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Evento Encerrado

A Casa que anda. Que mistérios tem Clarice? | Caminhão de Histórias



Caminhão de Histórias chega com exposição inspirada na obra infantojuvenil de Clarice Lispector

“A Casa que anda. Que mistérios tem Clarice?” traz interações e atividades criadas especialmente para o projeto, retratando temas como a casa, a natureza, o amor e os mistérios da vida emocional

Com sua personalidade enigmática e uma linguagem poética e inovadora, Clarice Lispector (1920-1977) é, merecidamente, cultuada em todo o mundo como um dos maiores nomes da nossa literatura. Inspirado por suas obras, o Caminhão de Histórias, um caminhão-baú de 15 metros, adaptado para receber mostras culturais interativas, apresenta a exposição “A Casa que anda. Que mistérios tem Clarice?” baseada nos livros ‘A vida íntima de Laura’, ‘O mistério do coelho pensante’ e ‘A mulher que matou os peixes’. O projeto fica na Cidade das Artes (Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, RJ) entre os dias 04 e 08 de dezembro, com entrada gratuita. Com o patrocínio do Instituto CCR, a entidade do Grupo CCR responsável pelos investimentos socioculturais que busca democratizar o acesso à cultura e à educação, o projeto visa incentivar a formação de novos jovens leitores.

Com curadoria de Eucanaã Ferraz, poeta, consultor de literatura do Instituto Moreira Salles (IMS) e professor de literatura brasileira na Faculdade de Letras da UFRJ, e com direção artística e cenografia de Daniela Thomas, cineasta, diretora teatral, dramaturga e cenógrafa, e intervenções artísticas dos artistas plásticos Maria Klabin, Marcela Cantuária, Raul Mourão e Mariana Valente, “A Casa que anda” apresentará atividades e reflexões sobre o universo infantojuvenil da criação de Clarice de Lispector a partir de histórias que dialogam com seus jovens leitores, despertando curiosidades sobre sentimentos e emoções, que evocam inúmeras reflexões.

Segundo Eucanaã Ferraz, “a obra de Clarice Lispector tem um raro poder de atração, não importando a idade e outros traços particulares de quem a lê. Sua palavra é, nesse sentido, universal. Não há dúvida de que associar a escrita com a materialidade das artes visuais e as experiências propriamente lúdicas será impactante para todos que passarem pela ‘Casa que anda’. Também é importante observar que a maior parte das narrativas de Clarice se passa nos ambientes domésticos e, desse modo, criar um ambiente de experiências sensoriais e estéticas numa ‘casa’ trará para mais perto do público o mundo mágico e atraente da autora”, ressalta o curador.

O encantamento começa com o próprio baú do caminhão, totalmente adesivado com primorosas ilustrações de autoria de Mariana Valente, neta de Clarice, que abordam vários aspectos de sua vida, com imagens de cidades e países que visitou ou onde viveu, como Recife, Rio de Janeiro, Pisa, Genebra, e Washington, intercaladas com imagens da escritora cercada de crianças, jardins e animais.

Daniela Thomas, que recriou o espaço interno da casa de Clarice a partir de fotos da residência da autora, reflete sobre como conduziu essa experiência: "Clarice tem a capacidade de revelar a profundidade da experiência humana nas situações mais banais e corriqueiras da vida. Com isso, nos desperta da alienação diária e somos tomados de uma hipersensibilidade para a nossa própria vida. Nosso objetivo é que os visitantes possam ter a experiência de olhar as mesmas coisas que sempre olham, só que agora com a sensibilidade renovada, surpreendendo-se com o que a literatura pode oferecer para a ampliar nossas perspectivas e nossa própria vida".

Além da reprodução do ambiente onde viveu a escritora, que abriga inclusive sua mesa de trabalho, onde repousam manuscritos e uma máquina de escrever com um texto em andamento, o espaço inclui referências e curiosidades dos três livros abordados na exposição, como um aquário vazio - já que os peixes morreram por falta de alimento, quadros da galinha Laura, do Coelho e do peixe, além de vídeo gravado com câmera em primeira pessoa na visão dos animais - assim como fazia a escritora, que criava as histórias a partir da perspectiva dos bichos.

Do lado externo, as três histórias se unem com diversas atividades de referência aos animais retratados, como o cercado do coelho – que dá algumas pistas para que as pessoas tentem descobrir como sua fuga ocorreu. A Casa do Coelho, projeto do artista Raul Mourão, é representada por uma pequena casa de aço criada para retratar o misterioso desaparecimento do coelho da ficção de Clarice. Segundo o artista, “uma gaiola/escultura sobre confinamento e fuga, confeccionada com o mesmo material das grades de segurança que nos acompanham nas grandes cidades brasileiras.”

Um lindo tapete, desenhado pela artista plástica Maria Klabin, transmite a sensação do piso de um quintal, com caracóis, tatus-bola, folhas, restos de comida, que podem ser explorados com o auxílio de lupas de aumento. “Esses três livros fazem parte das minhas melhores lembranças com meus filhos crianças”, conta Maria. “Líamos os três em série. É nítida a memória do momento em que eu abria a capa de ‘A mulher que matou os peixes’. A capa era dura, como um pequeno portão. E éramos conduzidos dos risos, gargalhadas à confusão, tristeza, ternura, apreensão, e algumas emoções cuja existência só descobrimos pelos livros da Clarice. É um privilégio visitar esse quintal pelo qual já devo ter passado muitas vezes, dessa vez, olhando para o chão que deu origem a tantos voos”, completa a artista, sobre a experiência de criar o piso.

Ainda no quintal, o ovo da Galinha Laura, criado por Marcela Cantuária, leva os visitantes a uma reflexão sobre o mistério da vida e a promessa de futuro, "simbolizando de maneira lúdica a gestação e as inúmeras possibilidades que a existência nos traz", explica Marcela. "Me senti honrada com o convite para participar da exposição, pois admiro imensamente o legado de Clarice. Uma mostra de arte circulante e interativa, como é o caso do Caminhão de Histórias, reforça o compromisso da arte com o coletivo, além de ser um movimento interessante e inovador", completa a artista.

A experiência traz práticas educativas que remetem ao ofício da escritora, como o espaço de leitura, atividades com máquinas de escrever, oficinas criativas inspiradas nos enigmas das histórias, produção e envio de cartão postal entre outras dinâmicas a serem conduzidas por educadores formados pela equipe da Percebe – consultoria especializada em educativos de museus e exposições. Os estudantes que visitarem a exposição receberão um caderno de atividades para continuarem a experiência na escola, orientados por seus professores, ou mesmo em casa com seus familiares.

Sobre os livros infantojuvenis de Clarice Lispector

Eucanaã Ferraz nos oferece um panorama sobre os livros de Clarice Lispector para a infância: “os livros de Clarice Lispector para a infância – como suas obras para o público adulto – são inquietantes. Se a linguagem é acessível e próxima do universo infantil, lá estão as perplexidades, as dúvidas, as perguntas, os mistérios da vida e da morte. Os textos conversam com o leitor e, assim, criam uma intimidade que desarma seu olhar e lhe possibilita viver experiências nas quais a natureza e os animais são parte fundamental. Não são, de modo algum, textos que buscam educar pelo viés da obviedade ou da complacência, como se o leitor-criança fosse imaturo ou intelectual e existencialmente despreparado. Pelo contrário, no convívio do humano com a natureza há traumas, choques, incompreensões, tristezas, mas também amor, humor, alegrias, enfim, múltiplos afetos. O resultado é o exercício estético e vital que se exige de toda e qualquer literatura. E, isso, claro, faz com que esses textos sejam atraentes também para público adulto.”
 


A exposição é inspirada em três livros infanto-juvenis de Clarice:

‘A vida íntima de Laura’: conta a história de Laura, a galinha que mais bota ovos em todo o galinheiro. Compondo uma personalidade cheia de nuances para sua personagem, Clarice diverte os pequenos sem subestimar sua inteligência.

‘O mistério do coelho pensante’: o sumiço de um simples coelhinho branco – quem diria! – inspira uma das mais instigantes histórias infantojuvenis de Clarice Lispector. Nesse livro a escritora discorre sobre profundas questões existenciais, na dose certa para a apreciação dos pequenos leitores. Qual a diferença entre "natureza humana"; e "natureza de coelho"? Como a gente sai do terreno da necessidade para o da vontade e da criatividade? É possível um pensamento que seja também um sentimento e uma sensação?

‘A mulher que matou os peixes’: aqui a sintonia com os leitores é obtida a partir do endereçamento direto, e o texto anuncia-se como uma confissão da narradora (“Essa mulher que matou os peixes infelizmente sou eu”) e um pedido de perdão à humanidade. Suspenses são encontrados a partir de pequenas tramas, em que perdão e culpa se sucedem.

Por onde o Busão das Artes já passou?

O Busão das Artes, que volta agora como Caminhão das Histórias, “saiu da garagem” pela primeira vez em 2021. A ideia era criar um projeto itinerante de ciências e meio ambiente, que mostrasse como o mundo microscópico pode ser entendido e vivenciado por meio da arte contemporânea, ampliando a compreensão do público sobre o universo, o corpo humano, as bactérias (tanto as benéficas quanto as perigosas) e a relação dos indivíduos com o meio ambiente.

A primeira mostra contou com a curadoria de Marcello Dantas, em parceria com o físico Luiz Alberto Rezende de Oliveira, um dos idealizadores e ex-curador do Museu do Amanhã. A iniciativa apresentava duas vertentes: uma ambiental, que tratava das bactérias e seu papel no ecossistema, e outra científica, abordando temas relacionados ao organismo humano. Tudo isso com instalações artísticas e interatividade, mostrando como as manifestações da vida biológica se relacionam com tudo que há no planeta.

Com obras dos artistas Jaider Esbell, Piero Manzoni, Ricardo Carvão, Ricardo Siri, Suzana Queiroga, Vik Muniz, Vivian Caccuri e Walmor Corrêa, o projeto passou por quatro Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo) e recebeu a visita de mais de 112,2 mil pessoas.

Com apoio do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet, o projeto tem parceria do Instituto CCR, da Sotreq CAT, do BTG Pactual e da Artplan.

“Este projeto faz parte do nosso compromisso de fomentar ações socioculturais que beneficiem as comunidades onde atuamos. Acreditamos que promover a cultura impulsiona a mobilidade social e transforma vida", afirma Renata Ruggiero, Diretora de Sustentabilidade, Inovação e Responsabilidade Social do Grupo CCR.




Arte e Conhecimento

Informações Gerais

Datas

04/12/24 a 08/12/24

Horários

Quarta a domingo | 10h às 17h
Agendamento de grupos: clarice@busaodasartes.com.br

GRATUITO

Local

Cidade das Artes

Sala

Cidade das Artes

Classificação Etária

Livre

Programação Gratuita

Demais Eventos da Programação

Wicked | Musical 15/07 a 04/10 Musical Ministério da Cultura apresenta WICKED - O MUSICAL WICKED: O MAIOR FENÔMENO DO TEATRO MUSICAL CHEGA PELA PRIMEIRA VEZ AO RIO Ingressos podem ser adquiridos pelo site Sympla.com.br ou na bilheteria da Cidade das Artes Bibi Ferreira Produzido pelo Instituto Artium de Cultura em parceria com o Atelier de Cultura, musical já foi visto por mais de um milhão de pessoas no Brasil Wicked – A História Não Contada das Bruxas de OZ chega ao Rio de Janeiro em 15 de julho de 2026 para uma curta temporada na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca. O anúncio foi feito no dia 21 de dezembro, na última sessão da temporada de Wicked no Teatro Renault, em São Paulo. Após três temporadas de absoluto sucesso em São Paulo, em 2016, 2023 e 2025, Wicked chegará à cidade maravilhosa. O espetáculo revela a história não contada das bruxas de OZ, muito antes da Dorothy chegar ao mundo governado pelo poderoso Mágico de OZ. 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Momento de meditação: ● Ao final da aula, desfrutaremos de um momento de meditação guiada para acalmar a mente e integrar os benefícios da prática. ● Essa etapa proporcionará um estado de paz interior e profunda conexão consigo mesmo. 5. Encerramento e registro da experiência: ● Dedicaremos um tempo para tirar fotos e registrar esse momento especial de conexão e bem-estar. ● Será uma oportunidade para compartilhar experiências e fortalecer os laços entre os participantes. Observações: ● As posturas de yoga serão adaptadas para atender às necessidades de todos os participantes, desde iniciantes até praticantes experientes. ● A aula será conduzida em um ambiente tranquilo e acolhedor, com música relaxante para promover a imersão na prática. ● Todos os participantes são bem-vindos, independentemente de seu nível de flexibilidade ou experiência com yoga.  [+] saiba mais TRÍPTICO | Dança 08/08 a 16/08 Dança Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea retorna à Cidade das Artes com quatro apresentações e programação dividida em dois finais de semana  A dança contemporânea volta a ocupar a Cidade das Artes com a segunda edição do Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea, iniciativa dedicada à valorização da produção artística independente carioca e ao encontro entre diferentes linguagens da cena contemporânea.  Ao longo da temporada, o público poderá assistir aos espetáculos Sob a Pele, do Núcleo de Dança para Atores (NDA), Odara Ô, do Coletivo Muanes Dançateatro, e Místico, da Cia. Nós da Dança. Cada montagem apresenta uma abordagem singular sobre o corpo, a identidade, a ancestralidade, a espiritualidade e as relações humanas, reforçando a proposta do Tríptico de aproximar diferentes estéticas e modos de criação. Mais do que uma mostra de espetáculos, o Tríptico promove um espaço de difusão, intercâmbio e fortalecimento da dança contemporânea, reunindo artistas, pesquisadores, estudantes e espectadores em torno de obras que dialogam com o teatro, a música, a videografia e outras artes integradas.   Programação – Primeiro final de semana 8 e 9 de agosto (sábado e domingo) – Cidade das Artes: O primeiro fim de semana reúne dois espetáculos que exploram o corpo como território de memória, identidade e ancestralidade. 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores A montagem de dança-teatro mergulha nas inquietudes e emoções profundas da experiência humana. Com direção de Roberto Lima e coreografia de Mônica Barbosa, o espetáculo revela estados emocionais, memórias e instintos por meio de movimentos intensos e expressivos. No palco, nove intérpretes  constroem uma atmosfera sensível em diálogo com iluminação, figurinos e videografia, conduzindo o público por uma jornada sobre aquilo que não pode ser nomeado, mas pulsa em todos nós. Na sequência: Odara Ô – Coletivo Muanes Dançateatro  Dirigido por Denise Zenicola, o espetáculo conduz uma  investigação sobre o universo feminino como território de ancestralidade, resistência e reinvenção. A montagem articula dança contemporânea, musicalidade afro-brasileira, percussão ao vivo e projeções visuais em uma experiência ritualística, poética e profundamente sensorial, reafirmando a força do corpo como espaço de memória e presença. Programação – Segundo final de semana 15 e 16 de agosto (sábado e domingo) – Cidade das Artes No segundo fim de semana, o público volta a acompanhar Sob a Pele, agora em diálogo com uma nova criação da cena carioca. 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores A premiada montagem retorna ao palco reafirmando sua pesquisa entre dança, teatro e expressão corporal, conduzindo o espectador por uma experiência intensa sobre emoções, instintos e memórias que atravessam a condição humana.  Na sequência: Místico – Cia. Nós da Dança Inspirado na busca do ser humano por equilíbrio consigo mesmo, com a natureza e com o universo, Místico convida o público a refletir sobre espiritualidade, energia, intuição e transformação interior. A obra revela o lado misterioso — e por vezes sombrio — da existência humana, propondo uma experiência artística que dialoga com a essência, o cosmo e o despertar de uma consciência mais conectada ao mundo.    __________   Os coletivos: O Núcleo de Dança para Atores (NDA) celebra 25 anos de atuação desenvolvendo pesquisas na fronteira entre dança, teatro e expressão corporal. Formado por artistas oriundos da Escola de Teatro Martins Penna e da UNIRIO, tornou-se referência em processos colaborativos de criação e formação artística.  O Coletivo Muanes Dançateatro investiga identidade, corporeidade, ancestralidade e presença feminina em cena, articulando dança contemporânea e culturas afro-brasileiras em obras de forte caráter poético.    Já a Cia. Nós da Dança, reconhecida por sua trajetória de pesquisa e formação de artistas, apresenta em Místico uma reflexão sobre espiritualidade, natureza e autoconhecimento, ampliando o diálogo do Tríptico com diferentes linguagens e perspectivas da dança contemporânea.    Ao reunir essas três companhias, o Tríptico fortalece a circulação de obras autorais, incentiva o intercâmbio entre coletivos e contribui para a democratização do acesso às artes, ocupando um dos principais equipamentos culturais da cidade com uma programação voltada à experimentação estética e à diversidade da produção contemporânea. ___________ Serviço Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea Cidade das Artes Primeiro final de semana  8 e 9 de agosto ● 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores ● Na sequência – Odara Ô – Coletivo Muanes Dançateatro Segundo final de semana 15 e 16 de agosto ● 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores ● Na sequência – Místico – Cia. Nós da Dança Classificação indicativa: 14 anos Realização: Produtora Visuallyze Idealização: Roberto Lima Apoio: Programa Funarte Aberta [+] saiba mais Zé Picolé | Lançamento de livro 15/08 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO Samuel adora praia, sol e picolés – e gosta tanto, mas tanto, que, num passeio mágico e divertido, acaba se transformando em um picolé de verdade! Em meio a rimas, sabores e muita imaginação, o menino vive uma aventura gelada que o faz repensar seus exageros. Uma história encantadora e bem-humorada que convida os pequenos leitores a sonhar, rir e refletir sobre limites, sem perder a doçura da infância.  SOBRE O TEMA O Zé Picolé é um livro infantil que aposta no humor e na reflexão, sem respostas prontas. Em vez de impor uma moral explícita, a narrativa convida o leitor a construir seus próprios entendimentos sobre limites, exageros, escolhas e consequências. 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Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este terceiro concerto na Cidade das Artes, o foco será a formação de duo de violino e piano, apresentando o repertório inédito e sofisticado gravado para o novo disco do selo. O programa será executado pelo violinista brasileiro Thierry de Lucas e pela pianista Ingrid Uemura. O duo se dedica à interpretação de um repertório cuidadosamente escolhido que evidencia a diversidade e a expressividade da música clássica brasileira, trazendo para o palco toda a sensibilidade, o lirismo e a vanguarda fonográfica que moldaram a concepção do álbum Romances Brasileiros. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição, carreiras globais e produção independente em torno de um programa que celebra o patrimônio cultural do país.   [+] saiba mais O Coelho da Lua 29/08 a 30/08 Teatro A peça conta a história de Suki, um jovem coelho muito inteligente, que para realizar o sonho de tornar-se um astronauta, contará com a ajuda de seu melhor amigo Flecha, uma tartaruga muito divertida que enfrenta um dos seus maiores desafios, a aceitação de suas características.   Ao ver seu amigo triste por ser excluído das atividades que exigem velocidade, Suki decide ajuda-lo mostrando para os bichos da floresta a importância da união e o respeito. Juntos, essa turma terá que resolver a questão mais importante de suas vidas, como levar a Lua em segurança de volta para o espaço. Uma vez caída na Terra, a melhor solução para salvar o planeta de uma grandiosa enchente de lixo é o foguete feito de material reciclado, de Suki.   Para termina-lo a tempo, os bichos terão que se unir e superar seus medos e diferenças. [+] saiba mais Fé e Vida em canções | Show 02/09 Música Padre Gleuson Gomes, trará uma noite especial de fé, música e emoção. O show contará com as participações especiais de Celina Borges, Adriana Arydes, Milena e Alexandre Augusto, em um grande encontro de louvor e espiritualidade. [+] saiba mais Semana de Arte e Cultura do Rio - Beijada pela maré | Lançamento de Livro 19/09 Arte e Conhecimento Nina Meireles sempre sentiu que não se encaixava muito bem, o diagnóstico tardio de autismo somente deu nome a esse sentimento. Após uma séria crise de saúde mental, a jovem é obrigada a trancar o curso de biologia marinha e deixar para trás a vida que tentou sustentar a muito custo. 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[+] saiba mais Fragmentos de Histórias, Arte e Vida e Entre Linhas e Cores | Exposição 23/09 a 06/10 Arte e Conhecimento Exposição Fragmentos de Histórias, Arte e Vida e Entre Linhas e Cores. Um diálogo entre Beatriz Milhazes, Adriana Varejão e Rosana Paulino  A exposição de Artes Visuais 2026 da ONG One By One propõe um encontro entre arte, inclusão e cultura brasileira, por meio de releituras inspiradas na produção de três importantes artistas contemporâneas brasileiras: Beatriz Milhazes, Adriana Varejão e Rosana Paulino.  As artistas foram escolhidas por suas relevantes contribuições para a arte brasileira e por estabelecerem diálogos sobre identidade, corpo, memória, cultura e história do Brasil. A proposta busca aproximar o público das artes visuais contemporâneas, promovendo reflexão, sensibilidade e valorização da diversidade.  Além da pesquisa estética e histórica, a exposição evidencia o protagonismo feminino na arte brasileira e reforça a importância da acessibilidade cultural e da inclusão de pessoas com deficiência por meio da produção artística.  AS ARTISTAS Beatriz Milhazes (1960) Pintora, gravadora e uma das principais representantes da “Geração 80”, movimento que retomou a pintura no Brasil. Sua obra é reconhecida pelas cores vibrantes, formas geométricas, arabescos e padrões ornamentais que dialogam com a arte popular, o modernismo brasileiro e o barroco. Adriana Varejão (1964) Pintora, desenhista e gravadora, desenvolve trabalhos que investigam a história, a colonização e a cultura brasileira. Suas obras exploram o corpo, a memória e os processos históricos presentes na formação do país. Rosana Paulino (1967) Artista visual, educadora e curadora, aborda em suas obras questões relacionadas à mulher negra, ancestralidade, memória e identidade afro-brasileira, ampliando importantes debates sobre representação e diversidade. As artistas Adriana Varejão e Rosana Paulino representarão o Brasil na Bienal de Veneza em 2026, reforçando a relevância de suas trajetórias na arte contemporânea.  A exposição explora relações entre: - Corpo e espaço; - Corpo e ambiente; - Cultura brasileira e história da arte; - Memória e identidade; - História e cultura afro-brasileira;  - Inclusão e diversidade.  [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Sexteto Pro Arte 24/09 Música No dia 24 de setembro, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o quarto concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes dando continuidade ao projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro e universal. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este quarto concerto na Cidade das Artes, o palco será ocupado pelo Sexteto Pro Arte. 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É a noite em que você vai acreditar no inacreditável. Garanta seu lugar agora e venha descobrir por que A MÁGICA está encantando plateias ao redor do mundo. [+] saiba mais 47ª Ciranda de Poesias do Rio de Janeiro 24/10 Arte e Conhecimento Celebração ao Dia do Poeta, Aniversário de 36 anos da Casa do Poeta do Rio de Janeiro, sarau com poetas finalistas do concurso de poemas e artistas convidados.   Recital com apresentações dos poetas finalistas do concurso anual de poemas, premiações, apresentações poéticas e musicais de artistas convidados, sorteios de livros ao público e tarde de autógrafos com os poetas convidados.  A Casa do Poeta do Rio de Janeiro nasceu da união de poetas frequentadores da Biblioteca Popular Municipal de Jacarepaguá – Cecília Meireles (extinta), no ano de 1990. Desde então passou a gerir a realização da CIRANDA DE POESIAS, evento anual em celebração ao Dia do Poeta (20 de outubro), com concurso de poemas e fomentando incentivo à leitura, poesia, produção literária e revelação de novos talentos poéticos e artísticos.   [+] saiba mais Turnê Dominguinho com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho | Show 14/11 Música Após sucesso global, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam chegada da turnê “Dominguinho” ao Rio de Janeiro Depois de conquistar o Brasil e alcançar o mundo com o projeto“Dominguinho”, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam agora a segunda etapa da turnê “Dominguinho”, que aporta no Rio de Janeiro dia 14 de novembro levando ao palco toda a atmosfera intimista, afetiva e nordestina que transformou o projeto em um fenômeno nas plataformas digitais. A nova fase da turnê chega impulsionada pelo enorme sucesso do repertório, que colocou o forró brasileiroem evidência mundial com faixas como“Deusa Minha”e o medley “Meu Cenário/Numa Sala de Reboco”, destaques no Top Global do Spotify e responsáveis por reforçar a força da cultura nordestina em escala internacional. No palco, o público poderá viver de perto a conexão musical entre os três artistas em um espetáculo pensado para emocionar, celebrar as raízes brasileiras e transformar cada apresentação em uma grande roda de música e sentimento. Com arranjos orgânicos, repertório afetivo e interpretações marcadas pela autenticidade, a turnê promete recriar ao vivo a essência que tornou “Dominguinho”um dos projetos mais elogiados e comentados do ano. Misturando tradição e modernidade, a segunda etapa da turnê “Dominguinho” reafirma o forró como uma linguagem universal e fortalece ainda mais o encontro entre gerações, ritmos e histórias.O novo ciclo de apresentações consolida o projeto como um dos maiores movimentos da música nacional na atualidade. [+] saiba mais Canta o Brasil | Corais 15/11 Música O Projeto Canta o Brasil idealizado pelo Maestro Luiz Lima, arranjador, Pianista, cantor Lírico e Regente de importantes coros do Rio de Janeiro, que neste projeto reúne todos os seus corais para uma única e especial apresentação. O Projeto Canta o Brasil em parceria com a Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, da Escola de Música ECO (Espaço Cultural Oficial), o evento conta tb dançarinos . Como o Projeto Canta o Brasil trabalha com a inclusão social de diversos segmentos, tais como: Idosos, portadores de necessidades especiais e etc  desenvolvendo a capacitação e acolhendo com muito respeito a diversidade brasileira.   A proposta para este ano de 2026, é enaltecer a nossa cultura, trazendo no repertório somente músicas brasileiras, imortais e em sua maioria de compositores ou cantores negros que transformaram de alguma forma o nosso país e a nossa cultura.   Será dividido em 04 atos, num passeio musical desde os clássicos, aos pop rock, os sambas, serestas e a alegria dos Anos 60, tudo com muita dança, colorido e alegria.   Além disso, todo o espetáculo será produzido nos mínimos detalhes para representar a importância e valorização da música brasileira, com instrumentação e trajes típicos e suas danças O espetáculo será apresentado em 04 ( quatro) atos, mesclandos canto e dança, numa alegria de cores.   Corais participantes:   Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, Coral do Clube de Regatas do Flamengo, Coral Mater Nostra, Coral Encanta Rio2, Coral Ramatis, Coral do MAP, Coral da ECO e Grupo Vocal Clave de Sol e o Coral de canto e dança Encanto Livre. 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