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Evento Encerrado

2ª TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro



A TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro, nasceu como uma proposta para o Rio e em sua primeira edição em 2015, reuniu 154 artistas de 45 países, e recebeu durante os 2 meses que esteve aberta em 9 museus e instituições da cidade, um público de 215 mil pessoas, sendo 30 mil destes visitantes, crianças das redes públicas de ensino, nos projetos educativos das mostras.

Em sua segunda edição, a bienal que apresenta obras em variados suportes, porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, reúne cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais, para falar de um momento de crise sistêmica, hoje principalmente​ de bases humanistas e democráticas no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais.

Sob o tema "Vestir o Mundo!", o curador Alexandre Murucci ​conclama os artistas a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem um posicionamento perante responsabilidades diárias.

A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos:  "Ar" - representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; "Água" - que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; e "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas anímicas da vida.

 


Locais / Venues:

 

Cidade das Artes – Foyer da Grande Sala / City of Arts – Grand Foyer

Ter a Dom de 14h às 19h (Em dias de espetáculo até às 22h) / Tuesday to Sunday, from 2 pm to 7 pm (On show days until 10 pm)

Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Phone.: 21-3325-0102

Grátis / free

Outras informações no site / Infos: http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br

 

Módulo “ Ar “ – Cidade das Artes / “Air” core – City of Arts – Barra

Alexandre Dacosta

Ana Biolchini

Braga Tepi

Christian Fuchs – Peru

Christina Oiticica

Edmilson Nunes

Ivan Enquin – Argentina

Ivan Grilo

João Magalhaes

Lígia Teixeira

Margo Margot

Mestre Didi

Mestre Sala e Porta-Bandeira

Nelson Leirner

Pooza Kataria - India

Shurooq Amin - Kuwait

Tunga

 

Módulo “Água” – Cidade das Artes / “Water” core – City of Arts – Barra

Alexandre Vogler

Amy Cannestra – USA

Anna Paola Protásio

Antonio Bokel

João Castilho

Kakati de Paiva

Rekha Sameer – UK

Silvana Pestana - Peru

Wilson Piran

Zena Assi – Líbano

 

Módulo “Terra” – Jardim Botânico / “Earth” core – Rio’s Botanic Garden

Adriana Tabalipa

Adrianna Eu

Ana Margarida Castro – Portugal

Ana Muglia

Anna Paola Protásio

Antonio Bokel

Bebe Schmitt

Carlos Calsavara

Clarisse Tarran

Gustavo Prado

Ivani Pedrosa

Kacá Versiani

Katya Romero - Equador

Leonardo Etero

Lia do Rio

Marcelo Lago

Marcio Faria

Maria Lynch

Pietrina Checcacci

Ricardo Siri

Sofia Donovan – Argentina

Suely Farhi

Tadeusz Zielowski – Polônia

 

  

 

TRIO Bienal 2017

prod.triobienal@gmail.com

 

Contato Curadoria:

alexandre.murucci@gmail.com

55-21-986692329

 

 

Textos curatoriais em versão resumida:

 

Vestir o Mundo

Vestir o mundo, vestir anseios, vestir compromissos, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exige um posicionamento perante responsabilidades diárias. 

Ao escolher “Vestir o Mundo” como tema da 2ª TRIO Bienal, nossa proposta foi enfocar nossa relação com o planeta, de forma holística porém como ato político de afirmação de liberdades individuais e coletivas. Para abordar tema tão vasto, tomamos como estrutura, 3 tópicos relacionados à forças da natureza, tanto no que se refere aos seus elementos quanto ao seus valores simbólicos :

"Ar" - Representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo passado. A herança do humano;

"Água" – Que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o futuro, e; "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o presente, em todas as formas anímicas elementares da natureza.

 

De posse destes conceitos, nossas escolhas juntos aos artistas foi de buscar em suas obras uma narrativa que pudesse dar luz as essas emergências que o planeta nos conclama.

 

                      “AR” –           

Por conta de um momento histórico grave e delicado que o mundo atravessa, onde liberdades individuais, de crença, gênero, identidades e valores essenciais são atacados tanto institucionalmente como nos novos âmbitos de expressão privada, hoje autônoma, volátil, insurgível, e muitas vezes incontrolável com a consolidação da civilização digital, tomamos o Brasil, suas utopias e distopias como figura de abordagem destes valores, certos de que nossos conflitos reverberam um estado de coisas similar em outras culturas.           

Ao fazê-lo, também, voltamos à nossa pretensão de termos talvez uma resposta às questões que ora conflitam o mundo, diante de nossa história diferenciada, miscigenada e antropofágica, que tornou dores e dificuldades, em opções criativas e formas de convívio que mesmo às vezes, ásperas, ainda são uma possibilidade de visão acolhedora de sociedade e a partir daí, evidenciam experiências de diversas culturas que conosco dialogam. 

                       E como dinâmica, escolhemos montar vários altares de expressão, cada um com um foco em direitos universais.    

                       Estes altares estão divididos em duas vertentes:  O Sagrado e o Corpo – onde dimensões do ser e de pertencimentos pontuam o discurso da mostra.          

                       Assim sendo, no que intitulamos “o sagrado”, um percurso filosófico-étnico-emocional foi instaurado a partir da grande instalação fotográfica de Margo Margot (BR) que apresenta deuses da matriz africana que são parte da formação do Brasil como nação. Esta instalação é finalizada por um altar, onde peças de espaços religiosos de religiões afro-brasileiras, ultrajadas em acontecimentos recentes, foram resgatadas e restauradas utilizando simbologias orientais no que tange objetos sagrados, onde as partes coladas são pintadas em ouro, em respeito a imantação de vivências que estes objetos carregam, num libelo contra a onda de intolerância religiosa, grave no Brasil e no mundo.      

                        A seu lado outra bela instalação da artista Ana Biolchini (BR), mostra o senso de reinvindicação, de luta, de protagonismo do povo quando se propõe a opção pelo coletivo.                      

                        Centralizando a questão, um grande quadro do artista Edmilson Nunes (BR), nos traz um Jesus carnavalizante, aberto, inclusivo e alegre, que transmite um ato libertário de igualdade nas várias formas do sagrado !  

                         Pontuando ao seu lado, uma linda roupa de Porta-Bandeira da Império Serrano, nos apresenta o encontro entre a cultura popular e a alta-cultura, no esplendor de um objeto maestro da festa máxima que a miscigenação brindou a cultura brasileira.       

                        E protegidos pelo coração-gaiola da Christina Oiticica (BR), que paira sobre o grande foyer, temos o trabalho onipresente de Nelson Leirner (BR) que resume o que séculos de sincretismo e verdades tropicais nos deram como concepção de nação.     

                        Porém, ao falar de liberdades individuais, não podemos abrir mão de nossas mazelas seculares, e a mesma riqueza do ouro barroco, apresentada na elegia de João Magalhães (BR), se posiciona lado a lado com a crítica histórica de Ivan Grilo (BR), ao mostrar a intercessão do antigo Caminho Real da exploração aurífera, com o mapa da tragédia ambiental do Rio Doce, num cruzamento histórico sobre a expropriação de nossas riquezas.      

                       Este sentimento de opressão se apresenta na obra de Alexandre Dacosta (BR), e a redenção sobre o manuseio de nossas heranças, em certo termo,  pode ser vista no cálice sagrado de Tunga (BR), que nos brinda numa liturgia onírica.        

                      A partir daí,  o espaço do sagrado dá lugar ao altar do corpo, tendo a obra de André Sheik, um bússola freudiana, como um primeiro trabalho que sintetiza o tema, e a escultura cyber-retro de Braga Tepi, como um parâmetro da sexualidade normativa.   

                     Seguindo, a obra da artista indiana Pooza Kataria (IN), traz um totem revestido de pulseiras matrimoniais usadas para desejar sorte para as mulheres, encerrando como uma jaula,  sua roupa de escola, de quando, criança, a artista foi molestada, incidente recorrente em tantas culturas que atravessa os tempos impondo às mulheres dramas existenciais e perenes.   Uma realidade atávica.    

                      Ao seu lado, o trabalho de Shurroq Amin, mostra a distorção social dos casamentos com crianças, aceitável em algumas culturas e logo em seguida o “muxarabi” gráfico do artista Ivan Enquin (AR), que fala da opressão das mulheres em tantas culturas, aqui, como um manifesto libertário,  que se completa nas mulheres empoderadas, da instalação feita de colchões de motel usados, pintados pela artista Lígia Teixeira (BR), com seu “boudoir” pole dance, e seguimos até a questão de gênero, no trabalho do artista peruano – Christian Fuchs (AL), que reencarna seus antepassados, em fluidez total de gênero, numa performance mimética impressionante, finalizando essa trajetória dos direitos do corpo, enquanto espaço sagrado.

 

                    “ÁGUA” –

O módulo “Agua” representa nosso compromisso com o futuro, pois se continuarmos a agir de maneira inconsequente, serão neste campo, as batalhas pelo destino da humanidade. Assim, a vídeo-instalação de Amy Cannestra (USA) nos traz uma entidade feminina que nasce dos mares, como um portal para  estas sensibilidades e percepções.  A “santa” de Alexandre Vogler (BR), chora por nosso descaso com o planeta, olhando as pequenas tartarugas, da escultura de João Castilho (BR), que agonizam, num libelo sobre nossas responsabilidades de um planeta em exaustão.            

Mas além de seus aspectos simbólicos, o elemento “Água”, nos coloca a questão de nosso lugar no mundo, e tanto quanto o trabalho de Silvana Pestana (Peru), que mostra um território dominado pelas águas, porém em perigo, ao trazer a flora amazônica ressecada e transformada em matéria metálica, outro espaço parametrado pelas águas – o Rio de Janeiro -  é apresentado em versões distintas  De um lado, sob as volutas de Wilson Piran (BR) que simulacram ondas e sol, temos a instalação de Rekha Sameer  (UK): uma mandala/assemblage de “footprints” - digitais dos pés dos ambulantes das praias do Rio – mostrando um círculo karma-virtuoso-vicioso, que nos fala da realidade das relações sociais e de trabalho de um Rio inclusivo/exclusivo enquanto forma de convivência de nosso projeto de utopia social, de um território que se reconhece democrático, mas que revalida seus contrastes sociais, sempre minimizados por nossa alegre forma de viver, como mostra em contraponto, o trabalho poético de Anna Paola Protasio – “Ginger & Fred”, um delicioso comentário sobre uma visão idílica, exótica e simplista de uma cidade cujo imaginário foi construído sob a égide de um paraíso à beira-mar.

E logo, esta epifania é quebrada pelo abismo e pela cultura individualista que a escultura de Antonio Bokel (BR) nos sinaliza, como também faz, o trabalho de Zena Assi (Líbano) sobre os dramas dos refugiados, refletido em frente ao horizonte geométrico noturno das telas de Kakati de Paiva (BR), como a paisagem de uma cidade intensa, complexa e cintilante, vista do mar, como mensagens em garrafas boiando nas águas da esperança.




Artes Visuais

Informações Gerais

Datas

17/12/17 a 04/02/18

Horários

Sábado e domingo - 16h 

*A exposição é aberta somente ao público dos espetáculos da Grande Sala. 

Local

Cidade das Artes

Sala

Grande Sala

Classificação Etária

Livre

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Momento de meditação: ● Ao final da aula, desfrutaremos de um momento de meditação guiada para acalmar a mente e integrar os benefícios da prática. ● Essa etapa proporcionará um estado de paz interior e profunda conexão consigo mesmo. 5. Encerramento e registro da experiência: ● Dedicaremos um tempo para tirar fotos e registrar esse momento especial de conexão e bem-estar. ● Será uma oportunidade para compartilhar experiências e fortalecer os laços entre os participantes. 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Desde 2022, desenvolve ações com pessoas idosas no âmbito do UFRJ na Cultura, envolvendo experiências e produções culturais coletivas em diferentes espaços da cidade do Rio de Janeiro. É autora de livros, capítulos e artigos científicos nas áreas de Terapia Ocupacional, Gerontologia e participação sociocultural.  [+] saiba mais Geografia das memórias | Exposição Flavia Fabbriziani 15/09 a 12/10 Artes Visuais Cidade das Artes participa da Semana de Arte do Rio com a exposição “Geografia das memórias”, de Flávia Fabbriziani Mostra individual integra o circuito oficial do evento, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura e fica em cartaz de 15/09 a 12/10 A Cidade das Artes integra a programação da primeira edição da Semana de Arte do Rio, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, com a exposição individual “Geografia das memórias”, da artista visual Flávia Fabbriziani. 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Formado pelos chefes de naipe da seção de cordas da Orquestra FESO Pro Arte, o conjunto apresenta a excelência das cordas em um programa sofisticado que une o rigor da execução clássica à fluidez e ao frescor da música brasileira contemporânea. Este concerto celebra a trajetória de um grupo profundamente enraizado na tradição do Centro Cultural Feso Pro Arte de Teresópolis, preservando o legado artístico de uma instituição histórica. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição e produção independente em torno de um programa cuidadosamente escolhido, convidando o público a uma escuta profunda e conectada com a identidade sonora do nosso país. Século 30: Conectando Épocas. Inspirando Gerações. 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Patrocínio de State Grid Brazil Holding.  Sobre a Ópera Nacional da China  A Ópera Nacional da China é um dos mais proeminentes grupos do gênero do país, reunindo artistas excepcionais de todos os registros vocais. Vários de seus membros foram premiados em importantes competições nacionais e internacionais.    Eles vêm apresentando a Gala de Ópera com sucesso em uma turnê internacional, que agora chega ao Brasil. A companhia é berço da arte vocal e operística na China, tendo revelado muitos artistas renomados na China.  [+] saiba mais Clube do livro Américas | Livro O trem da meia-noite 26/09 Arte e Conhecimento Bate-papo com os membros do clube sobre o livro do mês: “O trem da meia noite”, do autor Matt Haig, cuja sinopse é: Wilbur Budd viveu uma vida marcada pela ambição e pelo trabalho, deixando de lado o que realmente importava. 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Autor: Letícia Campos Ilustrador: Erlon Emerick  Livro infantile em inglês que apresenta Grace, uma menina que, através de sua família, descobre diferentes motivos para agradecer. De forma leve e afetiva, a obra une o aprendizados do inglês ao desenvolvimento do valor da gratidão, convidando cada criança a refletir: What Am I Tankful For?  Jacks Jacaré Poesia – Edição Comemorativa Autor: Patricia Bahiense Ilustrador: Patricia Bahiense  A edição comemorativa do personagem que completopu 18 anos em abril deste ano, traz poesias com a história dos personagens dos 2 livros anteriores, JACKS JACARÉ E O DESTINO DO RIO PARAÍSO e JACKS JACARÉ E O TESOURO PERDIDO. PROGRAMAÇÃO 14h – What Am I Tankful For – Contação da história, promovendo uma experiência lúdica e interativa em língua inglesa, com participação das crianças através de perguntas expressões e palavras em inglês, com músicas e momento de interção com o público. 14h40 – Jacks Jacaré – Serão recitadas as poesias do livro pelas criancas. A criança que tiver a palavra vai usar o chapéu do Jacks. Falaremos também da importância dos cuidados com a Natureza e o Meio Ambiente.  [+] saiba mais A Mágica com Gabriel Montenegro 02/10 a 04/10 Outros Prepare-se para viver o impossível! Você já imaginou voar, ler pensamentos ou até se teletransportar diante dos seus próprios olhos? Chegou a hora de transformar o impossível em realidade! A MÁGICA – O espetáculo de ilusionismo mais aguardado da década – desembarca na América Latina para levar você a uma experiência que vai desafiar sua lógica, mexer com suas emoções e expandir os limites da sua imaginação. Criado e estrelado por Gabriel Montenegro, um dos maiores ilusionistas do mundo, com mais de 20 anos de carreira internacional, presença marcante em novelas, séries e programas de TV, este show não é apenas entretenimento — é uma verdadeira viagem sensorial pelo universo da magia moderna. Gabriel se fez uma pergunta: “O que é a mágica, de verdade?” E a resposta está neste espetáculo que reúne mais de 30 mágicas inéditas e revolucionárias, criadas para te deixar sem palavras. Em A MÁGICA, cada pessoa se torna parte essencial de um show intimista, interativo e absolutamente inesquecível. É mais do que um show. É a noite em que você vai acreditar no inacreditável. Garanta seu lugar agora e venha descobrir por que A MÁGICA está encantando plateias ao redor do mundo. [+] saiba mais A Menina e o Vento | Teatro Infantil 10/10 a 12/10 Teatro Um dos clássicos do teatro infantil "A Menina e o Vento"de Maria Clara Machado", ganha uma nova montagem na Cidade das Artes. Com direção de Cininha de Paula, o espetáculo traz de volta uma história que atravessa gerações. Maria, uma menina entediada e cansada das cobranças de suas tias severas foge de casa e se esconde numa cova onde descobre o Vento em pessoa. O encontro se transforma em amizade e Maria embarca numa aventura que desafia os limites impostos pelo mundo adulto, e viaja pelo Brasil através do novo amigo. [+] saiba mais Marilyn, por trás do espelho | Teatro 16/10 a 25/10 Teatro Marilyn, por trás do Espelho revela face desconhecida da estrela de cinema, e retorna ao Rio de Janeiro em comemoração aos 100 anos de nascimento de Marilyn Monroe. Espetáculo sucesso de público e críticas, premiado como MELHOR MONÓLOGO E MELHOR TEXTO ORIGINAL. Peça investiga uma Marilyn menos conhecida, para além do glamour que a eternizou. Um “petit comité”, na casa de um executivo do cinema, em Nova York, esperava John F. Kennedy, Marilyn Monroe e um grupo seleto de convidados, depois do evento de arrecadação de fundos para o Partido Democrata, no Madison Square Garden, em 19 de maio de 1962. O célebre “parabéns a você”, cantado pela atriz para celebrar o aniversário do presidente americano, foi um dos pontos altos de sua carreira, e sua última aparição pública. Curiosidade sobre essa noite e outras revelações sobre a faceta menos conhecida da loira de “O Pecado Mora ao Lado” estão na pesquisa da atriz Anna Sant’Ana para montar o espetáculo “Marilyn, por trás do Espelho”. A peça tem dramaturgia de Daniel Dias da Silva e encenação da diretora portuguesa Ana Isabel Augusto. Idealizadora do espetáculo, Anna já realizou em quatro anos de espetáculo temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa, além de diversas apresentações pelo país. A estreia ocorreu em Agosto de 2022, quando ganhou o Prêmio Cenym 2022 de melhor monólogo e melhor texto original. A direção é de Ana Isabel Augusto, encenadora portuguesa com mais de 25 anos de experiência, diretora-fundadora do grupo de teatro do ISCTE- IUL, de Lisboa, em atividade há mais de 20 anos, que vem ao Brasil especialmente para dirigir a montagem. Por meio da história de Marilyn Monroe, estrela mundial do cinema e mulher-ícone do século 20, Marilyn, por trás do Espelho convida a uma reflexão sobre solidão, depressão e o papel da  mulher, temas atuais e urgentes no mundo contemporâneo. A peça investiga uma Marilyn menos conhecida, para além do glamour que a eternizou. A mulher por trás do espelho com que muitas mulheres - e por que não homens - se identificam. Os medos, a solidão, o desejo de ser mãe, a luta pelo reconhecimento na carreira, o abandono, os relacionamentos que não deram certo, a baixa autoestima, temas universais que se conectam com o público. Entre os filmes e os momentos relembrados no espetáculo estão o “Happy Birthday” para o presidente John Kennedy, a famosa cena do vestido levantando no filme “O pecado mora ao lado” e a música “Diamonds are a girl ́s best friend”, gravada por diversas cantoras, entre elas Madonna. [+] saiba mais Tardezinha Hanoi Kids 17/10 Arte e Conhecimento Sugerimos uma tarde divertida com contação de histórias e atividades de desenho a partir do nosso catálogo de livro infantis: https://loja.hanoieditora.com.br/buscar?q=kids A Hanoi Editora é uma empresa que nasceu com a missão de publicar livros que vão além do entretenimento. Nosso catálogo é formado por obras que promovem a espiritualidade, o autoconhecimento e a reflexão filosófica, criando experiências de leitura que inspiram transformação interior. Mais do que livros, a Hanoi oferece ao público convites para uma jornada de crescimento pessoal e conexão com a sabedoria.  Atuando em diferentes gêneros — como filosofia, espiritualidade, poesia, desenvolvimento pessoal, ficção e não ficção —, a editora preserva sempre um mesmo fio condutor: o de apresentar literatura com propósito. Dentro desse espírito surgiu o selo Hanoi Kids, dedicado ao público infantil e juvenil. Os livros publicados nesse selo procuram despertar desde cedo a criatividade, a sensibilidade e o senso de valores nas crianças, oferecendo histórias que dialogam com a contemplação e a descoberta do mundo interior. Obras como Meu querido portal, O sumiço do Rei Sol e Muito prazer. Meu nome é Mágica exemplificam esse cuidado, combinando narrativas acessíveis e poéticas com projetos gráficos de grande delicadeza. Assim, o selo estabelece-se como um espaço onde literatura, ilustração e reflexão se unem para formar leitores mais atentos, conscientes e imaginativos.  [+] saiba mais 47ª Ciranda de Poesias do Rio de Janeiro 24/10 Arte e Conhecimento Celebração ao Dia do Poeta, Aniversário de 36 anos da Casa do Poeta do Rio de Janeiro, sarau com poetas finalistas do concurso de poemas e artistas convidados.   Recital com apresentações dos poetas finalistas do concurso anual de poemas, premiações, apresentações poéticas e musicais de artistas convidados, sorteios de livros ao público e tarde de autógrafos com os poetas convidados.  A Casa do Poeta do Rio de Janeiro nasceu da união de poetas frequentadores da Biblioteca Popular Municipal de Jacarepaguá – Cecília Meireles (extinta), no ano de 1990. Desde então passou a gerir a realização da CIRANDA DE POESIAS, evento anual em celebração ao Dia do Poeta (20 de outubro), com concurso de poemas e fomentando incentivo à leitura, poesia, produção literária e revelação de novos talentos poéticos e artísticos.   [+] saiba mais Summit Press Rio 2026 | O Futuro da Comunicação e Inteligência Artificial 06/11 Festival Summit Press celebra 14 anos com edição especial no Rio de Janeiro e abordará o Futuro da Comunicação e Inteligência Artificial O evento acontecerá no dia 06 de novembro, na Cidade das Artes e reunirá jornalistas, assessores, agências, profissionais do setor público e privado e veículos de imprensa para debater o impacto da IA e o futuro da comunicação. O Summit Press, consolidado como um dos principais e mais respeitados eventos de comunicação do Brasil, celebra sua trajetória histórica de 14 anos com a realização de uma edição nacional especial em solo carioca.  No dia 06 de novembro, a icônica Cidade das Artes, localizada na Barra da Tijuca, será o palco de intensos debates, networking estratégico e análises profundas sobre as transformações do ecossistema da comunicação. Desde sua fundação em 2012, o evento destaca-se por seu formato único e exclusivo, desenhado para integrar todos os profissionais do mercado. Em um momento de disrupção tecnológica sem precedentes, o Summit Press traz como tema central para este ano ”O Futuro da Comunicação e Inteligência Artificial”. A edição provocará uma reflexão urgente e necessária sobre como a IA está remodelando a produção de notícias, a gestão de crises, a criação de conteúdo e o diálogo diário entre fontes, assessorias e redações no ambiente multiplataforma. Programação Dinâmica e Painéis Estratégicos Com uma agenda robusta que se estende ao longo de todo o dia, o evento contará com vários painéis liderados por grandes nomes da comunicação nacional, especialistas em tecnologia, jornalistas, executivos de mídia e influenciadores do setor. As discussões abordarão desde o uso ético e prático de ferramentas de IA Generativa nas redações e agências, até o combate à desinformação, a personalização de conteúdo em escala e as novas dinâmicas de relacionamento com a mídia na era dos algoritmos. A jornada de conhecimento tem início logo pela manhã. O credenciamento oficial começará rigorosamente às 9h, permitindo que os participantes realizem as primeiras conexões na área de networking. A abertura oficial ocorrerá às 10h, dando início a uma maratona de aprendizado e troca de experiências que se estenderá até o encerramento, previsto para às 20h. [+] saiba mais Turnê Dominguinho com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho | Show 14/11 Música Após sucesso global, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam chegada da turnê “Dominguinho” ao Rio de Janeiro Depois de conquistar o Brasil e alcançar o mundo com o projeto“Dominguinho”, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho anunciam agora a segunda etapa da turnê “Dominguinho”, que aporta no Rio de Janeiro dia 14 de novembro levando ao palco toda a atmosfera intimista, afetiva e nordestina que transformou o projeto em um fenômeno nas plataformas digitais. A nova fase da turnê chega impulsionada pelo enorme sucesso do repertório, que colocou o forró brasileiroem evidência mundial com faixas como“Deusa Minha”e o medley “Meu Cenário/Numa Sala de Reboco”, destaques no Top Global do Spotify e responsáveis por reforçar a força da cultura nordestina em escala internacional. No palco, o público poderá viver de perto a conexão musical entre os três artistas em um espetáculo pensado para emocionar, celebrar as raízes brasileiras e transformar cada apresentação em uma grande roda de música e sentimento. Com arranjos orgânicos, repertório afetivo e interpretações marcadas pela autenticidade, a turnê promete recriar ao vivo a essência que tornou “Dominguinho”um dos projetos mais elogiados e comentados do ano. Misturando tradição e modernidade, a segunda etapa da turnê “Dominguinho” reafirma o forró como uma linguagem universal e fortalece ainda mais o encontro entre gerações, ritmos e histórias.O novo ciclo de apresentações consolida o projeto como um dos maiores movimentos da música nacional na atualidade. [+] saiba mais Canta o Brasil | Corais 15/11 Música O Projeto Canta o Brasil idealizado pelo Maestro Luiz Lima, arranjador, Pianista, cantor Lírico e Regente de importantes coros do Rio de Janeiro, que neste projeto reúne todos os seus corais para uma única e especial apresentação. O Projeto Canta o Brasil em parceria com a Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, da Escola de Música ECO (Espaço Cultural Oficial), o evento conta tb dançarinos . Como o Projeto Canta o Brasil trabalha com a inclusão social de diversos segmentos, tais como: Idosos, portadores de necessidades especiais e etc  desenvolvendo a capacitação e acolhendo com muito respeito a diversidade brasileira.   A proposta para este ano de 2026, é enaltecer a nossa cultura, trazendo no repertório somente músicas brasileiras, imortais e em sua maioria de compositores ou cantores negros que transformaram de alguma forma o nosso país e a nossa cultura.   Será dividido em 04 atos, num passeio musical desde os clássicos, aos pop rock, os sambas, serestas e a alegria dos Anos 60, tudo com muita dança, colorido e alegria.   Além disso, todo o espetáculo será produzido nos mínimos detalhes para representar a importância e valorização da música brasileira, com instrumentação e trajes típicos e suas danças O espetáculo será apresentado em 04 ( quatro) atos, mesclandos canto e dança, numa alegria de cores.   Corais participantes:   Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, Coral do Clube de Regatas do Flamengo, Coral Mater Nostra, Coral Encanta Rio2, Coral Ramatis, Coral do MAP, Coral da ECO e Grupo Vocal Clave de Sol e o Coral de canto e dança Encanto Livre. 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