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Evento Encerrado

2ª TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro



A TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro, nasceu como uma proposta para o Rio e em sua primeira edição em 2015, reuniu 154 artistas de 45 países, e recebeu durante os 2 meses que esteve aberta em 9 museus e instituições da cidade, um público de 215 mil pessoas, sendo 30 mil destes visitantes, crianças das redes públicas de ensino, nos projetos educativos das mostras.

Em sua segunda edição, a bienal que apresenta obras em variados suportes, porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, reúne cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais, para falar de um momento de crise sistêmica, hoje principalmente​ de bases humanistas e democráticas no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais.

Sob o tema "Vestir o Mundo!", o curador Alexandre Murucci ​conclama os artistas a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem um posicionamento perante responsabilidades diárias.

A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos:  "Ar" - representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; "Água" - que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; e "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas anímicas da vida.

 


Locais / Venues:

 

Cidade das Artes – Foyer da Grande Sala / City of Arts – Grand Foyer

Ter a Dom de 14h às 19h (Em dias de espetáculo até às 22h) / Tuesday to Sunday, from 2 pm to 7 pm (On show days until 10 pm)

Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Phone.: 21-3325-0102

Grátis / free

Outras informações no site / Infos: http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br

 

Módulo “ Ar “ – Cidade das Artes / “Air” core – City of Arts – Barra

Alexandre Dacosta

Ana Biolchini

Braga Tepi

Christian Fuchs – Peru

Christina Oiticica

Edmilson Nunes

Ivan Enquin – Argentina

Ivan Grilo

João Magalhaes

Lígia Teixeira

Margo Margot

Mestre Didi

Mestre Sala e Porta-Bandeira

Nelson Leirner

Pooza Kataria - India

Shurooq Amin - Kuwait

Tunga

 

Módulo “Água” – Cidade das Artes / “Water” core – City of Arts – Barra

Alexandre Vogler

Amy Cannestra – USA

Anna Paola Protásio

Antonio Bokel

João Castilho

Kakati de Paiva

Rekha Sameer – UK

Silvana Pestana - Peru

Wilson Piran

Zena Assi – Líbano

 

Módulo “Terra” – Jardim Botânico / “Earth” core – Rio’s Botanic Garden

Adriana Tabalipa

Adrianna Eu

Ana Margarida Castro – Portugal

Ana Muglia

Anna Paola Protásio

Antonio Bokel

Bebe Schmitt

Carlos Calsavara

Clarisse Tarran

Gustavo Prado

Ivani Pedrosa

Kacá Versiani

Katya Romero - Equador

Leonardo Etero

Lia do Rio

Marcelo Lago

Marcio Faria

Maria Lynch

Pietrina Checcacci

Ricardo Siri

Sofia Donovan – Argentina

Suely Farhi

Tadeusz Zielowski – Polônia

 

  

 

TRIO Bienal 2017

prod.triobienal@gmail.com

 

Contato Curadoria:

alexandre.murucci@gmail.com

55-21-986692329

 

 

Textos curatoriais em versão resumida:

 

Vestir o Mundo

Vestir o mundo, vestir anseios, vestir compromissos, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exige um posicionamento perante responsabilidades diárias. 

Ao escolher “Vestir o Mundo” como tema da 2ª TRIO Bienal, nossa proposta foi enfocar nossa relação com o planeta, de forma holística porém como ato político de afirmação de liberdades individuais e coletivas. Para abordar tema tão vasto, tomamos como estrutura, 3 tópicos relacionados à forças da natureza, tanto no que se refere aos seus elementos quanto ao seus valores simbólicos :

"Ar" - Representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo passado. A herança do humano;

"Água" – Que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o futuro, e; "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o presente, em todas as formas anímicas elementares da natureza.

 

De posse destes conceitos, nossas escolhas juntos aos artistas foi de buscar em suas obras uma narrativa que pudesse dar luz as essas emergências que o planeta nos conclama.

 

                      “AR” –           

Por conta de um momento histórico grave e delicado que o mundo atravessa, onde liberdades individuais, de crença, gênero, identidades e valores essenciais são atacados tanto institucionalmente como nos novos âmbitos de expressão privada, hoje autônoma, volátil, insurgível, e muitas vezes incontrolável com a consolidação da civilização digital, tomamos o Brasil, suas utopias e distopias como figura de abordagem destes valores, certos de que nossos conflitos reverberam um estado de coisas similar em outras culturas.           

Ao fazê-lo, também, voltamos à nossa pretensão de termos talvez uma resposta às questões que ora conflitam o mundo, diante de nossa história diferenciada, miscigenada e antropofágica, que tornou dores e dificuldades, em opções criativas e formas de convívio que mesmo às vezes, ásperas, ainda são uma possibilidade de visão acolhedora de sociedade e a partir daí, evidenciam experiências de diversas culturas que conosco dialogam. 

                       E como dinâmica, escolhemos montar vários altares de expressão, cada um com um foco em direitos universais.    

                       Estes altares estão divididos em duas vertentes:  O Sagrado e o Corpo – onde dimensões do ser e de pertencimentos pontuam o discurso da mostra.          

                       Assim sendo, no que intitulamos “o sagrado”, um percurso filosófico-étnico-emocional foi instaurado a partir da grande instalação fotográfica de Margo Margot (BR) que apresenta deuses da matriz africana que são parte da formação do Brasil como nação. Esta instalação é finalizada por um altar, onde peças de espaços religiosos de religiões afro-brasileiras, ultrajadas em acontecimentos recentes, foram resgatadas e restauradas utilizando simbologias orientais no que tange objetos sagrados, onde as partes coladas são pintadas em ouro, em respeito a imantação de vivências que estes objetos carregam, num libelo contra a onda de intolerância religiosa, grave no Brasil e no mundo.      

                        A seu lado outra bela instalação da artista Ana Biolchini (BR), mostra o senso de reinvindicação, de luta, de protagonismo do povo quando se propõe a opção pelo coletivo.                      

                        Centralizando a questão, um grande quadro do artista Edmilson Nunes (BR), nos traz um Jesus carnavalizante, aberto, inclusivo e alegre, que transmite um ato libertário de igualdade nas várias formas do sagrado !  

                         Pontuando ao seu lado, uma linda roupa de Porta-Bandeira da Império Serrano, nos apresenta o encontro entre a cultura popular e a alta-cultura, no esplendor de um objeto maestro da festa máxima que a miscigenação brindou a cultura brasileira.       

                        E protegidos pelo coração-gaiola da Christina Oiticica (BR), que paira sobre o grande foyer, temos o trabalho onipresente de Nelson Leirner (BR) que resume o que séculos de sincretismo e verdades tropicais nos deram como concepção de nação.     

                        Porém, ao falar de liberdades individuais, não podemos abrir mão de nossas mazelas seculares, e a mesma riqueza do ouro barroco, apresentada na elegia de João Magalhães (BR), se posiciona lado a lado com a crítica histórica de Ivan Grilo (BR), ao mostrar a intercessão do antigo Caminho Real da exploração aurífera, com o mapa da tragédia ambiental do Rio Doce, num cruzamento histórico sobre a expropriação de nossas riquezas.      

                       Este sentimento de opressão se apresenta na obra de Alexandre Dacosta (BR), e a redenção sobre o manuseio de nossas heranças, em certo termo,  pode ser vista no cálice sagrado de Tunga (BR), que nos brinda numa liturgia onírica.        

                      A partir daí,  o espaço do sagrado dá lugar ao altar do corpo, tendo a obra de André Sheik, um bússola freudiana, como um primeiro trabalho que sintetiza o tema, e a escultura cyber-retro de Braga Tepi, como um parâmetro da sexualidade normativa.   

                     Seguindo, a obra da artista indiana Pooza Kataria (IN), traz um totem revestido de pulseiras matrimoniais usadas para desejar sorte para as mulheres, encerrando como uma jaula,  sua roupa de escola, de quando, criança, a artista foi molestada, incidente recorrente em tantas culturas que atravessa os tempos impondo às mulheres dramas existenciais e perenes.   Uma realidade atávica.    

                      Ao seu lado, o trabalho de Shurroq Amin, mostra a distorção social dos casamentos com crianças, aceitável em algumas culturas e logo em seguida o “muxarabi” gráfico do artista Ivan Enquin (AR), que fala da opressão das mulheres em tantas culturas, aqui, como um manifesto libertário,  que se completa nas mulheres empoderadas, da instalação feita de colchões de motel usados, pintados pela artista Lígia Teixeira (BR), com seu “boudoir” pole dance, e seguimos até a questão de gênero, no trabalho do artista peruano – Christian Fuchs (AL), que reencarna seus antepassados, em fluidez total de gênero, numa performance mimética impressionante, finalizando essa trajetória dos direitos do corpo, enquanto espaço sagrado.

 

                    “ÁGUA” –

O módulo “Agua” representa nosso compromisso com o futuro, pois se continuarmos a agir de maneira inconsequente, serão neste campo, as batalhas pelo destino da humanidade. Assim, a vídeo-instalação de Amy Cannestra (USA) nos traz uma entidade feminina que nasce dos mares, como um portal para  estas sensibilidades e percepções.  A “santa” de Alexandre Vogler (BR), chora por nosso descaso com o planeta, olhando as pequenas tartarugas, da escultura de João Castilho (BR), que agonizam, num libelo sobre nossas responsabilidades de um planeta em exaustão.            

Mas além de seus aspectos simbólicos, o elemento “Água”, nos coloca a questão de nosso lugar no mundo, e tanto quanto o trabalho de Silvana Pestana (Peru), que mostra um território dominado pelas águas, porém em perigo, ao trazer a flora amazônica ressecada e transformada em matéria metálica, outro espaço parametrado pelas águas – o Rio de Janeiro -  é apresentado em versões distintas  De um lado, sob as volutas de Wilson Piran (BR) que simulacram ondas e sol, temos a instalação de Rekha Sameer  (UK): uma mandala/assemblage de “footprints” - digitais dos pés dos ambulantes das praias do Rio – mostrando um círculo karma-virtuoso-vicioso, que nos fala da realidade das relações sociais e de trabalho de um Rio inclusivo/exclusivo enquanto forma de convivência de nosso projeto de utopia social, de um território que se reconhece democrático, mas que revalida seus contrastes sociais, sempre minimizados por nossa alegre forma de viver, como mostra em contraponto, o trabalho poético de Anna Paola Protasio – “Ginger & Fred”, um delicioso comentário sobre uma visão idílica, exótica e simplista de uma cidade cujo imaginário foi construído sob a égide de um paraíso à beira-mar.

E logo, esta epifania é quebrada pelo abismo e pela cultura individualista que a escultura de Antonio Bokel (BR) nos sinaliza, como também faz, o trabalho de Zena Assi (Líbano) sobre os dramas dos refugiados, refletido em frente ao horizonte geométrico noturno das telas de Kakati de Paiva (BR), como a paisagem de uma cidade intensa, complexa e cintilante, vista do mar, como mensagens em garrafas boiando nas águas da esperança.




Artes Visuais

Informações Gerais

Datas

17/12/17 a 04/02/18

Horários

Sábado e domingo - 16h 

*A exposição é aberta somente ao público dos espetáculos da Grande Sala. 

Local

Cidade das Artes

Sala

Grande Sala

Classificação Etária

Livre

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Boas-vindas: ● Iniciaremos com uma breve apresentação, onde me apresentarei e explicarei os objetivos da aula de yoga. ● Criarei um ambiente acolhedor e receptivo para que todos se sintam confortáveis e à vontade. 2. Adaptação para todos os níveis: ● Realizaremos um diálogo aberto para identificar as necessidades e restrições de cada participante. ● Com base nas informações coletadas, adaptarei as posturas de yoga para atender às individualidades de cada pessoa. 3. Aula de yoga de 1 hora: ● Mergulharemos em uma prática de yoga fluida e relaxante, com duração de 1 hora. ● As posturas serão cuidadosamente selecionadas para promover flexibilidade, força, equilíbrio e bem-estar geral. ● Oferecerei instruções claras e precisas, com modificações para diferentes níveis de experiência. 4. Momento de meditação: ● Ao final da aula, desfrutaremos de um momento de meditação guiada para acalmar a mente e integrar os benefícios da prática. ● Essa etapa proporcionará um estado de paz interior e profunda conexão consigo mesmo. 5. Encerramento e registro da experiência: ● Dedicaremos um tempo para tirar fotos e registrar esse momento especial de conexão e bem-estar. ● Será uma oportunidade para compartilhar experiências e fortalecer os laços entre os participantes. Observações: ● As posturas de yoga serão adaptadas para atender às necessidades de todos os participantes, desde iniciantes até praticantes experientes. ● A aula será conduzida em um ambiente tranquilo e acolhedor, com música relaxante para promover a imersão na prática. ● Todos os participantes são bem-vindos, independentemente de seu nível de flexibilidade ou experiência com yoga.  [+] saiba mais Língua Viva 2026 | O que se oculta no feminicídio 18/03 a 06/05 Arte e Conhecimento O projeto Língua Viva busca ser um ponto convergente entre linguagem, psicanálise e processo criativo. A cada encontro os psicanalistas Marília Flores e Abílio Ribeiro desenvolvem um aspecto especifico da nossa língua. A arte intriga, faz enigma e provoca. À luz da psicanálise serão comentados ângulos e caminhos em torno do ato de criação e da experiência de fruição da arte, tanto para o artista quanto para o espectador/leitor. TEMA: Gozo Mulher, o abandono de si DATA: 06/05/2026 “Não me venha falar/Na malícia de toda mulher/ Cada um sabe a dor/ E a delícia de ser o que é… Você diz a verdade/ E a verdade é o seu dom de iludir” (Caetano Veloso, na voz de Gal Costa). Mas, o que é o ser da mulher? Não há A Mulher, há cada mulher, uma a uma. Qual a relação entre o ser e o gozo feminino? Se o falante na posição masculina experimenta o seu prazer orgásmico como uma pequena morte, pois é o início da detumescência, a experiência do falante na posição feminina leva o gozo e o ser além da palavra e do prazer orgásmico genital. Lacan propõe que uma mulher experimenta um gozo Outro, nem todas o experimentam, uma mulher pode perceber quando o experimenta, contudo, talvez nada possa dizer sobre isso. Marília Flores nos propõe chamá-lo de Gozo Mulher e o relaciona, com Catherine Millot, ao abandono de si. 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Com uma programação pensada para estimular a imaginação e o pensamento sobre o futuro do planeta, o evento convida o público a mergulhar em um universo onde música, teatro, circo, criatividade e sustentabilidade caminham juntos. Na sexta-feira, dia 01, o festival vai receber o espetáculo “AZUL", uma produção da Artesanal Cia. de Teatro voltada ao público infantojuvenil, que aborda o Transtorno do Espectro Autista (TEA) sob o olhar de Violeta, irmã do protagonista, Azul. Na sequência, o grupo Tapetes Contadores de Histórias apresenta “Sol, chuva e tapete,” seguido da Intrépida Trupe e Farra de Brinquedos. Sábado, dia 02, será a vez da Banda Mirim apresentar “A criança mais velha do mundo”,  seguido pelo grupo Tapete Contadores de Histórias. Na sequência o bloco infantil, Gigantes da Lira toma conta do palco com seus artistas circenses e os Aqualoucos Gigantes. Fechando o segundo dia de evento,  o Grupo Triii, que vem conquistando toda a família com o hit “Viro, Vira, Virou”, vai colocar crianças e adultos para cantar e dançar. Já no domingo, dia 03, a Cia Sonharteiros vai apresentar o espetáculo ‘Borboletas”. Em seguida o grupo carioca Tapetes Contadores de Histórias encena “Palavras Andantes”, já o espetáculo “Mix Dux” vai levar ao público uma seleção dos melhores números da companhia Circo Dux. Encerrando a programação do Festival Mundo Melhor, o grupo O Teatro Mágico vai levar para o palco o show inédito “A primeira cabeça na lua”, unindo música, poesia e elementos do universo circense. Idealizador e diretor artístico do projeto, Gabriel Grossi fala sobre a importância de criar eventos como esse: “O Festival Mundo Melhor nasce do afeto, do lúdico, da imaginação e do poder da arte como força de transformação, onde cada criança transforma o agora no futuro que a gente sonha." O Festival Mundo Melhor tem entrada liberada ao público ao longo dos três dias do evento.  Os ingressos para as atrações no Teatro de Câmara, na Sala Eletroacústica e na Biblioteca Municipal Ziraldo são gratuitos, com retirada na própria Cidade das Artes 1h antes de cada evento, por ordem de chegada, mediante lotação dos espaços. A programação reúne ainda oficinas criativas, atividades educativas e experiências interativas, criando um ambiente lúdico e inspirador que estimula a sensibilidade, a curiosidade e o olhar das novas gerações para temas como sustentabilidade, diversidade e cuidado com o planeta. Em sua segunda edição, o Festival Mundo Melhor amplia sua proposta e reafirma sua vocação de se tornar uma referência entre os festivais culturais voltados à infância e às experiências artísticas para toda a família. Durante três dias, a Cidade das Artes se transforma em um grande espaço de encontros, descobertas e vivências culturais. Mais do que um festival, o Mundo Melhor é um convite para que crianças e adultos descubram, por meio da arte e da cultura, que pequenas atitudes podem gerar grandes transformações. Ao reunir artistas, educadores e público em um mesmo espaço de criação e diálogo, o evento reforça o papel da cultura como ferramenta essencial de formação, consciência e transformação social para um mundo melhor. O Festival Mundo Melhor é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo a Projetos Culturais, a Lei Rouanet, com patrocínio Master da Vale e patrocínio da Rede Itaú. A produção é da Ninas Agência Cultural e a  realização é da GG Produções Artísticas. Ministério da Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro. [+] saiba mais Rir pra não surtar 09/05 Teatro O espetáculo Rir pra Não Surtar, criado e estrelado por Rodrigo Rodrigues, chega aos palcos com a proposta de transformar o cotidiano em gargalhada. A comédia traz situações que todo brasileiro reconhece – da correria da vida moderna aos dilemas familiares, passando pelas dificuldades de ser professor no Brasil – sempre com muito humor e uma boa dose de reflexão. Em cena, Rodrigo compartilha experiências, memórias e observações sobre o mundo atual, construindo uma identificação imediata com o público. A peça combina humor afiado, improviso e momentos de emoção, provando que a comédia pode ser, além de entretenimento, uma ferramenta poderosa de transformação.O texto, escrito pelo próprio Rodrigo Rodrigues, conta ainda com direção de Fábio Santinni, somando força e qualidade ao projeto. A montagem traz participações especiais em voz de artistas consagrados como Rafael Portugal, Flávia Reis, Rodrigo Fagundes e Thati Lopes, que emprestam ainda mais brilho à obra. Mais do que um espetáculo, Rir pra Não Surtar é um convite para que o público se permita rir de si mesmo, aliviar o peso do dia a dia e descobrir que, diante das adversidades, o riso pode ser a melhor forma de resistência. [+] saiba mais Série Orquestra Encena - SOPROS | OSB 10/05 Música Ministério da Cultura apresenta Dia das Mães será celebrado com o concerto de câmara da Orquestra Sinfônica Brasileira na Cidade das Artes Os instrumentos de sopro da orquestra serão destaque na apresentação, conduzida pelo maestro André Cardoso A Orquestra Sinfônica Brasileira inicia a série de concertos Orquestra Encena com uma apresentação especial em homenagem ao Dia das Mães. O concerto, que contará com a regência do maestro André Cardoso, será realizado no Teatro de Câmara da Cidade das Artes no dia 10 de maio, às 11 horas. A apresentação destacará os instrumentistas de sopro da orquestra, apresentando obras de Villa-Lobos, Rodrigo Cicchelli, Gustav Holst e Antonín Dvorak. [+] saiba mais Black Album Sinfônico | Orquestra PETROBRAS Sinfônica 13/05 Música Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta concerto “Black Album Sinfônico”, com músicas do Metallica, na Cidade das Artes, em 13 de maio  O que acontece quando o peso do Metallica encontra a potência de uma grande orquestra? No dia 13 de maio, às 20h, a Orquestra Petrobras Sinfônica sobe ao palco da Cidade das Artes para apresentar o concerto Black Album Sinfônico, com versões orquestradas das músicas do icônico disco “Metallica”, que completa 35 anos em 2026. Sob regência de Felipe Prazeres, clássicos como Enter Sandman, Nothing Else Matters e The Unforgiven ganham arranjos exclusivos de Ricardo Candido, contrabaixista da orquestra. Violinos elétricos assumem os solos imortalizados por James Hetfield e Kirk Hammett, em uma releitura que une potência, precisão e emoção. Uma celebração sinfônica do álbum que redefiniu o som da banda e marcou gerações.  [+] saiba mais Carol Delgado - Energia Feminina | Stand-up 14/05 Outros Prepare-se para um show de stand-up que explode qualquer clichê sobre o que é ser “feminina”. Em Energia Feminina, a comediante Carol Delgado transforma o palco em um espelho cômico do cotidiano, onde o “comportamento ideal” desaba diante da realidade. Entre falas afiadas e situações absurdamente familiares, ela desmonta — com muito humor — as regras invisíveis que tentam definir o que é ser mulher. O espetáculo mistura o melhor do stand-up clássico com o novo quadro “SUPER FLOP”, inspirado em programas de auditório ao vivo, caótico e interativo. Nele, o público participa de jogos e dinâmicas inspiradas nos programas dos anos 90/2000 — mas com uma sinceridade que nem o Ratinho teria coragem de bancar. No quadro SUPER FLOP, o público pode cobrar pensão atrasada, descobrir se “esse homem te ama ou só te odeia mesmo”, ver casal recebendo conselho da plateia e ainda brilhar com talentos totalmente inúteis. Tudo ao vivo, sempre inédito e com convidados que vão de tarólogas e sexólogas à pessoas que talvez só tenham se perdido no caminho do teatro. Entre reflexões afiadas e humor ácido, Energia Feminina questiona tudo que esperam das mulheres e ri de cada contradição com a força, o caos e o carisma de quem transforma até o fracasso em entretenimento.Energia Feminina é mais do que um show: é um exorcismo coletivo das expectativas alheias, embalado por riso, música e o poder absoluto de Carol Delgado.  [+] saiba mais RIO2C | Encontro de criatividade da América Latina - 2026 26/05 a 31/05 Festival O Rio2C é o encontro de criatividade da América Latina, reunindo anualmente, no Rio de Janeiro, profissionais de diferentes áreas, culturas, ideias e experiências. Esse ecossistema vibrante, marcado pela multidisciplinaridade e diversidade, é o ambiente ideal para fomentar a nossa capacidade ímpar de criar, transformar e reinventar. 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Sob a batuta do maestro Felipe Prazeres, vamos mergulhar nas trilhas sonoras de clássicos como Super Mario, The Legend of Zelda, Sonic, Street Fighter, Metal Gear, Mortal Kombat, Fortnite e muitos outros, em arranjos exclusivos de Ricardo Candido. O concerto também celebra o talento brasileiro na indústria mundial de games: a orquestra interpreta arranjos de Antonio Teoli, em obras autorais que conquistaram projeção internacional. Uma experiência imersiva para fãs de todas as idades - do 8-bit à alta definição. Aperte start e garanta o seu lugar nessa jornada sonora épica! [+] saiba mais Concerto O SOM DAS HISTÓRIAS | OPES 07/06 Música Orquestra Petrobras Sinfônica leva o concerto infantil “O Som das Histórias” à Cidade das Artes com sucessos nacionais e internacionais No dia 7 de junho, domingo, às 11h, a Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta o concerto “O Som das Histórias”, na Grande Sala da Cidade das Artes. Sob a regência de Felipe Prazeres e com a participação dos cantores Giulia Nadruz, Marcelo Coutinho e Samuel Ebendinger, a apresentação convida o público a embarcar em uma jornada musical repleta de emoção, imaginação e memórias afetivas. A proposta do concerto é unir gerações por meio da música que marcou grandes histórias do cinema, da televisão e do teatro infantil. No programa, estão sucessos internacionais como “Livre Estou”, “Parte do Seu Mundo” e “Além do Arco-Íris”, além de clássicos nacionais que fizeram parte da infância de muitos brasileiros, como “Pluft, o Fantasminha” e o tema do “Sítio do Pica-pau Amarelo”. “Esse concerto é um convite para que crianças e adultos vivam juntos a magia da música de concerto, resgatando memórias afetivas e despertando a imaginação”, afirma o maestro Felipe Prazeres. Com uma programação cuidadosamente pensada para todas as idades, “O Som das Histórias” promete transformar o concerto em um momento marcante, no qual cada música conta uma história e cada história ganha vida por meio do som da orquestra. [+] saiba mais A grande aventura dos Filhotes Aumigos de Quatro Patas | Lançamento de Livro 25/07 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO Skye, Zooster, Melody e Pipoca vivem uma grande aventura, repleta de descobertas e amizade. Aprendem, juntos, que a verdadeira coragem está em ajudar uns aos outros e que o maior tesouro do mundo é ter amigos de verdade. Ser um “Aumigo” é ajudar, dividir e nunca desistir. Juntos, Skye, Zooster, Pipoca e Melody provaram que o amor e a amizade são os maiores tesouros do mundo. SOBRE A AUTORA Fernanda Côrtes é apaixonada por histórias que encantam corações de todas as idades. Inspirada pelo amor dos animais e pela magia da amizade verdadeira, escreveu seu primeiro livro infantil, intitulado A Grande Aventura dos Filhotes Aumigos de Quatro Patas, um conto cheio de ternura, coragem e descobertas. Sonhadora, a autora acredita que cada história tem o poder de transformar o mundo, começando pelo olhar. [+] saiba mais