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Evento Encerrado

Trilogia Grande Sertão: Veredas



 Trilogia Grande Sertão: Veredas chega à Cidade das Artes

A obra-prima "Grande Sertão: Veredas" de João Guimarães Rosa ganha vida nos palcos da Cidade das Artes - Sala Eletroacústica, em Janeiro de 2024,  pelas mãos do diretor e ator Gilson de Barros. Este projeto, indicado Prêmio Shell Rio 2023 nas categorias de Melhor Dramaturgia e Melhor Ator.

Gilson de Barros apresentará as duas primeiras peças da trilogia, começando com "Riobaldo" nos dias 13, 20 e 21 de janeiro, às 20h, seguido por "O Diabo na Rua, no Meio do Redemunho" nos dias 14, 21 e 28 de janeiro, às 19h, na Sala Eletroacústica da Cidade das Artes. A direção, a cargo do premiado Amir Haddad. 

Publicado em 1956, "Grande Sertão: Veredas" revolucionou a literatura brasileira ao explorar a linguagem popular e oferecer uma perspectiva única do sertão. João Guimarães Rosa mergulha nas profundezas da alma humana, utilizando a riqueza e ousadia da língua para discutir aspectos metafísicos do homem de forma universal. 

A "Trilogia Grande Sertão: Veredas" teve sua estreia com a peça Riobaldo em março de 2020, no Espaço Cultural Sérgio Porto, mas teve sua temporada cancelada uma semana depois devido à pandemia. Apesar disso, manteve uma conexão com o público por meio de lives entre ator e diretor, tornando-se pioneira nas apresentações virtuais. Em 2021, retomou suas temporadas presenciais em locais como a Casa de Cultura Laura, em Ipanema, a Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, e o Teatro Gláucio Gil, em Copacabana. 

No ano seguinte, em 2022, iniciou uma turnê pelo país, passando por São Paulo, Belo Horizonte (na Biblioteca Pública do Estado) e cidades mineiras do Circuito Guimarães Rosa, além de percorrer bairros da cidade de São Paulo e 18 cidades do interior, encerrando o ano em Brasília. Em 2023, a trilogia retornou a Belo Horizonte (no Palácio das Artes) e realizou novas temporadas em São Paulo, Porto Alegre e Florianópolis, sempre muito bem recebido pelo público. 

Em abril de 2023, estreou no Rio de Janeiro a segunda parte da Trilogia, intitulada "O Diabo na Rua, no Meio do Redemunho". Em maio, a peça teve uma temporada em São Paulo, passando por Campinas e outras cidades do interior paulista, assim como Porto Alegre, Belo Horizonte e Florianópolis. O espetáculo continuou a receber uma excelente recepção do público ao longo dessas apresentações.

Para 2024, o projeto embarcara nos países da Europa, Portugual, França e Alemanha.


SINOPSE 

Riobaldo
Personagem central do romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, o ex-jagunço Riobaldo relembra seus três grandes amores: Diadorim, Nhorinhá e Otacília. O incompreendido amor por Diadorim, o amigo que lhe apresentou a vida de jagunço e lhe abriu as portas do conhecimento da natureza e do humano, levando-o ao pacto fáustico; o amor carnal e sem julgamentos pela prostituta Nhorinhá; e o amor purificador por Otacília, a esposa, que o resgatou do pacto fáustico e o converteu em ‘homem de bem’.

O Diabo na Rua, no meio do Redemunho 
Riobaldo, um ex-jagunço, hoje um velho fazendeiro, conversa com um interlocutor (o público). Nesse encontro, cheio de filosofia, ele conta passagens de sua vida e reflete sobre a dialética: bem e mal, Deus/diabo.  Na juventude, por amor a Diadorim, e para conseguir coragem e força, fez o que julga ser um pacto fáustico. Durante a narrativa, o personagem se vale de várias histórias populares, para questionar: “o diabo existe?”.


Trecho da crítica de Furio Lonza  “...Riobaldo é teatro na veia, um Guimarães pocket, algo de novo na dramaturgia nacional; sem adereços, sem cenografia e sem figurinos, mas com uma luz abrasiva pilotada pelo experiente Aurélio de Simoni. Em cena, Gilson de Barros administra o tempo e o espaço como se fosse um demiurgo regendo o sol do sertão, uma espécie de deus onisciente que acompanha com ternura passo a passo as andanças de suas criaturas lá embaixo, nas veredas de um mundo lancinante e despreparado para conceber uma lógica formal do cotidiano...” 

Guimarães Rosa pelo olhar de Amir Haddad e Gilson de Barros

Amir Haddad - @amirhaddadreal 
Li as duas primeiras páginas do ‘Grande Sertão’ várias vezes até perceber que aquela ‘língua’ tinha tudo a ver comigo. O resto da narrativa devorei em segundos, segundo minhas sensações. Aprendi a ler, aprendi a língua, lendo este romance portentoso no original. Entendi! Não era uma tradução, era um livro brasileiro, escrito na ‘língua’ brasileira.  Até hoje me orgulho de ser conterrâneo e contemporâneo de Guimarães Rosa. E tenho certeza de que qualquer leitor estrangeiro que ler o livro traduzido jamais lerá o que eu li. Assim como jamais saberei o que lê um inglês quando lê Shakespeare. Os realmente grandes são intraduzíveis.

Amir Haddad (diretor) 
Amir Haddad, diretor e ator brasileiro, co-fundou em 1958 o Teatro Oficina, mais tarde rebatizado como Uzyna Uzona, ao lado de José Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi. Durante sua permanência no grupo, dirigiu produções notáveis como "Cândida" de George Bernard Shaw, atuou em "A Ponte" de Carlos Queiroz Telles e "Vento Forte para Papagaio Subir" (1958) de José Celso Martinez Corrêa. Sua habilidade na direção foi reconhecida em 1959 com o prêmio de melhor direção por "A Incubadeira". Em 1960, Amir deixou o Oficina, mudando-se para o Rio de Janeiro em 1965 para liderar o Teatro da Universidade Católica do Rio.

Em 1980, Haddad fundou dois grupos teatrais influentes, A Comunidade (vencedor do Prêmio Molière pelo espetáculo "A Construção") e o grupo Tá na Rua. Ao longo de sua carreira, participou de projetos diversos, como a encenação de "O Mercador de Veneza" de Shakespeare, com participações de Maria Padilha e Pedro Paulo Rangel, além de colaborações em shows de Ney Matogrosso e Beto Guedes. Até os dias de hoje, Amir Haddad continua ativo, liderando o Grupo Tá Na Rua e dirigindo ou supervisionando peças com renomados artistas como Clarice Niskier, Andrea Beltrão, Pedro Cardoso e Maitê Proença.


Gilson de Barros - @gilsondebarrosator
Há alguns anos venho estudando a obra de Guimarães Rosa, com ênfase no livro Grande Sertão: Veredas. Interpretar Riobaldo tem sido meu trabalho e minha dedicação. A cada releitura do livro, cada temporada da peça, a cada curso que participo, vou aumentando a compreensão da obra.O objetivo é traduzir a prosa Roseana para a linguagem do teatro. Pretensioso, eu sei. Mas, não imagino outra forma de enfrentar essa obra-prima, repleta de brasilidade. Por fim, registro a honra de estar no palco com o suporte de João Guimarães Rosa, Amir Haddad, Aurélio de Simoni e todos os colegas envolvidos nessa montagem. Evoé!

Gilson de Barros (ator e dramaturgo)

Indicado ao Prêmio Shell 2023 em duas categorias, Melhor Dramaturgia e Melhor Ator, este notável operário do teatro destaca-se como ator, gestor e dramaturgo. Graduado em Artes Cênicas pela UNIRIO, sua formação sólida reflete-se em colaborações com renomados diretores, incluindo Augusto Boal, Luiz Mendonça, Mário de Oliveira, Domingos Oliveira e a parceria artística significativa com Amir Haddad na Trilogia Grande Sertão: Veredas. Sua trajetória abrange mais de 25 peças, atuando em produções diversas como "Bolo de Carne" de Pedro Emanuel, dirigido por Yuri Cruschevsk; "Murro em Ponta de Faca" com texto e direção de Augusto Boal; "Ópera Turandot" sob a direção de Amir Haddad; "Os Melhores Anos de Nossas Vidas" com texto e direção de Domingos de Oliveira; "Da Lapinha ao Pastoril" escrito e dirigido por Luís Mendonça; "A Tempestade" de Shakespeare dirigido por Paulo Reis; e "O Boca do Inferno" com texto de Adailton Medeiros e direção de Licurgo. Seu talento foi reconhecido com prêmios destacados, como o de Melhor Ator no Festival Inter-regional de Teatro do Rio em 1982 e o prêmio de Melhor Ator no Festival de Teatro SATED/RJ em 1980. Indicado ao Prêmio Shell 2023, em duas categorias: Melhor dramaturgia e Melhor ator. 


Ficha Técnica

 

A partir do livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa

 

Riobaldo

Recorte e atuação: Gilson de Barros

Direção: Amir Haddad

Cenário e figurinos: Karlla de Luca

Iluminação: Aurélio de Simoni

Programação visual: Guilherme Rocha, Mikey Vieira e Pedro Azamor

Assessoria de Imprensa: Júlio Luz – 21 981279366

Técnico: Mikey Vieira e Pedro Azamor

Fotos e vídeos: Renato Mangolin

 

O Diabo na Rua, no meio do Redemunho

Direção: Amir Haddad

Cenário e direção de arte: José Dias

Iluminação: Aurélio de Simoni

Programação visual: Guilherme Rocha,  Mikey Vieira e Pedro Azamor

Assessoria de Imprensa: Júlio Luz – 21 981279366

Técnico: Mikey Vieira e Pedro Azamor

Fotos e vídeos: Marcos Sobral




Teatro

Informações Gerais

Datas

13/01/24 a 27/01/24

Horários

RIOBALDO
Sábados | 20h
13, 20, 27 de Janeiro

O DIABO NA RUA 
no meio do redemunho
Domingos | 19h
14, 21 e 28 de Janeiro

Ingressos:
R$ 60,00 (inteira)
R$ 30,00 (meia-entrada)

Local

Cidade das Artes

Sala

Eletroacústica

Classificação Etária

16 Anos

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Momento de meditação: ● Ao final da aula, desfrutaremos de um momento de meditação guiada para acalmar a mente e integrar os benefícios da prática. ● Essa etapa proporcionará um estado de paz interior e profunda conexão consigo mesmo. 5. Encerramento e registro da experiência: ● Dedicaremos um tempo para tirar fotos e registrar esse momento especial de conexão e bem-estar. ● Será uma oportunidade para compartilhar experiências e fortalecer os laços entre os participantes. Observações: ● As posturas de yoga serão adaptadas para atender às necessidades de todos os participantes, desde iniciantes até praticantes experientes. ● A aula será conduzida em um ambiente tranquilo e acolhedor, com música relaxante para promover a imersão na prática. ● Todos os participantes são bem-vindos, independentemente de seu nível de flexibilidade ou experiência com yoga.  [+] saiba mais TRÍPTICO | Dança 08/08 a 16/08 Dança Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea retorna à Cidade das Artes com quatro apresentações e programação dividida em dois finais de semana  A dança contemporânea volta a ocupar a Cidade das Artes com a segunda edição do Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea, iniciativa dedicada à valorização da produção artística independente carioca e ao encontro entre diferentes linguagens da cena contemporânea.  Ao longo da temporada, o público poderá assistir aos espetáculos Sob a Pele, do Núcleo de Dança para Atores (NDA), Odara Ô, do Coletivo Muanes Dançateatro, e Místico, da Cia. Nós da Dança. Cada montagem apresenta uma abordagem singular sobre o corpo, a identidade, a ancestralidade, a espiritualidade e as relações humanas, reforçando a proposta do Tríptico de aproximar diferentes estéticas e modos de criação. Mais do que uma mostra de espetáculos, o Tríptico promove um espaço de difusão, intercâmbio e fortalecimento da dança contemporânea, reunindo artistas, pesquisadores, estudantes e espectadores em torno de obras que dialogam com o teatro, a música, a videografia e outras artes integradas.   Programação – Primeiro final de semana 8 e 9 de agosto (sábado e domingo) – Cidade das Artes: O primeiro fim de semana reúne dois espetáculos que exploram o corpo como território de memória, identidade e ancestralidade. 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores A montagem de dança-teatro mergulha nas inquietudes e emoções profundas da experiência humana. Com direção de Roberto Lima e coreografia de Mônica Barbosa, o espetáculo revela estados emocionais, memórias e instintos por meio de movimentos intensos e expressivos. No palco, nove intérpretes  constroem uma atmosfera sensível em diálogo com iluminação, figurinos e videografia, conduzindo o público por uma jornada sobre aquilo que não pode ser nomeado, mas pulsa em todos nós. Na sequência: Odara Ô – Coletivo Muanes Dançateatro  Dirigido por Denise Zenicola, o espetáculo conduz uma  investigação sobre o universo feminino como território de ancestralidade, resistência e reinvenção. A montagem articula dança contemporânea, musicalidade afro-brasileira, percussão ao vivo e projeções visuais em uma experiência ritualística, poética e profundamente sensorial, reafirmando a força do corpo como espaço de memória e presença. Programação – Segundo final de semana 15 e 16 de agosto (sábado e domingo) – Cidade das Artes No segundo fim de semana, o público volta a acompanhar Sob a Pele, agora em diálogo com uma nova criação da cena carioca. 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores A premiada montagem retorna ao palco reafirmando sua pesquisa entre dança, teatro e expressão corporal, conduzindo o espectador por uma experiência intensa sobre emoções, instintos e memórias que atravessam a condição humana.  Na sequência: Místico – Cia. Nós da Dança Inspirado na busca do ser humano por equilíbrio consigo mesmo, com a natureza e com o universo, Místico convida o público a refletir sobre espiritualidade, energia, intuição e transformação interior. A obra revela o lado misterioso — e por vezes sombrio — da existência humana, propondo uma experiência artística que dialoga com a essência, o cosmo e o despertar de uma consciência mais conectada ao mundo.    __________   Os coletivos: O Núcleo de Dança para Atores (NDA) celebra 25 anos de atuação desenvolvendo pesquisas na fronteira entre dança, teatro e expressão corporal. Formado por artistas oriundos da Escola de Teatro Martins Penna e da UNIRIO, tornou-se referência em processos colaborativos de criação e formação artística.  O Coletivo Muanes Dançateatro investiga identidade, corporeidade, ancestralidade e presença feminina em cena, articulando dança contemporânea e culturas afro-brasileiras em obras de forte caráter poético.    Já a Cia. Nós da Dança, reconhecida por sua trajetória de pesquisa e formação de artistas, apresenta em Místico uma reflexão sobre espiritualidade, natureza e autoconhecimento, ampliando o diálogo do Tríptico com diferentes linguagens e perspectivas da dança contemporânea.    Ao reunir essas três companhias, o Tríptico fortalece a circulação de obras autorais, incentiva o intercâmbio entre coletivos e contribui para a democratização do acesso às artes, ocupando um dos principais equipamentos culturais da cidade com uma programação voltada à experimentação estética e à diversidade da produção contemporânea. ___________ Serviço Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea Cidade das Artes Primeiro final de semana  8 e 9 de agosto ● 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores ● Na sequência – Odara Ô – Coletivo Muanes Dançateatro Segundo final de semana 15 e 16 de agosto ● 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores ● Na sequência – Místico – Cia. Nós da Dança Classificação indicativa: 14 anos Realização: Produtora Visuallyze Idealização: Roberto Lima Apoio: Programa Funarte Aberta [+] saiba mais Zé Picolé | Lançamento de livro 15/08 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO Samuel adora praia, sol e picolés – e gosta tanto, mas tanto, que, num passeio mágico e divertido, acaba se transformando em um picolé de verdade! Em meio a rimas, sabores e muita imaginação, o menino vive uma aventura gelada que o faz repensar seus exageros. Uma história encantadora e bem-humorada que convida os pequenos leitores a sonhar, rir e refletir sobre limites, sem perder a doçura da infância.  SOBRE O TEMA O Zé Picolé é um livro infantil que aposta no humor e na reflexão, sem respostas prontas. Em vez de impor uma moral explícita, a narrativa convida o leitor a construir seus próprios entendimentos sobre limites, exageros, escolhas e consequências. 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Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este terceiro concerto na Cidade das Artes, o foco será a formação de duo de violino e piano, apresentando o repertório inédito e sofisticado gravado para o novo disco do selo. O programa será executado pelo violinista brasileiro Thierry de Lucas e pela pianista Ingrid Uemura. O duo se dedica à interpretação de um repertório cuidadosamente escolhido que evidencia a diversidade e a expressividade da música clássica brasileira, trazendo para o palco toda a sensibilidade, o lirismo e a vanguarda fonográfica que moldaram a concepção do álbum Romances Brasileiros. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição, carreiras globais e produção independente em torno de um programa que celebra o patrimônio cultural do país.   [+] saiba mais O Coelho da Lua 29/08 a 30/08 Teatro A peça conta a história de Suki, um jovem coelho muito inteligente, que para realizar o sonho de tornar-se um astronauta, contará com a ajuda de seu melhor amigo Flecha, uma tartaruga muito divertida que enfrenta um dos seus maiores desafios, a aceitação de suas características.   Ao ver seu amigo triste por ser excluído das atividades que exigem velocidade, Suki decide ajuda-lo mostrando para os bichos da floresta a importância da união e o respeito. Juntos, essa turma terá que resolver a questão mais importante de suas vidas, como levar a Lua em segurança de volta para o espaço. Uma vez caída na Terra, a melhor solução para salvar o planeta de uma grandiosa enchente de lixo é o foguete feito de material reciclado, de Suki.   Para termina-lo a tempo, os bichos terão que se unir e superar seus medos e diferenças. [+] saiba mais Fé e Vida em canções | Show 02/09 Música Padre Gleuson Gomes, trará uma noite especial de fé, música e emoção. O show contará com as participações especiais de Celina Borges, Adriana Arydes, Milena e Alexandre Augusto, em um grande encontro de louvor e espiritualidade. [+] saiba mais Semana de Arte e Cultura do Rio - Beijada pela maré | Lançamento de Livro 19/09 Arte e Conhecimento Nina Meireles sempre sentiu que não se encaixava muito bem, o diagnóstico tardio de autismo somente deu nome a esse sentimento. Após uma séria crise de saúde mental, a jovem é obrigada a trancar o curso de biologia marinha e deixar para trás a vida que tentou sustentar a muito custo. 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A proposta busca aproximar o público das artes visuais contemporâneas, promovendo reflexão, sensibilidade e valorização da diversidade.  Além da pesquisa estética e histórica, a exposição evidencia o protagonismo feminino na arte brasileira e reforça a importância da acessibilidade cultural e da inclusão de pessoas com deficiência por meio da produção artística.  AS ARTISTAS Beatriz Milhazes (1960) Pintora, gravadora e uma das principais representantes da “Geração 80”, movimento que retomou a pintura no Brasil. Sua obra é reconhecida pelas cores vibrantes, formas geométricas, arabescos e padrões ornamentais que dialogam com a arte popular, o modernismo brasileiro e o barroco. Adriana Varejão (1964) Pintora, desenhista e gravadora, desenvolve trabalhos que investigam a história, a colonização e a cultura brasileira. Suas obras exploram o corpo, a memória e os processos históricos presentes na formação do país. Rosana Paulino (1967) Artista visual, educadora e curadora, aborda em suas obras questões relacionadas à mulher negra, ancestralidade, memória e identidade afro-brasileira, ampliando importantes debates sobre representação e diversidade. As artistas Adriana Varejão e Rosana Paulino representarão o Brasil na Bienal de Veneza em 2026, reforçando a relevância de suas trajetórias na arte contemporânea.  A exposição explora relações entre: - Corpo e espaço; - Corpo e ambiente; - Cultura brasileira e história da arte; - Memória e identidade; - História e cultura afro-brasileira;  - Inclusão e diversidade.  [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Sexteto Pro Arte 24/09 Música No dia 24 de setembro, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o quarto concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes dando continuidade ao projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro e universal. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este quarto concerto na Cidade das Artes, o palco será ocupado pelo Sexteto Pro Arte. 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É a noite em que você vai acreditar no inacreditável. Garanta seu lugar agora e venha descobrir por que A MÁGICA está encantando plateias ao redor do mundo. [+] saiba mais 47ª Ciranda de Poesias do Rio de Janeiro 24/10 Arte e Conhecimento Celebração ao Dia do Poeta, Aniversário de 36 anos da Casa do Poeta do Rio de Janeiro, sarau com poetas finalistas do concurso de poemas e artistas convidados.   Recital com apresentações dos poetas finalistas do concurso anual de poemas, premiações, apresentações poéticas e musicais de artistas convidados, sorteios de livros ao público e tarde de autógrafos com os poetas convidados.  A Casa do Poeta do Rio de Janeiro nasceu da união de poetas frequentadores da Biblioteca Popular Municipal de Jacarepaguá – Cecília Meireles (extinta), no ano de 1990. Desde então passou a gerir a realização da CIRANDA DE POESIAS, evento anual em celebração ao Dia do Poeta (20 de outubro), com concurso de poemas e fomentando incentivo à leitura, poesia, produção literária e revelação de novos talentos poéticos e artísticos.   [+] saiba mais Turnê Dominguinho com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho | Show 14/11 Música Após sucesso global, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam chegada da turnê “Dominguinho” ao Rio de Janeiro Depois de conquistar o Brasil e alcançar o mundo com o projeto“Dominguinho”, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam agora a segunda etapa da turnê “Dominguinho”, que aporta no Rio de Janeiro dia 14 de novembro levando ao palco toda a atmosfera intimista, afetiva e nordestina que transformou o projeto em um fenômeno nas plataformas digitais. A nova fase da turnê chega impulsionada pelo enorme sucesso do repertório, que colocou o forró brasileiroem evidência mundial com faixas como“Deusa Minha”e o medley “Meu Cenário/Numa Sala de Reboco”, destaques no Top Global do Spotify e responsáveis por reforçar a força da cultura nordestina em escala internacional. No palco, o público poderá viver de perto a conexão musical entre os três artistas em um espetáculo pensado para emocionar, celebrar as raízes brasileiras e transformar cada apresentação em uma grande roda de música e sentimento. Com arranjos orgânicos, repertório afetivo e interpretações marcadas pela autenticidade, a turnê promete recriar ao vivo a essência que tornou “Dominguinho”um dos projetos mais elogiados e comentados do ano. Misturando tradição e modernidade, a segunda etapa da turnê “Dominguinho” reafirma o forró como uma linguagem universal e fortalece ainda mais o encontro entre gerações, ritmos e histórias.O novo ciclo de apresentações consolida o projeto como um dos maiores movimentos da música nacional na atualidade. [+] saiba mais Canta o Brasil | Corais 15/11 Música O Projeto Canta o Brasil idealizado pelo Maestro Luiz Lima, arranjador, Pianista, cantor Lírico e Regente de importantes coros do Rio de Janeiro, que neste projeto reúne todos os seus corais para uma única e especial apresentação. O Projeto Canta o Brasil em parceria com a Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, da Escola de Música ECO (Espaço Cultural Oficial), o evento conta tb dançarinos . Como o Projeto Canta o Brasil trabalha com a inclusão social de diversos segmentos, tais como: Idosos, portadores de necessidades especiais e etc  desenvolvendo a capacitação e acolhendo com muito respeito a diversidade brasileira.   A proposta para este ano de 2026, é enaltecer a nossa cultura, trazendo no repertório somente músicas brasileiras, imortais e em sua maioria de compositores ou cantores negros que transformaram de alguma forma o nosso país e a nossa cultura.   Será dividido em 04 atos, num passeio musical desde os clássicos, aos pop rock, os sambas, serestas e a alegria dos Anos 60, tudo com muita dança, colorido e alegria.   Além disso, todo o espetáculo será produzido nos mínimos detalhes para representar a importância e valorização da música brasileira, com instrumentação e trajes típicos e suas danças O espetáculo será apresentado em 04 ( quatro) atos, mesclandos canto e dança, numa alegria de cores.   Corais participantes:   Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, Coral do Clube de Regatas do Flamengo, Coral Mater Nostra, Coral Encanta Rio2, Coral Ramatis, Coral do MAP, Coral da ECO e Grupo Vocal Clave de Sol e o Coral de canto e dança Encanto Livre. 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