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Jacksons do Pandeiro | Musical



APÓS SUCESSO COM ESTREIA PIONEIRA NA TELEVISÃO E INTERNET, BARCA DOS CORAÇÕES PARTIDOS FAZ TEMPORADA PRESENCIAL DE ‘JACKSONS DO PANDEIRO’

Jackson do Pandeiro ganha ‘homenagem sincopada’ com direção de Duda Maia, texto de Braulio Tavares e Eduardo Rios e direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos

Espetáculo estreou ao vivo em transmissão do Canal Bis e no YouTube


Vencedor Prêmio APTR – Espetáculo inédito ao vivo
Indicado Prêmio APCA – Melhor Espetáculo Virtual

Reconhecida por seu trabalho baseado em teatro e música, a companhia Barca dos Corações Partidos escolheu um homenageado à altura em seu novo projeto: Jackson do Pandeiro (1919-1982), cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano que recebeu a alcunha de ‘Rei do Ritmo’ por suas mais de 400 canções recheadas de gêneros brasileiríssimos, como samba, forró, coco, baião e frevo.

Após incursões pela obra de Mario de Andrade (‘Macunaíma, Uma Rapsódia Musical’) e Ariano Suassuna (‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’), a Barca se debruçou sobre este cancioneiro para criar um espetáculo inédito. ‘Jacksons do Pandeiro’ não é uma biografia, mas o texto – assinado por Braulio Tavares e Eduardo Rios – aborda episódios e músicas de Jackson que se relacionam com a vida dos atores em cena. Dirigida por Duda Maia, a montagem estrearia em abril de 2020, mas foi adiada a poucos dias de seu lançamento por conta da pandemia.

Após promover um festival virtual e produzir clipes durante a quarentena, a Barca dos Corações Partidos retomou os ensaios e estreou virtualmente o espetáculo, que tem direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos e idealização de Andréa Alves, da Sarau Agência, produtora da Barca desde a sua criação.

Passado o enorme sucesso da pioneira estreia pela televisão e internet, ‘Jacksons do Pandeiro’ fará agora a sua primeira temporada presencial, de 7 a 30 de janeiro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

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O universo rítmico de Jackson do Pandeiro norteou toda a concepção do musical. Responsável pela preparação corporal do primeiro espetáculo da Barca, Duda Maia está no DNA da companhia, em parceria que se consagrou com a direção do premiado ‘Auê’ (2016). Desta vez, ela aprofundou ainda mais a ideia de ‘corpo-rítmico’ dos atores, ao abordar um compositor cuja obra é marcada pelo suingue, ginga e síncope, aquele tempo musical presente no samba e em outros gêneros, quando o ritmo sai do tempo esperado.

Os integrantes da Barca (Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano e Ricca Barros) dividem a cena com três artistas convidados: Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza. Juntos, eles passaram meses envolvidos em oficinas, pesquisas e em um longo processo de ensaios, quando o texto foi desenvolvido a partir de exercícios e histórias pessoais.

‘Optamos por distribuir a ação em brincantes que contam pedaços de suas histórias pessoais, as quais em muitos pontos coincidem com a história de Jackson. Falando de Jackson, falamos desses nordestinos anônimos. Falando deles, falamos do cantor e compositor que levou a vida deles para as rádios e as TVs, em forma de cocos e baiões’, analisa Braulio Tavares, natural de Campina Grande (PB) e autor de ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, que desta vez divide a dramaturgia com o pernambucano Eduardo Rios, fundador da Barca e integrante de todas as seis montagens da companhia. Ambos têm profunda relação com a cultura nordestina e sua poesia popular.

‘Jacksons do Pandeiro’ traz ainda músicas novas, que transformam a obra do homenageado, ao dar novos arranjos, acrescentar letras e introduzir canções criadas no processo.  ‘É um ‘pedir licença’ à obra dele, mas sem deixar de homenageá-lo com todo respeito, carinho e admiração’, conta Eduardo Rios, que ressalta a participação ativa da diretora Duda Maia neste trabalho. ‘O texto surgiu depois dos ensaios já estarem seguindo. Duda entende a dramaturgia não somente como palavra falada. A ligação das cenas é feita por palavras, músicas ou por uma coreografia, por algo que não está escrito’, diz.

Vinda do sucesso ‘Elza’, a diretora frisa que a encenação foi construída através de musicalidade e corporeidade, uma marca de seu trabalho. Assim como nas montagens anteriores, todos os instrumentos são tocados pelos atores em cena. ‘Trazemos a forma sincopada do canto para o jogo de cena o tempo todo. Em nosso título, Jacksons aparece no plural porque são várias histórias que se cruzam e se confundem com Jackson’, conta Duda Maia.

A diretora revela ainda que dividiu o palco em dois espaços cenográficos, nos quais os atores brincam com seus diferentes níveis e alturas. Como Jackson era fã de filmes de faroeste, ela concebeu a encenação de algumas canções como pequenos curtas-metragens ou clipes animados, apresentados em um local que remete a uma tela de cinema.

 

Samba, forró, baião e coco: um Garrincha da música

Vencedores dos prêmios Shell, APTR, Cesgranrio, Reverência e Botequim Cultural pelo trabalho em ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, Alfredo Del Penho e Beto Lemos repetem a parceria na direção musical do espetáculo. Após minuciosa pesquisa de Alfredo, mais de 400 composições compostas ou gravadas por Jackson foram levantadas e o grupo passou um período trabalhando em exercícios após a audição das canções. A lista comprova que Jackson era um artista sem fronteiras e que nunca se prendeu a um gênero específico, passeando por samba, forró, baião, coco, frevo, entre muitos outros.

O repertório contempla sucessos como ‘Sebastiana’, ‘O Canto da Ema’, ‘Chiclete com Banana’ e ‘Cantiga do Sapo’, além de canções menos conhecidas que revelam mais da alma brasileira e sincopada do artista. ‘Dá para dizer que ele era um Garrincha da música. Às vezes, o texto aparece em forma de música, às vezes como uma poesia ou um poema musicado. Cada vez que ele aparece, ele propõe uma nova brincadeira rítmica - mesmo não tendo uma métrica de poesia - por meio de um jogo de palavras ou outro mecanismo. A nossa ideia é fazer isso para dialogar com as músicas do Jackson, que tinham poesia, brincadeira e alegria’, resume Braulio Tavares.

Jackson do Pandeiro
Natural de Alagoa Grande (PB), José Gomes Filho (1919-1982) iniciou a sua trajetória artística ao acompanhar a mãe em rodas de coco, nos arredores de um engenho. Alfabetizado aos 35 anos, ele migra para o Rio de Janeiro e estreia em disco (1953) com um compacto que trazia dois sucessos que marcariam a sua carreira: ‘Sebastiana’ e ‘Forró em Limoeiro’. Nos anos que seguiram, participou de filmes, festivais e apresentou composições – a maioria com um toque característico de humor – que entrariam para a história da música popular brasileira. Deixou como legado mais de 140 discos recheados dos mais diversos gêneros, como samba, forró, baião, entre outros.

A Barca dos Corações Partidos:
 A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Produtora das cinco montagens e de ‘Jacksons do Pandeiro’, Andréa Alves, da Sarau Agência, foi também a idealizadora de todos os projetos.

 


Direção: Duda Maia
Dramaturgia: Braulio Tavares e Eduardo Rios
Direção Musical: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

Com a Cia. Barca dos Corações Partidos - Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano e Ricca Barros

E os artistas convidados - Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza

Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure  
Cenário: André Cortez
Iluminação: Renato Machado
Design de som: Gabriel D’Angelo
Visagista: Uirandê de Holanda
Assistente de Direção: Júlia Tizumba, Eduardo Rios e Adrén Alves
Assistente de figurino: Masta Ariane
Assistente de cenografia e produção de arte: Tuca Benvenutti  

Coordenação de Produção: Rafael Lydio

Este projeto conta com o incentivo fiscal da Lei de Incentivo à Cultura

Apoio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, RIOTUR e Cidade das Artes

Realização: Sarau Cultura Brasileira, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal

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Mais informações:
Pedro Neves - pedro@factoriacomunicacao.com - (21) 2249-1598


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NÃO SE ESQUEÇAM:
O comprovante de vacina contra a Covid-19 é obrigatório desde 15 de setembro, no Rio, para a visitação e entrada em alguns estabelecimentos e locais de uso coletivo. Junto a ele é necessário apresentar documento de identidade com foto.

Quais serão aceitos e como emitir?
-> Certificado de Vacinação Digital (disponível no aplicativo Conecte SUS).
-> Caderneta de Vacinação Impressa em Papel Timbrado (Disponibilizada na hora da vacinação pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, pelos Institutos de Pesquisa Clínica ou outras Instituições governamentais nacionais ou estrangeiras).

DECRETO RIO Nº 49335 DE 26 DE AGOSTO DE 2021.




Musical

Informações Gerais

Datas

14/01/22 a 30/01/22

Horários

14/01 - Estreia (Sexta-feira)
20h30

17/01 - Sessão extra (Segunda-feira)
20h30

Quarta a Sábado
20h30

Domingo
18h

Ingressos
Plateia 1:  R$110,00 (inteira) | R$55,00 (meia)
Plateia 2 e Frisa:  R$90,00 (inteira) | R$45,00 (meia)
Camarotes e Galerias: R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia)

 

Quer ouvir a playlist do musical? CLIQUE AQUI

Duração

120 Minutos em média

Local

Cidade das Artes

Sala

Grande Sala

Classificação Etária

10 Anos

Demais Eventos da Programação

Festival O QUE MOVE VOCÊ? | 2026 11/04 a 12/04 Festival O evento promove encontros inéditos entre artistas de diferentes gerações e linguagens – música, teatro, fotografia; além de bate-papos na Biblioteca Municipal Ziraldo, aula de yoga, exposição e oficina. A mostra “Sou Down, Soul Up” apresenta os trabalhos de jovens fotógrafos com síndrome de Down, que revelam um Rio de Janeiro íntimo, sensível e surpreendente. Criando um espaço de encontro onde a música se transforma em vínculo, escuta e descoberta, o cantor e compositor Luís Carlinhos apresenta seu projeto "Macatchula", com pocket shows e oficinas de musicalização para crianças e famílias, junto com a percussionista Mila Schiavo. E também vai ter yoga guiada! É “Sopro da alma”, meditação musical com Lívia Villela e Rodrigo Sha. Várias atividades acontecem simultaneamente como, as atrações circenses, espetáculos curtos, dança em cadeira de rodas com a Cia Holos, parte da comissão de frente da Escola Embaixadores da Alegria e os DJs Marcelinho da Lua e JP, que tem síndrome de Down, animam o evento, que ainda conta com área gastronômica.  Idealizado pelo publicitário Caio Leitão – que é cofundador da Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba no mundo voltada para pessoas com deficiência, em atividade há 20 anos –, o festival foi desenhado para todas as deficiências e conta com uma equipe de acessibilidade formada por profissionais experientes que atuaram nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.  Enquanto os artistas se movem pela arte inclusiva, há quem faça os outros se moverem. É o caso da dra. Tatiana Sampaio, bióloga e pesquisadora brasileira da UFRJ, reconhecida pelo desenvolvimento da polilaminina, uma molécula com potencial para regenerar lesões medulares. Ela participará do painel “Encontros que movem” no sábado (11/04), ao lado de Caio Leitão, com mediação de Bel Kutner. Os convidados de domingo (12/04) são o sanfoneiro cearense com deficiência visual Guilherme Dantas e duas mães atípicas – a atriz Yohama Eshima e a artista plástica Maria Teresa Stengel, fundadora da Ong One by One, voltada para atendimento a crianças carentes com paralisia cerebral. No festival, a música instrumental ganha novos caminhos com Jonathan Ferr, Bossacucanova, Guilherme Dantas, Rodrigo Sha, Alfredo Del-Penho, Johnatha Bastos, Trio Capitu e convidados, criando formações únicas pensadas especialmente para o “O Que Move Você?”.  Sob a direção teatral de Bel Kutner, o festival apresenta duas obras sensíveis, que colocam em cena afetos, autonomia e humanidade: as peças “Meu amor é cego” e “Meu corpo está aqui”, que reúnem artistas com e sem deficiência em experiências cênicas potentes. [+] saiba mais Festival Teatro Cego 16/04 a 19/04 Teatro O Festival de Teatro Cego é um projeto da R.Gamboa Arte & Cultura  com patrocínio da TAG, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. ACORDA, AMOR! - O espetáculo une a música de Chico Buarque ao Teatro Cego, com a trilha sonora executada ao vivo pela banda Social Samba Fino, também completamente no escuro. As músicas interpretadas durante o espetáculo costuram a trama e ajudam a contar a história de quatro jovens que lutam contra o governo militar nos anos 70. Três rapazes e uma garota envolvidos com a guerrilha lutam, na verdade, por muito mais do que o fim da ditadura. Enquanto tentam driblar os militares, Paulo, Lucas e Cesar lutam pelo amor de Natasha. O amadurecimento das relações entre esses quatro jovens, ao mesmo tempo em que aprendem a lidar com a situação do seu país, é o que move toda a trama. PARTICIPAÇÃO BANDA SOCIAL SAMBA FINO - Formada por 07 músicos, a banda, apesar de sua formação fixa, mas não limitada, está permanentemente aberta a receber músicos vindos dos diversos estilos musicais como choro, bossa nova, rock, baião, frevo, jazz, entre outros, para valorizar e enriquecer a interpretação do samba. Destacando em suas interpretações, a elegância e a sofisticação natural que o samba carrega em suas melodias, letras, ritmo e importância cultural, desde a sua criação até os nossos dias, o Social Samba Fino, em seu mais recente trabalho, Samba de Vagabundo, rompeu suas fronteiras musicais, abrindo seu samba para as mais diversas influências, revelando-se mais urbano e dando à sua música um tom de universalidade. Atualmente em um novo desafio, o de tocar no escuro, a banda interpreta ao vivo, no formato Teatro Cego, a trilha sonora do espetáculo "Acorda, Amor!". O GRANDE VIÚVO A peça é inspirada no conto homônimo, extraído do livro “A Vida Como Ela É”, de Nelson Rodrigues e conta a história de Jair, um viúvo que, após ter perdido sua amada esposa Dalila, informa à família que também quer morrer e ser enterrado junto à falecida. A situação só é resolvida quando uma mentira é inventada pela família, para dissuadir o viúvo da ideia da morte. A história é vivida pelos personagens com o humor característico dos contos de Nelson Rodrigues. Durante o espetáculo, um trio de musicistas executa uma trilha musical ao vivo.  CLAREAR - O Espetáculo  conta a história de uma diarista e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a diarista praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. Apesar do tema delicado, a trama se desenvolve com muita leveza, bom humor e sensibilidade, levando o espectador a uma reflexão que aprofunda a discussão sobre aspectos emocionais, sociais e comportamentais da doença. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima. Por acontecer completamente no escuro, a peça se utiliza ainda mais da percepção do espectador, fazendo com que o tema proposto possa ser tratado com ainda mais sensibilidade e aprofundamento.  [+] saiba mais Wicked 15/07 a 06/09 Musical Ministério da Cultura apresenta WICKED - O MUSICAL WICKED: O MAIOR FENÔMENO DO TEATRO MUSICAL CHEGA PELA PRIMEIRA VEZ AO RIO Ingressos podem ser adquiridos pelo site Sympla.com.br ou na bilheteria da Cidade das Artes Bibi Ferreira Produzido pelo Instituto Artium de Cultura em parceria com o Atelier de Cultura, musical já foi visto por mais de um milhão de pessoas no Brasil Wicked – A História Não Contada das Bruxas de OZ chega ao Rio de Janeiro em 15 de julho de 2026 para uma curta temporada na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca. O anúncio foi feito no dia 21 de dezembro, na última sessão da temporada de Wicked no Teatro Renault, em São Paulo. Após três temporadas de absoluto sucesso em São Paulo, em 2016, 2023 e 2025, Wicked chegará à cidade maravilhosa. O espetáculo revela a história não contada das bruxas de OZ, muito antes da Dorothy chegar ao mundo governado pelo poderoso Mágico de OZ. Depois de mais de um milhão de espectadores em teatro no Brasil, e milhões no cinema e streaming, a superprodução realiza um desejo de mais de uma década do público carioca, que desde 2016 – quando ocorreu a primeira montagem de Wicked no país – pede insistentemente a passagem do “mundo das esmeraldas” pela cidade. “Levar Wicked para o Rio é um presente para os fãs que sempre acreditaram e mantiveram essa chama acesa. É um presente viabilizado pelos patrocinadores que se reuniram para isso. Chegamos com tudo o que essa história merece: força, magia e um espetáculo que continua a emocionar gerações”, afirma Carlos Cavalcanti, presidente do Instituto Artium de Cultura. Estrelado por Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda), Wicked conta a história de amizade, coragem e escolhas que moldam o destino das bruxas da Terra de OZ, inspirada no romance de Gregory Maguire. A produção brasileira se destaca por sua inovação tecnológica, efeitos de ilusionismo, sistemas inéditos de voo e projeções criadas especialmente para a montagem. Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz é uma realização do Instituto Artium em coprodução com o Atelier de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. [+] saiba mais Maquete de LEGO® do Rio de Janeiro I Exposição Permanente 08/03 a 31/12 Artes Visuais LEGO® doa ao Rio de Janeiro a maquete feita com 947 mil peças A maquete do Rio de Janeiro feita totalmente em LEGO foi construída para homenagear de forma criativa e inusitada a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e ficará exposta permanentemente na Cidade das Artes como legado cultural. A construção destaca os 25 importantes ícones da cidade como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, o Maracanã, entre outros. [+] saiba mais Viento Yoga para todos | Bem estar e saúde através da prática de yoga 15/03 a 14/06 Arte e Conhecimento 1. Boas-vindas: ● Iniciaremos com uma breve apresentação, onde me apresentarei e explicarei os objetivos da aula de yoga. ● Criarei um ambiente acolhedor e receptivo para que todos se sintam confortáveis e à vontade. 2. Adaptação para todos os níveis: ● Realizaremos um diálogo aberto para identificar as necessidades e restrições de cada participante. ● Com base nas informações coletadas, adaptarei as posturas de yoga para atender às individualidades de cada pessoa. 3. Aula de yoga de 1 hora: ● Mergulharemos em uma prática de yoga fluida e relaxante, com duração de 1 hora. ● As posturas serão cuidadosamente selecionadas para promover flexibilidade, força, equilíbrio e bem-estar geral. ● Oferecerei instruções claras e precisas, com modificações para diferentes níveis de experiência. 4. Momento de meditação: ● Ao final da aula, desfrutaremos de um momento de meditação guiada para acalmar a mente e integrar os benefícios da prática. ● Essa etapa proporcionará um estado de paz interior e profunda conexão consigo mesmo. 5. Encerramento e registro da experiência: ● Dedicaremos um tempo para tirar fotos e registrar esse momento especial de conexão e bem-estar. ● Será uma oportunidade para compartilhar experiências e fortalecer os laços entre os participantes. Observações: ● As posturas de yoga serão adaptadas para atender às necessidades de todos os participantes, desde iniciantes até praticantes experientes. ● A aula será conduzida em um ambiente tranquilo e acolhedor, com música relaxante para promover a imersão na prática. ● Todos os participantes são bem-vindos, independentemente de seu nível de flexibilidade ou experiência com yoga.  [+] saiba mais Língua Viva 2026 | O que se oculta no feminicídio 18/03 a 06/05 Arte e Conhecimento O projeto Língua Viva busca ser um ponto convergente entre linguagem, psicanálise e processo criativo. A cada encontro os psicanalistas Marília Flores e Abílio Ribeiro desenvolvem um aspecto especifico da nossa língua. A arte intriga, faz enigma e provoca. À luz da psicanálise serão comentados ângulos e caminhos em torno do ato de criação e da experiência de fruição da arte, tanto para o artista quanto para o espectador/leitor. TEMA: O que se oculta no feminicídio.  À luz da psicanálise iremos abordar questões tais como: identificação, obsessão, misoginia. DATA: 18/03/2026 [+] saiba mais A saúde mental no âmbito amoroso 27/03 a 08/05 Arte e Conhecimento Tema: Relacionamentos amorosos românticos - trocas e reflexões sobre os encontros e a evolução sentimental  entre os indivíduos.  Realizar 2 encontros sobre o tema Psiquiatria e saúde mental no campo amoroso . - A psiquiatria do estresse e a noção de encontros no amar e no trabalhar . - Enamoramento e amor na visão de Francesco Alberoni e  a psiquiatria dos encontros amorosos - A literatura do absurdo de Frans Kafka , o teatro do absurdo de Bekett e a filosofia do absurdo em Albert Camus - nas obras literárias : O Processo e O Castelo  - Franz Kafka, Esperando Godot - Bekett,  O mito de Sísifo e O Estrangeiro - Albert Camus - Suas relações com a psiquiatria do estresse e a teoria dos encontros - o fator espontaneidade no psicodrama de Moreno e existencialismo de Martin Bubber.  - Reflexão sobre a fenomenologia do encontro amoroso sob a filosofia existencialista e saúde mental Em cada apresentação abordaremos as obras dos autores existencialistas relacionados com a saúde mental e o âmbito amoroso na perspectiva da Psiquiatria do Estresse.  [+] saiba mais Festival Teatro Cego | Acorda Amor! 16/04 a 17/04 Teatro O Festival de Teatro Cego é um projeto da R.Gamboa Arte & Cultura  com patrocínio da TAG, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. ACORDA, AMOR! - O espetáculo une a música de Chico Buarque ao Teatro Cego, com a trilha sonora executada ao vivo pela banda Social Samba Fino, também completamente no escuro. As músicas interpretadas durante o espetáculo costuram a trama e ajudam a contar a história de quatro jovens que lutam contra o governo militar nos anos 70. Três rapazes e uma garota envolvidos com a guerrilha lutam, na verdade, por muito mais do que o fim da ditadura. Enquanto tentam driblar os militares, Paulo, Lucas e Cesar lutam pelo amor de Natasha. O amadurecimento das relações entre esses quatro jovens, ao mesmo tempo em que aprendem a lidar com a situação do seu país, é o que move toda a trama. BANDA SOCIAL SAMBA FINO - Formada por 07 músicos, a banda, apesar de sua formação fixa, mas não limitada, está permanentemente aberta a receber músicos vindos dos diversos estilos musicais como choro, bossa nova, rock, baião, frevo, jazz, entre outros, para valorizar e enriquecer a interpretação do samba. Destacando em suas interpretações, a elegância e a sofisticação natural que o samba carrega em suas melodias, letras, ritmo e importância cultural, desde a sua criação até os nossos dias, o Social Samba Fino, em seu mais recente trabalho, Samba de Vagabundo, rompeu suas fronteiras musicais, abrindo seu samba para as mais diversas influências, revelando-se mais urbano e dando à sua música um tom de universalidade. Atualmente em um novo desafio, o de tocar no escuro, a banda interpreta ao vivo, no formato Teatro Cego, a trilha sonora do espetáculo "Acorda, Amor!". INFORMAÇÕES IMPORTANTES - ​A peça acontece completamente no escuro, em blackout total. Não são usadas vendas. O público fica no palco juntamente com os atores e com a produção, colocado dentro da cena com uma proximidade tão grande que pode sentir as movimentações e até tocar o cenário. - Para segurança total da plateia, artistas e produção, a sala escura onde os espetáculos acontecem é monitorada em tempo integral por uma pessoa da produção, através de câmeras de infravermelho e um sistema de iluminação emergencial é instantaneamente acionado em caso de emergência. - Antes do início de cada sessão, o público recebe orientações sobre como proceder para que o espetáculo aconteça da melhor forma possível (desligar celulares, retirar relógios luminosos dos pulsos, cobrir camisetas ou outros artigos de vestuário que brilham no escuro), além de orientações de segurança (como se locomover dentro do espaço, colocar bolsas e sacolas embaixo das cadeiras para não atrapalhar a circulação de atores e produção, como pedir para sair no meio do espetáculo se houver necessidade)    - Ao abdicar da visão, o público compreende a trama através de seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição). Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico. Tais sensações são o caminho para a compreensão da trama, mesmo ela ocorrendo completamente no escuro. A proposta é estabelecer uma linguagem inédita no teatro - O espetáculo conta com atores com deficiência visual, que passam a ser peças de extrema importância quando o trabalho ocorre no completo escuro. Cumpre-se assim, também, um papel social, inserindo esses profissionais no mercado de trabalho e abrindo a possibilidade de uma forma de expressão artística que, até então, imaginava-se inviável para pessoas com deficiência visual. [+] saiba mais Festival Teatro Cego | O Grande Viúvo 18/04 Teatro O Festival de Teatro Cego é um projeto da R.Gamboa Arte & Cultura  com patrocínio da TAG, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O GRANDE VIÚVO A peça é inspirada no conto homônimo, extraído do livro “A Vida Como Ela É”, de Nelson Rodrigues e conta a história de Jair, um viúvo que, após ter perdido sua amada esposa Dalila, informa à família que também quer morrer e ser enterrado junto à falecida. A situação só é resolvida quando uma mentira é inventada pela família, para dissuadir o viúvo da ideia da morte. A história é vivida pelos personagens com o humor característico dos contos de Nelson Rodrigues. Durante o espetáculo, um trio de musicistas executa uma trilha musical ao vivo.    [+] saiba mais Não é esquisitice. É autismo! 18/04 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO Com uma abordagem didática e envolvente, o livro mostra como pequenas adaptações e mudanças de perspectiva podem transformar a experiência de aprendizagem para crianças dentro do espectro autista. Além de ser uma fonte de conhecimento essencial para os professores, esta obra é um instrumento poderoso para promover a empatia, o respeito e um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo.  SOBRE O TEMA A inclusão escolar do aluno com autismo é, hoje, um grande desafio de educadores, embora haja tanta informação já disponível em cursos e publicações. A ideia do presente livro é tornar as informações claras e aplicáveis ao dia a dia real do chão da escola.  SOBRE A PALESTRANTE Ana Carolina Praça é psicóloga escolar atuante em duas redes Municipais de ensino no Estado do Rio de Janeiro, psicopedagoga, especialista em dificuldades de aprendizagem. Além da presente obra, também teve recentemente publicado um capítulo intitulado “Pequeno manual de TDAH para professores”, na obra “Práticas pedagógicas e as experiências/vivências com a educação numa perspectiva inclusiva".  Ilustrador: Alexandre Mercês  [+] saiba mais Festival Teatro Cego | Clarear 19/04 Teatro O Festival de Teatro Cego é um projeto da R.Gamboa Arte & Cultura  com patrocínio da TAG, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. CLAREAR - O Espetáculo  conta a história de uma diarista e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a diarista praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. Apesar do tema delicado, a trama se desenvolve com muita leveza, bom humor e sensibilidade, levando o espectador a uma reflexão que aprofunda a discussão sobre aspectos emocionais, sociais e comportamentais da doença. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima. Por acontecer completamente no escuro, a peça se utiliza ainda mais da percepção do espectador, fazendo com que o tema proposto possa ser tratado com ainda mais sensibilidade e aprofundamento.  INFORMAÇÕES IMPORTANTES - ​A peça acontece completamente no escuro, em blackout total. Não são usadas vendas. O público fica no palco juntamente com os atores e com a produção, colocado dentro da cena com uma proximidade tão grande que pode sentir as movimentações e até tocar o cenário. - Para segurança total da plateia, artistas e produção, a sala escura onde os espetáculos acontecem é monitorada em tempo integral por uma pessoa da produção, através de câmeras de infravermelho e um sistema de iluminação emergencial é instantaneamente acionado em caso de emergência. - Antes do início de cada sessão, o público recebe orientações sobre como proceder para que o espetáculo aconteça da melhor forma possível (desligar celulares, retirar relógios luminosos dos pulsos, cobrir camisetas ou outros artigos de vestuário que brilham no escuro), além de orientações de segurança (como se locomover dentro do espaço, colocar bolsas e sacolas embaixo das cadeiras para não atrapalhar a circulação de atores e produção, como pedir para sair no meio do espetáculo se houver necessidade)    - Ao abdicar da visão, o público compreende a trama através de seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição). Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico. Tais sensações são o caminho para a compreensão da trama, mesmo ela ocorrendo completamente no escuro. A proposta é estabelecer uma linguagem inédita no teatro - O espetáculo conta com atores com deficiência visual, que passam a ser peças de extrema importância quando o trabalho ocorre no completo escuro. Cumpre-se assim, também, um papel social, inserindo esses profissionais no mercado de trabalho e abrindo a possibilidade de uma forma de expressão artística que, até então, imaginava-se inviável para pessoas com deficiência visual. [+] saiba mais Fábio Rabin “Novo Show” | Stand up 25/04 Outros O sétimo show de Fábio Rabin fala sobre as transformações que a vida nos traz e que nem sempre são bem-vindas. Após viajar o mundo fazendo shows e correr atrás de uma estabilidade financeira que nunca vem, Rabin volta para sua casa e nota que tem algo diferente. Sua filha cresceu! A criança que ele sempre amou, pegou no colo, botava para dormir e tratava como uma boneca virou uma pré-adolescente. Foi como se ele encontrasse no lugar da pessoa que sempre amou uma desconhecida! E agora ele luta para aprender a se conectar com a sua própria filha e finalmente aceitar que ela está crescendo. [+] saiba mais Carol Delgado - Energia Feminina | Stand-up 14/05 Outros Prepare-se para um show de stand-up que explode qualquer clichê sobre o que é ser “feminina”. Em Energia Feminina, a comediante Carol Delgado transforma o palco em um espelho cômico do cotidiano, onde o “comportamento ideal” desaba diante da realidade. Entre falas afiadas e situações absurdamente familiares, ela desmonta — com muito humor — as regras invisíveis que tentam definir o que é ser mulher. O espetáculo mistura o melhor do stand-up clássico com o novo quadro “SUPER FLOP”, inspirado em programas de auditório ao vivo, caótico e interativo. Nele, o público participa de jogos e dinâmicas inspiradas nos programas dos anos 90/2000 — mas com uma sinceridade que nem o Ratinho teria coragem de bancar. No quadro SUPER FLOP, o público pode cobrar pensão atrasada, descobrir se “esse homem te ama ou só te odeia mesmo”, ver casal recebendo conselho da plateia e ainda brilhar com talentos totalmente inúteis. Tudo ao vivo, sempre inédito e com convidados que vão de tarólogas e sexólogas à pessoas que talvez só tenham se perdido no caminho do teatro. Entre reflexões afiadas e humor ácido, Energia Feminina questiona tudo que esperam das mulheres e ri de cada contradição com a força, o caos e o carisma de quem transforma até o fracasso em entretenimento.Energia Feminina é mais do que um show: é um exorcismo coletivo das expectativas alheias, embalado por riso, música e o poder absoluto de Carol Delgado.  [+] saiba mais RIO2C | Encontro de criatividade da América Latina - 2026 26/05 a 31/05 Festival O Rio2C é o encontro de criatividade da América Latina, reunindo anualmente, no Rio de Janeiro, profissionais de diferentes áreas, culturas, ideias e experiências. Esse ecossistema vibrante, marcado pela multidisciplinaridade e diversidade, é o ambiente ideal para fomentar a nossa capacidade ímpar de criar, transformar e reinventar. Durante seis dias, criadores, empreendedores e especialistas de setores como audiovisual, música, mídia, ciência, tecnologia, sustentabilidade e muito mais, se encontram para uma experiência única de aprendizado, networking, negócios e diversão. O Rio2C não só antecipa tendências e reflete as dinâmicas do mercado, mas também tem como missão principal estimular a criação e fortalecer as conexões entre diversos setores, promovendo a evolução e o desenvolvimento da indústria criativa. [+] saiba mais