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Por que tanta gente gosta? Samba, choro e bossa nova I Hamilton de Holanda



HAMILTON DE HOLANDA no show POR QUE TANTA GENTE GOSTA? SAMBA, CHORO e BOSSA NOVA


O premiado músico, compositor e improvisador Hamilton de Holanda traz para o palco da Cidade das Artes (RJ) o show, sucesso na internet, POR QUE TANTA GENTE GOSTA?

A ideia nasceu do projeto que Hamilton criou para o YOUTUBE que desvenda clássicos, ritmos e músicos do cancioneiro popular da Música Brasileira. A ideia foi tomando corpo e virou uma série chamada CURIOSIDADES com mais de 24 vídeos visto por centenas de milhares de pessoas https://youtu.be/8cpJ8zRHw1M

No dia 22 de janeiro de 2022, às 18 horas, Hamilton homenageará gêneros brasileiros que seduziram a música mundial: SAMBA, CHORO e BOSSA NOVA. No show teremos as grandes referencias de cada gênero que durantes os anos marcaram nossas vidas como Noel Rosa, Cartola, Tom e Vinícius e Pixinguinha entre outros.

Durante a pandemia, a inquietude criativa de Hamilton e seu parceiro Marcos Portinari gerou projetos digitais com a interação de milhares de internautas como o projeto #desafiocantodapraya, onde vários músicos amadores e profissionais, estrangeiros e nacionais, concretizaram virtualmente o sonho de participar junto da parceria de João Bosco e Hamilton seja cantando, dançando ou solando em “Incompatibilidade de Gênios” (João Bosco e Aldir Blanc), como foi o caso da cantora indiana Varijashree Venugopal https://youtu.be/01Yphb2UPoc
 


Algumas músicas do repertório:

Desafinado - Tom Jobim/Newton Mendonça
Brejeiro - Nazareth
O mundo é um moinho - Cartola
Conversa de botequim – Noel Rosa
O Barquinho – Roberto Menescal/Ronaldo Boscoli
Meu lugar - Arlindo Cruz e Mauro Diniz
Chega de saudade - Tom e Vinícius
Consolação - Baden Powell/Vinícius de Moraes
Samba de verão - Marcos Valle

HAMILTON DE HOLANDA - Virtuoso, brilhante e único são alguns dos adjetivos para descrever este improvisador e compositor multipremiado que inspira audiências em todo o mundo.

Hamilton de Holanda nasceu em 30 de março de 1976 em uma família musical. Seu primeiro instrumento, aos quatro anos de idade, foi a Melódica. Dois anos depois (1982), começou sua carreira profissional, aos seis anos de idade, como um prodígio do bandolim em um programa de TV nacional (Fantástico) com uma audiência de milhões de pessoas. Hoje, como compositor, improvisador, líder de banda, a música deste educador transcende os gêneros e encanta o público.

A construção de sua música vem do incentivo familiar, da consolidação do diploma universitário em composição e da liberdade das tocatas nas ruas da capital brasileira, Brasília, onde cresceu. Seu primeiro gênero foi o Choro, uma herança cultural brasileira, primo do Jazz.

Hamilton foi um dos fundadores da primeira Escola de Choro no mundo (Brasília, 1997) e idealizou a petição ao Congresso Nacional para conceder ao Choro um Dia Nacional. Como resultado, desde 23 de abril de 2000 é comemorado no Brasil o dia Oficial do Choro, por proclamação do então presidente brasileiro, expondo a primeira música popular brasileira ao povo.

Também em 2000, um ano emblemático para ele, reinventou o tradicional Bandolim de 8 cordas adicionando um par de cordas graves extras afinadas em Dó (indo de 8 a 10) dando-lhe uma voz mais profunda que emancipa o emblemático brasileiro instrumento do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento no número de cordas, combinado com os solos rápidos, contrapontos e improvisações, inspira uma nova geração a pegar o bandolim de 10 cordas.

O tocar e improvisar de Hamilton transcende limitações e gêneros. Hoje ele viaja para os diferentes cantos do planeta "trazendo seu coração na ponta dos dedos", apresentando suas próprias composições com seu som característico. Ele interage com outras tradições musicais, conjuntos e instrumentos. Isso permite que ele seja o solista convidado do Wynton Marsalis e sua Jazz at Lincon Center Orchestra, ou executar suas próprias composições com orquestras sinfônicas de todo o mundo; dos Festivais Rock / Pop ao megashow de Dave Mathews Band no The Gorge; do lendário palco do Central Park em Nova York aos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro; dos nobres museus como o Smithsonian em Washington ou o Grand Palais de Paris até o nosso famoso Carnaval no Rio de Janeiro. Lugares como Austrália, Paris, Alemanha, Amsterdã, Roma, Noruega, Los Angeles e outras cidades e festivais ao redor do mundo.

Hamilton é muito ativo nas redes sociais, onde seus números globais, para um músico instrumental, são impressionantes (ex: mais de 600 mil ouvintes mensais Spotify, 206 mil inscritos no facebook, 53 mil no Youtube e 134 mil no instagram). No Brasil, ele alcançou status de estrela, recebendo o carinho do público nas ruas e vários prêmios de críticos e pares. É um músico multipremiado, vencedor de vários Grammy Latinos, Prêmio da Música Brasileira, Echo Jazz, Choc e inúmeras indicações.

O apoio popular e o desejo nato de retribuir o inspirou a promover concertos beneficentes para as grandes tragédias e projetos sociais no Brasil, como o ABRACE, que oferece assistência social a crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue. Hamilton também apoia programas musicais para pessoas de áreas economicamente desfavorecidas para reforçar sua imagem e ajudar os jovens a encontrar inspiração e emprego.

Hamilton tem uma longa discografia seja suas próprias composições ou homenagens a alguns de seus ídolos. Ele lançou suas gravações em sua própria gravadora independente, Brasilianos, ou em parceiros mundiais como Universal, ECM, MPS, Adventure Music. Ele entende que a indústria musical precisa de definições de categorias para a música que toca, como por exemplo Jazz, Brazilian Jazz, Brazilian Popular Music; mas para ele a inspiração transcende os rótulos, é algo que cresce livremente sem a necessidade de ser definido.  E assim vai!

Ele gosta de se explicar como um explorador musical em busca de beleza e espontaneidade.

Hamilton dividiu o palco ou gravou com Wynton Marsalis, Chick Corea, The Dave Mathews Band, Paulinho da Costa, Chucho Valdes, Egberto Gismonti, Ivan Lins, Milton Nascimento, Joshua Redman, Hermeto Pascoal, Gilberto Gil, Richard Galliano e John Paul Jones. , Bela Fleck, Stefano Bollani entre muitos outros.


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NÃO SE ESQUEÇAM:
O comprovante de vacina contra a Covid-19 é obrigatório desde  15 de setembro, no Rio, para a visitação e entrada em alguns estabelecimentos e locais de uso coletivo. Junto a ele é necessário apresentar documento de identidade com foto.

Quais serão aceitos e como emitir?
-> Certificado de Vacinação Digital (disponível no aplicativo Conecte SUS).
-> Caderneta de Vacinação Impressa em Papel Timbrado (Disponibilizada na hora da vacinação pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, pelos Institutos de Pesquisa Clínica ou outras Instituições governamentais nacionais ou estrangeiras).


DECRETO RIO Nº 49335 DE 26 DE AGOSTO DE 2021.



Saudades do Rio - Hamilton e Gabriel de Holanda





Música

Informações Gerais

Datas

22/01/22

Horários

Sábado
18h

R$ 80,00 (inteira)
R$ 40,00 (meia)

Duração

90 min Minutos em média

Local

Cidade das Artes

Sala

Teatro de Câmara

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Demais Eventos da Programação

Nova Vanguarda Carioca | Exposição 08/01 a 20/03 Artes Visuais CIDADE DAS ARTES APRESENTA NOVA VANGUARDA CARIOCA CURADORIA GRINGO CARDIA O Rio de Janeiro sempre foi uma das fontes reverberadoras das novas tendências e criatividade do Brasil. Uma cidade cosmopolita, heterogênea, complexa, que vibra em diferentes frequências e promove a arte do inusitado, do provocador, do inovador num encontro agregador das diferenças, das diversidades e da mistura dos polos sociais. A Cidade das Artes tem o prazer de receber e patrocinar a exposição Nova Vanguarda Carioca, composta por uma geração emergente de artistas plásticos, que explode com sua arte de muitas cores, discussões identitárias e de territórios, conquistando o panorama da arte nacional e internacional. Um trabalho pulsante, marcado nas suas raízes periféricas urbanas de todo o Brasil. A curadoria é de Gringo Cardia, artista e cenógrafo que trabalha neste universo e que ao lado de Vik Muniz, Marisa Orth, Malu Barretto e Giovanni Bianco lidera um projeto social de juventude, arte e tecnologia - a escola Spectaculu, existente há 22 anos no Cais do Porto, fazendo a inclusão pela arte. A reunião destes artistas nesta exposição evidencia o poder e a potência que a arte tem como papel de transformação social. A Cidade das Artes amplifica e abriga a abstração do que é ser um espaço vivo. Impregna nas suas colunas concretas a multiplicidade da cidade, na interculturalidade de suas várias zonas. Recria um pouco do Rio, uma trama mista de gostos, hábitos, usos e funções. Um convite para um profundo mergulho, conceitualmente mutável, coletivo e agregador. A mostra reúne a nova potência criativa do Rio e celebra essa retomada das novas tendências artísticas do Brasil. [+] saiba mais Jacksons do Pandeiro | Musical 14/01 a 30/01 Musical APÓS SUCESSO COM ESTREIA PIONEIRA NA TELEVISÃO E INTERNET, BARCA DOS CORAÇÕES PARTIDOS FAZ TEMPORADA PRESENCIAL DE ‘JACKSONS DO PANDEIRO’ Jackson do Pandeiro ganha ‘homenagem sincopada’ com direção de Duda Maia, texto de Braulio Tavares e Eduardo Rios e direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos Espetáculo estreou ao vivo em transmissão do Canal Bis e no YouTube Vencedor Prêmio APTR – Espetáculo inédito ao vivo Indicado Prêmio APCA – Melhor Espetáculo Virtual Reconhecida por seu trabalho baseado em teatro e música, a companhia Barca dos Corações Partidos escolheu um homenageado à altura em seu novo projeto: Jackson do Pandeiro (1919-1982), cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano que recebeu a alcunha de ‘Rei do Ritmo’ por suas mais de 400 canções recheadas de gêneros brasileiríssimos, como samba, forró, coco, baião e frevo. Após incursões pela obra de Mario de Andrade (‘Macunaíma, Uma Rapsódia Musical’) e Ariano Suassuna (‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’), a Barca se debruçou sobre este cancioneiro para criar um espetáculo inédito. ‘Jacksons do Pandeiro’ não é uma biografia, mas o texto – assinado por Braulio Tavares e Eduardo Rios – aborda episódios e músicas de Jackson que se relacionam com a vida dos atores em cena. Dirigida por Duda Maia, a montagem estrearia em abril de 2020, mas foi adiada a poucos dias de seu lançamento por conta da pandemia. Após promover um festival virtual e produzir clipes durante a quarentena, a Barca dos Corações Partidos retomou os ensaios e estreou virtualmente o espetáculo, que tem direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos e idealização de Andréa Alves, da Sarau Agência, produtora da Barca desde a sua criação. Passado o enorme sucesso da pioneira estreia pela televisão e internet, ‘Jacksons do Pandeiro’ fará agora a sua primeira temporada presencial, de 7 a 30 de janeiro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. ******* O universo rítmico de Jackson do Pandeiro norteou toda a concepção do musical. Responsável pela preparação corporal do primeiro espetáculo da Barca, Duda Maia está no DNA da companhia, em parceria que se consagrou com a direção do premiado ‘Auê’ (2016). Desta vez, ela aprofundou ainda mais a ideia de ‘corpo-rítmico’ dos atores, ao abordar um compositor cuja obra é marcada pelo suingue, ginga e síncope, aquele tempo musical presente no samba e em outros gêneros, quando o ritmo sai do tempo esperado. Os integrantes da Barca (Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano e Ricca Barros) dividem a cena com três artistas convidados: Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza. Juntos, eles passaram meses envolvidos em oficinas, pesquisas e em um longo processo de ensaios, quando o texto foi desenvolvido a partir de exercícios e histórias pessoais. ‘Optamos por distribuir a ação em brincantes que contam pedaços de suas histórias pessoais, as quais em muitos pontos coincidem com a história de Jackson. Falando de Jackson, falamos desses nordestinos anônimos. Falando deles, falamos do cantor e compositor que levou a vida deles para as rádios e as TVs, em forma de cocos e baiões’, analisa Braulio Tavares, natural de Campina Grande (PB) e autor de ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, que desta vez divide a dramaturgia com o pernambucano Eduardo Rios, fundador da Barca e integrante de todas as seis montagens da companhia. Ambos têm profunda relação com a cultura nordestina e sua poesia popular. ‘Jacksons do Pandeiro’ traz ainda músicas novas, que transformam a obra do homenageado, ao dar novos arranjos, acrescentar letras e introduzir canções criadas no processo.  ‘É um ‘pedir licença’ à obra dele, mas sem deixar de homenageá-lo com todo respeito, carinho e admiração’, conta Eduardo Rios, que ressalta a participação ativa da diretora Duda Maia neste trabalho. ‘O texto surgiu depois dos ensaios já estarem seguindo. Duda entende a dramaturgia não somente como palavra falada. A ligação das cenas é feita por palavras, músicas ou por uma coreografia, por algo que não está escrito’, diz. Vinda do sucesso ‘Elza’, a diretora frisa que a encenação foi construída através de musicalidade e corporeidade, uma marca de seu trabalho. Assim como nas montagens anteriores, todos os instrumentos são tocados pelos atores em cena. ‘Trazemos a forma sincopada do canto para o jogo de cena o tempo todo. Em nosso título, Jacksons aparece no plural porque são várias histórias que se cruzam e se confundem com Jackson’, conta Duda Maia. A diretora revela ainda que dividiu o palco em dois espaços cenográficos, nos quais os atores brincam com seus diferentes níveis e alturas. Como Jackson era fã de filmes de faroeste, ela concebeu a encenação de algumas canções como pequenos curtas-metragens ou clipes animados, apresentados em um local que remete a uma tela de cinema.   Samba, forró, baião e coco: um Garrincha da música Vencedores dos prêmios Shell, APTR, Cesgranrio, Reverência e Botequim Cultural pelo trabalho em ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, Alfredo Del Penho e Beto Lemos repetem a parceria na direção musical do espetáculo. Após minuciosa pesquisa de Alfredo, mais de 400 composições compostas ou gravadas por Jackson foram levantadas e o grupo passou um período trabalhando em exercícios após a audição das canções. A lista comprova que Jackson era um artista sem fronteiras e que nunca se prendeu a um gênero específico, passeando por samba, forró, baião, coco, frevo, entre muitos outros. O repertório contempla sucessos como ‘Sebastiana’, ‘O Canto da Ema’, ‘Chiclete com Banana’ e ‘Cantiga do Sapo’, além de canções menos conhecidas que revelam mais da alma brasileira e sincopada do artista. ‘Dá para dizer que ele era um Garrincha da música. Às vezes, o texto aparece em forma de música, às vezes como uma poesia ou um poema musicado. Cada vez que ele aparece, ele propõe uma nova brincadeira rítmica - mesmo não tendo uma métrica de poesia - por meio de um jogo de palavras ou outro mecanismo. A nossa ideia é fazer isso para dialogar com as músicas do Jackson, que tinham poesia, brincadeira e alegria’, resume Braulio Tavares. Jackson do Pandeiro Natural de Alagoa Grande (PB), José Gomes Filho (1919-1982) iniciou a sua trajetória artística ao acompanhar a mãe em rodas de coco, nos arredores de um engenho. Alfabetizado aos 35 anos, ele migra para o Rio de Janeiro e estreia em disco (1953) com um compacto que trazia dois sucessos que marcariam a sua carreira: ‘Sebastiana’ e ‘Forró em Limoeiro’. Nos anos que seguiram, participou de filmes, festivais e apresentou composições – a maioria com um toque característico de humor – que entrariam para a história da música popular brasileira. Deixou como legado mais de 140 discos recheados dos mais diversos gêneros, como samba, forró, baião, entre outros. A Barca dos Corações Partidos:  A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Produtora das cinco montagens e de ‘Jacksons do Pandeiro’, Andréa Alves, da Sarau Agência, foi também a idealizadora de todos os projetos.   [+] saiba mais Maquete de LEGO® do Rio de Janeiro I Exposição Permanente Evento Permanente Artes Visuais LEGO® doa ao Rio de Janeiro a maquete feita com 947 mil peças A maquete do Rio de Janeiro feita totalmente em LEGO foi construída para homenagear de forma criativa e inusitada a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e ficará exposta permanentemente na Cidade das Artes como legado cultural. A construção destaca os 25 importantes ícones da cidade como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, o Maracanã, entre outros. [+] saiba mais Oficina de Percussão I DuRio 26/08 a 26/02 Projeto CDA A ideia de montar a Oficina DURIO de percussão surgiu no final de 2015, com o objetivo de ser a única oficina de percussão da Barra da Tijuca no Rio de Janeiro a oferecer a oportunidade de aprendizado musical e da experiência de tocar, em grupo, ritmos como: samba, reggae, regional, funk, frevo, rock e marchinha, usando instrumentos tradicionais das escolas de samba. Acreditamos na ideia de uma enorme demanda e interesse do público pela música, que não seja somente escutar canções e assistir a shows, mas efetivamente participar, tocar, se apresentar e explorar a musicalidade que existe em todos nós! A ideia vem dando certo. Nesses últimos anos, lecionamos mais de 150 aulas, desfilamos três vezes em formato de bloco pelas ruas do condomínio Novo Leblon, com nossos alunos tocando e um cortejo com quase 1.000 foliões, fizemos mais de 10 eventos de apresentação pública dos alunos, integramos a bateria show da Oficina Du Rio com a Banda Du Rio na abertura de dois desfiles em pleno domingo de carnaval no posto 6/ praia de Copacabana, além de assistirmos mais de 100 alunos passarem pela nossa sala de aula e muitos deles saírem pelas ruas do Rio, desfilando nos diversos blocos de carnaval. [+] saiba mais LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO | Exposição e Oficinas 01/12 a 19/01 Arte e Conhecimento LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO - A EXPOSIÇÃO vai ficar aqui na Sala de Leitura da Cidade das Artes por mais tempo. Então, se você não conseguiu nos visitar agora em dezembro você pode fazer isso até dia 19 de janeiro. Haverá também oficinas gratuitas nas tardes dos dias 18 e 19 a partir das 14h. Quem participar das oficinas terá a oportunidade de aprender vários tipos de Encadernação e também uma iniciação à aquarela. Não percam!!! OFICINAS 18/01 14h ENCADERNAÇÃO LEPORELLO Um tipo muito versátil de encadernação, que não necessita de costura e é feita a partir de dobras alternadas do papel. Também conhecida como concertina ou sanfona. Classificação: todas as idades 15h ENCADERNAÇÃO BORBOLETA Vamos fazer um mini livro utilizando uma das costuras mais simples e mais versáteis da encadernação: a costura borboleta ou pamphlet. O projeto terá capa flexível com lombada quadrada e dois caderninhos internos. Classificação: acima de 8 anos Dia 19/01 14H AQUARELA PARA CAPA DE MINI LIVRO Vamos produzir uma linda aquarela, com uma técnica bem fácil de aprender e que servirá como um aplique na capa do projeto de encadernação que será ensinado na sequência. Classificação: a partir de 10 anos 15H ENCADERNAÇÃO COM DOBRA/ENCAIXE, SEM USO DE ADESIVOS Neste projeto não utilizaremos costura ou cola para a confecção do miolo do caderninho. Ele será feito a partir de dobras e encaixe das folhas (vamos usar a aquarela da primeira aula na capa). Classificação: a partir de 10 anos As oficinas dos dias 18 e 19 serão dadas pelas artistas Ana Fiorani e Adriana Lyra. Esta Mostra é composta pelos projetos que são ensinados no conteúdo da publicação LOUCOS POR ENCADERNAÇÃO - O LIVRO. Ao visitante, será possível perceber, através da diversidade das obras, como a encadernação artesanal permite que outras artes, materiais e técnicas sejam incorporadas aos projetos.   Através de ferramentas e utensílios comuns ao ofício do encadernador/artesão, que também estarão expostos, o visitante poderá inteirar-se um pouco mais sobre os processos envolvidos na confecção de um Livro. Com essa pequena amostragem, um recorte da produção nacional dessa arte/ofício, esperamos ampliar a visão do público em geral sobre a confecção artesanal de livros, seu uso como suporte para outras artes, e principalmente, mostrar a possibilidade de serem feitos por eles mesmos. [+] saiba mais Vacinação COVID-19 10/01 a 18/12 Outros A vacinação acontece no 2° andar da Cidade das Artes (Esplanada), é preciso apresentar documento de identidade e número do CPF. O comprovante de vacinação deverá ser guardado e apresentado quando chegar a hora de tomar a próxima dose da vacina.  A vacinação contra a COVID-19 a cada dia é destinada a grupos indicados nos calendários oficiais de vacinação divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, verifique sempre nos sites e redes sociais oficiais da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde. O ponto de vacinação (PV), na Cidade das Artes foi inaugurado em 31 de março de 2021, pela Secretaria Municipal de Saúde, para facilitar o acesso da população.   [+] saiba mais AKEDAH | Teatro (Adiado) 15/01 a 30/01 Teatro Vazio, é exatamente do tamanho da amizade que o homem tinha pelo seu Criador. Eles eram felizes; eles eram livres; eles eram eternos. Eles só não sabiam o que isso significava. Até que conheceram... AKEDAH. Todo fim tem um começo, e esse começo do fim, iniciaria uma das maiores tragédias da humanidade. Um casal cuja amizade com o Eterno era total e irrestrita, começam um distanciamento por sua própria escolha. Um espetáculo denso e marcante, cuja temática central é a escolha do homem e todas as suas consequências advindas da mesma. Nada fica impune. Nem mesmo as menores escolhas. Cada uma trará uma consequência, quer seja boa ou ruim, cada atitude tem seu preço e cada preço é cobrado. A distância, a saudade, o remorso, o vazio... sentimentos antes desconhecidos pelo homem, passam a fazer parte de seu cotidiano, de sua vida como um todo. Esse vazio, essa saudade, leva a milhares tentarem supri-las com atitudes desenfreadas. Sexo, compras, poder, fama, drogas... mas nada disso adianta. Ficha Técnica Texto & Direção: Ariel Cohen Encenação: COHEN.Cia - COMPANHIA DE TEATRO [+] saiba mais