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Evento Encerrado

CineArtes | Que horas ela volta?



A Cidade das Artes convida!

CineArtes  |  A que horas ela volta? (2015)

Direção:  Anna Muylaert

 

A pernambucana Val se mudou para São Paulo com o intuito de proporcionar melhores condições de vida para a filha, Jéssica. Anos depois, a garota lhe telefona, dizendo que quer ir para a cidade prestar vestibular. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, porém o seu comportamento complica as relações na casa.

 

Retirada de ingresso 1h antes do início da sessão.

 

 

 

Arte e Educação

Informações Gerais

Datas

05/03

Horários

16:00

Duração

1h54m Minutos em média

Local

Cidade das Artes

Sala

Sala III

Classificação Etária

14 Anos

Programação Gratuita

Demais Eventos da Programação

Pura Vida Training - By Nike Rio | Esporte 19/06 a 01/06 Esporte Em 19 de junho, o Pura Vida Training  deu início aos seus treinos fixos na Cidade das Artes.  No plano mensal o aluno pode treinar quatro vezes por semana e ainda desfrutar do clube de vantagens do Pura Vida.    As aulas misturam Bodyweight, técnicas de Crossfit, de corrida e um trabalho de conscientização mental. Assim surgiu o Pura Vida Training, que vai desenvolver o ser humano de forma lúdica, interativa e com ação eficaz!   De Segunda a Quinta  Manhã 7h às 8h Noite 19h30 às 20h30 GARANTA JÁ A SUA VAGA, CLIQUE AQUI.   [+] saiba mais Marc Kraus | Genesis – Trabalho em Progresso 15/12 a 02/02 Artes Visuais Marc Criada pelo artista brasileiro Marc Kraus, a exposição Genesis​ faz parte da Digital Provocateur/The Wrong | Bienal Internacional de Arte Digital, aberta de Sex a Dom das 14h às 22h. Genesis é uma instalação multimídia, onde o artista buscou criar um ambiente artificial, criando um "Paraíso Perdido” a partir das percepções e ideias gerados durante o processo, onde o público foi convidado a participar efetivo na construção e elaboração do trabalho.    ​"​A partir do Genesis histórico-religioso-cientifico, busco recriar os passos do ”Criador” usando da metáfora dos 7 dias da criação do universo, e construíndo a partir do nada uma instalação de arte em 7 sábados.​" Marc Kraus​    Marc Kraus já expôs em diversas mostras, veja algumas: “Rio Acido” e “Rio Vermelho” 2013, video instalação - expo coletiva Em Obras, curadoria Franz Manata “Artrópodes”  2014, acrílica sobre carpete e luz negra -  expo coletiva Curto Circuito “Noturnos” 2014, site expecific, luz negra, tinta acrílica sobre tela – expo individual Galeria Café “Dia de folga” 2014, “Naner” 2014 video instalação - Mostras Meios Multiplos EAV Parque Lage ”Souvenir” 2015 e “Souvenir Ciranda” 2015, video instalação - Mostra de videoarte Castelinho do Flamengo - curadoria Analu Cunha “Narciso” 2015, instalação (laser e globo de espelhos) - Expo Emergências Solas dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera “Gira Laser” - 2016/17, instalação (laser, espelhos e cristais) - artista residente no Solar dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera e Ulisses Carrilho “Gira Laser” - 2017, instalação (laser, espelhos e cristais) - Clube Jacarandá - Cidade das Artes, RJ  Através da aplicação de uma linguagem poética e muitas vezes metafórica, apresento situações e ficções em vídeos, fotografias, pinturas, performance, instalações ou qualquer outro suporte, onde são percebidas categoriassutilmente invertidas e modificadas, onde diferentes funções e/ou contextos precisam ser criados ou transformados. Ao explorar o conceito de cor, luz e forma de maneira nostálgica, investiga    a dinâmica proposta e sua influencia na emoção do expectador, incluindo o resultante da manipulação de seus efeitos e os limites do espetáculo com base em nossas suposições sobre o que significa para nós natural ou cotidiano. Ao invés de apresentar uma realidade factual, uma ilusão é fabricada para evocar os reinos de nossa imaginação criando situações lisérgicas, magicas e muitas vezes hipnotizantes e meditativas. Uso um vocabulário visual que incorpora luz, cor, bem como sua ação no espaço - num universo ficcional e experiencial que emerge pouco a pouco aos olhos do espectador. Algumas vezes aparecem como imagens oníricas em que ficção e realidade se encontram e se fundem, significados mudam, algo se transforma, mostrando como a vida se estende para além de seus próprios limites subjetivos. CRian O artista busca uma ligação entre a realidade e o imaginado, concentrando em questões concretas ou não, que determinam a experiência perante a obra. Criando situações em que imagens são alteradas ou separadas de sua função natural, com a intenção direta de transbordamento, transformação e encantamento. Ao demonstrar o persistente e onipresente uso da luz, cor e forma em meu trabalho, busco amplificar o espanto do espectador, criando composições ou configurações que geram imagens poéticas, e que deixam vestígios e contrapesos na beira do reconhecimento da situação proposta, seja ela natural ou não.​ Marc Kraus já expôs em diversas mostras, veja algumas: “Rio Acido” e “Rio Vermelho” 2013, video instalação - expo coletiva Em Obras, curadoria Franz Manata “Artrópodes”  2014, acrílica sobre carpete e luz negra -  expo coletiva Curto Circuito “Noturnos” 2014, site expecific, luz negra, tinta acrílica sobre tela – expo individual Galeria Café “Dia de folga” 2014, “Naner” 2014 video instalação - Mostras Meios Multiplos EAV Parque Lage ”Souvenir” 2015 e “Souvenir Ciranda” 2015, video instalação - Mostra de videoarte Castelinho do Flamengo - curadoria Analu Cunha “Narciso” 2015, instalação (laser e globo de espelhos) - Expo Emergências Solas dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera “Gira Laser” - 2016/17, instalação (laser, espelhos e cristais) - artista residente no Solar dos Abacaxis, curadoria Bernardo Mosquera e Ulisses Carrilho “Gira Laser” - 2017, instalação (laser, espelhos e cristais) - Clube Jacarandá - Cidade das Artes, RJ  Através da aplicação de uma linguagem poética e muitas vezes metafórica, apresento situações e ficções em vídeos, fotografias, pinturas, performance, instalações ou qualquer outro suporte, onde são percebidas categoriassutilmente invertidas e modificadas, onde diferentes funções e/ou contextos precisam ser criados ou transformados. Ao explorar o conceito de cor, luz e forma de maneira nostálgica, investiga    a dinâmica proposta e sua influencia na emoção do expectador, incluindo o resultante da manipulação de seus efeitos e os limites do espetáculo com base em nossas suposições sobre o que significa para nós natural ou cotidiano. Ao invés de apresentar uma realidade factual, uma ilusão é fabricada para evocar os reinos de nossa imaginação criando situações lisérgicas, magicas e muitas vezes hipnotizantes e meditativas. Uso um vocabulário visual que incorpora luz, cor, bem como sua ação no espaço - num universo ficcional e experiencial que emerge pouco a pouco aos olhos do espectador. Algumas vezes aparecem como imagens oníricas em que ficção e realidade se encontram e se fundem, significados mudam, algo se transforma, mostrando como a vida se estende para além de seus próprios limites subjetivos. CRian O artista busca uma ligação entre a realidade e o imaginado, concentrando em questões concretas ou não, que determinam a experiência perante a obra. Criando situações em que imagens são alteradas ou separadas de sua função natural, com a intenção direta de transbordamento, transformação e encantamento.  Ao demonstrar o persistente e onipresente uso da luz, cor e forma em meu trabalho, busco amplificar o espanto do espectador, criando composições ou configurações que geram imagens poéticas, e que deixam vestígios e contrapesos na beira do reconhecimento da situação proposta, seja ela natural ou não.   [+] saiba mais 2ª TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro 17/12 a 07/02 Artes Visuais A TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro, nasceu como uma proposta para o Rio e em sua primeira edição em 2015, reuniu 154 artistas de 45 países, e recebeu durante os 2 meses que esteve aberta em 9 museus e instituições da cidade, um público de 215 mil pessoas, sendo 30 mil destes visitantes, crianças das redes públicas de ensino, nos projetos educativos das mostras. Em sua segunda edição, a bienal que apresenta obras em variados suportes, porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, reúne cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais, para falar de um momento de crise sistêmica, hoje principalmente​ de bases humanistas e democráticas no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais. Sob o tema "Vestir o Mundo!", o curador Alexandre Murucci ​conclama os artistas a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem um posicionamento perante responsabilidades diárias. A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos:  "Ar" - representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; "Água" - que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; e "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas anímicas da vida.   ​ Locais / Venues:   Cidade das Artes – Foyer da Grande Sala / City of Arts – Grand Foyer Ter a Dom de 14h às 19h (Em dias de espetáculo até às 22h) / Tuesday to Sunday, from 2 pm to 7 pm (On show days until 10 pm) Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Phone.: 21-3325-0102 Grátis / free Outras informações no site / Infos: http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br   Módulo “ Ar “ – Cidade das Artes / “Air” core – City of Arts – Barra Alexandre Dacosta Ana Biolchini Braga Tepi Christian Fuchs – Peru Christina Oiticica Edmilson Nunes Ivan Enquin – Argentina Ivan Grilo João Magalhaes Lígia Teixeira Margo Margot Mestre Didi Mestre Sala e Porta-Bandeira Nelson Leirner Pooza Kataria - India Shurooq Amin - Kuwait Tunga   Módulo “Água” – Cidade das Artes / “Water” core – City of Arts – Barra Alexandre Vogler Amy Cannestra – USA Anna Paola Protásio Antonio Bokel João Castilho Kakati de Paiva Rekha Sameer – UK Silvana Pestana - Peru Wilson Piran Zena Assi – Líbano   Módulo “Terra” – Jardim Botânico / “Earth” core – Rio’s Botanic Garden Adriana Tabalipa Adrianna Eu Ana Margarida Castro – Portugal Ana Muglia Anna Paola Protásio Antonio Bokel Bebe Schmitt Carlos Calsavara Clarisse Tarran Gustavo Prado Ivani Pedrosa Kacá Versiani Katya Romero - Equador Leonardo Etero Lia do Rio Marcelo Lago Marcio Faria Maria Lynch Pietrina Checcacci Ricardo Siri Sofia Donovan – Argentina Suely Farhi Tadeusz Zielowski – Polônia        TRIO Bienal 2017 prod.triobienal@gmail.com   Contato Curadoria: alexandre.murucci@gmail.com 55-21-986692329     Textos curatoriais em versão resumida:   Vestir o Mundo Vestir o mundo, vestir anseios, vestir compromissos, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exige um posicionamento perante responsabilidades diárias.  Ao escolher “Vestir o Mundo” como tema da 2ª TRIO Bienal, nossa proposta foi enfocar nossa relação com o planeta, de forma holística porém como ato político de afirmação de liberdades individuais e coletivas. Para abordar tema tão vasto, tomamos como estrutura, 3 tópicos relacionados à forças da natureza, tanto no que se refere aos seus elementos quanto ao seus valores simbólicos : "Ar" - Representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo passado. A herança do humano; "Água" – Que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o futuro, e; "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o presente, em todas as formas anímicas elementares da natureza.   De posse destes conceitos, nossas escolhas juntos aos artistas foi de buscar em suas obras uma narrativa que pudesse dar luz as essas emergências que o planeta nos conclama.                         “AR” –            Por conta de um momento histórico grave e delicado que o mundo atravessa, onde liberdades individuais, de crença, gênero, identidades e valores essenciais são atacados tanto institucionalmente como nos novos âmbitos de expressão privada, hoje autônoma, volátil, insurgível, e muitas vezes incontrolável com a consolidação da civilização digital, tomamos o Brasil, suas utopias e distopias como figura de abordagem destes valores, certos de que nossos conflitos reverberam um estado de coisas similar em outras culturas.            Ao fazê-lo, também, voltamos à nossa pretensão de termos talvez uma resposta às questões que ora conflitam o mundo, diante de nossa história diferenciada, miscigenada e antropofágica, que tornou dores e dificuldades, em opções criativas e formas de convívio que mesmo às vezes, ásperas, ainda são uma possibilidade de visão acolhedora de sociedade e a partir daí, evidenciam experiências de diversas culturas que conosco dialogam.                         E como dinâmica, escolhemos montar vários altares de expressão, cada um com um foco em direitos universais.                            Estes altares estão divididos em duas vertentes:  O Sagrado e o Corpo – onde dimensões do ser e de pertencimentos pontuam o discurso da mostra.                                  Assim sendo, no que intitulamos “o sagrado”, um percurso filosófico-étnico-emocional foi instaurado a partir da grande instalação fotográfica de Margo Margot (BR) que apresenta deuses da matriz africana que são parte da formação do Brasil como nação. Esta instalação é finalizada por um altar, onde peças de espaços religiosos de religiões afro-brasileiras, ultrajadas em acontecimentos recentes, foram resgatadas e restauradas utilizando simbologias orientais no que tange objetos sagrados, onde as partes coladas são pintadas em ouro, em respeito a imantação de vivências que estes objetos carregam, num libelo contra a onda de intolerância religiosa, grave no Brasil e no mundo.                               A seu lado outra bela instalação da artista Ana Biolchini (BR), mostra o senso de reinvindicação, de luta, de protagonismo do povo quando se propõe a opção pelo coletivo.                                               Centralizando a questão, um grande quadro do artista Edmilson Nunes (BR), nos traz um Jesus carnavalizante, aberto, inclusivo e alegre, que transmite um ato libertário de igualdade nas várias formas do sagrado !                            Pontuando ao seu lado, uma linda roupa de Porta-Bandeira da Império Serrano, nos apresenta o encontro entre a cultura popular e a alta-cultura, no esplendor de um objeto maestro da festa máxima que a miscigenação brindou a cultura brasileira.                                E protegidos pelo coração-gaiola da Christina Oiticica (BR), que paira sobre o grande foyer, temos o trabalho onipresente de Nelson Leirner (BR) que resume o que séculos de sincretismo e verdades tropicais nos deram como concepção de nação.                              Porém, ao falar de liberdades individuais, não podemos abrir mão de nossas mazelas seculares, e a mesma riqueza do ouro barroco, apresentada na elegia de João Magalhães (BR), se posiciona lado a lado com a crítica histórica de Ivan Grilo (BR), ao mostrar a intercessão do antigo Caminho Real da exploração aurífera, com o mapa da tragédia ambiental do Rio Doce, num cruzamento histórico sobre a expropriação de nossas riquezas.                              Este sentimento de opressão se apresenta na obra de Alexandre Dacosta (BR), e a redenção sobre o manuseio de nossas heranças, em certo termo,  pode ser vista no cálice sagrado de Tunga (BR), que nos brinda numa liturgia onírica.                               A partir daí,  o espaço do sagrado dá lugar ao altar do corpo, tendo a obra de André Sheik, um bússola freudiana, como um primeiro trabalho que sintetiza o tema, e a escultura cyber-retro de Braga Tepi, como um parâmetro da sexualidade normativa.                         Seguindo, a obra da artista indiana Pooza Kataria (IN), traz um totem revestido de pulseiras matrimoniais usadas para desejar sorte para as mulheres, encerrando como uma jaula,  sua roupa de escola, de quando, criança, a artista foi molestada, incidente recorrente em tantas culturas que atravessa os tempos impondo às mulheres dramas existenciais e perenes.   Uma realidade atávica.                           Ao seu lado, o trabalho de Shurroq Amin, mostra a distorção social dos casamentos com crianças, aceitável em algumas culturas e logo em seguida o “muxarabi” gráfico do artista Ivan Enquin (AR), que fala da opressão das mulheres em tantas culturas, aqui, como um manifesto libertário,  que se completa nas mulheres empoderadas, da instalação feita de colchões de motel usados, pintados pela artista Lígia Teixeira (BR), com seu “boudoir” pole dance, e seguimos até a questão de gênero, no trabalho do artista peruano – Christian Fuchs (AL), que reencarna seus antepassados, em fluidez total de gênero, numa performance mimética impressionante, finalizando essa trajetória dos direitos do corpo, enquanto espaço sagrado.                       “ÁGUA” – O módulo “Agua” representa nosso compromisso com o futuro, pois se continuarmos a agir de maneira inconsequente, serão neste campo, as batalhas pelo destino da humanidade. Assim, a vídeo-instalação de Amy Cannestra (USA) nos traz uma entidade feminina que nasce dos mares, como um portal para  estas sensibilidades e percepções.  A “santa” de Alexandre Vogler (BR), chora por nosso descaso com o planeta, olhando as pequenas tartarugas, da escultura de João Castilho (BR), que agonizam, num libelo sobre nossas responsabilidades de um planeta em exaustão.             Mas além de seus aspectos simbólicos, o elemento “Água”, nos coloca a questão de nosso lugar no mundo, e tanto quanto o trabalho de Silvana Pestana (Peru), que mostra um território dominado pelas águas, porém em perigo, ao trazer a flora amazônica ressecada e transformada em matéria metálica, outro espaço parametrado pelas águas – o Rio de Janeiro -  é apresentado em versões distintas  De um lado, sob as volutas de Wilson Piran (BR) que simulacram ondas e sol, temos a instalação de Rekha Sameer  (UK): uma mandala/assemblage de “footprints” - digitais dos pés dos ambulantes das praias do Rio – mostrando um círculo karma-virtuoso-vicioso, que nos fala da realidade das relações sociais e de trabalho de um Rio inclusivo/exclusivo enquanto forma de convivência de nosso projeto de utopia social, de um território que se reconhece democrático, mas que revalida seus contrastes sociais, sempre minimizados por nossa alegre forma de viver, como mostra em contraponto, o trabalho poético de Anna Paola Protasio – “Ginger & Fred”, um delicioso comentário sobre uma visão idílica, exótica e simplista de uma cidade cujo imaginário foi construído sob a égide de um paraíso à beira-mar. E logo, esta epifania é quebrada pelo abismo e pela cultura individualista que a escultura de Antonio Bokel (BR) nos sinaliza, como também faz, o trabalho de Zena Assi (Líbano) sobre os dramas dos refugiados, refletido em frente ao horizonte geométrico noturno das telas de Kakati de Paiva (BR), como a paisagem de uma cidade intensa, complexa e cintilante, vista do mar, como mensagens em garrafas boiando nas águas da esperança. [+] saiba mais Digital Provocateur/The Wrong | Bienal Internacional de Arte Digital 06/01 a 02/02 Artes Visuais Digital Provocateurs/The Wrong | Bienal Internacional de Arte Digital  A Bienal Internacional de Arte Digital do Rio de Janeiro / THE WRONG | NEW DIGITAL ART BIENNIALE tem a missão de criar, promover e impulsionar arte contemporânea que se utiliza de meios digitais para um público mais amplo, reunindo artistas consagrados com novos talentos da cena artística internacional. A exposição DIGITAL PROVOCATEURS, traz obras de: Paulo Arraiano, Stine Deja, Marc Kraus, Oliver Pauk, Rebenok, Maurizio Vicerè, Arno Beck, Julio Lucio, Oskar Metsavath, Projeto Cavalo, Fernando Velazquez, Adriano Motta, Luiz Zanotello, Ewa Doroszenko and Jacke Doroszenko,da Alemanha, Brasil, Canadá, Dinamarca, Itália, Polônia, Portugal e Rússia.  As instalações digitais estarão espalhadas pelas áreas de circulação da Cidade das Artes.   http://digitalprovocateur.org/ https://www.instagram.com/digitalprovocateurs/ http://thewrong.org/filter/embassy/Digital-Provocateur http://thewrong.org/   A exposição é organizada pela Cidade das Artes, o Arte Clube Jacaranda LAB, com curadoria de Gabriela Maciel da TAL Art Projects e parceria da OM.Art.   PROGRAMAÇÃO GRATUITA. [+] saiba mais Falando Frangamente 13/01 a 04/02 Teatro FALANDO FRANGAMENTE De Aloisio de Abreu   FALANDO FRANGAMENTE é um espetáculo solo de Aloisio de Abreu, onde o ator/autor serve “de bandeja” várias pequenas cenas e faz uma espécie de ato variado com sabores diversos. Uma espécie de buffet de humor quilo. O formato é dinâmico: o ator, como uma espécie de “garçom cênico”, sugere os “pratos” – na verdade, os assuntos que serão desenvolvidos na cena – e o público vai escolhendo: tem Sexo, Língua Portuguesa, Televisão, Cirurgia Plástica, Dança, entre outros acepipes cênicos e piadas gourmet. Em FALANDO FRANGAMENTE tudo é muito informal, irreverente e em clima de bate-papo em casa com amigos. O cenário é um quadro negro como um menu de restaurante e o figurino é básico. No elenco, Aloisio de Abreu, que também assina o “menu” de textos. Em cena, junto com o ator, está o DJ LC Ambient, que, com seu som dançante e contemporâneo, dá um sabor a mais à cena com vinhetas divertidas e música non stop. Abreu e LC interagem quase que o tempo todo. FALANDO FRANGAMENTE é teatro, é performance, é festa, show, drama e celebração.    Ficha Técnica: Concepção, textos e músicas - Aloisio de Abreu Participação Especial - LC Ambient Cenário - Beli Araújo Figurino - Allinges Tibau Direção Musical - André Poyart Dinâmica Corporal - Nadia Nardini e Tony Nardini Design Gráfico - Fernando Gonçalves e Bruno Lamas Produção - Joana Motta Direção - Ricardo Kosovski     [+] saiba mais Comida, Diversão e Arte 16/01 a 22/12 Outros Iniciamos o ano de 2018 muito felizes com toda a trajetória do projeto até aqui.  Em 2017 recebemos cerca de 26 Chef´s, na TERÇA da COMIDA com aulas de gastronomia, 27 palestrantes na QUINTA da ARTE realizando atividades como oficinas, exibição de filmes, bate-papos, entre outros e as aulas de dança de salão com o professor Everson Costa, que estão previstas para retornar em março, na QUARTA da DIVERSÃO.   Uma programação de qualidade que passou a fazer parte da rotina da população carioca.  Em 2018 iniciamos o ano um pouco diferente, preparamos uma programação única de verão para receber você e toda sua família. Acompanhe nosso projeto e fique por dentro das datas e horários das próximas atividades. Nesse mês de janeiro, as atividades serão realizadas na TERÇA, QUARTA e QUINTA.   Confira a programação de verão do projeto que foi um sucesso em 2017 e volta com a corda toda neste ano:   COZINHA EM FAMÍLIA Aula de Gastronomia DATA: 18/01 | HORÁRIO: 16H às 18h LOCAL: Café das Artes CONVIDADOS: Chef Flavia e o MiniChef Rafael A Chef Flávia de Macedo Daher, junto com o Minichef Rafel, vão nos ensinar a preparar diferentes patês para deixar aquele sanduíche ainda mais saboroso, uma receita deliciosa para deixar aquele lanche da tarde especial e ideal para tempos de férias. Flavia é consultora gastronômica, responsável pelas rotas do Rio de Janeiro e Espirito Santo do Grupo BRF, atuando no foco de food service.   Esperamos por vocês! Venham aprender com a gente!   VENHA CRIAR SEU CANAL NO YOUTUBE LOCAL: SALA DE LEITURA DATA: 23, 24 e 25/01 | HORÁRIO: 16H às 18h | CONVIDADOS: Felipe Rebelo e Thais Martins Chegamos na era digital e estar na rede já faz parte do nosso dia a dia. Pensando nisso convidamos Felipe Rebelo, artista 3d que trabalha na área de arquitetura, games, publicidade, TV e cinema, para ensinar o passo a passo na construção de conteúdo para criar seu canal no Youtube.   Serão 3 dias de atividade com muitas dicas para as idéias para o novo canal sejam estupendas. No último dia receberemos também a maquiadora Thais Martins, para ensinar a dinâmica de produção de conteúdo no mercado de beleza. Felipe é sócio no Estúdio Bl3nd uma produtora de filmes e efeitos visuais, que atende as áreas de publicidade, TV e cinema e é um dos criadores do canal de gastronomia " Invasão de Sabores" no Youtube .   OFICINA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL LOCAL: JARDIM DA CIDADE DAS ARTES DATA: 30,31 e 01/02 | HORÁRIO: 16H às 18h | CONVIDADOS: Fabio Mahlem e Mateus Viriato Durante os três dias, por meio de atividades práticas, os participantes vão aprender como plantar e colher na nossa horta urbana. Fabio Mehlem e o Mateus Viriato vão compartilhar técnicas sustentáveis e ajudar a criar um espaço mais equilibrado para todos. A técnica de compostagem fará parte do processo, onde vamos aprender a transformar banana e casca de ovo em adubo. Esperamos você e toda a sua família, venha com roupas confortáveis e vamos mexer com a Terra! [+] saiba mais Grandes Músicos para Pequenos | Bituca – Milton Nascimento para Crianças 20/01 e 21/01 Teatro Sucesso de crítica e de público, ‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’ chega à Barra da Tijuca para duas apresentações!     Musical infantil se inspira na trajetória do músico para expor temas importantes e delicados como respeito às diferenças raciais e sociais, adoção  e o papel da família e da amizade na formação dos indivíduos. O espetáculo integra o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, que já levou à cena as peças ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para crianças’ e ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para crianças’   Depois de três bem-sucedidas temporadas na cidade, com sessões lotadas e elogios de público e crítica, o musical infantil Bituca – Milton Nascimento para Crianças chega à Barra da Tijuca, para apresentações na Cidade das Artes, nos dias 20 e 21 de janeiro. A peça integra o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, idealizado pela Entre Entretenimento com o objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira. Com texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, o musical infantil é inspirado na vida e na obra de Milton Nascimento e expõe em cena a ternura e os desafios inerentes ao processo de adoção e as dificuldades de inserção de uma criança negra em um ambiente majoritariamente branco. Esta é a terceira montagem do projeto, que já levou à cena os elogiados espetáculos ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ e ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, vencedores de quatro prêmios CBTIJ. Em cena, Udylê Procópio (Milton), Martina Blink (Mãe), Aline Carrocino (Maricota), Anna Paula Black (Mãe Maria), Marina Mota (Professora) e Pedro Henrique Lopes (Salomão) contam a história do pequeno Milton que, ao ficar órfão aos 2 anos de idade, é adotado pelos patrões de sua avó. Chegando a Minas Gerais, o menino precisa lidar com o preconceito da sociedade por seu negro e ter pais brancos. “O musical é um tributo ao Milton Nascimento, então nos inspiramos em passagens da vida dele, mas também criamos momentos ficcionais para debater temas como adoção, bullying e preconceito racial de maneira lúdica”, explica o diretor Diego Morais. “Também fazemos uma grande homenagem à maternidade e à ampliação dos modelos de família”. Na direção musical de Guilherme Borges, grandes sucessos de Milton Nascimento como “Coração de estudante”, “Travessia”, “Canção da América”, “Canção do sal”, “Um índio”, “Quem sabe isso quer dizer amor” e “Maria Maria” transportam o espectador para esse universo todo especial do músico, que passa pelas belezas de Minas Gerais, rezadeiras, relicários e movimento barroco. “A obra do Milton sempre me encantou desde muito pequeno. Conhecer mais profundamente a história de vida deste gênio me fez querer levar o amor que transborda de suas melodias e letras para crianças de todas as idades”, acrescenta o dramaturgo e ator Pedro Henrique Lopes. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdos atraentes para as famílias, para aproximar as gerações”. Também fazem parte da equipe criativa Clívia Cohen (cenários e figurinos), Carlos Lafert (iluminação) e Vitor Martinez (visagismo). Grandes Músicos para Pequenos   Bituca – Milton Nascimento para Crianças é o terceiro espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que nasceu em 2013 com o musical Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças e seguiu com O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ: Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes). As duas peças juntas já foram vistas por mais de 100 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis. “A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e roteirista do musical, e um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento. Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br .   Entre Entretenimento A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.   Bituca – Milton Nascimento para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Direção: Diego Morais. Direção Musical: Guilherme Borges. Com Udylê Procópio, Martina Blink, Aline Carrocino, Anna Paula Black, Marina Mota e Pedro Henrique Lopes. Chegando a Minas, o pequeno Bituca enfrenta, com bom-humor e determinação, o bullying dos colegas de escola por ser negro e ter pais brancos. (55 min). Cidade das Artes. Sáb e Dom, às 17h. R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) Livre. 20 e 21/01.     Ficha técnica:   Direção: Diego Morais Direção Musical: Guilherme Borges Texto: Pedro Henrique Lopes Elenco: Udylê Procópio, Martina Blink, Aline Carrocino, Anna Paula Black, Marina Mota e Pedro Henrique Lopes Cenário e figurinos: Clívia Cohen Iluminação: Carlos Lafert Visagismo: Vitor Martinez Produção e realização: Entre Entretenimento [+] saiba mais Folia das Artes 27/01 Festival UMA GRANDE FOLIA DE CARNAVAL NA CIDADE DAS ARTES A Cidade das Artes promoverá, no dia 27 de janeiro (sábado), das 10 às 19h, uma grande celebração a maior festa da cidade, com atividades que incluem homenagem às escolas de samba, bloco de carnaval do próprio evento, além de espaço dedicado à Copa de 2018. O Folia das Artes contará ainda com palco para apresentações musicais e espaço para adoção de animais. A entrada é franca, lembrando que algumas atividades serão pagas. Estão previstos brinquedos para todas as faixas etárias, desde o Espaço Baby para crianças muito pequenas, até o Espaço Radical dedicado aos mais independentes e aventureiros. Também serão disponibilizados “aulões” de samba, mix dance, entre outras. Na área verde, haverá o Festival de Pipas, escolinha de futebol gratuita e área para piquenique. O Espaço Gourmet do evento terá área de foodtrucks e cerveja artesanal.     PROGRAMAÇÃO GRATUITA. ENDEREÇO: AV. DAS AMÉRICAS, 5.300 – BARRA DA TIJUCA TELEFONE: (21) 3325-0102 [+] saiba mais Grandes Músicos para Pequenos | Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças 27/01 e 28/01 Teatro ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ chega na Barra da Tijuca! Fábula baseada na vida do Rei do Baião já foi vista por mais de 100 mil pessoas e recebeu indicações para os prêmios CBTIJ e Zilka Salaberry. Peça faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, da Entre Entretenimento Visto por mais de 100 mil pessoas, que se encantaram com a emocionante adaptação da vida do Rei do Baião para os palcos, o musical infantil Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças volta aos palcos cariocas, no dia 27 de janeiro, somente para duas apresentações, na Cidade das Artes (Barra da Tijuca – RJ). O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. Com direção de Diego Morais, Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças conta passagens da infância de Luiz Gonzaga no interior do Nordeste, com destaque para a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho (Pedro Henrique Lopes) se apaixona por Nazarena (Aline Carrocino), filha de um coronel que não permite o namoro deles. O resultado é uma fábula de amor inocente, voltada para toda a família, embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros. “As crianças se divertem e os adultos sempre se emocionam. E o que buscamos é exatamente isso: um espetáculo que, ao mesmo tempo, aproxime as gerações, valorize a cultura brasileira, e que desperte a curiosidade. Muitas crianças pedem aos pais para escutarem as canções de Luiz Gonzaga depois de assistirem ao musical”, conta o diretor Diego Morais.     Grandes Músicos para Pequenos Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. A ideia é promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis. “A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e autor do musical, um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você e os infantis O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças e Bituca – Milton Nascimento para Crianças. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento. Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br   Entre Entretenimento A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.     Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Guilherme Borges. Com Pedro Henrique Lopes, Aline Carrocino, Martina Blink e Sergio Somene. Conta a infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. (55 min) Cidade das Artes. Sáb e Dom, às 17h. R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) Livre. 27 e 28/01.       Ficha técnica:   Direção: Diego Morais Direção Musical: Guilherme Borges Texto: Pedro Henrique Lopes Elenco: Pedro Henrique Lopes (Luizinho), Aline Carrocino (Nazinha), Martina Blink (Santana / Elvira) e Sergio Somene (Januário / Raimundo) Cenário: José Claudio Ferreira Figurino e adereços: Wanderley Nascimento Iluminação: Pedro Mendonça Produção e realização: Entre Entretenimento [+] saiba mais FutParódias In Rio 28/01 Música FutParódias in Rio acontece no dia 28 de janeiro na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca; ingressos já à venda   Um dos maiores sucessos da internet em 2017, o FutParódias inicia o novo ano com uma grande novidade para seus fãs. A famosa dupla de youtubers faz seu primeiro show no evento FutParódias in Rio, que acontece no dia 28 de janeiro na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os ingressos já estão à venda através do site Bilheteria Digital.  O FutParódias é um canal do Youtube idealizado em janeiro de 2017 que rapidamente caiu no gosto do público brasileiro, tornando-se sensação entre crianças e adolescentes. Criado pelos jovens Dezão e Leon, seus vídeos exaltam, em paródias musicais, os principais acontecimentos do cenário futebolístico mundial, somando mais de 480 milhões de visualizações através do site, além de quase 2,5 milhões de inscritos no canal.  Além do inédito show, o FutParódias in Rio conta com diversas outras atrações. O Espaço Copa é totalmente dedicado à Copa do Mundo, e oferece jogos eletrônicos de futebol, disputas em futmesa, pebolim, golzinho e bola ao alvo. No Espaço Adventure, futebol de sabão, tirolesa e cama elástica garantem a diversão dos presentes, além de um festival de pipas.  Food trucks com diversas opções de alimentação e cerveja artesanal compõem o Espaço Gourmet do evento, que também oferece o Espaço Baby, garantindo diversão e conforto para toda a família. Uma feira de adoção de animais também terá espaço no FutParódias in Rio. O estacionamento da Cidade das Artes fica à disposição do público, com pagamento à parte.  Não perca também o Meets and Greets*, você pode ter a oportunidade de conversar com os cantores no camarim, durante algumas horas. Imperdível garanta já seu ingresso para esta experiência.   *O Meets and Greets será cobrado à parte dos ingressos do show, verificar no link de vendas. [+] saiba mais Grandes Músicos Para Pequenos | O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças 03/02 e 04/02 Teatro ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’ - Musical infantil abre o Carnaval na Barra da Tijuca Peça baseada na vida e obra de Braguinha encanta crianças de todas as idades e abre os festejos de Momo na Cidade das Artes. Espetáculo faz parte do premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, da Entre Entretenimento.   O musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças volta ao cartaz no próximo dia 03 de fevereiro para duas apresentações na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, abrindo a programação de Carnaval do bairro. O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante a temporada anterior, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdos atraentes para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical. A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. Ao ouvir as músicas compostas pelo filho, Seu Jerônimo se enche de orgulho do menino que se tornou um grande músico. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças. O espetáculo estreou em outubro de 2016 e já foi assistido por mais de 20 mil pessoas. O espetáculo foi aclamado com indicações ao Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2016: melhor espetáculo, melhor texto original (Pedro Henrique Lopes), melhor direção (Diego Morais), melhor ator (Pedro Henrique Lopes), 2 indicações para atores em papel coadjuvante (Augusto Volcato e Rodrigo Morura), atriz em papel coadjuvante (Martina Blink), música adaptada, trilha sonora ou direção musical (Claudia Elizeu), coreografia (Victor Maia), direção de produção (Entre Entretenimento – venceu!) e ainda a menção especial a Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, pelo projeto Grandes Músicos para Pequenos (venceram!). No Prêmio Zilka Salaberry 2016, o espetáculo foi indicado como Melhor Roteiro Original. Além disso, no Prêmio Botequim Cultural 2016 foi indicado como Melhor Espetáculo Infantojuvenil, Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Direção (Diego Morais).   Grandes Músicos para Pequenos   O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças é o segundo espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. A ideia é promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis. “A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e autor do musical, um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você e os infantis O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças e Bituca – Milton Nascimento para Crianças. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento. Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br   Entre Entretenimento A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.     O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Martina Blink, Augusto Volcato, Rodrigo Morura e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha (também conhecido como João de Barro), o espetáculo utiliza os grandes sucessos do compositor para, em forma de fábula, transportar os espectadores para a vida do músico e os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (53 min) Cidade das Artes. Sáb e Dom, às 17h. R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) Livre. 03 e 04/02.     Ficha técnica:   Direção: Diego Morais Direção Musical: Claudia Elizeu Roteiro original: Pedro Henrique Lopes Coreografias: Victor Maia Elenco: Pedro Henrique Lopes (Carlinhos), Martina Blink (Dona Isaura), Rodrigo Morura (Henrique), Augusto Volcato (Alvinho) e Beto Vandesteen (Sr. Jerônimo Braga) Cenário e figurinos: Clívia Cohen Iluminação: Pedro Mendonça Produção e realização: Entre Entretenimento [+] saiba mais Semana da Cultura Chinesa 15/02 a 25/02 Festival Com programação organizada pelo Consulado-Geral da República Popular da China no Rio de Janeiro e Associações Culturais chinesas do estado, com o apoio da Fundação Cidade das Artes e da Secretária de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro   Um grupo formado por 20 artistas de Guiyang, da província de Guizhou, no sudoeste da China, participará do evento com apresentações especiais inéditas no Brasil   Em 2018, a cidade do Rio de Janeiro será palco da segunda edição de comemoração do Ano Novo Chinês (Ano do Cachorro) e da Semana da Cultura Chinesa no Rio. Em 2017 o festival foi realizado na Lapa. Já em 2018 será realizada logo após o Carnaval, dias 15 e 16 (16h às 22h), 17 (12h às 22h) e 25 de fevereiro (das 18h às 20h), será na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. E como atração especial do evento, pela primeira vez no Brasil, haverá participação do Grupo Artístico Cultural de Guiyang, da província de Guizhou. Região com maior concentração de etnias chinesas, cerca de 48. E palco de grandes festivais culturais da China – mais de mil por ano. Com este celeiro de artistas de Guiyang que a Cidade das Artes receberá este grupo, mostrando pela primeira vez no Brasil a “Dança artística com tambores de madeiras”, considerada como um Patrimônio Cultural da China.        Guizhou Localizado no sudoeste da China, esta província é adjacente a Sichuan e Chongqing ao norte, Yunnan ao oeste, Guangxi ao sul e Hunan a leste. É um lugar pitoresco com abundantes locais cênicos naturais e culturais. Muitas minorias étnicas chinesas vivem nesta terra há séculos. Os visitantes dessa área não só podem apreciar várias atrações, mas também descobrir os costumes e culturas populares ricas e distintas dos diferentes grupos étnicos. Esta província é o lar de 48 grupos étnicos da China – segunda com maior concentração, após a província de Yunnan. Cada grupo étnico desenvolveu seus próprios costumes e culturas únicas, com hábitos de vida simples e originais, em moradias com estilos arquitetônicos exclusivos e vestimenta em trajes exóticos e coloridos. Mais de 1.000 festivais são celebrados por grupos étnicos a cada ano em Guizhou. Os festivais mais famosos incluemSanyuesan Festival e Sister's Meal Festival na primavera, Liuyueliu Festival no verão e Shui New Year Festival no outono.   Espetáculo do Grupo Artístico Cultural de Guiyang O espetáculo é dividido em oito partes, com as seguintes etapas:   “Dança artística com tambores de madeiras” – Dança e performance acústico  Performance inspirada na cultura étnica da província de Guizhou, na qual a ação de dançar ao som da batida do tambor é uma atividade de adoração à natureza e aos seus antepassados. É considerado como um patrimônio cultural da China. (Dança)           2) “Canto das folhas” - Performance acústico  O assobio das folhas é muito praticado pelos jovens do grupo étnico Miao sendo considerado como uma forma de transmitir amor e carinho mútuo. (Instrumentos musicais)     3) “Tingir o céu de vermelho” - Performance feminina  Por meio da dança cultural étnica originária da província de Guizhou podemos perceber a grandeza da passagem da puberdade de uma bela menina para a maternidade. (Dança)     4) “Dança do sino” - Performance masculino  É uma espécie de dança realizada pelos guerreiros do grupo étnico Yi da província de Guizhou para representar as técnicas praticadas nos rituais de sacrifício. (Dança)     5) “Você é como uma flor” – Canção em dueto A canção de amor cantada pelos jovens do grupo étnico Miao é considerada uma forma de intensificar os sentimentos de amor, carinho e parceria entre eles, favorecendo o entendimento mútuo, a reunião e a conversação. (Canção)     6)  “Dança nacional” - Show interativo Convida todos os presentes a participar de uma dança sob estilo da cultura minoritária étnica de Guizhou e a experiência de tocar o famoso instrumento de sopro da região. (Dança)     7) “Mulheres prateadas de Miao” – Performance feminina Os bordados feitos pelas mulheres do grupo étnico Miao é considerado na China como um dos tesouros nacionais. Durante as comemorações do festival da Primavera na província de Guizhou, as mulheres desfilam com grandiosos vestidos tradicionais e junto a elas, os ornamentos feitos de prata originados da região do povo Miao. (Dança)     8) “Brinde” – Dueto de dança Na grande festa da recepção de boas-vindas, em Guizhou, a cerimônia mais esperada pelo povo Miao é o momento em que todos os presentes fazem o brinde em conjunto.  No ato da celebração é utilizado um chifre de boi para transformá-lo em uma taça de vinho para brindar todos os convidados e desejando-os paz e felicidade para todo o sempre. (Dança) [+] saiba mais Curso Mentoria de Roteiro | Ingrid Zavarezzi 01/03 a 30/03 Cursos CRIANDO, FORMATANDO E NEGOCIANDO O SEU PROGRAMA (PITCH BIBLE)” – DRAMATURGIA E REALITY   Em março, a autora, roteirista e publicitária, especializada em teledramaturgia, Ingrid Zavarezzi, dará um curso de "Mentoria de Roteiro". O curso acontecerá em 8 encontros, onde você vai aprender, não só a criar, desenvolver e formatar o seu produto, como também a formar parcerias, entender um pouco mais sobre esse universo criativo, a sua relação com a direção e a produção do seu conteúdo, a adequação aos orçamentos e a sua atuação em todas as etapas da pré à pós-produção do programa.   Informações, entre em contato pelo e-mail: saladeleitura.fca@gmail.com ou (21)3325.0448. [+] saiba mais Interlocuções I Psicanálise e Literatura 02/03 a 28/12 Arte e Educação Há quatro anos as psicanalistas Gilda Pitombo Mesquita e Marília Flores, desenvolvem o projeto “Interlocuções: Psicanálise e Literatura”, dentro da Cidade das Artes com a finalidade de dialogar com os outros saberes e transmitir a Psicanálise para quem desejar. Em 2015 estudamos Shakespeare - Hamlet, em 2016 trabalhamos a questão do Estranho no Homem da Areia de Hoffman e posteriormente Marguerite Duras com o livro "Deslumbramento de Lol V Stein" para aprofundarmos o estudo em direção à estrutura psicótica. Ao longo de 2017 reiniciamos o projeto estudando James Joyce, "Um retrato do artista quando jovem".   Em 2018, vamos estudar:   Colóquios sobre A Divina Comédia, de Dante Alighieri |“Deixai toda esperança, vós que entrais” (esta inscrição está na porta do Inferno). Um olhar atualizado sobre a época em que vivemos, à luz do Inferno, 1ª das três partes da obra emblemática de Dante Alighieri. Nossas vias de acesso: a psicanálise, a história e a literatura. O amor e a busca da pessoa amada: “espero dizer dela o que nunca se disse de nenhuma”. PS. Recomendamos a edição da Editora Landmark, tradução de Vasco Graça Moura (século XX).   Mais informações: saladeleitura.fca@gmail.com ou 3325.0448 Coordenadoras: Denise Andrade, Gilda Pitombo Mesquita e Marília Flores. [+] saiba mais Contos Negreiros do Brasil 03/03 a 25/03 Teatro Contos Negreiros do Brasil Um espetáculo documentário sobre a condição real e atual da negra e do negro no Brasil; seja o jovem estudante, o gay negro, a negra hipersexualizada pela sociedade, o menor infrator, a prostituta e a idosa. Os personagens veem as cenas por meio das estatísticas apresentadas pelo ator, sociólogo e filósofo Rodrigo França, dados atuais que são expostos para plateia. Os atores Aline Borges e Milton Filho interpretam todos os personagens contidos no livro de Marcelino Freire, “Contos Negreiros”. O espetáculo “Contos Negreiros do Brasil” leva o público a presentificar índices estatísticos, contextualizados com cenas que reproduzem dores, paixões, medos, alegrias e angústias. A carne negra é exposta em suas dimensões e experiências reais, sociais e culturais.   Ficha Técnica: Texto de Marcelino Freire Direção Fernando Philbert Direção Musical: Maíra Freitas Elenco Li Borges, Milton Filho, Rodrigo França e Valéria Monã. [+] saiba mais Companhia Urbana de Dança | Sonia Destri Lie | Curso Intensivo 05/03 a 12/03 Cursos COMPANHIA URBANA DE DANÇA | SONIA DESTRI 7 DIAS DE CURSO INTENSIVO PRIMEIRO Curso intensivo para profissional, semiprofissional, professores e estudantes de dança.    Explorando os extratos do potente e criativo trabalho da coreógrafa, dancing designer e diretora Sonia Destri e os dançarinos da Companhia Urbana de Dança, principalmente de 5 passos Pra Não Cair no Abismo e O agora é Passageiro. Dirigido pelos assistentes, protagonistas e brilhantes dançarinos: Miguel Fernandez, Feijão, Tiago Sousa, Johnny Britto, Jessica Nascimento, Julio Rocha, Rafael Balbino. O curso é uma oportunidade para explorar de perto os princípios fundamentais do estilo coreográfico exclusivo da Companhia Urbana de Dança, utilizando a habilidade, virtuosismo, delicadeza, potência e a ferocidade pelo qual é reconhecida. Sonia Destri Lie, Diretora e Coreógrafa, se junta ao elenco no quinto dia, para trabalhar com os alunos e para desenvolver os pequenos extratos do que se aprendeu, mergulhou, pensou, dançou... falando sobre os aprendizados com conversas, respostas, perguntas e montagem, em conjunto, formando pequenos fragmentos coreográficos baseados na semana do curso. Esses estratos são compostos pela coreografia pungente e pulsante do último trabalho da Companhia” 5 Passos Para Não Cair no Abismo” e do estranhamento de “ O Agora é Passageiro”. O curso encerra o ciclo com uma breve discussão sobre a vida e o trabalho da Companhia.     PERFIL:  Este intensivo está aberto a um máximo de 30 dançarinos por turma.  São eles profissionais, professores e estudantes de dança, em cursos que procuram enriquecer suas práticas e treinamento. Nós deliberadamente mantemos o número de nossos Intensivos baixos para garantir a atenção individual ao mergulhar no estilo de trabalho da Companhia Urbana de Dança.    Obs.: Após pagamento e reserva, não devolveremos o dinheiro, caso não possa comparecer.            Mínimo de 10 pessoas em cada turma para que o curso ocorra.     INSCRIÇÃO: saladeleitura.fca@gmail.com ou 3325.0448 VALOR DO CURSO: R$ 30,00 por aluno/ por turma   LOCAL: Sala de Dança   [+] saiba mais Grupo de Estudo Sobre a Educação de Crianças e Adolescentes 15/03 Arte e Educação Tania Maria de Lima e Eugenio Marer, psicólogos Reichianos, estarão durante o ano de 2018  na Cidade das Artes conversando sobre  a obra do fundador da Escola Summerhill, A.S. Neill na Inglaterra.  Um  lugar onde um homem corajoso, apoiado por corajosos,  aplicou durante décadas  os princípios de aprovação, liberdade de expressão e da não repressão  das crianças. Eugenio Marer, psicólogo, orgonoterapeuta, analista bioenergético, psicodramaticista, supervisor, palestrante e empresário. Tania Maria de Lima, psicóloga, orgonoterapeuta, educadora, palestrante e escritora.   *Público: Todos e todas interessados em refletir a educação de crianças e adolescentes [+] saiba mais Cão sem Plumas 11/05 a 14/05 Dança Deborah Colker faz em Cão sem plumas, baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), seu primeiro espetáculo de temática explicitamente brasileira. A estreia internacional aconteceu em 3 de junho, no Teatro Guararapes, em Recife. A Cia. Deborah Colker conta com o patrocínio da Petrobras desde 1995. Publicado em 1950, o poema acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco. Mostra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue, de “força invencível e anônima”. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno. “O espetáculo é sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas. É contra a ignorância humana. Destruir a natureza, as crianças, o que é cheio de vida”, diz Deborah. A dança se mistura com o cinema. Cenas de um _lme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longasmetragens como Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, quando coreógrafa, cineasta e toda a companhia viajaram durante 24 dias do limite entre sertão e agreste até Recife. A jornada também foi documentada pelo fotógrafo Ca_, nascido em Pernambuco. Na trilha sonora original estão mais dois pernambucanos: Jorge Dü Peixe, da banda Nação Zumbi e um dos expoentes do movimento mangue beat, e Lirinha (ex-cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator), além do carioca Berna Ceppas, que acompanha Deborah desde o trabalho de estreia, Vulcão (1994). Outros antigos parceiros estão em cenogra_a e direção de arte (Gringo Cardia) e na iluminação (Jorginho de Carvalho). Os _gurinos são de Claudia Kopke. A direção executiva é de João Elias, fundador da companhia. Os bailarinos se cobrem de lama, alusão às paisagens que o poema descreve, e seus passos evocam os caranguejos. O animal que vive no mangue está nas ideias do geógrafo Josué de Castro (1908-1973), autor de Geogra_a da fome e Homens e caranguejos, e do cantor e compositor Chico Science (1966-1997), principal nome do mangue beat. O movimento mesclava regional e universal, tradição e tecnologia. Como Deborah faz. Para construir um bicho-homem, conceito que é base de toda a coreogra_a, a artista não se baseou apenas em manifestações que são fortes em Pernambuco, como maracatu e coco. Também se valeu de samba, jongo, kuduro e outras danças populares. “Minha história é uma história de misturas”, a_rma ela. Tendo a Petrobras como mantenedora desde 1995, seu grupo se _rmou como fenômeno pop em Velox (1995), Rota (1997) e Casa (1999). Os espetáculos Nó (2005), Cruel (2008), Tatyana (2011) e Belle (2014) trataram de temas existenciais, como os afetos. Em Cão sem plumas, Deborah reúne aspectos de toda a sua carreira. [+] saiba mais