 12h às 18h
ENTRADA GRATUITA.
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Curso Básico de Mídias Sociais | Cultura da Conectividade
03/03
Em parceria com o Festival RioWeb, recebemos Mayra Vaz, historiadora formada pela UFF, mestre em história, política e bens culturais pela FGV para falar sobre como gerar engajamento nas redes sociais. Mayra, atua como agente de mídias sociais e consultora de diversas marcas e serviços desde 2009, incluindo a marca Algodão Com Poá.
Vamos aprender juntos, qual a melhor forma de impulsionar o seu produto usando o Facebook, Instagram, Pinterest e WhatsApp.
Palestrante: Mayra Vaz
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
*Evento sem necessidade de inscrição prévia, participe conosco!
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Primavera Chinesa - Dança e Acrobacias
25/02
Festival
Pela primeira vez no Brasil, grupo da província de Guizhou faz única apresentação dia 25 de fevereiro (DOMINGO), das 18h às 20h, na CIDADE DAS ARTES, dentro da programação de encerramento do Ano Novo Chinês 2018 e da Semana da Cultura Chinesa no Rio.
A programação é organizada pelo Consulado-Geral da República Popular da China no Rio de Janeiro e Associações Culturais chinesas no Estado, com o apoio da Fundação Cidade das Artes e da Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro
A dança e arte chinesa são milenares. Artistas chineses são à base de números famosos, nas mais importantes companhias de circo e teatro do mundo. A cidade do Rio de Janeiro vai receber, em única apresentação, um espetáculo oriundo do Festival of Spring, um dos mais famosos na pátria chinesa, que ocorre na província de Guizhou – uma das mais importantes da China na área cultural, que reúne os melhores grupos étnicos da China e que atrai milhares de pessoas do país e do mundo. Um patrimônio mundial da China.
Uma das atrações especiais do evento, pela primeira vez no Brasil, haverá participação do Grupo de Dança e Acrobacias da Província de Guizhou. Região com maior concentração de etnias chinesas, 56. E palco de grandes festivais culturais da China – mais de mil por ano. É deste celeiro de artistas de Guiyang que a Cidade das Artes receberá este grupo, que mostrará várias performances de danças e acrobacias.
PROGRAMA
Cultura da China, Primavera do Mundo
1 - Cerimônia de Abertura (Grupo Nacional Acrobático da China)
2 - Balé “Luz da Lua” (Gao Xuefeng, Li Chenchangqing)
3 - Habilidades com a bola “Dançarino Apaixonado” (Cao Kai)
4 - Ioiô chinês “Meninas Bonitas” (Zheng Xiangqian, Xia Wensi, Xu Ge, Wang Chan, Gao Shan, Li Xinyin, Li Jiahui, Li Jinyue, Li Huitong, Guo Yajie)
5 - Espetáculo mágico “Flores Espalhadas pela Fada” (Shen Juan)
6 - Contorcionistas “Amor com Obsessão” (Yuan Fei, Han Ying)
7 - Apresentação com Tambor (Zhang Yangsheng)
8 - Apresentação com bicicletas “Vermelho Chinês” (Zheng Xiangqian, Xia Wensi, Xu Ge, Wang Chan, Gao Shan, Li Xinyi, Li Jiahui, Li Jinyue, Li Huitong, Guo Yajie)
9 - Palhaço lançador de facas “Faca Voadora” (Wang Yang, Ren Junjie)
10 - Apresentação com tridentes e cordas (Guiherme Sampaio Dias)
11 - Música solo “Minha Pátria”, “Canção da Nova Era” (Wu Chunyan)
12 - Contorcionista “Raposa” (Yang Qing)
13 - Equilibristas de tigelas (Wang Yang, Gao Xuefeng, Ren Junjie, Yuan Fei, Yue Shiqi, Gu Jianchen, Guan Peng, Yu Kai, Chen Yale, Liang Weiwei, Xie Zixi, Zhao Liwen, Li Chenchangqing)
14 - Cerimônia de Encerramento (Grupo Nacional Acrobático da China)
Local: Cidade das Artes – Avenida das Américas, 5300 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Redes Sociais: ANO NOVO CHINA RIO
Facebook / Twitter / Instagram
E-mail: anochinarj@gmail.com
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Semana da Cultura Chinesa - Ano Novo Chinês
15/02 a 17/02
Festival
Com programação organizada pelo Consulado-Geral da República Popular da China no Rio de Janeiro e Associações Culturais Chinesas no estado, com o apoio da Fundação Cidade das Artes e da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro
Um grupo formado por 20 artistas de Guiyang, da província de Guizhou, no sudoeste da China, participará do evento com apresentações especiais inéditas no Brasil.
Em 2018, a cidade do Rio de Janeiro será palco da segunda edição de comemoração do Ano Novo Chinês (Ano do Cachorro) e da Semana da Cultura Chinesa no Rio. Após 2017 focar o centro (Lapa), a edição de 2018 será realizada logo após o Carnaval, dias 15 e 16 (16h às 22h), 17 (12h às 22h) e 25 de fevereiro (das 18h às 20h), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca.
E como atração especial do evento, pela primeira vez no Brasil, haverá participação do Grupo Artístico Cultural de Guiyang, da província de Guizhou. Região com maior concentração de etnias chinesas, cerca de 48. E palco de grandes festivais culturais da China – mais de mil por ano.
É este celeiro de artistas de Guiyang que a Cidade das Artes receberá este grupo, que mostrará pela primeira vez no Brasil a “Dança artística com tambores de madeiras”, considerada como um Patrimônio Cultural da China.
Guizhou
Localizado no sudoeste da China, esta província é adjacente a Sichuan e Chongqing ao norte, Yunnan ao oeste, Guangxi ao sul e Hunan a leste. É um lugar pitoresco com abundantes locais cênicos naturais e culturais. Muitas minorias étnicas chinesas vivem nesta terra há séculos. Os visitantes dessa área não só podem apreciar várias atrações, mas também descobrir os costumes e culturas populares ricas e distintas dos diferentes grupos étnicos.
Esta província é o lar de 48 grupos étnicos da China – segunda com maior concentração, após a província de Yunnan. Cada grupo étnico desenvolveu seus próprios costumes e culturas únicas, com hábitos de vida simples e originais, em moradias com estilos arquitetônicos exclusivos e vestimenta em trajes exóticos e coloridos. Mais de 1.000 festivais são celebrados por grupos étnicos a cada ano em Guizhou. Os festivais mais famosos incluemSanyuesan Festival e Sister's Meal Festival na primavera, Liuyueliu Festival no verão e Shui New Year Festival no outono.
A programação é organizada pelo Consulado-Geral da República Popular da China no Rio de Janeiro e Associações Culturais chinesas no estado, com o apoio da Fundação Cidade das Artes e da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro
Dois grupos da China, formados por 40 artistas, de Guiyang, da província de Guizhou, no sudoeste da China, participarão do evento com apresentações especiais inéditas no Brasil
Em 2018, a cidade do Rio de Janeiro será palco da segunda edição de comemoração do Ano Novo Chinês (Ano do Cachorro) e da Semana da Cultura Chinesa no Rio. Após 2017 focar o centro (Lapa), a edição de 2018 será realizada logo após o Carnaval, dias 15 e 16 (16h às 22h), 17 (12h às 22h) e 25 de fevereiro (das 18h às 20h), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca.
E como atração especial do evento, pela primeira vez no Brasil, dois grupos da China desembarcarão no Rio, Grupos Artísticos Culturaias de Guiyang, da província de Guizhou. Região com maior concentração de etnias chinesas, cerca de 48. E palco de grandes festivais culturais da China – mais de mil por ano.
Dias 15/02 (Grande Sala) e 16/02 (palco Jardins), o evento recebe o grupo de dança e performances. E dia 25/02 será a vez do grupo de dança e acrobacias (ver programa abaixo).
Além dos grupos vindos da China, o festival terá apresentações culturais da comunidade chinesa no Rio, como a dança do Dragão e Leão.
Ano novo chinês
Desde 2017, a data é comemorada na cidade do Rio de Janeiro pelo Consulado-Geral da República Popular da China no Rio de Janeiro e pelas Associações existentes no estado, em parceria inédita com a Secretária de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro/Fundação Cidade das Artes.
O Ano-novo chinês é uma comemoração adotada por diversas nações do Oriente que seguem um calendário tradicional distinto do Ocidental, o Calendário chinês. As diferenças entre os dois calendários fazem que a data de início de cada ano novo chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental. Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze se apresentaram. Buda em agradecimento os transformou nos signos da Astrologia chinesa. Os doze animais do Horóscopo chinês a que correspondem os anos chineses são celebrados de acordo com a ordem que teriam se apresentado a Buda na lenda: rato, búfalo/boi, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cão (cachorro) e o porco.
Ano do Cão (cachorro)
O Cão (戌) é um dos animais do ciclo de 12 anos que aparece no Zodíaco da Astrologia chinesa e no Calendário chinês.
Atributos
Leal, confiável, compassivo, protetor e sempre pronto para ajudar. Fortemente defensivo no que diz respeito à família e amigos, não se segura quando vê pessoas sendo difamadas; mas, por vezes, a recusa em ouvir avisos quanto ao comportamento de crianças ou outros entes amados, pode levar a sérios problemas domésticos. Está sempre pronto a ouvir as queixas alheias e tem sempre um ombro pronto para que chorem nele. Suas raras demonstrações de ira são quase sempre justificadas, mas erros são rapidamente esquecidos e ressentimentos só são mantidos contra aqueles fora do círculo íntimo da família e dos amigos.
ANO NOVO CHINÊS 2018 E SEMANA DA CULTURA CHINESA NO RIO
Data: fevereiro de 2018 - dias 15 e 16 (das 16h às 22h), 17 (12H às 22h) e 25 (das 18h às 20h).
Local: Cidade das Artes – Avenida das Américas, 5300 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Redes Sociais: ANO NOVO CHINA RIO (Facebook, twitter e Instagram)
POR DENTRO DA PROGRAMAÇÃO - DIAS E HORÁRIOS
(Quinta) 15/02 e (sexta) 16/02 (16h às 22h);
(SÁBADO) 17/02 (12h às 22h) e (DOMINGO) 25/02 (18h às 20h).
Dia 15/02 o evento funcionará em dois ambientes:
1 - Palco e estrutura nos jardins da Cidade das Artes - Entrada gratuita!
2 - Grande Sala – Entrada paga!
Dias 16/02 e 17/02 o evento só funcionará como festival, nos jardins, com palco e barracas. Não haverá apresentação na Grande Sala.
Dia 25/02 o evento só terá uma única apresentação na Grande Sala (paga). Não haverá festival com barracas e shows no palco dos jardins.
ENTENDA O FESTIVAL - ENTRADA GRATUITA
Festival com barracas e apresentações culturais (MONTADO NOS JARDINS).
Barracas: gastronomia, artesanato, bebidas, massagem, moda, presentes, brindes, etc.
Palco: dança, música, artes, vídeos, desfiles, shows, etc.
Obs: as apresentações artísticas serão feitas durante todo o horário do festival, com intervalos de uma hora.
ATENÇÃO: dia 16/02, às 19h, haverá apresentação ESPECIAL no palco do festival (montado nos jardins), com entrada gratuita, do grupo artístico vindo da China.
Apresentações na Grande Sala. Entrada paga.
Dois grupos vindos da China! Um de dança e performances (dia 15/02) e outro de dança e acrobacias (dia 25/02)
Quinta 15/02 | Grande Sala | 19h às 20h30
Domingo 25/02 | Grande Sala | 18h às 20h
1 - Grupo de dança e acrobacias
A dança e arte chinesa são milenares. Artistas chineses são à base de muitos números famosos nas mais importantes companhias de circo e teatros no mundo. E a cidade do Rio de Janeiro vai receber numa apresentação única o espetáculo oriundo do “Festival of Spring”, um dos mais famosos da China, que ocorre na província de Guizhou – uma das mais importantes da China na área cultural.
E como uma das atrações especiais do evento, pela primeira vez no Brasil, haverá participação do Grupo de Dança e Acrobacias da Província de província de Guizhou (formado por 20 artistas). Região com maior concentração de etnias chinesas, cerca de 48. E palco de grandes festivais culturais da China – mais de mil por ano. Dentre eles, o famoso “Festival of Spring”, que reúne os melhores grupos étnicos da China e que traia milhares de pessoas da China e do mundo. Um patrimônio mundial da China.
É deste celeiro de artistas de Guiyang que a Cidade das Artes receberá este grupo, que mostrará, pela primeira vez no Brasil, várias performances de danças e acrobacias (ver abaixo roteiro do espetáculo). Um dos destaques é a performance “Festival de Luzes”, um símbolo da cultura étnica de Yi, que representa uma das tradições mais importantes pelo fato de ser uma cultura histórica e popular. É reconhecida na China e no exterior como o “Carnaval Oriental”.
Programação do Festival de Primavera – 2018
1) “Festival Feliz” – Performance misto
O Festival de Luzes é um símbolo da cultura étnica de Yi e é uma das tradições mais importantes pelo fato de ser uma cultura histórica e popular, tanto que é conhecida no país e no exterior como o “Carnaval Oriental”.
2) “Canto das folhas” - Performance acústico
O assobio das folhas é muito praticado pelos jovens do grupo étnico Miao e é considerado como uma forma de transmitir amor e carinho mútuo.
3) “Tingir o céu de vermelho” - Performance feminina
Por meio da dança cultural étnica originária da província de Guizhou podemos perceber a grandeza da passagem da puberdade de uma bela menina para a maternidade.
4) “Dança do sino” - Performance masculino
É uma espécie de dança realizada pelos guerreiros do grupo étnico Yi, da província de Guizhou, para representar as técnicas praticadas nos rituais de sacrifício.
5) “Dança ” - Show interativo
Convida todos os presentes a participar de uma dança sob estilo da cultura minoritária étnica de Guizhou e a experiência de tocar o famoso instrumento de sopro da região.
6) “Dança artística com tambores de madeiras” – Dança e performance acústico
Performance inspirado na cultura étnica da província de Guizhou, a qual a ação de dançar ao som da batida do tambor é uma atividade de adoração à natureza e aos seus antepassados. É considerado como um patrimônio cultural da China.
7) “Mulheres de Miao com joias de prata” – Performance feminina
Os bordados feitos pelas mulheres do grupo étnico Miao é considerado na China como um dos tesouros nacionais. Durante as comemorações do festival da Primavera na província de Guizhou, as mulheres desfilam com grandiosos vestidos tradicionais e junto a elas, os ornamentos feitos de prata originados da região do povo Miao.
8) “Canto de Brinde” – Dueto de dança
Na grande festa da recepção de boas-vindas, em Guizhou, a cerimônia mais esperada pelo povo Miao é o momento em que todos os presentes fazem o brinde em conjunto. No ato da celebração é utilizado um chifre de boi para transformá-lo em uma taça de vinho para brindar todos os convidados e desejando-os paz e felicidade para todo o sempre.
9) Desfile das vestimentas do grupo étnico de Guizhou
2 - Grupo de dança e performances
Com duas apresentações, com 20 artistas, grupo de dança e performance de Guiyang mostrará pela primeira vez no Brasil a “Dança artística com tambores de madeiras”, considerada como um Patrimônio Cultural da China.
Espetáculo do Grupo Artístico Cultural de Guiyang
O espetáculo é dividido em oito partes, com a seguinte divisão:
1)“Dança artística com tambores de madeiras” – Dança e performance acústico
Performance inspirado na cultura étnica da província de Guizhou, a qual a ação de dançar ao som da batida do tambor é uma atividade de adoração à natureza e aos seus antepassados. É considerado como um patrimônio cultural da China. (Dança)
2) “Canto das folhas” - Performance acústico
O assobio das folhas é muito praticado pelos jovens do grupo étnico Miao e é considerado como uma forma de transmitir amor e carinho mútuo. (Instrumentos musicais)
3) “Tingir o céu de vermelho” - Performance feminina
Por meio da dança cultural étnica originária da província de Guizhou podemos perceber a grandeza da passagem da puberdade de uma bela menina para a maternidade. (Dança)
4) “Dança do sino” - Performance masculino
É uma espécie de dança realizada pelos guerreiros do grupo étnico Yi da província de Guizhou para representar as técnicas praticadas nos rituais de sacrifício. (Dança)
5) “Você é como uma flor” – Canção em dueto
A canção de amor cantada pelos jovens do grupo étnico Miao é considerada uma forma de intensificar os sentimentos de amor, carinho e parceria entre eles, favorecendo o entendimento mútuo, a reunião e a conversação. (Canção)
6) “Dança nacional” - Show interativo
Convida todos os presentes a participar de uma dança sob estilo da cultura minoritária étnica de Guizhou e a experiência de tocar o famoso instrumento de sopro da região. (Dança)
7) “Mulheres prateadas de Miao” – Performance feminina
Os bordados feitos pelas mulheres do grupo étnico Miao é considerado na China como um dos tesouros nacionais. Durante as comemorações do festival da Primavera na província de Guizhou, as mulheres desfilam com grandiosos vestidos tradicionais e junto a elas, os ornamentos feitos de prata originados da região do povo Miao. (Dança)
8) “Brinde” – Dueto de dança
Na grande festa da recepção de boas-vindas, em Guizhou, a cerimônia mais esperada pelo povo Miao é o momento em que todos os presentes fazem o brinde em conjunto. No ato da celebração é utilizado um chifre de boi para transformá-lo em uma taça de vinho para brindar todos os convidados e desejando-os paz e felicidade para todo o sempre. (Dança)
Guizhou
Localizado no sudoeste da China, esta província é adjacente a Sichuan e Chongqing ao norte, Yunnan ao oeste, Guangxi ao sul e Hunan a leste. É um lugar pitoresco com abundantes locais cênicos naturais e culturais. Muitas minorias étnicas chinesas vivem nesta terra há séculos. Os visitantes dessa área não só podem apreciar várias atrações, mas também descobrir os costumes e culturas populares ricas e distintas dos diferentes grupos étnicos.
Esta província é o lar de 48 grupos étnicos da China – segunda com maior concentração, após a província de Yunnan. Cada grupo étnico desenvolveu seus próprios costumes e culturas únicas, com hábitos de vida simples e originais, em moradias com estilos arquitetônicos exclusivos e vestimenta em trajes exóticos e coloridos. Mais de 1.000 festivais são celebrados por grupos étnicos a cada ano em Guizhou. Os festivais mais famosos incluem Sanyuesan Festival e Sister's Meal Festival na primavera, Liuyueliu Festival no verão e Shui New Year Festival no outono.
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Marc Kraus | Genesis – Trabalho em Progresso
15/12 a 04/02
Artes Visuais
Marc
Criada pelo artista brasileiro Marc Kraus, a exposição Genesis faz parte da Digital Provocateur/The Wrong | Bienal Internacional de Arte Digital, aberta de Sex a Dom das 14h às 22h. Genesis é uma instalação multimídia, onde o artista buscou criar um ambiente artificial, criando um "Paraíso Perdido” a partir das percepções e ideias gerados durante o processo, onde o público foi convidado a participar efetivo na construção e elaboração do trabalho.
"A partir do Genesis histórico-religioso-cientifico, busco recriar os passos do ”Criador” usando da metáfora dos 7 dias da criação do universo, e construíndo a partir do nada uma instalação de arte em 7 sábados." Marc Kraus
Marc Kraus já expôs em diversas mostras, veja algumas:
“Rio Acido” e “Rio Vermelho” 2013, video instalação - expo coletiva Em Obras, curadoria Franz Manata
“Artrópodes” 2014, acrílica sobre carpete e luz negra - expo coletiva Curto Circuito
“Noturnos” 2014, site expecific, luz negra, tinta acrílica sobre tela – expo individual Galeria Café
“Dia de folga” 2014, “Naner” 2014 video instalação - Mostras Meios Multiplos EAV Parque Lage
”Souvenir” 2015 e “Souvenir Ciranda” 2015, video instalação - Mostra de videoarte Castelinho do Flamengo - curadoria Analu Cunha
“Narciso” 2015, instalação (laser e globo de espelhos) - Expo Emergências Solas dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera
“Gira Laser” - 2016/17, instalação (laser, espelhos e cristais) - artista residente no Solar dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera e Ulisses Carrilho
“Gira Laser” - 2017, instalação (laser, espelhos e cristais) - Clube Jacarandá - Cidade das Artes, RJ
Através da aplicação de uma linguagem poética e muitas vezes metafórica, apresento situações e ficções em vídeos, fotografias, pinturas, performance, instalações ou qualquer outro suporte, onde são percebidas categoriassutilmente invertidas e modificadas, onde diferentes funções e/ou contextos precisam ser criados ou transformados.
Ao explorar o conceito de cor, luz e forma de maneira nostálgica, investiga a dinâmica proposta e sua influencia na emoção do expectador, incluindo o resultante da manipulação de seus efeitos e os limites do espetáculo com base em nossas suposições sobre o que significa para nós natural ou cotidiano. Ao invés de apresentar uma realidade factual, uma ilusão é fabricada para evocar os reinos de nossa imaginação criando situações lisérgicas, magicas e muitas vezes hipnotizantes e meditativas.
Uso um vocabulário visual que incorpora luz, cor, bem como sua ação no espaço - num universo ficcional e experiencial que emerge pouco a pouco aos olhos do espectador. Algumas vezes aparecem como imagens oníricas em que ficção e realidade se encontram e se fundem, significados mudam, algo se transforma, mostrando como a vida se estende para além de seus próprios limites subjetivos. CRian
O artista busca uma ligação entre a realidade e o imaginado, concentrando em questões concretas ou não, que determinam a experiência perante a obra. Criando situações em que imagens são alteradas ou separadas de sua função natural, com a intenção direta de transbordamento, transformação e encantamento.
Ao demonstrar o persistente e onipresente uso da luz, cor e forma em meu trabalho, busco amplificar o espanto do espectador, criando composições ou configurações que geram imagens poéticas, e que deixam vestígios e contrapesos na beira do reconhecimento da situação proposta, seja ela natural ou não.
Marc Kraus já expôs em diversas mostras, veja algumas:
“Rio Acido” e “Rio Vermelho” 2013, video instalação - expo coletiva Em Obras, curadoria Franz Manata
“Artrópodes” 2014, acrílica sobre carpete e luz negra - expo coletiva Curto Circuito
“Noturnos” 2014, site expecific, luz negra, tinta acrílica sobre tela – expo individual Galeria Café
“Dia de folga” 2014, “Naner” 2014 video instalação - Mostras Meios Multiplos EAV Parque Lage
”Souvenir” 2015 e “Souvenir Ciranda” 2015, video instalação - Mostra de videoarte Castelinho do Flamengo - curadoria Analu Cunha
“Narciso” 2015, instalação (laser e globo de espelhos) - Expo Emergências Solas dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera
“Gira Laser” - 2016/17, instalação (laser, espelhos e cristais) - artista residente no Solar dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera e Ulisses Carrilho
“Gira Laser” - 2017, instalação (laser, espelhos e cristais) - Clube Jacarandá - Cidade das Artes, RJ
Através da aplicação de uma linguagem poética e muitas vezes metafórica, apresento situações e ficções em vídeos, fotografias, pinturas, performance, instalações ou qualquer outro suporte, onde são percebidas categoriassutilmente invertidas e modificadas, onde diferentes funções e/ou contextos precisam ser criados ou transformados.
Ao explorar o conceito de cor, luz e forma de maneira nostálgica, investiga a dinâmica proposta e sua influencia na emoção do expectador, incluindo o resultante da manipulação de seus efeitos e os limites do espetáculo com base em nossas suposições sobre o que significa para nós natural ou cotidiano. Ao invés de apresentar uma realidade factual, uma ilusão é fabricada para evocar os reinos de nossa imaginação criando situações lisérgicas, magicas e muitas vezes hipnotizantes e meditativas.
Uso um vocabulário visual que incorpora luz, cor, bem como sua ação no espaço - num universo ficcional e experiencial que emerge pouco a pouco aos olhos do espectador. Algumas vezes aparecem como imagens oníricas em que ficção e realidade se encontram e se fundem, significados mudam, algo se transforma, mostrando como a vida se estende para além de seus próprios limites subjetivos. CRian
O artista busca uma ligação entre a realidade e o imaginado, concentrando em questões concretas ou não, que determinam a experiência perante a obra. Criando situações em que imagens são alteradas ou separadas de sua função natural, com a intenção direta de transbordamento, transformação e encantamento.
Ao demonstrar o persistente e onipresente uso da luz, cor e forma em meu trabalho, busco amplificar o espanto do espectador, criando composições ou configurações que geram imagens poéticas, e que deixam vestígios e contrapesos na beira do reconhecimento da situação proposta, seja ela natural ou não.
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Falando Frangamente
13/01 a 04/02
Teatro
FALANDO FRANGAMENTE
De Aloisio de Abreu
FALANDO FRANGAMENTE é um espetáculo solo de Aloisio de Abreu, onde o ator/autor serve “de bandeja” várias pequenas cenas e faz uma espécie de ato variado com sabores diversos. Uma espécie de buffet de humor quilo. O formato é dinâmico: o ator, como uma espécie de “garçom cênico”, sugere os “pratos” – na verdade, os assuntos que serão desenvolvidos na cena – e o público vai escolhendo: tem Sexo, Língua Portuguesa, Televisão, Cirurgia Plástica, Dança, entre outros acepipes cênicos e piadas gourmet.
Em FALANDO FRANGAMENTE tudo é muito informal, irreverente e em clima de bate-papo em casa com amigos. O cenário é um quadro negro como um menu de restaurante e o figurino é básico.
No elenco, Aloisio de Abreu, que também assina o “menu” de textos.
Em cena, junto com o ator, está o DJ LC Ambient, que, com seu som dançante e contemporâneo, dá um sabor a mais à cena com vinhetas divertidas e música non stop. Abreu e LC interagem quase que o tempo todo.
FALANDO FRANGAMENTE é teatro, é performance, é festa, show, drama e celebração.
Ficha Técnica:
Concepção, textos e músicas - Aloisio de Abreu
Participação Especial - LC Ambient
Cenário - Beli Araújo
Figurino - Allinges Tibau
Direção Musical - André Poyart
Dinâmica Corporal - Nadia Nardini e Tony Nardini
Design Gráfico - Fernando Gonçalves e Bruno Lamas
Produção - Joana Motta
Direção - Ricardo Kosovski
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Digital Provocateur/The Wrong | Bienal Internacional de Arte Digital
06/01 a 04/02
Artes Visuais
Digital Provocateurs/The Wrong | Bienal Internacional de Arte Digital
A Bienal Internacional de Arte Digital do Rio de Janeiro / THE WRONG | NEW DIGITAL ART BIENNIALE tem a missão de criar, promover e impulsionar arte contemporânea que se utiliza de meios digitais para um público mais amplo, reunindo artistas consagrados com novos talentos da cena artística internacional.
A exposição DIGITAL PROVOCATEURS, traz obras de: Paulo Arraiano, Stine Deja, Marc Kraus, Oliver Pauk, Rebenok, Maurizio Vicerè, Arno Beck, Julio Lucio, Oskar Metsavath, Projeto Cavalo, Fernando Velazquez, Adriano Motta, Luiz Zanotello, Ewa Doroszenko and Jacke Doroszenko,da Alemanha, Brasil, Canadá, Dinamarca, Itália, Polônia, Portugal e Rússia.
As instalações digitais estarão espalhadas pelas áreas de circulação da Cidade das Artes.
http://digitalprovocateur.org/
https://www.instagram.com/digitalprovocateurs/
http://thewrong.org/filter/embassy/Digital-Provocateur
http://thewrong.org/
A exposição é organizada pela Cidade das Artes, o Arte Clube Jacaranda LAB, com curadoria de Gabriela Maciel da TAL Art Projects e parceria da OM.Art.
PROGRAMAÇÃO GRATUITA.
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Grandes Músicos Para Pequenos | O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças
03/02 e 04/02
Teatro
‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’ - Musical infantil abre o Carnaval na Barra da Tijuca
Peça baseada na vida e obra de Braguinha encanta crianças de todas as idades e abre os festejos de Momo na Cidade das Artes.
Espetáculo faz parte do premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, da Entre Entretenimento.
O musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças volta ao cartaz no próximo dia 03 de fevereiro para duas apresentações na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, abrindo a programação de Carnaval do bairro. O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido.
Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante a temporada anterior, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdos atraentes para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical.
A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. Ao ouvir as músicas compostas pelo filho, Seu Jerônimo se enche de orgulho do menino que se tornou um grande músico. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.
O espetáculo estreou em outubro de 2016 e já foi assistido por mais de 20 mil pessoas. O espetáculo foi aclamado com indicações ao Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2016: melhor espetáculo, melhor texto original (Pedro Henrique Lopes), melhor direção (Diego Morais), melhor ator (Pedro Henrique Lopes), 2 indicações para atores em papel coadjuvante (Augusto Volcato e Rodrigo Morura), atriz em papel coadjuvante (Martina Blink), música adaptada, trilha sonora ou direção musical (Claudia Elizeu), coreografia (Victor Maia), direção de produção (Entre Entretenimento – venceu!) e ainda a menção especial a Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, pelo projeto Grandes Músicos para Pequenos (venceram!). No Prêmio Zilka Salaberry 2016, o espetáculo foi indicado como Melhor Roteiro Original. Além disso, no Prêmio Botequim Cultural 2016 foi indicado como Melhor Espetáculo Infantojuvenil, Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Direção (Diego Morais).
Grandes Músicos para Pequenos
O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças é o segundo espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. A ideia é promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis. “A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e autor do musical, um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você e os infantis O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças e Bituca – Milton Nascimento para Crianças. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento.
Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br
Entre Entretenimento
A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.
O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Martina Blink, Augusto Volcato, Rodrigo Morura e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha (também conhecido como João de Barro), o espetáculo utiliza os grandes sucessos do compositor para, em forma de fábula, transportar os espectadores para a vida do músico e os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (53 min) Cidade das Artes. Sáb e Dom, às 17h. R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) Livre. 03 e 04/02.
Ficha técnica:
Direção: Diego Morais
Direção Musical: Claudia Elizeu
Roteiro original: Pedro Henrique Lopes
Coreografias: Victor Maia
Elenco: Pedro Henrique Lopes (Carlinhos), Martina Blink (Dona Isaura), Rodrigo Morura (Henrique), Augusto Volcato (Alvinho) e Beto Vandesteen (Sr. Jerônimo Braga)
Cenário e figurinos: Clívia Cohen
Iluminação: Pedro Mendonça
Produção e realização: Entre Entretenimento
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2ª TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro
17/12 a 04/02
Artes Visuais
A TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro, nasceu como uma proposta para o Rio e em sua primeira edição em 2015, reuniu 154 artistas de 45 países, e recebeu durante os 2 meses que esteve aberta em 9 museus e instituições da cidade, um público de 215 mil pessoas, sendo 30 mil destes visitantes, crianças das redes públicas de ensino, nos projetos educativos das mostras.
Em sua segunda edição, a bienal que apresenta obras em variados suportes, porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, reúne cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais, para falar de um momento de crise sistêmica, hoje principalmente de bases humanistas e democráticas no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais.
Sob o tema "Vestir o Mundo!", o curador Alexandre Murucci conclama os artistas a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem um posicionamento perante responsabilidades diárias.
A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos: "Ar" - representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; "Água" - que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; e "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas anímicas da vida.
Locais / Venues:
Cidade das Artes – Foyer da Grande Sala / City of Arts – Grand Foyer
Ter a Dom de 14h às 19h (Em dias de espetáculo até às 22h) / Tuesday to Sunday, from 2 pm to 7 pm (On show days until 10 pm)
Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Phone.: 21-3325-0102
Grátis / free
Outras informações no site / Infos: http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br
Módulo “ Ar “ – Cidade das Artes / “Air” core – City of Arts – Barra
Alexandre Dacosta
Ana Biolchini
Braga Tepi
Christian Fuchs – Peru
Christina Oiticica
Edmilson Nunes
Ivan Enquin – Argentina
Ivan Grilo
João Magalhaes
Lígia Teixeira
Margo Margot
Mestre Didi
Mestre Sala e Porta-Bandeira
Nelson Leirner
Pooza Kataria - India
Shurooq Amin - Kuwait
Tunga
Módulo “Água” – Cidade das Artes / “Water” core – City of Arts – Barra
Alexandre Vogler
Amy Cannestra – USA
Anna Paola Protásio
Antonio Bokel
João Castilho
Kakati de Paiva
Rekha Sameer – UK
Silvana Pestana - Peru
Wilson Piran
Zena Assi – Líbano
Módulo “Terra” – Jardim Botânico / “Earth” core – Rio’s Botanic Garden
Adriana Tabalipa
Adrianna Eu
Ana Margarida Castro – Portugal
Ana Muglia
Anna Paola Protásio
Antonio Bokel
Bebe Schmitt
Carlos Calsavara
Clarisse Tarran
Gustavo Prado
Ivani Pedrosa
Kacá Versiani
Katya Romero - Equador
Leonardo Etero
Lia do Rio
Marcelo Lago
Marcio Faria
Maria Lynch
Pietrina Checcacci
Ricardo Siri
Sofia Donovan – Argentina
Suely Farhi
Tadeusz Zielowski – Polônia
TRIO Bienal 2017
prod.triobienal@gmail.com
Contato Curadoria:
alexandre.murucci@gmail.com
55-21-986692329
Textos curatoriais em versão resumida:
Vestir o Mundo
Vestir o mundo, vestir anseios, vestir compromissos, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exige um posicionamento perante responsabilidades diárias.
Ao escolher “Vestir o Mundo” como tema da 2ª TRIO Bienal, nossa proposta foi enfocar nossa relação com o planeta, de forma holística porém como ato político de afirmação de liberdades individuais e coletivas. Para abordar tema tão vasto, tomamos como estrutura, 3 tópicos relacionados à forças da natureza, tanto no que se refere aos seus elementos quanto ao seus valores simbólicos :
"Ar" - Representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo passado. A herança do humano;
"Água" – Que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o futuro, e; "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o presente, em todas as formas anímicas elementares da natureza.
De posse destes conceitos, nossas escolhas juntos aos artistas foi de buscar em suas obras uma narrativa que pudesse dar luz as essas emergências que o planeta nos conclama.
“AR” –
Por conta de um momento histórico grave e delicado que o mundo atravessa, onde liberdades individuais, de crença, gênero, identidades e valores essenciais são atacados tanto institucionalmente como nos novos âmbitos de expressão privada, hoje autônoma, volátil, insurgível, e muitas vezes incontrolável com a consolidação da civilização digital, tomamos o Brasil, suas utopias e distopias como figura de abordagem destes valores, certos de que nossos conflitos reverberam um estado de coisas similar em outras culturas.
Ao fazê-lo, também, voltamos à nossa pretensão de termos talvez uma resposta às questões que ora conflitam o mundo, diante de nossa história diferenciada, miscigenada e antropofágica, que tornou dores e dificuldades, em opções criativas e formas de convívio que mesmo às vezes, ásperas, ainda são uma possibilidade de visão acolhedora de sociedade e a partir daí, evidenciam experiências de diversas culturas que conosco dialogam.
E como dinâmica, escolhemos montar vários altares de expressão, cada um com um foco em direitos universais.
Estes altares estão divididos em duas vertentes: O Sagrado e o Corpo – onde dimensões do ser e de pertencimentos pontuam o discurso da mostra.
Assim sendo, no que intitulamos “o sagrado”, um percurso filosófico-étnico-emocional foi instaurado a partir da grande instalação fotográfica de Margo Margot (BR) que apresenta deuses da matriz africana que são parte da formação do Brasil como nação. Esta instalação é finalizada por um altar, onde peças de espaços religiosos de religiões afro-brasileiras, ultrajadas em acontecimentos recentes, foram resgatadas e restauradas utilizando simbologias orientais no que tange objetos sagrados, onde as partes coladas são pintadas em ouro, em respeito a imantação de vivências que estes objetos carregam, num libelo contra a onda de intolerância religiosa, grave no Brasil e no mundo.
A seu lado outra bela instalação da artista Ana Biolchini (BR), mostra o senso de reinvindicação, de luta, de protagonismo do povo quando se propõe a opção pelo coletivo.
Centralizando a questão, um grande quadro do artista Edmilson Nunes (BR), nos traz um Jesus carnavalizante, aberto, inclusivo e alegre, que transmite um ato libertário de igualdade nas várias formas do sagrado !
Pontuando ao seu lado, uma linda roupa de Porta-Bandeira da Império Serrano, nos apresenta o encontro entre a cultura popular e a alta-cultura, no esplendor de um objeto maestro da festa máxima que a miscigenação brindou a cultura brasileira.
E protegidos pelo coração-gaiola da Christina Oiticica (BR), que paira sobre o grande foyer, temos o trabalho onipresente de Nelson Leirner (BR) que resume o que séculos de sincretismo e verdades tropicais nos deram como concepção de nação.
Porém, ao falar de liberdades individuais, não podemos abrir mão de nossas mazelas seculares, e a mesma riqueza do ouro barroco, apresentada na elegia de João Magalhães (BR), se posiciona lado a lado com a crítica histórica de Ivan Grilo (BR), ao mostrar a intercessão do antigo Caminho Real da exploração aurífera, com o mapa da tragédia ambiental do Rio Doce, num cruzamento histórico sobre a expropriação de nossas riquezas.
Este sentimento de opressão se apresenta na obra de Alexandre Dacosta (BR), e a redenção sobre o manuseio de nossas heranças, em certo termo, pode ser vista no cálice sagrado de Tunga (BR), que nos brinda numa liturgia onírica.
A partir daí, o espaço do sagrado dá lugar ao altar do corpo, tendo a obra de André Sheik, um bússola freudiana, como um primeiro trabalho que sintetiza o tema, e a escultura cyber-retro de Braga Tepi, como um parâmetro da sexualidade normativa.
Seguindo, a obra da artista indiana Pooza Kataria (IN), traz um totem revestido de pulseiras matrimoniais usadas para desejar sorte para as mulheres, encerrando como uma jaula, sua roupa de escola, de quando, criança, a artista foi molestada, incidente recorrente em tantas culturas que atravessa os tempos impondo às mulheres dramas existenciais e perenes. Uma realidade atávica.
Ao seu lado, o trabalho de Shurroq Amin, mostra a distorção social dos casamentos com crianças, aceitável em algumas culturas e logo em seguida o “muxarabi” gráfico do artista Ivan Enquin (AR), que fala da opressão das mulheres em tantas culturas, aqui, como um manifesto libertário, que se completa nas mulheres empoderadas, da instalação feita de colchões de motel usados, pintados pela artista Lígia Teixeira (BR), com seu “boudoir” pole dance, e seguimos até a questão de gênero, no trabalho do artista peruano – Christian Fuchs (AL), que reencarna seus antepassados, em fluidez total de gênero, numa performance mimética impressionante, finalizando essa trajetória dos direitos do corpo, enquanto espaço sagrado.
“ÁGUA” –
O módulo “Agua” representa nosso compromisso com o futuro, pois se continuarmos a agir de maneira inconsequente, serão neste campo, as batalhas pelo destino da humanidade. Assim, a vídeo-instalação de Amy Cannestra (USA) nos traz uma entidade feminina que nasce dos mares, como um portal para estas sensibilidades e percepções. A “santa” de Alexandre Vogler (BR), chora por nosso descaso com o planeta, olhando as pequenas tartarugas, da escultura de João Castilho (BR), que agonizam, num libelo sobre nossas responsabilidades de um planeta em exaustão.
Mas além de seus aspectos simbólicos, o elemento “Água”, nos coloca a questão de nosso lugar no mundo, e tanto quanto o trabalho de Silvana Pestana (Peru), que mostra um território dominado pelas águas, porém em perigo, ao trazer a flora amazônica ressecada e transformada em matéria metálica, outro espaço parametrado pelas águas – o Rio de Janeiro - é apresentado em versões distintas De um lado, sob as volutas de Wilson Piran (BR) que simulacram ondas e sol, temos a instalação de Rekha Sameer (UK): uma mandala/assemblage de “footprints” - digitais dos pés dos ambulantes das praias do Rio – mostrando um círculo karma-virtuoso-vicioso, que nos fala da realidade das relações sociais e de trabalho de um Rio inclusivo/exclusivo enquanto forma de convivência de nosso projeto de utopia social, de um território que se reconhece democrático, mas que revalida seus contrastes sociais, sempre minimizados por nossa alegre forma de viver, como mostra em contraponto, o trabalho poético de Anna Paola Protasio – “Ginger & Fred”, um delicioso comentário sobre uma visão idílica, exótica e simplista de uma cidade cujo imaginário foi construído sob a égide de um paraíso à beira-mar.
E logo, esta epifania é quebrada pelo abismo e pela cultura individualista que a escultura de Antonio Bokel (BR) nos sinaliza, como também faz, o trabalho de Zena Assi (Líbano) sobre os dramas dos refugiados, refletido em frente ao horizonte geométrico noturno das telas de Kakati de Paiva (BR), como a paisagem de uma cidade intensa, complexa e cintilante, vista do mar, como mensagens em garrafas boiando nas águas da esperança.
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Grandes Músicos para Pequenos | Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças
27/01 a 28/01
Teatro
‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ chega na Barra da Tijuca!
Fábula baseada na vida do Rei do Baião já foi vista por mais de 100 mil pessoas e recebeu indicações para os prêmios CBTIJ e Zilka Salaberry. Peça faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, da Entre Entretenimento
Visto por mais de 100 mil pessoas, que se encantaram com a emocionante adaptação da vida do Rei do Baião para os palcos, o musical infantil Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças volta aos palcos cariocas, no dia 27 de janeiro, somente para duas apresentações, na Cidade das Artes (Barra da Tijuca – RJ). O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido.
Com direção de Diego Morais, Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças conta passagens da infância de Luiz Gonzaga no interior do Nordeste, com destaque para a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho (Pedro Henrique Lopes) se apaixona por Nazarena (Aline Carrocino), filha de um coronel que não permite o namoro deles. O resultado é uma fábula de amor inocente, voltada para toda a família, embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.
“As crianças se divertem e os adultos sempre se emocionam. E o que buscamos é exatamente isso: um espetáculo que, ao mesmo tempo, aproxime as gerações, valorize a cultura brasileira, e que desperte a curiosidade. Muitas crianças pedem aos pais para escutarem as canções de Luiz Gonzaga depois de assistirem ao musical”, conta o diretor Diego Morais.
Grandes Músicos para Pequenos
Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. A ideia é promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis. “A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e autor do musical, um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você e os infantis O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças e Bituca – Milton Nascimento para Crianças. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento.
Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br
Entre Entretenimento
A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.
Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Guilherme Borges. Com Pedro Henrique Lopes, Aline Carrocino, Martina Blink e Sergio Somene. Conta a infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. (55 min) Cidade das Artes. Sáb e Dom, às 17h. R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) Livre. 27 e 28/01.
Ficha técnica:
Direção: Diego Morais
Direção Musical: Guilherme Borges
Texto: Pedro Henrique Lopes
Elenco: Pedro Henrique Lopes (Luizinho), Aline Carrocino (Nazinha), Martina Blink (Santana / Elvira) e Sergio Somene (Januário / Raimundo)
Cenário: José Claudio Ferreira
Figurino e adereços: Wanderley Nascimento
Iluminação: Pedro Mendonça
Produção e realização: Entre Entretenimento
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