Fundação Cidade das Artes

Programação » Jacksons do Pandeiro | Musical

Evento Encerrado

Jacksons do Pandeiro | Musical



APÓS SUCESSO COM ESTREIA PIONEIRA NA TELEVISÃO E INTERNET, BARCA DOS CORAÇÕES PARTIDOS FAZ TEMPORADA PRESENCIAL DE ‘JACKSONS DO PANDEIRO’

Jackson do Pandeiro ganha ‘homenagem sincopada’ com direção de Duda Maia, texto de Braulio Tavares e Eduardo Rios e direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos

Espetáculo estreou ao vivo em transmissão do Canal Bis e no YouTube


Vencedor Prêmio APTR – Espetáculo inédito ao vivo
Indicado Prêmio APCA – Melhor Espetáculo Virtual

Reconhecida por seu trabalho baseado em teatro e música, a companhia Barca dos Corações Partidos escolheu um homenageado à altura em seu novo projeto: Jackson do Pandeiro (1919-1982), cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano que recebeu a alcunha de ‘Rei do Ritmo’ por suas mais de 400 canções recheadas de gêneros brasileiríssimos, como samba, forró, coco, baião e frevo.

Após incursões pela obra de Mario de Andrade (‘Macunaíma, Uma Rapsódia Musical’) e Ariano Suassuna (‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’), a Barca se debruçou sobre este cancioneiro para criar um espetáculo inédito. ‘Jacksons do Pandeiro’ não é uma biografia, mas o texto – assinado por Braulio Tavares e Eduardo Rios – aborda episódios e músicas de Jackson que se relacionam com a vida dos atores em cena. Dirigida por Duda Maia, a montagem estrearia em abril de 2020, mas foi adiada a poucos dias de seu lançamento por conta da pandemia.

Após promover um festival virtual e produzir clipes durante a quarentena, a Barca dos Corações Partidos retomou os ensaios e estreou virtualmente o espetáculo, que tem direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos e idealização de Andréa Alves, da Sarau Agência, produtora da Barca desde a sua criação.

Passado o enorme sucesso da pioneira estreia pela televisão e internet, ‘Jacksons do Pandeiro’ fará agora a sua primeira temporada presencial, de 7 a 30 de janeiro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

*******

O universo rítmico de Jackson do Pandeiro norteou toda a concepção do musical. Responsável pela preparação corporal do primeiro espetáculo da Barca, Duda Maia está no DNA da companhia, em parceria que se consagrou com a direção do premiado ‘Auê’ (2016). Desta vez, ela aprofundou ainda mais a ideia de ‘corpo-rítmico’ dos atores, ao abordar um compositor cuja obra é marcada pelo suingue, ginga e síncope, aquele tempo musical presente no samba e em outros gêneros, quando o ritmo sai do tempo esperado.

Os integrantes da Barca (Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano e Ricca Barros) dividem a cena com três artistas convidados: Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza. Juntos, eles passaram meses envolvidos em oficinas, pesquisas e em um longo processo de ensaios, quando o texto foi desenvolvido a partir de exercícios e histórias pessoais.

‘Optamos por distribuir a ação em brincantes que contam pedaços de suas histórias pessoais, as quais em muitos pontos coincidem com a história de Jackson. Falando de Jackson, falamos desses nordestinos anônimos. Falando deles, falamos do cantor e compositor que levou a vida deles para as rádios e as TVs, em forma de cocos e baiões’, analisa Braulio Tavares, natural de Campina Grande (PB) e autor de ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, que desta vez divide a dramaturgia com o pernambucano Eduardo Rios, fundador da Barca e integrante de todas as seis montagens da companhia. Ambos têm profunda relação com a cultura nordestina e sua poesia popular.

‘Jacksons do Pandeiro’ traz ainda músicas novas, que transformam a obra do homenageado, ao dar novos arranjos, acrescentar letras e introduzir canções criadas no processo.  ‘É um ‘pedir licença’ à obra dele, mas sem deixar de homenageá-lo com todo respeito, carinho e admiração’, conta Eduardo Rios, que ressalta a participação ativa da diretora Duda Maia neste trabalho. ‘O texto surgiu depois dos ensaios já estarem seguindo. Duda entende a dramaturgia não somente como palavra falada. A ligação das cenas é feita por palavras, músicas ou por uma coreografia, por algo que não está escrito’, diz.

Vinda do sucesso ‘Elza’, a diretora frisa que a encenação foi construída através de musicalidade e corporeidade, uma marca de seu trabalho. Assim como nas montagens anteriores, todos os instrumentos são tocados pelos atores em cena. ‘Trazemos a forma sincopada do canto para o jogo de cena o tempo todo. Em nosso título, Jacksons aparece no plural porque são várias histórias que se cruzam e se confundem com Jackson’, conta Duda Maia.

A diretora revela ainda que dividiu o palco em dois espaços cenográficos, nos quais os atores brincam com seus diferentes níveis e alturas. Como Jackson era fã de filmes de faroeste, ela concebeu a encenação de algumas canções como pequenos curtas-metragens ou clipes animados, apresentados em um local que remete a uma tela de cinema.

 

Samba, forró, baião e coco: um Garrincha da música

Vencedores dos prêmios Shell, APTR, Cesgranrio, Reverência e Botequim Cultural pelo trabalho em ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, Alfredo Del Penho e Beto Lemos repetem a parceria na direção musical do espetáculo. Após minuciosa pesquisa de Alfredo, mais de 400 composições compostas ou gravadas por Jackson foram levantadas e o grupo passou um período trabalhando em exercícios após a audição das canções. A lista comprova que Jackson era um artista sem fronteiras e que nunca se prendeu a um gênero específico, passeando por samba, forró, baião, coco, frevo, entre muitos outros.

O repertório contempla sucessos como ‘Sebastiana’, ‘O Canto da Ema’, ‘Chiclete com Banana’ e ‘Cantiga do Sapo’, além de canções menos conhecidas que revelam mais da alma brasileira e sincopada do artista. ‘Dá para dizer que ele era um Garrincha da música. Às vezes, o texto aparece em forma de música, às vezes como uma poesia ou um poema musicado. Cada vez que ele aparece, ele propõe uma nova brincadeira rítmica - mesmo não tendo uma métrica de poesia - por meio de um jogo de palavras ou outro mecanismo. A nossa ideia é fazer isso para dialogar com as músicas do Jackson, que tinham poesia, brincadeira e alegria’, resume Braulio Tavares.

Jackson do Pandeiro
Natural de Alagoa Grande (PB), José Gomes Filho (1919-1982) iniciou a sua trajetória artística ao acompanhar a mãe em rodas de coco, nos arredores de um engenho. Alfabetizado aos 35 anos, ele migra para o Rio de Janeiro e estreia em disco (1953) com um compacto que trazia dois sucessos que marcariam a sua carreira: ‘Sebastiana’ e ‘Forró em Limoeiro’. Nos anos que seguiram, participou de filmes, festivais e apresentou composições – a maioria com um toque característico de humor – que entrariam para a história da música popular brasileira. Deixou como legado mais de 140 discos recheados dos mais diversos gêneros, como samba, forró, baião, entre outros.

A Barca dos Corações Partidos:
 A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Produtora das cinco montagens e de ‘Jacksons do Pandeiro’, Andréa Alves, da Sarau Agência, foi também a idealizadora de todos os projetos.

 


Direção: Duda Maia
Dramaturgia: Braulio Tavares e Eduardo Rios
Direção Musical: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

Com a Cia. Barca dos Corações Partidos - Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano e Ricca Barros

E os artistas convidados - Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza

Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure  
Cenário: André Cortez
Iluminação: Renato Machado
Design de som: Gabriel D’Angelo
Visagista: Uirandê de Holanda
Assistente de Direção: Júlia Tizumba, Eduardo Rios e Adrén Alves
Assistente de figurino: Masta Ariane
Assistente de cenografia e produção de arte: Tuca Benvenutti  

Coordenação de Produção: Rafael Lydio

Este projeto conta com o incentivo fiscal da Lei de Incentivo à Cultura

Apoio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, RIOTUR e Cidade das Artes

Realização: Sarau Cultura Brasileira, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal

--------

Mais informações:
Pedro Neves - pedro@factoriacomunicacao.com - (21) 2249-1598


>>>>>>>> <<<<<<<<<<
NÃO SE ESQUEÇAM:
O comprovante de vacina contra a Covid-19 é obrigatório desde 15 de setembro, no Rio, para a visitação e entrada em alguns estabelecimentos e locais de uso coletivo. Junto a ele é necessário apresentar documento de identidade com foto.

Quais serão aceitos e como emitir?
-> Certificado de Vacinação Digital (disponível no aplicativo Conecte SUS).
-> Caderneta de Vacinação Impressa em Papel Timbrado (Disponibilizada na hora da vacinação pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, pelos Institutos de Pesquisa Clínica ou outras Instituições governamentais nacionais ou estrangeiras).

DECRETO RIO Nº 49335 DE 26 DE AGOSTO DE 2021.




Musical

Informações Gerais

Datas

14/01/22 a 30/01/22

Horários

14/01 - Estreia (Sexta-feira)
20h30

17/01 - Sessão extra (Segunda-feira)
20h30

Quarta a Sábado
20h30

Domingo
18h

Ingressos
Plateia 1:  R$110,00 (inteira) | R$55,00 (meia)
Plateia 2 e Frisa:  R$90,00 (inteira) | R$45,00 (meia)
Camarotes e Galerias: R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia)

 

Quer ouvir a playlist do musical? CLIQUE AQUI

Duração

120 Minutos em média

Local

Cidade das Artes

Sala

Grande Sala

Classificação Etária

10 Anos

Demais Eventos da Programação

Wicked | Musical 15/07 a 06/09 Musical Ministério da Cultura apresenta WICKED - O MUSICAL WICKED: O MAIOR FENÔMENO DO TEATRO MUSICAL CHEGA PELA PRIMEIRA VEZ AO RIO Ingressos podem ser adquiridos pelo site Sympla.com.br ou na bilheteria da Cidade das Artes Bibi Ferreira Produzido pelo Instituto Artium de Cultura em parceria com o Atelier de Cultura, musical já foi visto por mais de um milhão de pessoas no Brasil Wicked – A História Não Contada das Bruxas de OZ chega ao Rio de Janeiro em 15 de julho de 2026 para uma curta temporada na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca. O anúncio foi feito no dia 21 de dezembro, na última sessão da temporada de Wicked no Teatro Renault, em São Paulo. Após três temporadas de absoluto sucesso em São Paulo, em 2016, 2023 e 2025, Wicked chegará à cidade maravilhosa. O espetáculo revela a história não contada das bruxas de OZ, muito antes da Dorothy chegar ao mundo governado pelo poderoso Mágico de OZ. Depois de mais de um milhão de espectadores em teatro no Brasil, e milhões no cinema e streaming, a superprodução realiza um desejo de mais de uma década do público carioca, que desde 2016 – quando ocorreu a primeira montagem de Wicked no país – pede insistentemente a passagem do “mundo das esmeraldas” pela cidade. “Levar Wicked para o Rio é um presente para os fãs que sempre acreditaram e mantiveram essa chama acesa. É um presente viabilizado pelos patrocinadores que se reuniram para isso. Chegamos com tudo o que essa história merece: força, magia e um espetáculo que continua a emocionar gerações”, afirma Carlos Cavalcanti, presidente do Instituto Artium de Cultura. Estrelado por Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda), Wicked conta a história de amizade, coragem e escolhas que moldam o destino das bruxas da Terra de OZ, inspirada no romance de Gregory Maguire. A produção brasileira se destaca por sua inovação tecnológica, efeitos de ilusionismo, sistemas inéditos de voo e projeções criadas especialmente para a montagem. Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz é uma realização do Instituto Artium em coprodução com o Atelier de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. [+] saiba mais Maquete de LEGO® do Rio de Janeiro I Exposição Permanente 08/03 a 31/12 Artes Visuais LEGO® doa ao Rio de Janeiro a maquete feita com 947 mil peças A maquete do Rio de Janeiro feita totalmente em LEGO foi construída para homenagear de forma criativa e inusitada a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e ficará exposta permanentemente na Cidade das Artes como legado cultural. A construção destaca os 25 importantes ícones da cidade como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, o Maracanã, entre outros. [+] saiba mais FutYANdo | Ponto de encontro da Copa do Mundo 13/06 a 24/06 Outros Yan convoca a torcida para viver a Copa do Mundo ao som de pagode no FutYANdo, no Rio Com mais de 1,4 milhão de visualizações no YouTube, audiovisual aquece o público para a estreia da label; primeiro lote já esgotado e segundo lote está nos últimos ingressos Se tem duas paixões que traduzem a alma brasileira, elas atendem por nomes bem conhecidos: futebol e pagode. E é justamente deste encontro que nasce o FutYANdo, nova festa de Yan, um dos principais fenômenos da nova geração do pagode, que transforma a tradicional resenha entre amigos em uma grande celebração com o público durante a Copa do Mundo. Com edições confirmadas nos dias 13, 19 e 24 de junho, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, o projeto integra a programação de celebrações da cidade durante o torneio e convida a torcida a viver a emoção da competição de um jeito genuinamente brasileiro. Mais do que assistir aos jogos, a proposta é transformar cada partida em uma experiência completa: torcer entre amigos, com churrasco, samba no pé, emoção a cada lance e muita música para comemorar ou até aliviar a tensão de quem sonha com o hexa. E a torcida já está se preparando: o primeiro lote de ingressos está esgotado, e o segundo já entra na reta final, aumentando a expectativa para a estreia da label. Inspirado nos encontros semanais que Yan promove com os amigos após partidas de futebol, o FutYANdo traduz de forma autêntica a conexão entre pagode, futebol e a cultura carioca. Em meio à consolidação do cantor, o projeto ganhou também um braço musical com o lançamento do audiovisual homônimo, que já ultrapassa 1,4 milhão de visualizações no YouTube em poucos dias. Reunindo clássicos do samba e do pagode, o trabalho funciona como um verdadeiro esquenta para a experiência ao vivo e reforça, em clima de Copa, a união natural entre música, torcida e celebração coletiva. Agora, Yan faz o convite: sair do sofá, reunir a torcida e viver cada jogo do Brasil como ele merece, cantando, comemorando e transformando a busca pelo hexa em uma grande festa. [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Quarteto Assaz 25/06 Música No dia 25 de junho, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o concerto de abertura da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua nova residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes e inaugura um projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro. Sediada na Cidade das Artes, a estreia da série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este concerto na Cidade das Artes, o foco será a Música de Câmara, temática que convida o público a um encontro mais próximo com os instrumentos e as obras. O programa será executado pelo Quarteto Assaz - grupo formado por integrantes da Orquestra Sinfônica Brasileira e artistas da gravadora - com a participação especial do clarinetista Leandro Nascimento. O quarteto é composto por Miguel Braga (violoncelo), Washington Couto (viola), Luca Kevorkian (violino) e Mateus Soares (violino). O grupo se dedica à interpretação de um repertório que evidencia a diversidade da música clássica, unindo a tradição das cordas ao frescor dos sopros. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição e produção independente em torno de um programa cuidadosamente escolhido. [+] saiba mais A vida tem manual ? | Roda de Conversa 04/07 Arte e Conhecimento Com Carina Gewerc e Daniel Fogel. Empresários e docentes da Fundação Logosófica  A palestra convida à reflexão sobre como conduzimos nossa vida diante dos desafios e escolhas do dia a dia. A partir de vivências pessoais, Carina e Daniel exploram a ideia de que, assim como um manual ajuda a usar melhor um equipamento, também podemos aprender a conhecer e utilizar os recursos internos que possuímos; mente, coração, inteligência, sensibilidade e consciência, para viver com mais propósito, equilíbrio e felicidade.  Com uma linguagem leve e exemplos práticos, os palestrantes mostram como muitas vezes passamos pela vida usando apenas o “básico do básico” do nosso potencial, quando poderíamos estar “voando mais alto”. A palestra é um convite a despertar para a riqueza do nosso mundo interno e a descobrir princípios que nos ajudam a construir, pouco a pouco, o nosso próprio manual para viver de forma consciente.  [+] saiba mais ASHANTI — Herança sob a areia | Lançamento de Livro 11/07 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO “O deserto é um lugar onde segredos por muitas vezes são escondidos na areia. Mas o vento, sempre ele, incansável, um dia os revelará.” Órfã e astuta, a jovem guia de caravanas conhece o deserto como ninguém. Entre saqueadores mascarados, Bestas Azuis e segredos ocultos sob as areias do tempo, ela precisa escolher: continuar fugindo de seu destino ou reivindicar o que lhe pertence. Nem toda heroína usa espada, esta gira uma funda, mas é entre escolhas que não permitem volta que está a verdadeira capacidade dela de mudar o próprio destino e o de seu povo.  Autor: Cairo Corrêa Ilustrador: Lucía Lorenzo Ceballos, Elisendra Ochoa, Júlia Moyano e Denis Lenzzi (CAPA).    TEMAS ABORDADOS NO EVENTO Identidade e legado: A jornada de uma jovem que descobre ser herdeira  de um trono usurpado. Protagonismo feminino: Em uma região árida e inóspita, nossa  protagonista luta contra o sistema local. Ambição e destino: Dilema entre fugir do próprio nome ou assumir o poder  que lhe é de direito.    [+] saiba mais Chiquinha Gonzaga – Uma Alma Livre | Orquestra Petrobras Sinfônica 12/07 Música No dia 12 de julho, domingo, às 16h, a Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta, na Cidade das Artes, o concerto “Chiquinha Gonzaga – Uma Alma Livre”, em tributo a uma das compositoras mais importantes da música brasileira. Sob a regência do maestro Eliézer Rodrigues, o Grupo de Câmara, composto por instrumentistas de sopro e percussão, apresenta 11 obras de Chiquinha Gonzaga, entre elas o maxixe;Forrobodó, escrito para o famoso espetáculo teatral homônimo, lançado em 1912 e ainda hoje encenado; o chorinho ;Atraente; Abre alas, considerada a primeira marchinha de Carnaval brasileira; a valsa Cecy; e o tango; O corta-jaca;. Os arranjos são de Jessé Sadoc. A escolha do repertório não foi fácil. Chiquinha Gonzaga compôs mais de 2 mil canções em inúmeros estilos. Selecionamos as mais conhecidas do público e outras nem tanto, mas que representam a diversidade de ritmos, característica da compositora, conta Eliézer Rodrigues,do concerto, que também é tubista da Orquestra Petrobras Sinfônica. Chiquinha Gonzaga foi uma mulher à frente de seu tempo. Pianista, maestrina e compositora carioca, foi uma das maiores influências da música popular brasileira e também uma figura marcante que rompeu barreiras e apontou importantes caminhos para direitos e conquistas hoje garantidos constitucionalmente. Filha de um militar e neta de uma escrava alforriada, foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, num tempo em que as mulheres enfrentavam severas restrições à participação na vida artística e pública. Chiquinha Gonzaga teve, à época, enorme importância no cenário musical e social brasileiro, e sua trajetória continua atual para entendermos a formação cultural e social do país. [+] saiba mais Língua Viva 2026 | Solidão, imposição, escolha ou condição do sujeito? 15/07 Arte e Conhecimento O projeto Língua Viva busca ser um ponto convergente entre linguagem, psicanálise e processo criativo. A cada encontro os psicanalistas Marília Flores e Abílio Ribeiro desenvolvem um aspecto especifico da nossa língua. A arte intriga, faz enigma e provoca. À luz da psicanálise serão comentados ângulos e caminhos em torno do ato de criação e da experiência de fruição da arte, tanto para o artista quanto para o espectador/leitor. TEMA: Solidão, imposição, escolha ou condição do sujeito?  DATA: 15/07/2026 Não é de hoje que conhecemos a expressão “sozinhos na multidão”, atualmente ela não reflete apenas o contexto dos espaços físicos da cidade, como abrange o espaço virtual das redes digitais. Andamos nas ruas vidrados nas telas de nossos celulares, aqueles que andam ao lado são ignorados pela recusa do nosso olhar. O mundo virtual oferece a harmonia das combinações de algoritmos, enquanto aqueles cujas sombras registramos de canto de olho são intrusos indesejáveis. Qualquer proximidade, qualquer divergência, pode ser determinante para a reação hostil. Excluímos a diferença e assimilamos a igualdade. Em nossos dias, em que prevalecem os vínculos identitários, vivemos uma intensa segregação. O semelhante que não se revela como o nosso igual ou é invisibilizado, ou é cancelado ou, ainda, aniquilado.  Vivemos sós e tão acompanhados, seria a solidão uma imposição do outro e próximo, uma escolha do sujeito ou condição de nosso profundo desamparo na medida em que não estamos suportados por nenhuma garantia?  A solidão, em suas diversas modalidades, talvez seja o traço mais marcante transmitido pelo Outro na linha da sucessão geracional. Destacamos aqui, uma pequena citação do livro incrível de Tamara Klink, “Nós _ o Atlântico em solitário (Companhia das Letras, 2023):  “As noites passadas entre histórias de navegação do meu pai compensam a ausência dele nos aniversários. E nos faziam acreditar que o mundo era muito maior e mais próximo de casa do que parecia ser”.    [+] saiba mais A grande aventura dos Filhotes Aumigos de Quatro Patas | Lançamento de Livro 25/07 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO Skye, Zooster, Melody e Pipoca vivem uma grande aventura, repleta de descobertas e amizade. Aprendem, juntos, que a verdadeira coragem está em ajudar uns aos outros e que o maior tesouro do mundo é ter amigos de verdade. Ser um “Aumigo” é ajudar, dividir e nunca desistir. Juntos, Skye, Zooster, Pipoca e Melody provaram que o amor e a amizade são os maiores tesouros do mundo. SOBRE A AUTORA Fernanda Côrtes é apaixonada por histórias que encantam corações de todas as idades. Inspirada pelo amor dos animais e pela magia da amizade verdadeira, escreveu seu primeiro livro infantil, intitulado A Grande Aventura dos Filhotes Aumigos de Quatro Patas, um conto cheio de ternura, coragem e descobertas. Sonhadora, a autora acredita que cada história tem o poder de transformar o mundo, começando pelo olhar. [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Octávio Deluchi e Miguel Braga 30/07 Música No dia 30 de julho, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o segundo concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes dando continuidade ao projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este segundo concerto na Cidade das Artes, o foco será o diálogo camerístico íntimo e expressivo entre o violão e o violoncelo, temática que convida o público a um encontro mais próximo com os instrumentos e as obras. O programa será executado em duo pelo violoncelista Miguel Braga - integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira - e pelo violonista Octávio Deluchi, artista de destaque na nova geração do instrumento. O duo se dedica à interpretação de um repertório cuidadosamente escolhido que evidencia a diversidade, o frescor e a profundidade da música clássica brasileira, unindo o lirismo expressivo do violoncelo à riqueza harmônica e rítmica do violão de concerto. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição e produção independente em torno de uma identidade sonora vibrante e autêntica. [+] saiba mais Cultive Se Joga! | Um encontro pra jogar 02/08 Arte e Conhecimento  “Se Joga!” é um encontro para conectar diferentes pessoas e gerações através de práticas artísticas coletivas que envolvem corpo, movimento, brincadeira e palavra.  O evento se organiza em três momentos:   CHEGADA: INTEGRAR E CONECTAR ● Exercícios de respiração e presença ● Ativação sensível (tirar o corpo do automático) ● Brincar com os nomes e compartilhar pequenas histórias  Objetivo: construir uma atmosfera de grupo ativando a vontade coletiva de estar e brincar junto.  AÇÃO: BRINCAR E SE JOGAR! ● Jogos corporais e improvisações guiadas ● Exercícios de escuta e de resposta a comandos ● Dinâmicas que trabalham espontaneidade, criação e imaginação  Objetivo: despertar o estado de prazer e alegria através da experiência do jogo coletivo intergeracional.  FECHAMENTO: FAZER E ACONTECER JUNTO  ● Jogo final: realização de uma cena-jogo guiada, construída a partir das atividades anteriores. ● Fechamento sensível: roda de conversa pra jogar o corpo e a palavra no mundo.  Objetivo: reconhecer e compartilhar os impactos da experiência e seus possíveis desdobramentos na vida cotidiana.  [+] saiba mais Zé Picolé | Lançamento de livro 15/08 Arte e Conhecimento SOBRE O LIVRO Samuel adora praia, sol e picolés – e gosta tanto, mas tanto, que, num passeio mágico e divertido, acaba se transformando em um picolé de verdade! Em meio a rimas, sabores e muita imaginação, o menino vive uma aventura gelada que o faz repensar seus exageros. Uma história encantadora e bem-humorada que convida os pequenos leitores a sonhar, rir e refletir sobre limites, sem perder a doçura da infância.  SOBRE O TEMA O Zé Picolé é um livro infantil que aposta no humor e na reflexão, sem respostas prontas. Em vez de impor uma moral explícita, a narrativa convida o leitor a construir seus próprios entendimentos sobre limites, exageros, escolhas e consequências. [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Thierry de Lucas e Ingrid Uemura 27/08 Música No dia 27 de agosto, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o terceiro concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes e celebra um marco especial na temporada: o concerto oficial de lançamento do álbum Romances Brasileiros, projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório nacional. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - primeiro selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este terceiro concerto na Cidade das Artes, o foco será a formação de duo de violino e piano, apresentando o repertório inédito e sofisticado gravado para o novo disco do selo. O programa será executado pelo violinista brasileiro Thierry de Lucas e pela pianista Ingrid Uemura. O duo se dedica à interpretação de um repertório cuidadosamente escolhido que evidencia a diversidade e a expressividade da música clássica brasileira, trazendo para o palco toda a sensibilidade, o lirismo e a vanguarda fonográfica que moldaram a concepção do álbum Romances Brasileiros. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição, carreiras globais e produção independente em torno de um programa que celebra o patrimônio cultural do país.   [+] saiba mais Fragmentos de Histórias, Arte e Vida e Entre Linhas e Cores | Exposição 23/09 a 06/10 Arte e Conhecimento Exposição Fragmentos de Histórias, Arte e Vida e Entre Linhas e Cores. Um diálogo entre Beatriz Milhazes, Adriana Varejão e Rosana Paulino  A exposição de Artes Visuais 2026 da ONG One By One propõe um encontro entre arte, inclusão e cultura brasileira, por meio de releituras inspiradas na produção de três importantes artistas contemporâneas brasileiras: Beatriz Milhazes, Adriana Varejão e Rosana Paulino.  As artistas foram escolhidas por suas relevantes contribuições para a arte brasileira e por estabelecerem diálogos sobre identidade, corpo, memória, cultura e história do Brasil. A proposta busca aproximar o público das artes visuais contemporâneas, promovendo reflexão, sensibilidade e valorização da diversidade.  Além da pesquisa estética e histórica, a exposição evidencia o protagonismo feminino na arte brasileira e reforça a importância da acessibilidade cultural e da inclusão de pessoas com deficiência por meio da produção artística.  AS ARTISTAS Beatriz Milhazes (1960) Pintora, gravadora e uma das principais representantes da “Geração 80”, movimento que retomou a pintura no Brasil. Sua obra é reconhecida pelas cores vibrantes, formas geométricas, arabescos e padrões ornamentais que dialogam com a arte popular, o modernismo brasileiro e o barroco. Adriana Varejão (1964) Pintora, desenhista e gravadora, desenvolve trabalhos que investigam a história, a colonização e a cultura brasileira. Suas obras exploram o corpo, a memória e os processos históricos presentes na formação do país. Rosana Paulino (1967) Artista visual, educadora e curadora, aborda em suas obras questões relacionadas à mulher negra, ancestralidade, memória e identidade afro-brasileira, ampliando importantes debates sobre representação e diversidade. As artistas Adriana Varejão e Rosana Paulino representarão o Brasil na Bienal de Veneza em 2026, reforçando a relevância de suas trajetórias na arte contemporânea.  A exposição explora relações entre: - Corpo e espaço; - Corpo e ambiente; - Cultura brasileira e história da arte; - Memória e identidade; - História e cultura afro-brasileira;  - Inclusão e diversidade.  [+] saiba mais Série Ararama: Tempo de Música Brasileira | Sexteto Pro Arte 24/09 Música No dia 24 de setembro, o cenário musical do Rio de Janeiro recebe o quarto concerto da temporada de 2026 da Século 30 Records em sua residência, com a apresentação da Série Ararama: Tempo de Música Brasileira. O concerto acontece na Cidade das Artes dando continuidade ao projeto dedicado à música de concerto no país, com curadoria voltada a estéticas pouco exploradas e a diálogos contemporâneos dentro do repertório brasileiro e universal. Sediada na Cidade das Artes, a série apresenta uma proposta que busca ampliar redes de influência e dar visibilidade à produção nacional. “Ararama”, palavra originária da língua tupi-guarani, remete à ideia de atemporalidade, ao céu e ao futuro - conceitos que atravessam a construção artística do projeto. Em cada concerto, a Século 30 Records - selo fonográfico dedicado à música clássica no Rio de Janeiro - propõe uma experiência de escuta que amplia o contato com o gênero. A série é comprometida com o apoio a intérpretes e compositores emergentes, reunindo artistas que apresentam novas leituras de obras do repertório brasileiro e também composições contemporâneas. Para este quarto concerto na Cidade das Artes, o palco será ocupado pelo Sexteto Pro Arte. Formado pelos chefes de naipe da seção de cordas da Orquestra FESO Pro Arte, o conjunto apresenta a excelência das cordas em um programa sofisticado que une o rigor da execução clássica à fluidez e ao frescor da música brasileira contemporânea. Este concerto celebra a trajetória de um grupo profundamente enraizado na tradição do Centro Cultural Feso Pro Arte de Teresópolis, preservando o legado artístico de uma instituição histórica. A apresentação também reafirma o compromisso da Século 30 Records em criar novos espaços de escuta e valorização para a música de concerto no Brasil, aproximando tradição e produção independente em torno de um programa cuidadosamente escolhido, convidando o público a uma escuta profunda e conectada com a identidade sonora do nosso país. Século 30: Conectando Épocas. Inspirando Gerações. [+] saiba mais A Mágica com Gabriel Montenegro 02/10 a 04/10 Outros Prepare-se para viver o impossível! Você já imaginou voar, ler pensamentos ou até se teletransportar diante dos seus próprios olhos? Chegou a hora de transformar o impossível em realidade! A MÁGICA – O espetáculo de ilusionismo mais aguardado da década – desembarca na América Latina para levar você a uma experiência que vai desafiar sua lógica, mexer com suas emoções e expandir os limites da sua imaginação. Criado e estrelado por Gabriel Montenegro, um dos maiores ilusionistas do mundo, com mais de 20 anos de carreira internacional, presença marcante em novelas, séries e programas de TV, este show não é apenas entretenimento — é uma verdadeira viagem sensorial pelo universo da magia moderna. Gabriel se fez uma pergunta: “O que é a mágica, de verdade?” E a resposta está neste espetáculo que reúne mais de 30 mágicas inéditas e revolucionárias, criadas para te deixar sem palavras. Em A MÁGICA, cada pessoa se torna parte essencial de um show intimista, interativo e absolutamente inesquecível. É mais do que um show. É a noite em que você vai acreditar no inacreditável. Garanta seu lugar agora e venha descobrir por que A MÁGICA está encantando plateias ao redor do mundo. [+] saiba mais 47ª Ciranda de Poesias do Rio de Janeiro 24/10 Arte e Conhecimento Celebração ao Dia do Poeta, Aniversário de 36 anos da Casa do Poeta do Rio de Janeiro, sarau com poetas finalistas do concurso de poemas e artistas convidados.   Recital com apresentações dos poetas finalistas do concurso anual de poemas, premiações, apresentações poéticas e musicais de artistas convidados, sorteios de livros ao público e tarde de autógrafos com os poetas convidados.  A Casa do Poeta do Rio de Janeiro nasceu da união de poetas frequentadores da Biblioteca Popular Municipal de Jacarepaguá – Cecília Meireles (extinta), no ano de 1990. Desde então passou a gerir a realização da CIRANDA DE POESIAS, evento anual em celebração ao Dia do Poeta (20 de outubro), com concurso de poemas e fomentando incentivo à leitura, poesia, produção literária e revelação de novos talentos poéticos e artísticos.   [+] saiba mais