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Evento Encerrado

2ª TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro



A TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro, nasceu como uma proposta para o Rio e em sua primeira edição em 2015, reuniu 154 artistas de 45 países, e recebeu durante os 2 meses que esteve aberta em 9 museus e instituições da cidade, um público de 215 mil pessoas, sendo 30 mil destes visitantes, crianças das redes públicas de ensino, nos projetos educativos das mostras.

Em sua segunda edição, a bienal que apresenta obras em variados suportes, porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, reúne cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais, para falar de um momento de crise sistêmica, hoje principalmente​ de bases humanistas e democráticas no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais.

Sob o tema "Vestir o Mundo!", o curador Alexandre Murucci ​conclama os artistas a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem um posicionamento perante responsabilidades diárias.

A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos:  "Ar" - representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; "Água" - que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; e "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas anímicas da vida.

 


Locais / Venues:

 

Cidade das Artes – Foyer da Grande Sala / City of Arts – Grand Foyer

Ter a Dom de 14h às 19h (Em dias de espetáculo até às 22h) / Tuesday to Sunday, from 2 pm to 7 pm (On show days until 10 pm)

Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Phone.: 21-3325-0102

Grátis / free

Outras informações no site / Infos: http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br

 

Módulo “ Ar “ – Cidade das Artes / “Air” core – City of Arts – Barra

Alexandre Dacosta

Ana Biolchini

Braga Tepi

Christian Fuchs – Peru

Christina Oiticica

Edmilson Nunes

Ivan Enquin – Argentina

Ivan Grilo

João Magalhaes

Lígia Teixeira

Margo Margot

Mestre Didi

Mestre Sala e Porta-Bandeira

Nelson Leirner

Pooza Kataria - India

Shurooq Amin - Kuwait

Tunga

 

Módulo “Água” – Cidade das Artes / “Water” core – City of Arts – Barra

Alexandre Vogler

Amy Cannestra – USA

Anna Paola Protásio

Antonio Bokel

João Castilho

Kakati de Paiva

Rekha Sameer – UK

Silvana Pestana - Peru

Wilson Piran

Zena Assi – Líbano

 

Módulo “Terra” – Jardim Botânico / “Earth” core – Rio’s Botanic Garden

Adriana Tabalipa

Adrianna Eu

Ana Margarida Castro – Portugal

Ana Muglia

Anna Paola Protásio

Antonio Bokel

Bebe Schmitt

Carlos Calsavara

Clarisse Tarran

Gustavo Prado

Ivani Pedrosa

Kacá Versiani

Katya Romero - Equador

Leonardo Etero

Lia do Rio

Marcelo Lago

Marcio Faria

Maria Lynch

Pietrina Checcacci

Ricardo Siri

Sofia Donovan – Argentina

Suely Farhi

Tadeusz Zielowski – Polônia

 

  

 

TRIO Bienal 2017

prod.triobienal@gmail.com

 

Contato Curadoria:

alexandre.murucci@gmail.com

55-21-986692329

 

 

Textos curatoriais em versão resumida:

 

Vestir o Mundo

Vestir o mundo, vestir anseios, vestir compromissos, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exige um posicionamento perante responsabilidades diárias. 

Ao escolher “Vestir o Mundo” como tema da 2ª TRIO Bienal, nossa proposta foi enfocar nossa relação com o planeta, de forma holística porém como ato político de afirmação de liberdades individuais e coletivas. Para abordar tema tão vasto, tomamos como estrutura, 3 tópicos relacionados à forças da natureza, tanto no que se refere aos seus elementos quanto ao seus valores simbólicos :

"Ar" - Representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo passado. A herança do humano;

"Água" – Que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o futuro, e; "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o presente, em todas as formas anímicas elementares da natureza.

 

De posse destes conceitos, nossas escolhas juntos aos artistas foi de buscar em suas obras uma narrativa que pudesse dar luz as essas emergências que o planeta nos conclama.

 

                      “AR” –           

Por conta de um momento histórico grave e delicado que o mundo atravessa, onde liberdades individuais, de crença, gênero, identidades e valores essenciais são atacados tanto institucionalmente como nos novos âmbitos de expressão privada, hoje autônoma, volátil, insurgível, e muitas vezes incontrolável com a consolidação da civilização digital, tomamos o Brasil, suas utopias e distopias como figura de abordagem destes valores, certos de que nossos conflitos reverberam um estado de coisas similar em outras culturas.           

Ao fazê-lo, também, voltamos à nossa pretensão de termos talvez uma resposta às questões que ora conflitam o mundo, diante de nossa história diferenciada, miscigenada e antropofágica, que tornou dores e dificuldades, em opções criativas e formas de convívio que mesmo às vezes, ásperas, ainda são uma possibilidade de visão acolhedora de sociedade e a partir daí, evidenciam experiências de diversas culturas que conosco dialogam. 

                       E como dinâmica, escolhemos montar vários altares de expressão, cada um com um foco em direitos universais.    

                       Estes altares estão divididos em duas vertentes:  O Sagrado e o Corpo – onde dimensões do ser e de pertencimentos pontuam o discurso da mostra.          

                       Assim sendo, no que intitulamos “o sagrado”, um percurso filosófico-étnico-emocional foi instaurado a partir da grande instalação fotográfica de Margo Margot (BR) que apresenta deuses da matriz africana que são parte da formação do Brasil como nação. Esta instalação é finalizada por um altar, onde peças de espaços religiosos de religiões afro-brasileiras, ultrajadas em acontecimentos recentes, foram resgatadas e restauradas utilizando simbologias orientais no que tange objetos sagrados, onde as partes coladas são pintadas em ouro, em respeito a imantação de vivências que estes objetos carregam, num libelo contra a onda de intolerância religiosa, grave no Brasil e no mundo.      

                        A seu lado outra bela instalação da artista Ana Biolchini (BR), mostra o senso de reinvindicação, de luta, de protagonismo do povo quando se propõe a opção pelo coletivo.                      

                        Centralizando a questão, um grande quadro do artista Edmilson Nunes (BR), nos traz um Jesus carnavalizante, aberto, inclusivo e alegre, que transmite um ato libertário de igualdade nas várias formas do sagrado !  

                         Pontuando ao seu lado, uma linda roupa de Porta-Bandeira da Império Serrano, nos apresenta o encontro entre a cultura popular e a alta-cultura, no esplendor de um objeto maestro da festa máxima que a miscigenação brindou a cultura brasileira.       

                        E protegidos pelo coração-gaiola da Christina Oiticica (BR), que paira sobre o grande foyer, temos o trabalho onipresente de Nelson Leirner (BR) que resume o que séculos de sincretismo e verdades tropicais nos deram como concepção de nação.     

                        Porém, ao falar de liberdades individuais, não podemos abrir mão de nossas mazelas seculares, e a mesma riqueza do ouro barroco, apresentada na elegia de João Magalhães (BR), se posiciona lado a lado com a crítica histórica de Ivan Grilo (BR), ao mostrar a intercessão do antigo Caminho Real da exploração aurífera, com o mapa da tragédia ambiental do Rio Doce, num cruzamento histórico sobre a expropriação de nossas riquezas.      

                       Este sentimento de opressão se apresenta na obra de Alexandre Dacosta (BR), e a redenção sobre o manuseio de nossas heranças, em certo termo,  pode ser vista no cálice sagrado de Tunga (BR), que nos brinda numa liturgia onírica.        

                      A partir daí,  o espaço do sagrado dá lugar ao altar do corpo, tendo a obra de André Sheik, um bússola freudiana, como um primeiro trabalho que sintetiza o tema, e a escultura cyber-retro de Braga Tepi, como um parâmetro da sexualidade normativa.   

                     Seguindo, a obra da artista indiana Pooza Kataria (IN), traz um totem revestido de pulseiras matrimoniais usadas para desejar sorte para as mulheres, encerrando como uma jaula,  sua roupa de escola, de quando, criança, a artista foi molestada, incidente recorrente em tantas culturas que atravessa os tempos impondo às mulheres dramas existenciais e perenes.   Uma realidade atávica.    

                      Ao seu lado, o trabalho de Shurroq Amin, mostra a distorção social dos casamentos com crianças, aceitável em algumas culturas e logo em seguida o “muxarabi” gráfico do artista Ivan Enquin (AR), que fala da opressão das mulheres em tantas culturas, aqui, como um manifesto libertário,  que se completa nas mulheres empoderadas, da instalação feita de colchões de motel usados, pintados pela artista Lígia Teixeira (BR), com seu “boudoir” pole dance, e seguimos até a questão de gênero, no trabalho do artista peruano – Christian Fuchs (AL), que reencarna seus antepassados, em fluidez total de gênero, numa performance mimética impressionante, finalizando essa trajetória dos direitos do corpo, enquanto espaço sagrado.

 

                    “ÁGUA” –

O módulo “Agua” representa nosso compromisso com o futuro, pois se continuarmos a agir de maneira inconsequente, serão neste campo, as batalhas pelo destino da humanidade. Assim, a vídeo-instalação de Amy Cannestra (USA) nos traz uma entidade feminina que nasce dos mares, como um portal para  estas sensibilidades e percepções.  A “santa” de Alexandre Vogler (BR), chora por nosso descaso com o planeta, olhando as pequenas tartarugas, da escultura de João Castilho (BR), que agonizam, num libelo sobre nossas responsabilidades de um planeta em exaustão.            

Mas além de seus aspectos simbólicos, o elemento “Água”, nos coloca a questão de nosso lugar no mundo, e tanto quanto o trabalho de Silvana Pestana (Peru), que mostra um território dominado pelas águas, porém em perigo, ao trazer a flora amazônica ressecada e transformada em matéria metálica, outro espaço parametrado pelas águas – o Rio de Janeiro -  é apresentado em versões distintas  De um lado, sob as volutas de Wilson Piran (BR) que simulacram ondas e sol, temos a instalação de Rekha Sameer  (UK): uma mandala/assemblage de “footprints” - digitais dos pés dos ambulantes das praias do Rio – mostrando um círculo karma-virtuoso-vicioso, que nos fala da realidade das relações sociais e de trabalho de um Rio inclusivo/exclusivo enquanto forma de convivência de nosso projeto de utopia social, de um território que se reconhece democrático, mas que revalida seus contrastes sociais, sempre minimizados por nossa alegre forma de viver, como mostra em contraponto, o trabalho poético de Anna Paola Protasio – “Ginger & Fred”, um delicioso comentário sobre uma visão idílica, exótica e simplista de uma cidade cujo imaginário foi construído sob a égide de um paraíso à beira-mar.

E logo, esta epifania é quebrada pelo abismo e pela cultura individualista que a escultura de Antonio Bokel (BR) nos sinaliza, como também faz, o trabalho de Zena Assi (Líbano) sobre os dramas dos refugiados, refletido em frente ao horizonte geométrico noturno das telas de Kakati de Paiva (BR), como a paisagem de uma cidade intensa, complexa e cintilante, vista do mar, como mensagens em garrafas boiando nas águas da esperança.




Artes Visuais

Informações Gerais

Datas

17/12/17 a 04/02/18

Horários

Sábado e domingo - 16h 

*A exposição é aberta somente ao público dos espetáculos da Grande Sala. 

Local

Cidade das Artes

Sala

Grande Sala

Classificação Etária

Livre

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Nós da Dança. Cada montagem apresenta uma abordagem singular sobre o corpo, a identidade, a ancestralidade, a espiritualidade e as relações humanas, reforçando a proposta do Tríptico de aproximar diferentes estéticas e modos de criação. Mais do que uma mostra de espetáculos, o Tríptico promove um espaço de difusão, intercâmbio e fortalecimento da dança contemporânea, reunindo artistas, pesquisadores, estudantes e espectadores em torno de obras que dialogam com o teatro, a música, a videografia e outras artes integradas.   Programação – Primeiro final de semana 8 e 9 de agosto (sábado e domingo) – Cidade das Artes: O primeiro fim de semana reúne dois espetáculos que exploram o corpo como território de memória, identidade e ancestralidade. 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores A montagem de dança-teatro mergulha nas inquietudes e emoções profundas da experiência humana. Com direção de Roberto Lima e coreografia de Mônica Barbosa, o espetáculo revela estados emocionais, memórias e instintos por meio de movimentos intensos e expressivos. No palco, nove intérpretes  constroem uma atmosfera sensível em diálogo com iluminação, figurinos e videografia, conduzindo o público por uma jornada sobre aquilo que não pode ser nomeado, mas pulsa em todos nós. Na sequência: Odara Ô – Coletivo Muanes Dançateatro  Dirigido por Denise Zenicola, o espetáculo conduz uma  investigação sobre o universo feminino como território de ancestralidade, resistência e reinvenção. A montagem articula dança contemporânea, musicalidade afro-brasileira, percussão ao vivo e projeções visuais em uma experiência ritualística, poética e profundamente sensorial, reafirmando a força do corpo como espaço de memória e presença. Programação – Segundo final de semana 15 e 16 de agosto (sábado e domingo) – Cidade das Artes No segundo fim de semana, o público volta a acompanhar Sob a Pele, agora em diálogo com uma nova criação da cena carioca. 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores A premiada montagem retorna ao palco reafirmando sua pesquisa entre dança, teatro e expressão corporal, conduzindo o espectador por uma experiência intensa sobre emoções, instintos e memórias que atravessam a condição humana.  Na sequência: Místico – Cia. Nós da Dança Inspirado na busca do ser humano por equilíbrio consigo mesmo, com a natureza e com o universo, Místico convida o público a refletir sobre espiritualidade, energia, intuição e transformação interior. A obra revela o lado misterioso — e por vezes sombrio — da existência humana, propondo uma experiência artística que dialoga com a essência, o cosmo e o despertar de uma consciência mais conectada ao mundo.    __________   Os coletivos: O Núcleo de Dança para Atores (NDA) celebra 25 anos de atuação desenvolvendo pesquisas na fronteira entre dança, teatro e expressão corporal. Formado por artistas oriundos da Escola de Teatro Martins Penna e da UNIRIO, tornou-se referência em processos colaborativos de criação e formação artística.  O Coletivo Muanes Dançateatro investiga identidade, corporeidade, ancestralidade e presença feminina em cena, articulando dança contemporânea e culturas afro-brasileiras em obras de forte caráter poético.    Já a Cia. Nós da Dança, reconhecida por sua trajetória de pesquisa e formação de artistas, apresenta em Místico uma reflexão sobre espiritualidade, natureza e autoconhecimento, ampliando o diálogo do Tríptico com diferentes linguagens e perspectivas da dança contemporânea.    Ao reunir essas três companhias, o Tríptico fortalece a circulação de obras autorais, incentiva o intercâmbio entre coletivos e contribui para a democratização do acesso às artes, ocupando um dos principais equipamentos culturais da cidade com uma programação voltada à experimentação estética e à diversidade da produção contemporânea. ___________ Serviço Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea Cidade das Artes Primeiro final de semana  8 e 9 de agosto ● 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores ● Na sequência – Odara Ô – Coletivo Muanes Dançateatro Segundo final de semana 15 e 16 de agosto ● 18h – Sob a Pele – Núcleo de Dança para Atores ● Na sequência – Místico – Cia. 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Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este terceiro concerto na Cidade das Artes, o foco será a formação de duo de violino e piano, apresentando o repertório inédito e sofisticado gravado para o novo disco do selo. O programa será executado pelo violinista brasileiro Thierry de Lucas e pela pianista Ingrid Uemura. O duo se dedica à interpretação de um repertório cuidadosamente escolhido que evidencia a diversidade e a expressividade da música clássica brasileira, trazendo para o palco toda a sensibilidade, o lirismo e a vanguarda fonográfica que moldaram a concepção do álbum Romances Brasileiros. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição, carreiras globais e produção independente em torno de um programa que celebra o patrimônio cultural do país.   [+] saiba mais O Coelho da Lua 29/08 a 30/08 Teatro A peça conta a história de Suki, um jovem coelho muito inteligente, que para realizar o sonho de tornar-se um astronauta, contará com a ajuda de seu melhor amigo Flecha, uma tartaruga muito divertida que enfrenta um dos seus maiores desafios, a aceitação de suas características.   Ao ver seu amigo triste por ser excluído das atividades que exigem velocidade, Suki decide ajuda-lo mostrando para os bichos da floresta a importância da união e o respeito. Juntos, essa turma terá que resolver a questão mais importante de suas vidas, como levar a Lua em segurança de volta para o espaço. 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A proposta busca aproximar o público das artes visuais contemporâneas, promovendo reflexão, sensibilidade e valorização da diversidade.  Além da pesquisa estética e histórica, a exposição evidencia o protagonismo feminino na arte brasileira e reforça a importância da acessibilidade cultural e da inclusão de pessoas com deficiência por meio da produção artística.  AS ARTISTAS Beatriz Milhazes (1960) Pintora, gravadora e uma das principais representantes da “Geração 80”, movimento que retomou a pintura no Brasil. Sua obra é reconhecida pelas cores vibrantes, formas geométricas, arabescos e padrões ornamentais que dialogam com a arte popular, o modernismo brasileiro e o barroco. Adriana Varejão (1964) Pintora, desenhista e gravadora, desenvolve trabalhos que investigam a história, a colonização e a cultura brasileira. Suas obras exploram o corpo, a memória e os processos históricos presentes na formação do país. Rosana Paulino (1967) Artista visual, educadora e curadora, aborda em suas obras questões relacionadas à mulher negra, ancestralidade, memória e identidade afro-brasileira, ampliando importantes debates sobre representação e diversidade. As artistas Adriana Varejão e Rosana Paulino representarão o Brasil na Bienal de Veneza em 2026, reforçando a relevância de suas trajetórias na arte contemporânea.  A exposição explora relações entre: - Corpo e espaço; - Corpo e ambiente; - Cultura brasileira e história da arte; - Memória e identidade; - História e cultura afro-brasileira;  - Inclusão e diversidade.  [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Sexteto Pro Arte 24/09 Música No dia 24 de setembro, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o quarto concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes dando continuidade ao projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro e universal. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este quarto concerto na Cidade das Artes, o palco será ocupado pelo Sexteto Pro Arte. Formado pelos chefes de naipe da seção de cordas da Orquestra FESO Pro Arte, o conjunto apresenta a excelência das cordas em um programa sofisticado que une o rigor da execução clássica à fluidez e ao frescor da música brasileira contemporânea. Este concerto celebra a trajetória de um grupo profundamente enraizado na tradição do Centro Cultural Feso Pro Arte de Teresópolis, preservando o legado artístico de uma instituição histórica. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição e produção independente em torno de um programa cuidadosamente escolhido, convidando o público a uma escuta profunda e conectada com a identidade sonora do nosso país. Século 30: Conectando Épocas. Inspirando Gerações. [+] saiba mais A Mágica com Gabriel Montenegro 02/10 a 04/10 Outros Prepare-se para viver o impossível! Você já imaginou voar, ler pensamentos ou até se teletransportar diante dos seus próprios olhos? Chegou a hora de transformar o impossível em realidade! A MÁGICA – O espetáculo de ilusionismo mais aguardado da década – desembarca na América Latina para levar você a uma experiência que vai desafiar sua lógica, mexer com suas emoções e expandir os limites da sua imaginação. Criado e estrelado por Gabriel Montenegro, um dos maiores ilusionistas do mundo, com mais de 20 anos de carreira internacional, presença marcante em novelas, séries e programas de TV, este show não é apenas entretenimento — é uma verdadeira viagem sensorial pelo universo da magia moderna. Gabriel se fez uma pergunta: “O que é a mágica, de verdade?” E a resposta está neste espetáculo que reúne mais de 30 mágicas inéditas e revolucionárias, criadas para te deixar sem palavras. Em A MÁGICA, cada pessoa se torna parte essencial de um show intimista, interativo e absolutamente inesquecível. É mais do que um show. É a noite em que você vai acreditar no inacreditável. Garanta seu lugar agora e venha descobrir por que A MÁGICA está encantando plateias ao redor do mundo. [+] saiba mais 47ª Ciranda de Poesias do Rio de Janeiro 24/10 Arte e Conhecimento Celebração ao Dia do Poeta, Aniversário de 36 anos da Casa do Poeta do Rio de Janeiro, sarau com poetas finalistas do concurso de poemas e artistas convidados.   Recital com apresentações dos poetas finalistas do concurso anual de poemas, premiações, apresentações poéticas e musicais de artistas convidados, sorteios de livros ao público e tarde de autógrafos com os poetas convidados.  A Casa do Poeta do Rio de Janeiro nasceu da união de poetas frequentadores da Biblioteca Popular Municipal de Jacarepaguá – Cecília Meireles (extinta), no ano de 1990. Desde então passou a gerir a realização da CIRANDA DE POESIAS, evento anual em celebração ao Dia do Poeta (20 de outubro), com concurso de poemas e fomentando incentivo à leitura, poesia, produção literária e revelação de novos talentos poéticos e artísticos.   [+] saiba mais Turnê Dominguinho com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho | Show 14/11 Música Após sucesso global, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam chegada da turnê “Dominguinho” ao Rio de Janeiro Depois de conquistar o Brasil e alcançar o mundo com o projeto“Dominguinho”, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam agora a segunda etapa da turnê “Dominguinho”, que aporta no Rio de Janeiro dia 14 de novembro levando ao palco toda a atmosfera intimista, afetiva e nordestina que transformou o projeto em um fenômeno nas plataformas digitais. A nova fase da turnê chega impulsionada pelo enorme sucesso do repertório, que colocou o forró brasileiroem evidência mundial com faixas como“Deusa Minha”e o medley “Meu Cenário/Numa Sala de Reboco”, destaques no Top Global do Spotify e responsáveis por reforçar a força da cultura nordestina em escala internacional. No palco, o público poderá viver de perto a conexão musical entre os três artistas em um espetáculo pensado para emocionar, celebrar as raízes brasileiras e transformar cada apresentação em uma grande roda de música e sentimento. Com arranjos orgânicos, repertório afetivo e interpretações marcadas pela autenticidade, a turnê promete recriar ao vivo a essência que tornou “Dominguinho”um dos projetos mais elogiados e comentados do ano. Misturando tradição e modernidade, a segunda etapa da turnê “Dominguinho” reafirma o forró como uma linguagem universal e fortalece ainda mais o encontro entre gerações, ritmos e histórias.O novo ciclo de apresentações consolida o projeto como um dos maiores movimentos da música nacional na atualidade. [+] saiba mais Canta o Brasil | Corais 15/11 Música O Projeto Canta o Brasil idealizado pelo Maestro Luiz Lima, arranjador, Pianista, cantor Lírico e Regente de importantes coros do Rio de Janeiro, que neste projeto reúne todos os seus corais para uma única e especial apresentação. O Projeto Canta o Brasil em parceria com a Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, da Escola de Música ECO (Espaço Cultural Oficial), o evento conta tb dançarinos . Como o Projeto Canta o Brasil trabalha com a inclusão social de diversos segmentos, tais como: Idosos, portadores de necessidades especiais e etc  desenvolvendo a capacitação e acolhendo com muito respeito a diversidade brasileira.   A proposta para este ano de 2026, é enaltecer a nossa cultura, trazendo no repertório somente músicas brasileiras, imortais e em sua maioria de compositores ou cantores negros que transformaram de alguma forma o nosso país e a nossa cultura.   Será dividido em 04 atos, num passeio musical desde os clássicos, aos pop rock, os sambas, serestas e a alegria dos Anos 60, tudo com muita dança, colorido e alegria.   Além disso, todo o espetáculo será produzido nos mínimos detalhes para representar a importância e valorização da música brasileira, com instrumentação e trajes típicos e suas danças O espetáculo será apresentado em 04 ( quatro) atos, mesclandos canto e dança, numa alegria de cores.   Corais participantes:   Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, Coral do Clube de Regatas do Flamengo, Coral Mater Nostra, Coral Encanta Rio2, Coral Ramatis, Coral do MAP, Coral da ECO e Grupo Vocal Clave de Sol e o Coral de canto e dança Encanto Livre. 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