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Nova Vanguarda Carioca | Exposição



CIDADE DAS ARTES APRESENTA NOVA VANGUARDA CARIOCA

CURADORIA GRINGO CARDIA

O Rio de Janeiro sempre foi uma das fontes reverberadoras das novas tendências e criatividade do Brasil. Uma cidade cosmopolita, heterogênea, complexa, que vibra em diferentes frequências e promove a arte do inusitado, do provocador, do inovador num encontro agregador das diferenças, das diversidades e da mistura dos polos sociais.

A Cidade das Artes tem o prazer de receber e patrocinar a exposição Nova Vanguarda Carioca, composta por uma geração emergente de artistas plásticos, que explode com sua arte de muitas cores, discussões identitárias e de territórios, conquistando o panorama da arte nacional e internacional. Um trabalho pulsante, marcado nas suas raízes periféricas urbanas de todo o Brasil.

A curadoria é de Gringo Cardia, artista e cenógrafo que trabalha neste universo e que ao lado de Vik Muniz, Marisa Orth, Malu Barretto e Giovanni Bianco lidera um projeto social de juventude, arte e tecnologia - a escola Spectaculu, existente há 22 anos no Cais do Porto, fazendo a inclusão pela arte.

A reunião destes artistas nesta exposição evidencia o poder e a potência que a arte tem como papel de transformação social.

A Cidade das Artes amplifica e abriga a abstração do que é ser um espaço vivo. Impregna nas suas colunas concretas a multiplicidade da cidade, na interculturalidade de suas várias zonas. Recria um pouco do Rio, uma trama mista de gostos, hábitos, usos e funções. Um convite para um profundo mergulho, conceitualmente mutável, coletivo e agregador.

A mostra reúne a nova potência criativa do Rio e celebra essa retomada das novas tendências artísticas do Brasil.


ARTISTAS CONVIDADOS:


AGRIPPINA MANHATTAN
Agrippina R. Manhattan é artista, pesquisadora e travesti. Nasceu e cresceu em São Gonçalo, hoje vive e corre atrás de trabalho no Rio de Janeiro. Seu trabalho é parte de uma
profunda preocupação sobre tudo aquilo que restringe a liberdade. A palavra, a norma, a hierarquia, o pensamento. Diz que sente que não é obrigada a nada e isso a realiza.
Escolheu seu nome e inventou a si mesma, como escolhe um título para um trabalho ou encontrando a tradução do que sente em poesia. Pensando escultura como poesia,
poesia como escultura e tudo como um só e parte dela: “Por tudo aquilo que é possível imaginar, mas ainda é impossível de nomear. Um amor impossível. Me interesso em me interessar pelas coisas, desconfiar das palavras e entender o que já estava em mim antes delas”.


DIAMBE
Diambe da Silva é artista visual e bixa escritora que elabora coreografias. Diambe é nascida e criada na periferia do Rio de Janeiro. Sua produção artística se move entre cinema, escultura e coreografia e frequentemente lidando com materialidades como cimento, comida, gravura, fotografia e palavra que são elaboradas na medida em que cria comparsas em situação de diáspora. Diambe da Silva é a segunda artista a ocupar a plataforma digital Pivô Satélite dentro do projeto “O Assombro dos Trópicos”, com curadoria de Victor Gorgulho. A artista apresenta AMACDIAMBE – Associação de Amigas e Comparsas da Diambe, reunindo dois vídeos inéditos. Einstein Remix parte do poema visual do artista mineiro Ricardo Aleixo para explorar noções de coreografia, colaboração, erro e jogo. João VI Prç XV pertence à série de “emboscadas”, em que a artista e suas colaboradoras, a quem se refere como comparsas, circulam com fogo esculturas e monumentos no centro do Rio de Janeiro que enaltecem o passado colonial brasileiro.



ELIAN ALMEIDA
Elian Almeida baseia sua prática na convergência de diferentes linguagens, como pintura, fotografia, vídeo e instalação, tornando-se expoente de uma nova geração de artistas produtores de objetos e imagens que reivindicam protagonismo para agentes e corpos usualmente marginalizados em nossa sociedade e na tradição da arte. Com uma abordagem decolonial, seu trabalho se debruça sobre a experiência e performatividade do corpo negro na sociedade contemporânea. Para isso, ele recupera elementos do passado, imagens, narrativas e personagens, oficiais e extra oficiais, de modo a contribuir para o fortalecimento e divulgação da historiografia afro brasileira.



GELÉIA DA ROCINHA
Seu nome de batismo é José Jaime Costa. Ele já foi porteiro, servente de obras. Hoje, considera-se um pintor, embora o chamem de artista plástico. Seu nome de guerra e de fama é Geléia da Rocinha, apelido que ganhou do escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues. “Eu morava na Rocinha e trabalhava como porteiro da tv Globo. Quando tinha discussão sobre armas no trabalho, eu sempre falava do maior medo que tinha disso. Numa dessas, o Nelson Rodrigues estava passando pelo corredor da emissora e disse que eu parecia o Guarda Geléia, aquele personagem do programa do Jô Soares. Aí o nome pegou”, conta. Autodidata, Geléia começou a carreira artística pintando faixas e letreiros populares. Com um traço negro que reforça os desenhos multicoloridos, desenvolveu sua técnica utilizando materiais reciclados. Um de seus trabalhos notórios são enormes galões de óleo pintados com tinta acrílica “envenada”. “Ela leva uma resina que dá relevo, mas seca muito rápido. Por isso tem que pintar rápido pra não perder o pincel”, revela Geléia. Sua obra já ilustrou capas de cd, projetos gráficos, cenários, murais e editoriais de moda.



GETÚLIO
Getúlio Damado é artista plástico, e em 30 anos, já percorreu o Brasil e o mundo, marcando presença na Europa e Estados Unidos com suas obras: brinquedos, quadros e bonecos feitos a mão com material reaproveitado. Atualmente, comanda o Ateliê Bonzolandia, no tradicional bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, onde reúne sucata e a transforma em arte.  Sua trajetória é de fazer boneco a vida toda. “Os bonecos têm nome e história. Maria Rita, Cheroso, Peixoto, Carlito, Chico Muricó, até Pelé e Dilma”. E tem o Severino na Cidade Grande. “É aquele camarada sertanejo que vive num sacrifício danado e, quando chega na rodoviária, na casa dos parentes, vê água encanada, banheiro, luz elétrica, tudo direitinho, e fica louco, não volta mais para o Sertão”, explica. “Esse sou eu no passado.”



HELOÍSA HARIADNE
Derretendo as Muralhas de Gelo para Seguir as Navegações; Ir Viver Dentro do Céu, Acima da Terra dos Brancos; O Silêncio Que Te Protege das Incertezas; Neblinando a Sensação de Ilusão Que É Navegar na Terra; O Alto Ancorado no Baixo; o Físico Envolvendo o Espiritual, o Humano no Inumano. Essas frases poderiam facilmente compor um poema ou uma letra de música, mas são títulos de pinturas da artista visual e performer Heloisa Hariadne, novo nome da cena contemporânea paulista, cujo trabalho se debruça num estudo minucioso do próprio corpo e de elementos da natureza. Aos 23 anos, ela já tem seu trabalho ilustrado no livro Enciclopédia Negra, que também se desdobrou em uma mostra na Pinacoteca de São Paulo, com visitação gratuita até 8 de novembro; e garantiu uma bem-sucedida individual na Galeria Leme. “Heloisa pinta sobre seu universo, colocando isso em perspectiva individual e coletiva, ao mesmo tempo. Falamos de presente e futuro, mas entendendo que tudo está conectado ao passado e como romper com pactos coloniais. Trata-se de estar presente na vida”, define Carollina Lauriano, curadora responsável pela mostra.



JOTA
Não passava pela cabeça de Jota, quando trabalhava como assistente de pedreiro, que o hobby da pintura poderia mudar sua vida, que passaria a sustentar a família com a venda de quadros e que teria sua primeira exposição individual aos 20 anos. Johny Alexandre Gomes, que assina suas obras como Jota, vive com a mãe e o irmão mais velho no Complexo do Chapadão, na zona norte do Rio de Janeiro, e em setembro de 2021 apresentou a mostra “Eu vim de lá” com 25 quadros, todos já vendidos. Jota já conta com uma lista de espera de novos colecionadores e suas obras valem, agora, 20 vezes mais que quando pintadas. A exposição inaugural mostra o cotidiano do artista que tem inspiração na sua própria realidade para pintar os quadros.


MARCELA CANTUÁRIA
Cantuária recusa uma identificação com a narrativa oficial e opta por uma leitura a contrapelo, instrumentalizando pictoricamente imagens/monumentos utópicos insurgentes, integrada à história da exclusão social, da exploração do trabalho e da degradação ambiental. Artista brasileira, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Desenvolve pinturas que entrelaçam imagens históricas advindas do universo da política a representações da cultura visual contemporânea. Parte de suas invenções pictóricas advém de sua pesquisa sobre as lutas travadas por mulheres ao redor do mundo, como a obra Sônia, que homenageia uma guerrilheira comunista ribeirinha morta por militares na região do Araguaia, durante o primeiro golpe militar do Brasil em 1964.


MULAMBÖ
Vive e trabalha em São Gonçalo, RJ, Brasil. Na sua prática artística, Mulambö busca a valorização de símbolos do existir suburbano no Rio de Janeiro, a partir da refundação de potências. Explora desde a pintura, criação de bandeiras e objetos até a internet como plataforma de trabalho e, assim, faz arte para afirmar que não tem museu no mundo como a casa da nossa avó. Um dos artistas mais promissores de sua geração, apresentou seus trabalhos em duas exposições individuais com grande repercussão em 2019: “Tudo Nosso”, no MAR - Museu de Arte do Rio; e “Prato de Pedreiro”, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (RJ). Em 2020, apresentou a sua primeira exposição individual em São Paulo, no Sesc-Santana. Em 2021, abriu o calendário anual de exposições da Portas Vilaseca Galeria com a sua primeira individual no espaço, “Mulambö todo de ouro”. No mesmo ano, foi selecionado para expor pela primeira vez fora do Brasil, no espaço Das Schaufenster, em Seattle (EUA), onde apresentou a individual “Out of many, muchos más”; e também na exposição coletiva “SWEAT”, na Haus der Kunst, em Munique (Alemanha), com curadoria de Anna Schneider e Raphael Fonseca (em cartaz até 2022).

 

MYLLENA ARAUJO
De 1993, nascida e criada em Duque de Caxias (RJ), Myllena Araujo é fotógrafa, artista visual e educadora. Formada em fotografia pela escola de arte e tecnologia Spectaculu, é graduada em artes plásticas pela UFRJ e mestre em educação, cultura e comunicação em periferias urbanas pela UERJ. Trabalha com intervenção digital, fotografia e ações performáticas. Seu corpo é parte do processo que desenvolve em deslocamento enquanto mulher periférica, dialogando com as barreiras físicas e sociais que as distâncias promovem a regiões não legitimadas. Fundou em 2017 o projeto de arte-educação “O Mundo Virado na Praça” onde ministra oficinas de câmera escura em praças públicas. Desenvolve também o projeto de fotografia de rua, premiado pela Secretaria de Cultura de Duque de Caxias “Entre Mapas e Mundos Virados”, voltado para jovens moradores da Baixada Fluminense. Enquanto artista visual e fotógrafa, participou de residências artísticas na Maré, no Parque Nacional do Xingu e foi selecionada para a mentoria artística do coletivo Artistas Latinas.


PEDRO NEVES
Imperatriz, MA, Brasil, 1997. Vive e trabalha em Belo Horizonte, MG, Brasil. Estudante de patrimônio cultural e praticante de capoeira Angola, Pedro Neves busca representar o cotidiano e os signos que traduzem o povo brasileiro e seu complexo cultural. Sua obra vem se construindo através da pintura em diferentes suportes e dimensões, fotografias analógicas e esculturas em cerâmica. O artista também investiga a identidade brasileira e suas relações com o mundo exterior, com a colonização e com as sequelas deixadas por esse período na realidade social e no imaginário coletivo. Neves acredita que a sua construção identitária está diretamente vinculada ao seu processo artístico - ambos em constante transformação. As pinturas do artista já são disputadas entre os colecionadores de arte. De acordo com Pedro Neves, sua obra tem como mote falar do cotidiano, das línguas, da memória e da importante valorização dos negros na história mundial.



RAFAEL BARON
Nova Iguaçu, RJ, Brasil, 1986. Vive e trabalha entre Nova Iguaçu e Rio de Janeiro, RJ. Na sua prática artística, Rafael Baron desenvolve estudos e pesquisas sobre a pintura figurativa, com um olhar para a poética contemporânea. Seu trabalho parte da leitura da figura humana, por meio da qual detecta as subjetividades da personalidade de cada indivíduo, buscando características singulares no processo de criação de seus personagens. Na sua pesquisa, aborda problemáticas do preconceito social, racismo, LGBTfobia, misoginia, etc. Defende a arte como uma poderosa ferramenta de comunicação, que possa contribuir para uma vivência social harmoniosa. Ao propor um diálogo aberto sobre a tolerância e a representatividade, o artista convida o espectador a uma coautoria com cada um de seus personagens.



RAFAEL MATHEUS
Artista visual, pintora, performer e arte-educadora. Graduada em licenciatura em Artes visuais pela faculdade de Artes visuais da Universidade do Pará. Desenvolve trabalhos poéticos a partir de suas vivências e reflexões sobre o atrito entre os corpos LGBTQIA+ com a sociedade, abordando identidade e suas relações históricas e sociais onde corpos e rostos são símbolos centrais nesta pesquisa. Em 2016 foi premiada com o título Menção Honrosa do salão de Arte Primeiros Passos do Centro Cultural Brasil – Estados Unidos – CCBEU, e em 2017 recebe o Prêmio de terceiro lugar no mesmo salão; em 2018 recebe o Prêmio do Edital “Expressões Artísticas” da fundação Cultural do Pará – FCP; em 2019 é convidada a participar do Salão de Arte Pará e em 2019 ganha o Prêmio de Primeiro Lugar no Salão de Arte Primeiros Passos do CCBEU; em 2019 defende seu trabalho de conclusão de curso intitulado “Um corpo queer em Sala: Entre poéticas e pedagogias, Experimentações em Arte Educação” exposição de mesmo título que propõe aproximar o seu trabalho artístico com a produção de seus alunos; Em 2020 é uma das artistas contempladas pelo Edital Emergencial “ Arte como respire” do Itaú Cultural.


RAPHAEL CRUZ
O grafismo de Raphael e Rack soam como a liberdade em forma de arte. Mãos sujas de tinta e corações preenchidos com aquela curiosidade da infância. Indo cada vez mais fundo naquilo que ambos acreditam, formam o coletivo Rato Preto, um verdadeiro laboratório de experiências artísticas, quase uma dimensão paralela dentro do estado caótico do Rio de Janeiro atualmente. Por observação e prática, começa a experimentar o audio-visual e fotografia, onde por volta de 2011 e 2012 estuda no Observatório de Favelas, onde o interesse virou prática. Entre 2012 e 2013, Cruz frequenta a Oi Kabum, escola audiovisual criada por Gringo Cardia e a escola Spectaculu e nesse período faz parte da ocupação no Hotel da Loucura. Lá, desenvolve projetos interessantes como o Cinegrada e o Afrontamento, entendendo seu lugar dentro da arte e da cultura.

 

WALLACE PATO
“Quero dar voz a quem nunca teve”: o grafiteiro que exalta o povo nordestino nas ruas da periferia do Rio. Wallace Pato, de 24 anos, colore as ruas de Ramos, Bonsucesso, Penha, entre outros bairros periféricos, para que os mais humildes se sintam representados e tenham acesso a arte. Pato, como todo artista de rua, pinta onde houver um muro ou uma parede disponíveis. Contudo, seu trabalho pode ser mais apreciado em bairros das periferias como Ramos – onde ele nasceu e cresceu–, Penha, Bonsucesso, Complexo do Alemão, Maré... Ele também pinta quadros com a mesma temática, o povo nordestino, para vender e tirar seu sustento, já que mora de aluguel com a sua esposa. Mas a rua continua sendo seu espaço preferido de trabalho, onde se sente mais à vontade. Colorindo as maltratadas paredes da periferia e transformando-as em um museu a céu aberto, busca oferecer arte para aqueles que nunca tiveram acesso a ela e que possam se sentir representados por seus grafites.

NOVA VANGUARDA CARIOCA - ARQUIVO COM FOTOS E INFORMAÇÕES DOS ARTISTAS E DA EXPOSIÇÃO


SOBRE A ESCOLA SPECTACULU

A Spectaculu é uma escola de arte e tecnologia, sem fins lucrativos, fundada em 1999 no Cais do Porto do Rio de Janeiro. A escola oferece formação com vivência em arte e inserção profissional na indústria do entretenimento para jovens de 17 a 21 anos da rede pública de ensino e moradores de áreas de vulnerabilidade social da região metropolitana do Rio de Janeiro. Durante seus 22 anos de existência já formou mais de 2000 alunos, todos das mais diversas periferias da cidade do Rio de Janeiro. Seus alunos têm as direções artísticas mais variadas, que compõem juntos obras que misturam fotografia, moda, maquiagem, figurino e história das artes visuais. Nesta exposição, temos uma colaboração de vários alunos de teatro, corpo, maquiagem, moda, design com a fotógrafa também da Spectaculu Myllena Araújo. A escola foi criada pelo designer Gringo Cardia, a atriz Marisa Orth, o artista Vik Muniz, a produtora Malu Barretto e o designer Giovanni Bianco.


SOBRE O CURADOR GRINGO CARDIA
Gringo Cardia é designer, arquiteto, cenógrafo, artista gráfico, diretor de arte, diretor de videoclipes, teatro, óperas, desfiles de moda, curador de museus e exposições no Brasil e no exterior. Criou capas de disco e cenários de shows, direção de arte e vídeo clipes para Maria Bethânia, Gilberto Gil, Marisa Monte, Ivete Sangalo, Tom Jobim, Chico Buarque, Carlinhos Brown, dentre outros.

Trabalhou com renomados diretores de teatro brasileiros e estrangeiros como Mauro Rasi, Miguel Falabella, Hector Babenco, José Celso Martinez Corrêa, Kike Diaz, e o alemão Werner Herzog entre outros. Fez a direção e cenografia de vários espetáculos e exposições em Londres, Paris, Berlim, Nova Iorque e Tóquio.

É o parceiro criativo e cenógrafo de todos os trabalhos da Cia de Dança Deborah Colker e juntos criaram o espetáculo “Ovo” do Cirque du Soleil, com turnê mundial. Receberam os prêmios Lawrence Olivier em Londres, e Bennoit de la Danse do Teatro Bolshoi em Moscou. Na nova concepção dos museus contemporâneos, faz a curadoria, museografia de vários museus pelo Brasil e pelo mundo incluindo o Museu da Cruz Vermelha Internacional em Genebra, na Suíça, recebendo o prêmio europeu de novas linguagens de museus.

Recebeu mais de 20 prêmios no Brasil e no exterior como designer. Fundou em 2000, com a atriz Marisa Orth, o artista Vik Muniz, a produtora Malu Barretto e o designer Giovanni Bianco, a ong escola Spectaculu de Arte e Tecnologia que forma jovens das periferias do Rio de Janeiro em técnicos para a área de espetáculos e televisão.

Seu trabalho com a periferia vem desde a fundação da Escola Spectaculu, assim como o Prêmio Hutus de Cultura Negra com a CUFA Central Única das Favelas, durante dez anos, além da direção visual do Grupo Afroreggae em sua turnê mundial, além de trabalhos de arte com muitas comunidades periféricas do Rio de Janeiro.

Com sua parceira conceitual e antropóloga Heloisa Buarque de Hollanda criou a 20 anos, o conceito de “Estética das Periferias”, já antevendo o potencial criativo único que chegaria até ser reconhecida como potência de arte mainstream nos anos 2020.

Realizaram uma grande exposição de sucesso no Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna de Recife MAMAM, que envolveram todas as periferias das duas cidades.




Artes Visuais

Informações Gerais

Datas

08/01/22 a 10/04/22

Horários

De 10h às 21h
EXPOSIÇÃO GRATUITA

 

Local

Cidade das Artes

Sala

Praça

Classificação Etária

Livre

Demais Eventos da Programação

Maquete de LEGO® do Rio de Janeiro I Exposição Permanente 08/03 a 31/01 Artes Visuais LEGO® doa ao Rio de Janeiro a maquete feita com 947 mil peças A maquete do Rio de Janeiro feita totalmente em LEGO foi construída para homenagear de forma criativa e inusitada a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e ficará exposta permanentemente na Cidade das Artes como legado cultural. A construção destaca os 25 importantes ícones da cidade como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, o Maracanã, entre outros. [+] saiba mais Vacinação COVID-19 10/01 a 18/12 Outros A vacinação acontece no 2° andar da Cidade das Artes (Esplanada), é preciso apresentar documento de identidade e número do CPF. O comprovante de vacinação deverá ser guardado e apresentado quando chegar a hora de tomar a próxima dose da vacina.  A vacinação contra a COVID-19 a cada dia é destinada a grupos indicados nos calendários oficiais de vacinação divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, verifique sempre nos sites e redes sociais oficiais da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde. O ponto de vacinação (PV), na Cidade das Artes foi inaugurado em 31 de março de 2021, pela Secretaria Municipal de Saúde, para facilitar o acesso da população.   [+] saiba mais Curso ArteGrimberg | Teatro 10/03 a 16/12 Projeto CDA A Companhia Teatral ArteGrimberg foi fundada pela diretora Natalia Grimberg no ano de 1993, quando começou a ministrar aulas no espaço do extinto Teatro de Lona da Barra. Nos anos seguintes ministrou aulas no Teatro dos Grandes Atores (Shopping Barra Square), no também extinto Teatro do Barra Shopping e no Teatro Antônio Fagundes. Já em 2001, junto com seus irmãos Nado Grimberg e Tatiana Grimberg, decidiu abrir as portas de um espaço próprio, dedicado ao exercício das artes, e oferecer o Curso Livre de Teatro para todas as idades. Somos uma escola de reconhecida competência e tradição, com professores qualificados e capacitados, e com a missão de garantir a melhor experiência de aprendizado aos seus alunos. Temos orgulho de já ter formado muitos dos atores mirins que atualmente são profissionais reconhecidos e fazem sucesso na mídia. O curso tem duração de 1 ano e é dividido em duas etapas. Na primeira, as aulas de teatro são compostas por exercícios teatrais, improvisação, trabalho de corpo e voz, dinâmicas e noções de palco. Na etapa seguinte inicia a prática dos ensaios para as apresentações de fim de ano. Todas as turmas se apresentarão e todos os alunos receberão um personagem para interpretar. O curso de teatro é coordenado por Nado Grimberg e conta com uma qualificada equipe de professores e assistentes, que tem como objetivo desenvolver a criatividade, a forma de se expressar, e o autoconhecimento. [+] saiba mais Visitinha nas Artes | Visita guiada 13/03 a 18/12 Arte e Conhecimento Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Riotur e Cidade das Artes através do Programa de Fomento à Cultura Carioca apresentam VISITINHA NAS ARTES O que é ? Visitinha nas Artes é um projeto que se propõe a fazer com que as crianças entendam, conheçam e se apropriem do equipamento cultural e da ideia que está por trás da concepção da Cidade das Artes. Essa experiência levará a compreensão de que as artes são plurais e vitais para a existência humana. A visitinha conta com a Batutinha, personagem que é a alma de um menina negra que almeja ser maestrina e caminha batendo os pés no ritmo das músicas, como se estivesse batendo num tambor. Seu amor pelas artes a levou a se abrigar na Cidade das Artes e aqui ficar, servindo como exemplo de representatividade, inclusão e inspiração para jovens artistas. Como funciona a visitinha? A visita é gratuita mediante agendamento por esse link, sempre aos domingos, às 11h, com grupos de 45 pessoas (20 crianças + 25 responsáveis). Duração de aproximadamente 90 minutos, sendo 45 minutos para a Visita Guiada e os outros 45 minutos para a Oficina. Todos os participantes irão receber fones de ouvido para acompanhar a explicação do guia durante o percurso da visita guiada. 1) Visita guiada O roteiro, que vai percorrer diversos espaços da Cidade das Artes e dura em torno de 45 minutos, foi desenvolvido do ponto de vista das crianças, estimulando o sonho, treinando o olhar para os detalhes e abrindo suas mentes para que se coloquem na posição de artistas. A personagem Batutinha, é inserida nesta parte da visitinha de forma imaginária. Todos os participantes receberão fones de ouvido que serão utilizados para a comunicação entre o guia e os participantes. 2) Oficina A oficina de musicalização infantil com duas professoras. Uma das professoras é a Batutinha e a outra, uma musicista convidada. Existe uma relação entre a Batutinha andar marcando os pés no ritmo das músicas e seu desejo em ser maestrina. Antes do surgimento da figura do maestro, os músicos das orquestras eram "guiados" por uma marcação de tempo, ou seja, a marcação de tempo é, de forma bem simples, a primeira função do maestro em um coro ou orquestra. A aula ensinará de forma lúdica a importância do ritmo através de brincadeiras, percussão corporal e canto. Conceitos musicais como regência, naipe, ritmo, melodia e harmonia também serão apresentados durante a aula. A idade das crianças para participar das oficinas deve ser de 3 a 12 anos. Crianças de colo poderão participar somente da Visita Guiada. Acessibilidade: Um profissional intérprete de libras fará parte da equipe de guias da visitinha. Lembretes: - Credenciamento: Todos devem chegar com 30 minutos de antecedência para fazer o credenciamento. É necessário um documento de identificação original ( RG e/ou CPF) para retirada do equipamento de áudio; - O ponto de encontro e o credenciamento fica localizado no receptivo da Cidade das Artes no 2º andar (Esplanada); - O uso de máscara é obrigatório; - O comprovante de vacina contra a Covid-19, para maiores de 18 anos, é obrigatório no Rio desde 15 de setembro de 2021 para a visitação e entrada em alguns estabelecimentos e locais de uso coletivo (Decreto Rio nº 49335 de agosto de 2021). - É exigida a presença de uma pessoa responsável por criança durante toda a visita.   [+] saiba mais Cine Arte | Pedro Almodóvar 30/03 a 29/06 Arte e Conhecimento Almodóvar, um dos maiores, se não o maior cineasta espanhol, será o objeto de discussão desse ciclo de encontros do Cine Artes. Com uma filmografia única e marcada por sua estética própria com cores fortes e personagens que beiram o surreal, o cineasta que já passou por indicações e prêmios internacionais, investe na presença feminina, explora as fronteiras da sexualidade e cria um universo autoral repleto de paixões. Vamos começar com seu mais novo lançamento, Mães Paralelas e seguiremos apresentando o autor por mais quatro obras, Carne Trêmula, Volver, Fale com ela e A pele que habito. Para quem já é amante de Almodóvar é uma ótima oportunidade para debater sobre sua obra, para quem está conhecendo será um momento para mergulhar um pouco mais em seu universo dramático. [+] saiba mais Workshop e Palestra | Música 17/05 Arte e Conhecimento Workshop Horário: 16h Tema: Regência e liderança feminina na música”.   Simone Leitão, pianista e diretora artística da Academia Jovem Concertante, convida Zoe Zeniodi, premiada maestra grega, para um workshop e bate-papo sobre a liderança e regência feminina na música de concerto. Palestra  Horário: 17h Tema: Empreendedorismo e gestão de carreira para músicos Em um bate-papo sobre empreendedorismo e gestão de carreira para músicos, Simone Leitão, empresária, pianista e diretora artística da Academia Jovem Concertante conta um pouco da sua experiência nesse meio em que está há tantos anos.  [+] saiba mais Rebento | Lançamento de Livro 21/05 Arte e Conhecimento A autora Fernanda Oliveira lança o seu quinto livro, Rebento, uma seleção de poesias que retrata o amor pelas palavras e a crença em seu potencial transformador. No lançamento teremos uma roda de conversa com a autora e recital de poesia com música incidental ao vivo, além da tradicional sessão de autógrafos, fotos e sorrisos que acompanham os eventos da Hanoi Editora. SOBRE O LIVRO "Cuidado! Não leia! Cuidado! Seu coração será transformado, seu pensamento, modificado e seu caminho não estará mais traçado. Por isso, não leia! Cuidado! Você corre o risco de ser raptado pelo desejo do progresso, para o qual está fadado." Fernanda Oliveira [+] saiba mais Orquestra Sinfônica Brasileira | Série Músicos da OSB 21/05 a 22/05 Música Ministério do Turismo e Instituto Cultural Vale apresentam: Récita de domingo integra os Concertos para a Juventude – apresentações de caráter didático com ingressos a preços populares Jogar luz sobre as individualidades artísticas dos músicos da orquestra, colocando-os na posição de solistas em grupos de câmara. Esta é a proposta da Série Músicos da OSB, cujo primeiro programa de 2022 a Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao palco do Teatro de Câmara, na Cidade das Artes, dias 21 e 22 de maio. Ubiratã Rodrigues, violinista da OSB, atuará como regente nas apresentações. O concerto do sábado (21) é noturno (19h), enquanto o do dia 22 (domingo) integra os Concertos para a Juventude – récita matutina, de caráter didático, com ingressos a R$10. A obra de Shostakovich que abre este espetáculo é, na verdade, uma transcrição orquestral feita por Rudolf Barshai – amigo e discípulo de compositor – para o Quarteto de Cordas No. 4, escrito em 1949. Shostakovich idealizou o quarteto como um ato de protesto contra o antissemitismo na União Soviética, e a peça apresenta uma forte inflexão judaica, sobretudo no movimento final. Neste ambicioso arranjo realizado por Barshai, a tensão dramática do Quarteto em Ré maior ganha novas proporções, principalmente por conta das brilhantes escolhas instrumentais. Mesmo que Mozart seja primariamente lembrado como um grande virtuose das teclas, é importante lembrar que ele também foi um exímio prodígio de outro instrumento: o violino. A informação não apenas dá à genialidade mozartiana uma nova camada, mas também explica a desenvoltura idiomática das suas obras para o instrumento de cordas. De todos os ensaios de Mozart no gênero, o Concerto para Violino e Orquestra No.3, em Sol Maior, K.216 – segunda obra deste programa – é certamente um dos mais conhecidos. Nele, a leveza orquestral e a graciosidade no manejo da escrita se complementam em um todo de puro frescor. Embora reminiscente dos concerti-grossi barrocos, a última peça do programa, o Divertimento para Orquestra de Cordas de Béla Bartók, é uma obra original, de texturas neoclássicas. Escrita no ano de 1939, em 15 dias de extrema concentração e produtividade, a composição foi encomendada pelo maestro suíço Paul Sacher, famoso patrono musical responsável por comissionar as Metamorphosen de Strauss e o Concerto em Ré, de Stravinsky. Criados em 1943, os Concertos para Juventude têm como fundamento promover uma aproximação entre o público e a música de concerto. Para isso, a série é composta por apresentações didáticas que, em 2022, contam com a atriz Suzana Nascimento como mestre de cerimônia. A performance musical é intercalada com informações sobre as obras apresentadas e seus compositores, além de curiosidades sobre o funcionamento de uma orquestra sinfônica e seus instrumentos. E para deixar o concerto mais dinâmico, o programa é mais curto em relação ao apresentado na noite anterior. Na manhã de domingo (22/5), o segundo movimento da obra de Shostakovich e os dois movimentos finais da peça de Mozart serão suprimidos. A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA: Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 81 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.  Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor e a NTS - Nova Transportadora do Sudeste, como patrocinadora master e a Brookfield como patrocinadora, além de um conjunto de copatrocinadores e apoiadores culturais e institucionais. [+] saiba mais BORA RIR | Espetáculo de Comédia Stand-up 27/05 Teatro O Bora Rir é um projeto de stand-up comedy itinerante. A ideia é ocupar todo o Rio de Janeiro com os melhores humoristas do cenário nacional, valorizar a cena carioca e servir de palco para revelação de novos talentos. Sempre um show diferente: Além de dirigir, Paulinho Serra também se apresenta nas edições do Bora Rir, junto com humoristas consagrados da comédia nacional, que se revezam pelos shows, fazendo com que cada espetáculo seja sempre diferente. O quarto elenco da temporada 2022 de stand-up “Bora Rir” apresenta: Paulinho Serra, Cezar Maracujá e Victor Ahmar. Bora Lá! Bora Rir!   [+] saiba mais A Fabulosa Trupe da Galinha Pintadinha 28/05 a 29/05 Teatro A Galinha Pintadinha vive uma nova aventura em busca do Pintinho Amarelinho que se perdeu. No caminho, eles irão encontrar muitos amigos já conhecidos por toda a família brasileira: A Borboletinha, a Baratinha, o Sapo Cururu e muitos outros. Tudo isso em um espetáculo mágico, com muita luz, música e incríveis animações. [+] saiba mais Oficina de Teatro Inclusivo | Um reencontro com a arte 07/06 a 24/11 Arte e Conhecimento Artes cênicas, técnicas de yoga e reiki serão oferecidas, de forma gratuita, aos idosos e pessoas com deficiência intelectual. A Escola Pé na Arte apresenta a Oficina de Teatro Inclusivo, projeto que oferece aulas gratuitas para idosos e pessoas com deficiência intelectual, visando levar a cultura do teatro, além de desenvolver e ampliar as habilidades funcionais. A oficina terá início em junho e será realizada na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca (RJ), duas vezes por semana. Sabemos que a arte teatral tem o grande poder de mudar a forma como as pessoas interagem com o mundo, desenvolvendo habilidades, promovendo integração e rompendo as barreiras sociais. Foi pensando nisso que o ator e arte educador Zecarlos Moreno, diretor da Escola Pé na Arte, criou a Oficina de Teatro Inclusivo. A partir de sua experiência com o grupo de teatro inclusivo o qual ministra aulas, e que seguiu online durante a pandemia, Zecarlos imaginou ser esse um caminho para alcançar mais pessoas, promovendo a cultura e a socialização: “Quando falamos de teatro inclusivo, estamos abordando não somente os preconceitos sociais, mas também os relacionados à idade e às deficiências intelectuais. Com a oficina visamos, através das artes cênicas, colaborar para que os alunos inscritos possam se encontrar no ambiente cultural, proporcionando autoconhecimento, equilíbrio, criatividade e entrosamento em grupo.” A Oficina de Teatro Inclusivo reforça que o acesso às artes é relevante para viabilizar a inclusão humana e para o reconhecimento das diferenças como potencialidades. Outro ponto importante é a territorialização do edital, que privilegiou projetos culturais da Zona Oeste. “A oficina estará disponível para todos, mas queremos dar preferência para alunos de Jacarepaguá, em especial aqueles que não teriam condições de pagar por um curso com esta estrutura”, conta Roger Almeida, produtor executivo do projeto. Com aulas de junho à novembro, todas as terças e quintas, das 14h às 17h, a Oficina de Teatro Inclusivo apresenta uma metodologia teórica e prática das artes cênicas com jogos teatrais, improvisação, meditação, exercícios respiratórios, técnicas de yoga e reiki, ministradas por profissionais especializados em educação inclusiva. As inscrições são gratuitas e estão abertas na plataforma Sympla. O projeto conta com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e apoio cultural da Cidade das Artes. Oficina de Teatro Inclusivo, transformando vidas através da Arte. [+] saiba mais Afonso Padilha | Stand up Comedy 25/06 Teatro O SHOW Afonso Padilha, comediante, humorista, roteirista, escritor e pagodeiro. Já participou de vários festivais de humor e é integrante do grupo 4 AMIGOS. Volta a rodas o Brasil, agora em seu sexto Solo, nele fala sobre as diferenças, conflitos e comparações entre as idades e gerações, sempre voltado a suas experiências pessoais. SOBRE O AFONSO O curitibano Afonso Padilha começou no stand up comedy no fim do ano de 2009 fazendo open mics (espaço aberto para novos comediantes). Em 2011 entrou como convidado fixo o grupo Santa Comédia (primeiro grupo de stand up do sul do Brasil formado por Léo Lins, Fabio Lins e Marco Zenni) e começou a viajar pelo Brasil participando dos melhores shows do circuito. Participou dos maiores festivais de comédia do país: risológico, risorama, risadaria e virada cultural paulista – palco stand up. Foi considerado um dos humoristas revelações em 2012, sendo citado por Danilo Gentili. Passou também pelo programa Tudo é Possível, da Ana Hickman, como quinto elemento e posteriormente como jurado no concurso de comédia. Participou ainda do programa Agora é Tarde, do Danilo Gentili. Afonso também já foi roteirista do Porta dos Fundos e Comedy Central. Como autor, tem 3 peças escritas, duas encenadas: “Eu te odeio, meu amor” e “Até que o casamento nos separe”, ambas feitas no festival de teatro de 2012. A peça “Até que o casamento nos separe” continua em cartaz e está rodando o brasil com atuações de Marco Zenni e Lilian Marchiori. Atualmente está rodando com seu novo solo, seguindo todos o protocolos de saúde e decretos para os cuidados da covid, onde fala das diferenças, conflitos e comparações das diferenças de idades e com o grupo 4 Amigos do qual é integrante junto com Thiago Ventura, Dihh Lopes e Marcio Donato. Além de comediante e humorista, também está tentando a carreira como escritor, com três livros escritos, sendo um infantil, PAPAI, CADÊ O VOVÔ? (sobre o abandono paterno); o e-book NÃO TA COMPENSANDO FICAR ISOLADO (crônicas /cenas com pano de fundo a pandemia ) e O EVANGELHO SEGUNDO UM HUMORISTA (crônicas /cenas baseadas no velho e novo testamento). Acesso de crianças e adolescentes: desacompanhados dos pais ou responsáveis legais somente maiores de 18 anos. Alvará de Disciplinamento da 1ª Vara da Infância e da Juventude com outra indicação será divulgado na data do recebimento [+] saiba mais