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Evento Encerrado

Projeto Interlocuções I Psicanálise e literatura



Tema do dia 10/06 e 24/06
Conversas sobre o gesto

Convidada: Márcia Milhazes


Um valioso encontro de Conversas sobre o universo vocabular da linguagem artística da coreógrafa Marcia Milhazes com sua Companhia de Dança e a Arte. Conversas que abordam os processos de criação realizados durante a pandemia no doloroso confinamento vivido. A mostra de dos vídeos dança PÁSSAROS e SONHO de PRIMAVERA ,que vem sendo premiados nos mais importantes Festivais de cinema  internacionais  e nacionais POOL - INTERNATIONALES TanzFilm Festival Berlin, Germany - Júri oficial  (2020)- London International ScreenDance Festival - 2021 UK dentre outros vem tratar das vivências com a cultura virtual. 

A obra coreográfica PAZ e AMOR, premiada no APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte SP(2020), Qualicult  2021 dentre outros, e a preparação de uma nova produção que celebra a Semana de Arte Moderna de 1922 , no final do ano, no  Theatro Municipal do Rio de Janeiro trazem importantes registros do fazer coreográfico que envolvem vários meios artísticos e suas problemáticas de ideias.

Conversas como laços humanos, onde a Arte que trata do real, cria interfaces e se torna um local importante e transformador de desejos, interesses, práticas, escolhas e sensibilidade.


1) PÁSSAROS


Sinopse:
O mundo se confronta com um confinamento doloroso, onde nos escondemos do invisível. Desejo celebrar um outro invisível, que flutua no mundo veloz e agressivo. O amor. Escrevo cartas de amor em forma de gestos, onde o invisível habita, exprime sentimentos, tornando o universo virtual um potente parceiro para acessar a sensível. Cenas de um homem, uma mulher, que carregam em seus corpos a solidão, vestígios de sonhos na busca pela possibilidade do reencontro. Reúno imagens afetivas que refletem detalhes de obras de minha irmã, a artista visual Beatriz Milhazes, da mata atlântica de minha cidade do Rio de Janeiro, de núcleos fotográficos de gestos e vídeos registrados pelos celulares dos próprios intérpretes em confinamento. Juntos, tecem uma narrativa sutil que cruza objetos desconhecidos, reflexos da minha voz. Uma experiência estética que transforma o espaço virtual em território universal onde a transcendência poética permite contemplar uma zona não verbal. O visível e o invisível invadem, preenchem, visitam a alma como um cometa de esperança no outro. A vida retorna.

Vídeo: https://drive.google.com/drive/folders/1dMmkWRZFDln_MOwmcfuVlVOmreHNh syw?usp=sharing

Ficha Técnica do vídeo:
Direção Artística / Coreografia / Concepção - Marcia MILHAZES
Intérpretes - Ana Amélia VIANNA e Domenico SALVATORE
Edição de Vídeo - Domenico SALVATORE
Imagens - Detalhes de Obras da Artista Visual Beatriz MILHAZES:
HAVANA e A MOSCA
Fotos - Ana Clara MIRANDA
1a Cena / take das mãos - John C.M.
Colagem da Trilha Sonora - Marcia MILHAZES
Música - Montana CELLIST


2) SONHO DE PRIMAVERA

O mundo contemporâneo confronta o invisível que fragiliza a alma pela possibilidade da perda.  SONHO DE PRIMAVERA deseja tocar em outro invisível que celebre a vida, o SONHO. Fantasia interior, formas invisíveis, vivas, onde a distância imprecisa procura ouvir os afetos, tocá-los, torná-los valiosos, visíveis no outro e nas coisas. Sonhos como ventos, como estações, que sopram liberdade e nos motivam a desenharmos pontes de desejos, movimentos de esperança dentro e fora de nós.

Sermos sonhos.

A concepção, construção, gravação e edição deste vídeo foram realizadas seguindo o isolamento social. As imagens coreográficas foram registradas pelos celulares dos intérpretes, nos seus ambientes, minuciosamente dirigidas e concebidas à distância. As imagens da natureza e a mídia utilizada foram retiradas de bancos sem direitos autorais.

A renomada e internacional artista plástica BEATRIZ MILHAZES, gentilmente cedeu as imagens de suas obras. 

Vídeo: https://drive.google.com/drive/folders/1jlMNmxopj_4su-F-xu5IFuNmeZmYq0z- ?usp=sharing

FICHA TÉCNICA do vídeo
Direção Artística, concepção e coreografia - Marcia MILHAZES
Intérpretes - Ana Amélia VIANNA, Domenico SALVATORE
Edição do vídeo - Marcia MILHAZES, Domenico SALVATORE
Beatriz MILHAZES´ works details
Avenida Paulista, 2020 - Masp´s Collection, Artist´s Donation
-Havana, 2003-4
-Mosca - 2010-12
-Casa de Baile -2009 - sketch / installation
-Bailinho, 2007-8 - sketch / installation
Cinematografia - gestos detalhes - Rodrigo MONTEIRO (03'23" to 04'06") and Avenida Paulista
Footage
Fotografia - Ana Clara MIRANDA
Trilha sonora (colagem) - Marcia MILHAZES
Edição Trilha sonora - Domenico SALVATORE
Musica:
Dissociation, piano by Naoya SAKAMATA
Waiting, cello by Gabriele CAZZOLA

 


Tema do dia 27/05
Conexões entre a adoção e a orfandade na psicanálise

Convidados:

Dejaira Gregorio dos Santos (Artista Plástica e Costureira)
Marisol Jesus Correa (Do lar)
Roberta Genestra dos Santos (Enfermeira)

Família Strong 
(Adoção Homoafetiva)
Mauro Guimarães Neeley (bancário)
Matthew Scott Ne (economista)

Um diálogo sobre a Adoção como uma forma de gestação, pontuando as maiores dificuldades de quem adotou e foi adotado, uma roda de conversa, com a Psicanalista Gilda Pitombo, a artista audiovisual Bia Peace e convidados, que irão abordar de forma responsável e empática a questão do desamparo, abordado no livro “ A ORFANDADENA PSICANÁLISE”. Segundo Gilda Pitombo (2021, p.49) a castração sempre esteve relacionada à falta e a lei. Se em Freud ela se articula à falta do falo na mulher, em Lacan, ela se configura como falta do Outro. O nome da castração em psicanálise é esta falta, este corte, e tudo se opõe a completude.

No Brasil, segundo pesquisas do instituto terceiro setor, 8,7 mil crianças e adolescentes entre 0 e 18 anos deram entrada em serviços de acolhimento por abandono pelos pais ou responsáveis. Ao todo, o país tem hoje 29,2 mil crianças e adolescentes em 4.594 abrigos. Em média, 8 crianças são abandonadas por dia no país. Além disso, temos outro agravante, muitos bebês são encontrados ainda com o cordão umbilical. É o caso de uma bebê recém-nascida que foi encontrada embaixo de uma árvore, sem roupas e ainda com o cordão umbilical, no bairro Jardins do Cerrado I, em Goiânia. Uma moradora que passava pelo local acionou a polícia e a menina foi levada para uma maternidade, onde ficou internada por 11dias e ganhou o nome de Rebeca. Casos como o da bebê Rebeca infelizmente, são comuns no nosso país e de acordo com o artigo 134 do Código Penal, o responsável por abandonar uma criança pode receber uma pena de detenção de 6 meses a 3 anos. Porém em casos como o citado acima é quase impossível encontrar o responsável, porque abandono é crime, mas em nossa legislação se uma mãe quiser entregar seu filho para adoção por livre e espontânea vontade, ela é totalmente amparada.

 

SOBRE O EVENTO

- A programação é para crianças, homens e mulheres, que frequentam as reuniões do projeto Interlocuções, dirigido pela psicanalista Gilda Pitombo;


- Uma roda de conversa, entre pais que adotaram crianças e filhos adotivos, oferecendo a eles uma escuta ativa e acolhedora, onde a psicanalista irá fazer conexões e trazer
reflexões sobre o desamparo na psicanálise;

- A acadêmica em psicologia, irá apresentar alguns ensaios de pais e mães adotivos, realizados durante 6 anos em todo estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de mostrar através da psicofoterapia que a adoção também é uma gestação, além dos ensaios, também será mostrado, fotos de um casal Brasileiro homoafetivo que adotou 4 irmãos de uma vez e hoje moram no exterior, eles irão contar através de uma videoconferência os desafios enfrentados pela família;

- A costureira e artista plástica Dejanira dos Santos também irá falar sobre suas vivências ao lado de sua filha Roberta Genestra e Marisol Santos que também é da família e possui experiências tocantes na adoção. Ao receber o convite para o evento, a Sra Dejanira pintou uma tela, mostrando seus filhos


Tema do dia 13/05
Antropofagias inconscientes


O Manifesto Antropófago, brilhantemente desenvolvido por Oswald de Andrade, clamava aos artistas brasileiros por originalidade e criatividade. Ele pretendia celebrar o nosso
multiculturalismo, a miscigenação. O desejo era devorar o que vinha de fora, assimilar a cultura alheia.

Oswald defendia que a verdadeira antropofagia é a do inconsciente. Em que medida tal aposta é verdadeira? Se o inconsciente é o emblema da experiência individual, como considerar seu devir antropofágico? Pensando com Suely Rolnik, o que nos resta de uma antropofagia zumbi?

Essa é a provocação que Gilda Pitombo e Alexandre Sá trarão no próximo encontro.

Sobre Alexandre Sá
Artista-pesquisador, curador, crítico de arte e psicanalista. Professor do Instituto de Artes da UERJ. Antropofagias inconscientes








Tema do dia 08/04
A construção da performance “Parir” tem início nos encontros do Cartel “Realidade Psíquica”


Onde surgem questões sobre a posição da mulher em nossa Cultura, a força das relações sociais na constituição subjetiva e sendo esta Realidade atravessada por elementos que marcaram sua história. Uma performance com três partos, cada um à sua maneira, onde a relação mãe e bebê evidencia o amor e a dores neste encontro, o espelho ocupa um ponto central na cena, a transição de cada geração.Este Ato busca abrir espaço para o “O Estranho Familiar na Maternidade”, um diálogo necessário em nossa sociedade capitalista perversa, na qual a idealização muitas vezes aprisiona o sujeito. Esse será o gancho central desse encontro.





Tema do dia 25/03
Projeto Interlocuções – A travessia d’Olhar na fantasia - a traição das imagens – Magritte

Neste dia, daremos continuidade à discussão abordada no encontro do dia 11/03 com o convidado José Maurício Loures. Quando nos deparamos com uma obra de arte, não precisamos encontrar um significado para ela, devemos senti-la – fruição estética que pode causar júbilo ou, até mesmo, angústia. A questão que pulsa é: por que algumas obras de arte nos capturam? De um olhar ao outro, pretendemos neste encontro focalizar a fotografia contemporânea em uma análise psicanaliticamente orientada sobre os modos próprios de formalização artística da norte- americana Francesca Woodman e do japonês Nobuyoshi Araki. Acreditamos que esta forma de abordar o objeto de arte pode trazer contribuições tanto para a psicanálise quanto para o campo da estética.



Tema do dia 11/03
Atrás da imagem, ao alcance do olhar: a fotografia contemporânea sob as lentes da psicanálise

A cada encontro, Gilda Pitombo e um convidado diferente fazem a interseção da psicanálise com outras linguagens. Neste dia, o psicanalista José Maurício Loures apresentará alguns resultados de sua pesquisa de Doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-graduação stricto sensu em Psicanálise, Saúde e Sociedade (UVA), em que hoje é docente. A partir de uma articulação entre a psicanálise e o campo da estética, serão analisadas as singulares formas de formalização do objeto de arte empreendidas por dois fotógrafos: Francesca Woodman e Nobuyoshi Araki, considerando que ambos provocam rupturas na experiência artística por flertarem com o impossível.




Convidado: José Maurício Loures
Psicanalista, membro do Fórum Rio de EPFCL. Docente do Programa de Pós-graduação stricto sensu em Psicanálise, Saúde e Sociedade (UVA). Professor do curso de especialização em Psicologia Clínica (PUC-Rio).







Sobre o Projeto
Há sete anos a psicanalista e coordenadora do projeto Gilda Pitombo Mesquita, desenvolve o projeto “Interlocuções: Psicanálise e Literatura”, dentro da Cidade das Artes com a finalidade de dialogar com os outros saberes e transmitir a Psicanálise para quem desejar. A Interlocução com a arte é fértil no cruzamento com a psicanálise. Freud já dizia que os escritores, os poetas, os artistas estavam à frente dos psicanalistas e precisávamos aprender muito com eles, pois são os grandes conhecedores da alma humana. O objetivo desses encontros é criar um diálogo fértil de ideias para saborearmos e partilharmos o mesmo solo comum da linguagem.


Sobre Gilda Pitombo
Mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade. Doutoranda em Arte e Psicanálise pela UERJ.
Publicação na Revista Concinnitas no: 27/2016 –www.e publicacoes.uerj.br index.php/concinnitas/issue/view/1204/showtoc.
Ato poético: Entusiasmo no Amor. In: Elizabeth Rocha Miranda, Georgina Cerquise (Org) A Clínica do Ato. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2013 v.p81-85. O Romance Familiar Trágico de Édipo, Tempo Psicanalítico. JCR, 2009.
Participação na Pesquisa em Arte Contemporânera do Professor Alexandre Sá.
Estudos de Literatura e Psicanálise com a leitura da primeira parte do poema “A Divina Comédia” de Dante Alighiere, denominado “Inferno, purgatório e o Paraíso” na Sala de Leitura na Cidade das Artes, RJ.
Autora do livro “ A Orfandade na psicanálise: conexões com o mito de édipo”.
Aérea de interesse em Literatura, Arte e Psicanálise. Link: http://lattes.cnpq.br/6945718026055695.
Página pessoal: https://www.youtube.com/channel/UC2zRi4JZfZPMYOjaWpUkA6A/.




Arte e Conhecimento

Informações Gerais

Datas

24/06/22

Horários

Sexta-feira | 16h às 18h 

Informações: 
saladeleitura.fca@gmail.com
(21) 3325-0448 

Local

Cidade das Artes

Sala

Sala de Leitura

Classificação Etária

Livre

Programação Gratuita

Demais Eventos da Programação

Marrom, O Musical 26/11 a 18/12 Musical TERCEIRO ESPETÁCULO DA TRILOGIA DO SAMBA, TEXTO E DIREÇÃO MIGUEL FALABELLA E IDEALIZAÇÃO DE JÔ SANTANA Depois de Cartola e Dona Ivone Lara, agora chega o musical de Alcione em celebração aos seus 50 anos de carreira. Ministério do Turismo e Rede Apresentam o Espetáculo “Marrom, O Musical”, Texto e direção de Miguel Falabella e idealização de Jô Santana, patrocinado por Boa Vista Serviços e Equatorial Energia. “Marrom, O Musical” foi visto por mais de 25 mil pessoas em sua estreia nacional na capital Paulista. Agora chegou a vez da Cidade Maravilhosa receber esta super produção, a partir do dia 26 de novembro na Cidade das Artes Bibi Ferreira em curta temporada, em 2023 o espetáculo segue para as seguintes capitais: São Luís, Belém do Pará, Salvador, Recife, Aracaju, Belo Horizonte e Vitoria e no segundo semestre atravessa o atlântico e se apresentam no Porto e Lisboa. Com quantas histórias se faz a vida de uma artista com 50 anos de carreira? Um simples ser humano pode contá-las ou seria preciso convocar uma entidade ao mesmo tempo sagrada e profana – quiçá um bando inteiro delas? Como falar de Alcione sem falar do Maranhão? Impossível! Por isso, o que se verá no palco, é uma história triste que acaba em festa, a história do Boi revisitada, entremeada com a história dessa maranhense ilustre, que lá atrás foi apenas uma menina no meio de nove irmãos, filha de Filipa e João Carlos. Alcione pode ser muitas: menina, mulher, uma loba, filha amorosa, musicista apaixonada, perseguidora de sonhos. De onde ela veio, qualquer criança sabe, desde sempre, a história do Boi. Aliás, ela e o Boi são ambos filhos do Maranhão – terra tão amada e muito cantada pela Marrom. E de lá vieram quatro artistas para integrar ao elenco e boa parte dos mais de 300 figurinos também foram bordadas em São Luís, na Cooperativa Cuxá, numa parceria sócio-cultural promovida pelo Instituto Humanitas360. Marrom, o Musical traz 23 atores e atrizes em cena, texto e direção de Miguel Falabella e como uma grande produção acaba movimentando não só a cena mas também a economia da cidade. São mais de 250 empregos diretos e indiretos gerados neste período desde a concepção até o fim da temporada que se inicia no dia 26 de novembro até 05 de fevereiro, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca. Segundo Miguel Falabella “Quando Jô Santana me convidou para, a princípio, dirigir o espetáculo que encerraria sua trilogia do samba, sobre Alcione, uma das maiores intérpretes da música brasileira, não só aceitei encantado, como percebi que, para encenar um espetáculo que me satisfizesse plenamente como realizador, eu precisaria também assumir a dramaturgia. As minhas expectativas são altas e tenho razões para que sejam: Alcione é minha amiga, uma mulher de atitudes e coragem memoráveis e contar sua vida é mergulhar nas raízes de uma das mais ricas culturas populares do Brasil, a maranhense. O espetáculo pretende reafirmar o teatro como um ato de comunhão. Que vai fazer rir, chorar, cantar junto, se espantar, se emocionar, ser criança de novo, encontrar o desconhecido. “Vive bem quem sempre espera um gracejo”. Quem vier de olhos e braços abertos, vai certamente sair da plateia, depois das quase duas horas – pouco para contar e cantar tanto – como Alcione é com relação à vida e à arte: agradecida! O ator e produtor Jô Santana, diretor da Fato Produções, é o idealizador da “TRILOGIA DO SAMBA”, começando em 2016 com o musical “Cartola - O Mundo é um Moinho”, em 2018 com “Dona Ivone Lara - Um Sorriso Negro”, e encerrando em 2022 com “Marrom, o Musical.” [+] saiba mais Maquete de LEGO® do Rio de Janeiro I Exposição Permanente 08/03 a 31/01 Artes Visuais LEGO® doa ao Rio de Janeiro a maquete feita com 947 mil peças A maquete do Rio de Janeiro feita totalmente em LEGO foi construída para homenagear de forma criativa e inusitada a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e ficará exposta permanentemente na Cidade das Artes como legado cultural. A construção destaca os 25 importantes ícones da cidade como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, o Maracanã, entre outros. [+] saiba mais Visitinha nas Artes | Visita guiada 13/03 a 11/12 Arte e Conhecimento Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Riotur e Cidade das Artes através do Programa de Fomento à Cultura Carioca apresentam VISITINHA NAS ARTES O que é ? Visitinha nas Artes é um projeto que se propõe a fazer com que as crianças entendam, conheçam e se apropriem do equipamento cultural e da ideia que está por trás da concepção da Cidade das Artes. Essa experiência levará a compreensão de que as artes são plurais e vitais para a existência humana. A visitinha conta com a Batutinha, personagem que é a alma de um menina negra que almeja ser maestrina e caminha batendo os pés no ritmo das músicas, como se estivesse batendo num tambor. Seu amor pelas artes a levou a se abrigar na Cidade das Artes e aqui ficar, servindo como exemplo de representatividade, inclusão e inspiração para jovens artistas. Como funciona a visitinha? A visita é gratuita mediante agendamento por esse link, sempre aos domingos, às 11h, com grupos de 45 pessoas (20 crianças + 25 responsáveis). Duração de aproximadamente 90 minutos, sendo 45 minutos para a Visita Guiada e os outros 45 minutos para a Oficina. Todos os participantes irão receber fones de ouvido para acompanhar a explicação do guia durante o percurso da visita guiada. 1) Visita guiada O roteiro, que vai percorrer diversos espaços da Cidade das Artes e dura em torno de 45 minutos, foi desenvolvido do ponto de vista das crianças, estimulando o sonho, treinando o olhar para os detalhes e abrindo suas mentes para que se coloquem na posição de artistas. A personagem Batutinha, é inserida nesta parte da visitinha de forma imaginária. Todos os participantes receberão fones de ouvido que serão utilizados para a comunicação entre o guia e os participantes. 2) Oficina A oficina de musicalização infantil com duas professoras. Uma das professoras é a Batutinha e a outra, uma musicista convidada. Existe uma relação entre a Batutinha andar marcando os pés no ritmo das músicas e seu desejo em ser maestrina. Antes do surgimento da figura do maestro, os músicos das orquestras eram "guiados" por uma marcação de tempo, ou seja, a marcação de tempo é, de forma bem simples, a primeira função do maestro em um coro ou orquestra. A aula ensinará de forma lúdica a importância do ritmo através de brincadeiras, percussão corporal e canto. Conceitos musicais como regência, naipe, ritmo, melodia e harmonia também serão apresentados durante a aula. A idade das crianças para participar das oficinas deve ser de 3 a 12 anos. Crianças de colo poderão participar somente da Visita Guiada. Acessibilidade: Um profissional intérprete de libras fará parte da equipe de guias da visitinha. Lembretes: - Credenciamento: Todos devem chegar com 30 minutos de antecedência para fazer o credenciamento. É necessário um documento de identificação original ( RG e/ou CPF) para retirada do equipamento de áudio; - O ponto de encontro e o credenciamento fica localizado no receptivo da Cidade das Artes no 2º andar (Esplanada); - O uso de máscara é recomendável; - O comprovante de vacina contra a Covid-19, para maiores de 18 anos, é obrigatório no Rio desde 15 de setembro de 2021 para a visitação e entrada em alguns estabelecimentos e locais de uso coletivo (Decreto Rio nº 49335 de agosto de 2021). - É exigida a presença de uma pessoa responsável por criança durante toda a visita. - Contato: milamusiced@gmail.com   [+] saiba mais Que baleia é essa? | Exposição 08/06 a 30/12 Arte e Conhecimento A exposição "Que baleia é essa?" apresenta ao público um grande esqueleto de Baleia-Cachalote pertencente à espécie Physeter macrocephalus. Esta baleia encalhou na Praia de Curimãs, município de Barroquinha-CE, em 1 de janeiro de 2014. Tratava-se de um animal adulto, do sexo masculino, com 15,7 m de comprimento. O cachalote ( Physeter macrocephalus ), ou chacharréu, é o maior dos cetáceos com dentes, bem como o maior animal contendo dentes que existe atualmente (podendo medir até 20 metros de comprimento). Este esqueleto está montado no Foyer na Grande Sala. A parceria para sua aquisição foi feita pela instituição Aquasis junto ao Museu Nacional em dezembro de 2020. A Aquasis representa a única instituição licenciada no Ceará para atendimento de encalhes de mamíferos marinhos, incluindo a autorização para coleta e transporte de amostras biológicas in situ e ex situ. Dessa forma foi possível ter acesso ao espécime que é o foco desta exposição. Através deste exuberante exemplar de baleia cachalote, o Museu Nacional/UFRJ pode explorar alguns aspectos relacionados a Biologia e Biodiversidade, que são temas diretamente relacionados com algumas das pesquisas científicas de excelência desenvolvidas na instituição. A opção em expô-la atende a missão institucional de comunicação e divulgação científica. Conheça um pouco mais sobre o mundo dos cetáceos e das baleias. Agora conheça um pouco mais do universo da baleia que movimentou o romance Moby Dick de autoria do escritor estadunidense Herman Melville, que imortalizou a cachalote na literatura e no cinema, tornando-a um animal que movimenta o imaginário popular. [+] saiba mais Canto das Artes | Oficina de Canto Coral 01/11 a 13/12 Arte e Conhecimento A Oficina Coral Canto das Artes tem como principal foco desenvolver a musicalidade e promover o bem-estar dos seus integrantes e o repertório é voltado para a MPB, Samba e Bossa Nova. O curso de novembro a dezembro na Cidade das Artes é um convite para que as pessoas cantem em coros e para quem nunca participou, que venha conhecer a felicidade de cantar em grupo. Não é necessário experiência. História da Oficina Coral Canto das Artes A oficina nasceu em setembro de 2018 como parte integrante da escola de música Mi La Música, ligada a Associação de Amigos da Cidade das Artes, e realizou apresentações na Cidade das Artes, no Barra Shopping e no evento Urban Hacking, promovido pelo Sebrae. Durante a pandemia e na impossibilidade de ensaiar de forma presencial, a Oficina Coral operou de forma online, de março de 2020 a maio de 2022, focando no desenvolvimento individual dos coralistas durante os ensaios. Foram usados aplicativos que possibilitaram que os alunos participassem das aulas em grupo, praticando técnicas vocais e fazendo gravações online dos seus naipe e o resultado final foi a gravação de dois clipes musicais e um documentário sobre a história do grupo, a importância da pratica coral na vida dos integrantes e principalmente durante a pandemia. Regente e Professor André Miranda Cantor, arranjador e regente coral. Formado em Licenciatura em Música pela Unirio, e Regência Coral pela Pro-Arte. Foi integrante do grupo vocal Ordinarius, com o qual gravou três discos. Como regente, está á frente do Coro Oficina de Canto APABNDES, Glee Club, Quarteto TPM e Canto das Artes, além de ministrar todos os anos oficinas de canto coral no SESC Rio. Participou de festivais corais no Brasil e no exterior, como o Cantapueblo (Mendoza/ARG), FEPAC (João Pessoa/PB), Cantáguas (São Lourenço/MG) e o Festcoros Bahia (Salvador/BA). Como arranjador, escreveu para diversos coros e grupos vocais. Coordenadora Mila Schiavo Graduada em percussão pela Berklee College of Music (Boston/EUA), Mestrado em Administração pela PUC RJ e MBAs em Gestão Pública e Agenciamento Cultural pela Fundação CECIERJ – SEC/RJ e em Gestão Empresarial pela PUC/RJ Produtora Cultural: Vencedora do edital FOCA 2022 com o projeto Visitinha nas Artes, atualmente em cartaz na Cidade das Artes. Abriu sua escola, Mi La Musica, e durante a pandemia criou os cursos The Brazilian Virtual Choir Lab (Laboratório de Coral Virtual Brasileiro) e o Bossa Nova BootCamp, programas online de imersão cultural na música brasileira voltado para alunos estrangeiros. O curso já teve alunos da Austrália, EUA, França, Holanda, Itália e Brasil. Além dos cursos internacionais, a escola tem cursos de percussão, bateria, Canto Coral, entre outros. Reconhecida no meio musical, Mila Schiavo trabalhou com Roupa Nova, Barão Vermelho, Leny Andrade, The Brooklyn Philharmonic Orchestra, Titãs, Iza, Guilherme Arantes, David Byrne, Howard Levy, Paulo Moura, Virgínia Rodrigues, Caetano Veloso, Nelson Motta, Vinicius Cantuaria, Nico Rezende, Bebel Gilberto, Antonio Adolfo, Roberto Gnattali, entre outros.   Aprovada pela LIESA para atuar como julgadora no quesito bateria nos desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial no Carnaval 2022. Foi a primeira vez, em 90 anos de desfiles, que uma mulher julga o quesito bateria.  Pioneira na divulgação e ensino da percussão no Rio de Janeiro, foi produtora do Festival de Percussão da UERJ no ano 2000, o primeiro no gênero no Rio de Janeiro e fundou no mesmo ano a primeira escola de percussão e bateria da cidade, a Maracatu Brasil.     Dúvidas, favor entrar em contato (21) 99301-1398 [+] saiba mais Orquestra Ouro Preto: AUTO DA COMPADECIDA, A ÓPERA 29/11 a 30/11 Música ORQUESTRA OURO PRETO ESTREIA “AUTO DA COMPADECIDA, A ÓPERA” Montagem terá apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte Uma das mais emblemáticas obras de Ariano Suassuna ganha as cores da Orquestra Ouro Preto. “Auto da Compadecida, a Ópera” é mais um passo decisivo da formação mineira que sempre prima pela excelência e versatilidade na proposição de novos repertórios. A história de Chicó e João Grilo recebe uma versão sem precedentes e reúne em palco uma verdadeira constelação para apresentar “uma ópera buffa brasileira em dois atos”. A música é original e traz a assinatura de Tim Rescala. O compositor assina o libreto junto com o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular da Orquestra e responsável pela concepção e direção musical do espetáculo. A estreia acontece em São Paulo, nos dias 5 e 6 de novembro. Em seguida, a montagem desembarca no Rio de Janeiro, com apresentações nos dias 29 e 30 do mesmo mês. Por fim chega a Belo Horizonte em dezembro, nos dias 9 e 10. Essa é a terceira incursão da Orquestra no universo operístico e pode ser considerada um marco na maturidade da formação mineira que agora, com 22 anos de trajetória, propõe um projeto ainda mais ousado rumo a uma linguagem brasileira e popular. “A ópera é uma arte máxima em que música, teatro, figurino, cenário e iluminação se encontram. Era um sonho antigo da orquestra começar a realizar produções de óperas. Já fizemos duas, ambas em português, ‘O Basculho de Chaminé’ e ‘O Grande Governador da Ilha dos Lagartos’, projetos pioneiros que nos deram sustentação para caminhar para um desafio ainda mais inovador, mais audacioso e de grande fôlego”, avalia Toffolo. “Quando se pensa na ópera brasileira, em libretos, em histórias, ‘O Auto da Compadecida’ tem um gosto todo especial, não só pela escrita de Suassuna, não só pelo sucesso que a peça e o filme fizeram com o público brasileiro, mas pelos ingredientes que essa obra prima da literatura brasileira inspira para uma grande ópera. Estamos felizes por tentar algo novo, com DNA brasileiro. São quase dois anos de pré-projeto para trazer uma proposta para a linguagem da música de concerto”, completa o maestro.  O diálogo direto com o público, um dos pilares da produção da Orquestra, está garantido nessa ópera buffa que traz a comédia como elemento principal de sua linguagem. Para cumprir essa missão, formou-se um grande elenco em cena e nos bastidores da montagem. A direção de cena é assinada por Chico Pelúcio. No palco, grandes nomes do canto lírico brasileiro – Fernando Portari, Marília Vargas, Marcelo Coutinho, Carla Rizzi, Jabez Lima e Rafael Siano, além de um trio de atores escolhidos para dar voz e corpo ao clássico da literatura brasileira – Glicério do Rosário, Claudio Dias e Maurício Tizumba. Para abrilhantar ainda mais a produção, trazendo para o palco as raízes da obra de Ariano, o espetáculo conta com figurinos desenhados por Manuel Dantas Suassuna, artista plástico de renome e filho do escritor. Essa parceria traz ainda um maior enraizamento à montagem, agregando o olhar e a criação de quem nasceu, viveu, conhece e reconhece este universo como poucos. Em sua terceira parceria com a Orquestra Ouro Preto, Tim Rescala, que assina a música original, ressalta dois desafios: o primeiro seria se manter fiel ao eixo principal da obra, seu esqueleto, sua estrutura básica, sem corrompê-la. O segundo seria, ao mesmo tempo, gerar algo novo. Para ele “a melhor forma de se reverenciar um clássico não é sendo conservador, mas sim sendo livre, transformando aquilo que foi criado em uma outra coisa. Por isso que a gente chama a montagem de ópera buffa brasileira: ela procura ser popular, ter contato direto com a plateia, mas criando algo diferente. A gente espera ter encontrado esse novo formato”, adianta o compositor. O Maestro Rodrigo Toffolo ressalta o caráter universal da música composta para a ópera e a maneira singular que Tim tem de agregar sua assinatura a essa parceria. “O Tim tem uma escola, tem uma maneira de compor e de pensar música de cena muito diferenciada no Brasil. Um dos maiores nomes da composição nacional, a experiência teatral e de televisão que ele tem, fazem dele a pessoa ideal não só para compor essa música original, mas para trabalhar com o que a Orquestra anseia em cena. Foi um trabalho incrível do Tim, uma música belíssima. E tenho certeza de que o público vai ficar feliz com o resultado e muitos vão dizer aquela frase que tanto nos traz alegria de ouvir: ‘só a Orquestra Ouro Preto para fazer isso’”.  [+] saiba mais MARIZA | Festival Fado 01/12 Música O Festival de Fado regressa ao Rio de Janeiro nos dias 1 e 2 de Dezembro. MARIZA e BUBA ESPINHO são os artistas convidados que, no seu estilo musical, apresentam o Fado e representam Portugal neste festival que une a cultura Portuguesa e Brasileira. O programa do festival inclui: - Show de MARIZA no dia 1 de dezembro - Show de Buba Espinho no dia 2 de dezembro E outras atividades gratuitas: - Exposição “O Fado e o Mar” - Exibição do filme “Fado” de Sofia de Portugal e Aurélio Vasques - Conferência “Saudades da Terra Firme” com David Ferreira [+] saiba mais BUBA ESPINHO | Festival Fado 02/12 Música O Festival de Fado regressa ao Rio de Janeiro nos dias 1 e 2 de Dezembro. MARIZA e BUBA ESPINHO são os artistas convidados que, no seu estilo musical, apresentam o Fado e representam Portugal neste festival que une a cultura Portuguesa e Brasileira.   O programa do festival inclui: - Show de MARIZA no dia 1 de dezembro  - Show de Buba Espinho no dia 2 de dezembro E outras atividades gratuitas: - Exposição “O Fado e o Mar” - Exibição do filme “Fado” de Sofia de Portugal e Aurélio Vasques - Conferência “Saudades da Terra Firme” com David Ferreira [+] saiba mais Interlocuções | I Jornada Interlocuções de Literatura, Arte e Psicanálise 03/12 Arte e Conhecimento I Jornada Interlocuções de Literatura, Arte e Psicanálise A psicanalista e doutoranda em artes, Gilda Pitombo dirige e apresenta o projeto Interlocuções há 08 anos na Cidade das Artes Bibi Ferreira e esse ano decidiu inovar, realizará a I Jornada Interlocuções de Literatura, Arte e Psicanálise. O evento que acontecerá no dia 03 de dezembro, terá entrada gratuita e contará com a presença de convidadas renomadas como: Elisabeth Bittencourt, Maria Elizabeth Bonow, Marly Monteiro e Marcia Milhazes.  A Jornada terá duração de duas horas e meia e os temas serão variados, porém todos dialogando com a psicanálise, a abertura será sobre Marguerite Duras, com Gilda trazendo uma reflexão sobre sua tese de doutorado, em seguida a Psicanalista e escritora Elisabeth Bittencourt, falará sobre Virgínia Woolf, a psicanalista Maria Elizabeth Bonow, sobre Os 100 anos do início da Arte Moderna no Brasil: o tom feminino, a também psicanalista Marly Monteiro, irá abordar o tema sobre a cantora Amy Winehouse e a coreografa Marcia Milhazes, encerrará falando sobre o ato da criação artística . O objetivo da Jornada é produzir conhecimento, tornar a psicanalise acessível a todos e mostrar o quanto a literatura, a arte e a psicanalise se atravessam, podendo inclusive trazer resultados terapêuticos consideráveis.  O evento também terá uma surpresa especial para os 15 primeiros inscritos e convidados, um kit personalizado do Interlocuções será entregue como lembrança e poderá ser usado durante a Jornada. Bia Peace,  produtora da Psicanalista Gilda Pitombo, conta que todos os convidados também irão receber uma pulseira de identificação com o nome do projeto para que todos se sintam mais acolhidos e abraçados pelo Interlocuções. PROGRAMAÇÃO: Abertura Gilda Pitombo | Tema  Marguerite Duras Coautora do livro Revolução 50+ e autora do livro A orfandade na psicanálise: conexões com o mito de Édipo. Gilda começou  a empreender depois dos 50 anos e isso ressignificou muitas coisas na sua vida. Para a Psicanalista  empreender requer paciência, entusiasmo, coragem, disciplina, paixão e uma ideia. Convidada Elisabeth Bittencourt | Tema  Virginia Woolf e Eu Psicanalista. Escritora. Contadora de histórias. Associada do Corpo Freudiano do Rio de Janeiro. Membro do Núcleo de Direito e Psicanálise do Observatório da Mentalidade Inquisitória. Instagram: @aelisabethbittencourt Convidada Marly Monteiro | Tema Amy Winehouse Psicóloga, realizou por nove anos um trabalho social de atendimento psicanalítico aos moradores das comunidades da Rocinha e do Vidigal. Convidada Marcia Milhazes | Tema O Ato da criação artística Bailarina e coreográfa com sólida carreira profissional no Brasil e exterior. Possui 25 obras coreográficas. Projetos especiais: 4 Óperas, 5 Videos Dança, 4 Projetos em Arte Performance e Educação. ​Contemplada e indicada melhor obra coreográfica/coreógrafa nos mais importantes Prêmios de Arte no país e no exterior. Em 2010 reconhecida como uma das 100 mais Importantes artistas brasileiras do SÉCULO XXI, e dentre as 10 mais importantes da Dança - Década REVISTA BRAVO. Convidada Maria Elisabeth Bonow | Tema Tarsila do Amaral e a semana de Arte Moderna Psicanalista, socióloga e escritora. Autora do Romance “Momentos Pares, Momentos Ímpares”. Instagram @momentodepsicanalise  [+] saiba mais Orquestra Sinfônica Brasileira | Fórum da Música Brasileira 03/12 a 04/12 Música Orquestra Sinfônica Brasileira realiza I Fórum da Música Brasileira Parte da programação, os “Concertos Comentados” serão realizados nos dias 3 e 4 de dezembro, na Cidade das Artes Bibi Ferreira. Entre os dias 1° e 4 de dezembro, a Orquestra Sinfônica Brasileira promoverá a primeira edição do Fórum da Música Brasileira. Representantes da cadeia produtiva da música de concerto brasileira estarão reunidos discutindo temas em torno da Tradição e Evolução da Música Brasileira. Os Concertos Comentados acontecerão na Cidade das Artes Bibi Ferreira, dias 3 e 4 de dezembro. Serão três concertos ocupando o Teatro de Câmara da Cidade das Artes Bibi Ferreira. As apresentações de câmara serão intercaladas com breves comentários dos próprios compositores sobre suas obras e darão ao público um panorama da produção nacional. No sábado, dia 3/11, o evento contará com duas apresentações. Na primeira delas, o claronista da OSB Thiago Tavares sobe ao palco para interpretar as obras da Série Zodíacos, assinadas pelo coletivo Circuito Novo. As doze peças são inspiradas nos signos do zodíaco e foram compostas por Marco Lima (Áries), Elodie Bouny (Touro), Vinícius Jaloto (Gêmeos), Yuri Behr (Câncer), Luciano Correia (Leão), Claudia Caldeira (Virgem), Danilo Rossetti (Libra), Liduino Pitombeira (Escorpião), Gilson Santos (Sagitário), Daniel Moreira (Capricórnio), Edson Zampronha (Aquário) e Paulo Chagas (Peixes). A segunda récita do dia contará com um programa que explora diversos naipes da orquestra. Os músicos Eduardo Machado, Raphael Paixão e Ricardo Santos interpretarão “Frevando com Trio Brasileiro de Trombones na Quarentena”, de Nilson Amarante. “Danças Mistas”, de Carlos dos Santos, será executada por Flávio Melo e Nilson Coelho (trompete), Raphael Paixão, Elber Bonfim e Ricardo Santos (trombone), Eliezer Rodrigues (tuba), Fernanda Kremer e Rodrigo Foti (percussão). O grupo de metais formado por Danillo Silles (trompa), Flavio Melo e Nilson Coelho (trompete) , Eduardo Machado (trombone) e Eliézer Rodrigues (tuba) fica à frente da execução de “Pequena Suite Brasileira”, de Carlos Almada. Do compositor Armando Lôbo, “Passo Torto” ganhará interpretação de Lisiane de Los Santos e Emília Valova (violoncelo), Carlos Rodrigues (flauta), Jorge Postel (oboé), Flávio Melo (trompete), Eduardo Machado (trombone) e Rodrigo Foti (percussão). O programa termina com “Elegia”, de Ângelo Martins, executado por Clóvis Pereira e André Rodrigues (violino), Ricardo Santoro (violoncelo), João Rafael (contrabaixo), Márcio Costa (clarinete), Danillo Silles (trompa) e Fernanda Kremer (percussão). No dia seguinte, domingo - 4/12, as cordas dominam o palco. “Andante para Cordas”, de Edino Krieger, “Sinfonieta para Fátima”, de Ricardo Tacuchian, “Suite para Cordas”, de João Guilherme Ripper, e “Concerto para Oboé e Cordas”, de Dimitri Cervo, com Jorge Postel como solista, compõem o programa. [+] saiba mais Orquestra Rio Villarmônica I Concerto de Final de Ano 07/12 Música ORQUESTRA RIO VILLARMÔNICA CONVIDA JOÃO CARLOS MARTINS PARA O CONCERTO DE FIM DE ANO A Orquestra Rio Villarmônica, o mais jovem dos grupos sinfônicos cariocas, já tem uma festa para encerrar os trabalhos comemorando seu primeiro ano de existência: o Grande Concerto de Final de Ano, quarta-feira, dia 7 de dezembro, às 19 horas na Grande Sala da Cidade das Artes Bibi Ferreira. A direção musical e regência são de Mario Barcelos, e o convidado especial é o pianista e regente João Carlos Martins. Na primeira parte do programa, a obra que abre o concerto já é tradição para esta época do ano: a Suíte Quebra Nozes (Tchaikovsky), seguida do Bolero (Ravel). Um programa agradável e alegre para celebrar um novo tempo!  Na segunda parte, a Villarmônica recebe a visita do pianista e regente João Carlos Martins e a festa ganha intensidade, com Astor Piazzolla, Enio Morricone, Tom Jobim, além de arranjados feitos especialmente para este concerto. [+] saiba mais BORA RIR | Com todo respeito 09/12 Teatro O “BORA RIR” CONTINUA COM A TEMPORADA 2022 COMÉDIA STAND-UP NA CIDADE DAS ARTES BIBI FERREIRA. O mês de dezembro na CIDADE DAS ARTES ARTES BIBI FERREIRA segue com muito bom humor! O espetáculo de comédia stand-up BORA RIR(@borarirstandup) continua sempre às sextas-feiras, na Cidade das Artes, apresentando novos talentos do humor brasileiro a cada semana, com direção de PAULINHO SERRA. O Bora Rir O Bora Rir é um projeto de Stand Up Comedy itinerante. A ideia é ocupar todo o Rio de Janeiro com os melhores humoristas do cenário nacional, valorizar a cena carioca e servir de palco para revelação de novos talentos. Sempre um show diferente . Bora lá! Bora Rir! “Com todo respeito” é o primeiro solo de Stand-up Comedy da comediante Ju Querido, que vem se consolidando no cenário de humor carioca e acumula mais de 6 anos de carreira em participações nos principais programas de humor do Brasil. Participou do Porta dos Fundos em um quadro no programa Eu Tô de Graça, fez a personagem Judith que tanto o Fábio Porchat fala em seus vídeos, participou do programa do Danilo Gentili e esteve em cartaz com filme Enrolados, no cinema em janeiro de 2022, entre outros trabalhos. O solo reúne assuntos do cotidiano baseados nas suas experiências no magistério, relacionamento, pandemia, família, e etc. Ju também mostra todo seu talento musical dando um brilho especial na apresentação. Obs.: O elenco está sujeito a mudanças sem aviso prévio. Fique atento aos canais de comunicação oficiais para possíveis alterações. Agradecemos a compreensão. [+] saiba mais Canta o Brasil | Coros 15/12 Música O Projeto Canta o Brasil, idealizado pelo Maestro Luiz Lima (arranjador, pianista, cantor lírico e regente de importantes coros no Rio de Janeiro), já tendo se apresentado em vários locais do Brasil e do Exterior, reúne todos os seus corais para uma única apresentação. Em 2022, apresentará o melhor da música popular brasileira reunido composições de renomados compositores, como: Djavan, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Davi Nasser, entre outros. O evento conta também com a participação do grupo de canto e dança, da Kumpania Rosa de Fogo, sob a coordenação da Professora Marta Coelho, colorindo e abrilhantando o evento. O evento será apresentado em 06 atos, sendo 05 de canto e dança e 01 de dança. Corais participantes: GRUPO DE CANTO E DANÇA ROSA DE FOGO, CORAL DA COMUNITÁRIA DA BARRA, CORAL DO CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO, CORAL DE LORETO, CORAL MATER NOSTRA, CORAL ZACCARIA, CORAL ENCANTA RIO2, GRUPO VOCAL CLAVE DE SOL,  CORAL RAMATIS. [+] saiba mais O poder esmagador do cinema | Lançamento de livro 16/12 Arte e Conhecimento Este livro discute a evolução tecnológica do cinema e o respectivo impacto do poder imersivo de sons e imagens sobre a plateia, a presença cada vez mais invasiva e incômoda das plataformas de streaming, o processo de “empobrecimento” do espetáculo cinematográfico, a tecnologia IMAX e o diferencial dos filmes de Christopher Nolan, que consegue a façanha de nadar contra a corrente e, mesmo assim, ser um dos diretores mais rentáveis e populares de Hollywood. Autor: Pablo Savalla é bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá (UNESA), diretor de arte da gravadora Savalla Records, videomaker, produtor musical, fotógrafo e músico. Desde 2015, atua no audiovisual criando e registrando shows, séries, documentários e clipes. Em 2019, foi finalista no Prêmio Profissionais da Música. Dentre seus trabalhos criou a websérie premiada Registros (2015-2020) em que gravou com mais de 150 artistas em 5 temporadas. Codirigiu o documentário Moraes para sempre Moreira (2021) que lhe rendeu sua sexta indicação ao Festival Internacional Rio WebFest. O PODER ESMAGADOR DO CINEMA: Christopher Nolan e a tecnologia IMAX, é seu primeiro livro acadêmico. Convidado: Flávio Di Cola é Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Publicitário, jornalista e roteirista. Ex-professor e ex-coordenador dos cursos de Publicidade & Propaganda e de Cinema da Universidade Estácio de Sá. [+] saiba mais