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Evento Encerrado

Guilherme Pimenta Quarteto | Show Catopê



Guilherme Pimenta vem se destacando na cena instrumental por fazer parte de uma nova geração de violinistas que estão trazendo o instrumento para o meio da música popular e da improvisação no Brasil. O show "Catopê" traz ao público o repertório do do CD lançado agora em 2019. O espetáculo apresenta composições inéditas que passeiam por diversos estilos como Choro, Frevo Xote, Baião e Rock interpretadas com intensidade e criatividade por este quatro expoentes da atual geração de instrumentistas brasileiros.

O Guilherme Pimenta Quarteto lançou em 2018 o EP "Violino na Roda" apresentando um trabalho relevante para a efervescente cena da música instrumental e elogiado por grandes violinistas do Jazz. Em 2019 o quarteto se prepara para lançar o CD "Catopê". Formado por Guilherme Pimenta (violino), Pablo Arruda (contrabaixo) e Daniel Ganc (violão) e Lourenço Vasconcellos (bateria), o grupo faz um show descontraído e dançante com destaque para as composições autorais. Eles já passaram por palcos importantes como Casa do Choro, do Circo Voador, Teatro Municipal de Niterói e participaram de festivais como "Verão Arte Contemporânea" em Belo Horizonte e "Acordes do Amanhã".

Música

Informações Gerais

Datas

24/08

Horários

20h (Sábado)
 

Local

Cidade das Artes

Sala

Teatro de Câmara

Classificação Etária

Livre

Preços

Inteira: : R$ 40,00

Meia: : R$ 20,00

Em caso de compra de ingresso pelo call center ou pelo site é possível escolher somente o setor que você deseja. O próprio sistema identifica as cadeiras livres no setor escolhido e emite os ingressos referentes aos lugares vagos. Comprando o ingresso diretamente na bilheteria da Cidade das Artes é possível escolher setor e cadeira.

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Maquete de LEGO® do Rio de Janeiro 01/01 a 31/12 Artes Visuais LEGO® doa ao Rio de Janeiro a maquete feita com 947 mil peças A maquete do Rio de Janeiro feita totalmente em LEGO foi construída para homenagear de forma criativa e inusitada a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e ficará exposta permanentemente na Cidade das Artes como legado cultural.   A construção destaca os 25 importantes ícones da cidade como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, o Maracanã, entre outros.   SOBRE A MAQUETE Com quase 1 metro de altura, cerca de 30 m², mais de uma tonelada e meia e com 947 mil peças, a LEGO® montou a sua maior construção já realizada para a América Latina, reproduzindo em blocos 25 ícones do Rio de Janeiro, escolhidos em conjunto com a Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Empresa Olímpica Municipal (EOM) em 2016.   Foi a primeira vez que uma construção desse tipo demandou esforços de três equipes de diferentes fábricas da LEGO de forma simultânea, localizadas nos Estados Unidos, Dinamarca e República Tcheca. Foram necessárias mais de 50 pessoas no projeto, comandado pelos Master Builders, designers especializados na criação de esculturas com os blocos da marca.   Durante os Jogos de 2016, a maquete recebeu mais de 85 mil pessoas de diversas nacionalidades e idades, com uma grande presença de famílias inteiras, que a visitaram no Boulevard Olímpico, local onde ficou exposta.   Os 25 ícones representados na maquete de LEGO da cidade do Rio de Janeiro: 1. Cristo Redentor 2. Pão de Açúcar 3. Copacabana Palace 4. Calçadão de Copacabana 5. Arpoador 6. Calçadão de Ipanema 7. Lagoa Rodrigo de Freitas 8. Jardim Botânico 9. Floresta da Tijuca 10. Morro Dois Irmãos 11. Pedra da Gávea 12. Parque Olímpico do Rio 13. Parque Radical 14. Parque Madureira 15. Estádio Olímpico Nilton Santos (conhecido popularmente por Engenhão) 16. Igreja da Penha 17. Avenida Brasil / BRT 18. Estádio do Maracanã 19.  Sambódromo da Marquês de Sapucaí 20. Praça Mauá 21. Arcos da Lapa 22. VLT 23. Aterro do Flamengo 24. Comunidade Dona Marta 25. Catedral Metropolitana   Sobre o Grupo LEGO® O Grupo LEGO® é uma empresa privada com sede em Billund, na Dinamarca, e tem atuação em mais de 140 países. Fundada em 1932, a empresa é de propriedade da família Kirk Kristiansen e, baseada nos blocos da marca, é uma das principais fabricantes mundiais em brinquedos de montar.   AGENDAMENTO ESCOLAR: Favor entrar em contato pelo e-mail saladeleitura.fca@gmail.com  ou pelo telefone 3325-0448 ENTRADA GRATUITA   [+] saiba mais Educativo | Cursos, Oficinas e atividades de Arte e Connhecimento 01/01 a 31/12 Arte e Conhecimento   OUTUBRO HITCHCOCK E O INCONSCIENTE | UMA ABORDAGEM JUNGUIANA  Data: 17/10 Horário: Quinta - 17h às 19h Classificação Etária: Livre Local: Sala de Leitura Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou 3325-0448 GRATUITO Saiba Mais   Imagem e Gestão: conversas para quem trabalha para si mesmo Data: 26/10 Horário: Sábado - 10h e 11h 10h - Modelagem de negócios com o Canvas | por Priscila Gonçalves 11h - Rachel - Consultoria de imagem personalizada | por Rachel Mendes Classificação Etária: Livre Local: Sala de Leitura Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou 3325-0448 GRATUITO Saiba Mais   ARTETERAPIA | COMO INTERPRETAR OS DESENHOS DE SEUS FILHOS Data: 31/10 Horário: Quinta - 19h30 e 20h30 Classificação Etária: Livre Local: Sala de Leitura Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou 3325-0448  GRATUITO Saiba Mais NOVEMBRO Imagem e Gestão: conversas para quem trabalha para si mesmo Data: 23/11 Horário: Sábado - 10h e 11h 10h - Planejamento Estratégico para pequenos negócios | por Priscila Gonçalves 11h - Imagem para o sucesso | por Rachel Mendes Classificação Etária: Livre Local: Sala de Leitura Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou 3325-0448 GRATUITO Saiba Mais     DEZEMBRO LABORATÓRIO DA ÓPERA Data: 02/12 a 06/12 Horário: Dia 02/12 de 15h às 17h30  |  Dias 03, 04 e 05/12 de 10h às 19h  |  Dia 06/12 - Concerto às 18h Classificação Etária: Livre Local: Sala de Ensaio 3 INCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ O DIA 27 DE OUTUBRO PELO SITE Para se inscrever CLIQUE AQUI. 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Baseado no premiado livro de Alice Walker, vencedor do Prêmio Pulitzer, e no inesquecível filme de Steven Spielberg. Texto de Marsha Norman, música de Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray, e versão brasileira de Artur Xexéo. O espetáculo chega ao Brasil nas mãos do aclamado diretor Tadeu Aguiar, com direção musical de Tony Lucchesi, produção de elenco de Marcela Altberg, cenário de Natalia Lana, figurinos de Ney Madeira e Dani Vidal, coreografias de Suely Guerra, coordenação de produção de Norma Thiré e produção de Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr da "Estamos Aqui Produções Artísticas". A Cor Púrpura é uma saga familiar inspiradora que conta a história de uma mulher que, através do amor, encontra a força para triunfar sobre a adversidade e descobrir sua voz no mundo. Por trás da história de Celie, há uma crítica à relação entre homens e mulheres, ao poder dado ao homem em uma sociedade que ainda luta por igualdade entre gêneros, etnias e classes sociais. Um espetáculo que retrata um pedaço do mundo no início do século XX, mas que nos mostra a atualidade dessas questões. No elenco, enormes talentos do teatro musical brasileiro como Letícia Soares, Sérgio Menezes, Lilian Valeska, Flavia Santana, Jorge Maia, entre outros. Ficha técnica: Texto: Marsha Norman Músicas: Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray Versão brasileira:  Artur Xexéo. Direção Geral: Tadeu Aguiar Direção Musical: Tony Lucchesi Elenco: Letícia Soares, Sérgio Menezes, Lilian Valeska, Flavia Santana, Jorge Maia, entre outros. Assistência de direção: Flavia Rinaldi Produção de elenco: Marcela Altberg Cenário: Natalia Lana Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal Desenho de luz: Rogério Wiltgen Desenho de som: Gabriel D’Angelo Coreografia: Sueli Guerra Visagismo: Ulisses Rabelo Assistência de cenografia: Gisele Batalha Assistência de Coreografia: Olivia Vivone Assistência de direção musical: Thalyson Rodrigues Assessoria de Imprensa: barata Comunicação Registro Videográfico: Paulo Severo Comunicação em redes sociais: Rafael Nogueira Projeto gráfico: Alexandre Furtado Coordenação de produção: Norma Thiré Produção Geral: Eduardo Bakr [+] saiba mais O Jogo | Teatro 28/09 a 20/10 Teatro   Versão brasileira do espetáculo "O Jogo" estreia em setembro na Eletroacústica. Duas mulheres, duas Anas. Um jogo. E que Jogo! Uma disputa emocionante entre duas mulheres que se opõem e se complementam. Quanto melhor o adversário, melhor o desafio e maior o sabor da vitória. Em "O Jogo", peça vencedora de prêmios internacionais, a autora venezuelana Mariela Romero apresenta uma fábula sobre amor e dependência. Duas mulheres criam jogos de submissão e crueldade enquanto esperam por um homem misterioso que as domina. O jogo não é apenas um jogo, mas uma maneira precisa, ainda que estranha, de sobreviver. No elenco, as atrizes Geovana Metzger e Milah Coutinho. Rafaela Amado assina a direção. O Jogo foi montado pela primeira vez no Brasil na década de 2000, com Rafaela Amado no elenco sob direção de João Fonseca. Agora, Rafaela Amado (Cartas para Gonzaguinha, Na Bagunça do Teu Coração, Brasil Mon Amour, O Bom Canário, O Jardim Secreto) retoma o projeto como diretora, para trazer à tona temas como opressão feminina, miséria humana e dependência. A peça trata destas questões através de uma perspectiva lúdica, bem-humorada e irônica, em um jogo cênico envolvente no qual violência, sexo e poesia estão presentes em uma mistura de emoções. Quase 15 Anos se passaram entre a primeira montagem no Brasil e esta, e as relações de dominância, dependência e poder continuam na pauta do dia, disse Rafaela Amado. Segundo a atriz Geovana Metzger, a ideia do projeto surgiu de um exercício, uma leitura sem compromisso. Quando fizemos a primeira leitura da peça, sentimos a necessidade pulsante de colocar O Jogo em cartaz, texto potente que faz bom uso do lúdico e alcança êxito ao expor as mazelas da sociedade de forma envolvente. O feminino tão presente na peça se transpõe em nossa montagem, disse a atriz. Sua companheira de cena, Milah Coutinho afirma que montar o jogo faz parte de uma realização pessoal e profissional. O texto é tão atual que cada dia do processo me fez aprender e entender um pouco mais sobre as relações humanas.   Diretor: Rafaela Amado Elenco: Geovana Metzger e Milah Coutinho Fotos: Letícia Raquel. [+] saiba mais O Dia Seguinte | Exposição 10/10 a 10/11 Festival RIO DE JANEIRO RECEBERÁ EXPOSIÇÃO INTERATIVA SOBRE EMERGÊNCIA CLIMÁTICA E FUTURO DAS CIDADES Objetivo da exposição é mostrar as possibilidades de futuro para as cidades e a importância do combate ao aquecimento global e seus efeitos. Em cartaz de 10 de outubro a 10 de novembro na Cidade das Artes, a exposição O DIA SEGUINTE oferece ao público uma experiência imersiva nos efeitos das mudanças do clima e nas consequências e oportunidades que elas oferecem para as cidades. Visitantes de todas as idades são conduzidos por um conjunto de espaços lúdicos, sensoriais e interativos que contam a história dos centros urbanos, as características da emergência climática e a necessidade de construir um novo futuro, com cidades mais inclusivas e sustentáveis. Inteiramente gratuita, a mostra é uma produção da empresa carioca Na Boca do Lobo e tem patrocínio Master da Uber e Prata das Lojas Americanas, captados com recursos da Lei de Incentivo à Cultura. A exposição ocupa mais de 700 metros quadrados da Cidade das Artes, divididos em dois pavimentos. O DIA SEGUINTE é resultado de dois anos de pesquisa e mapeamento dos cenários possíveis, e leva o público a vislumbrar todas as possibilidades de futuro para as cidades. O foco nos centros urbanos se justifica pelos números: apesar de ocuparem apenas 2% da superfície terrestre, elas concentram 80% do PIB Global e são responsáveis por cerca de 70% dos gases de efeito estufa global, consomem mais de 60% da energia gerada e produzem 2/3 do lixo do planeta. Projeções das Nações Unidas mostram que, em 2050, 7 bilhões de pessoas viverão nesses espaços, o que demandará 35% mais alimentos, 40% mais água e 50% mais energia. O futuro do planeta depende das soluções que as cidades encontrarem para estes problemas. As Cidades Possíveis O DIA SEGUINTE é uma experiência de imersão nos impactos das mudanças do clima nas cidades e na vida das pessoas, além de uma reflexão sobre oportunidades para um futuro de baixo carbono e de uma vida mais justa e equilibrada, com cidades sustentáveis e inclusivas para todos. A exposição conecta temas aparentemente distintos, mas sempre relacionados à crise climática. A palavra “crise”, por sinal, ficou ultrapassada: a expressão mais usada por cientistas em todo o mundo passou a ser emergência climática. Em outubro de 2018, o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) fez o alerta: a janela de tempo para limitarmos o aquecimento global em 1,5ºC, nos termos do Acordo de Paris, é de apenas 12 anos. E qual o papel das cidades nessa história? “As cidades são causa, sofrem as consequências e podem ser a solução para o enfrentamento realista e urgente das mudanças do clima. A ciência nos mostra que os eventos extremos podem se tornar frequentes. Como o assunto é complexo, desenvolvemos uma exposição sensorial e de imersão para demonstrar que o clima se relaciona diretamente a tudo o que nos importa: saúde, educação, igualdade de gênero, redução da desigualdade social, construção civil, infraestrutura e saúde. A palavra de ordem deve ser transformação, para cidades justas, inclusivas e sustentáveis”, diz Felipe Lobo, co-criador da exposição. A mostra tem um efeito mobilizador. "Nós entendemos o impacto que a Uber tem na vida das pessoas e também na vida das cidades. Só no Brasil, são mais de 600 mil motoristas parceiros que usam a Uber como opção de geração de renda e 22 milhões de usuários que escolhem a Uber para se movimentar. Para nós, apoiar projetos como O DIA SEGUINTE significa usar essa força da nossa plataforma para trazer uma contribuição relevante às cidades por meio da tecnologia", afirma Silvia Penna, Gerente de Operações da Uber. "Nossa visão de futuro para as cidades é que o negócio da Uber será muito mais do que conectar pessoas apenas a carros. Queremos que o app se torne uma plataforma onde o usuário possa escolher o melhor modal para seu deslocamento, incluindo transporte público, bikes ou patinetes", complementa Silvia. “O DIA SEGUINTE é uma grande reflexão sobre os impactos da ação humana no meio ambiente. A exposição traz para o presente as consequências do desenvolvimento insustentável e explora alternativas para o combate à mudança climática global, Objetivo do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Com o patrocínio ao evento, a Lojas Americanas e Americanas.com acreditam estar dando mais um passo importante na sensibilização para o tema e seus efeitos para as gerações atuais e futuras”, comemora Carlos Padilha, diretor de sustentabilidade das Lojas Americanas. As cartas estão na mesa. Qual futuro queremos construir? Como é a Exposição O DIA SEGUINTE conduz o público por um caminho de mais de 700 metros quadrados, divididos em dois andares na Cidade das Artes. São seis módulos, com propósitos interligados: [Bem-Vindos AO Dia Seguinte] – Espaço de boas vindas do público, no qual será possível passear por um piso interativo que mostra o acúmulo de plástico nas cidades e calcular a pegada de carbono durante um ano, e o que isso significa em número de árvores maduras para o planeta. [Des]Ordem - Uma sala escura cerca o público com projeções em painéis de LED de imagens reais e sensações chocantes e até desconfortáveis dos efeitos dos eventos climáticos extremos - ondas de frio, calor, furacões, inundações, destruição. Tudo o que já acontece, mas pode vir a se tornar um novo e desastroso “normal” nas cidades do mundo.   [Des]Humanidades - Quem são as vítimas de tanta destruição? Neste módulo, feito para sensibilizar, o público “conhece” pessoas reais que sofreram com a crise climática ao redor do globo. Um painel gigante e telas verticais ajudarão a contar as histórias dessas pessoas - que poderiam ser qualquer um de nós moradores de centros urbanos. [Trans]Formação - Mas como chegamos a esse ponto? Animações combinadas em 2D e 3D contam a história da Terra, desde a Pangeia até hoje, e apresenta os impactos da ação humana sobre o planeta, até chegar às redes complexas que são as cidades atuais e as ameaças que pairam sobre elas com a emergência climática – além das oportunidades. [In]Formativo - Para ajudar na compreensão, entre as salas do [Des]Humanidades e [Trans]Formação haverá um módulo de imersão, com painéis touch repletos de infografias interativas e jogos divertidos para que os visitantes se aprofundem mais no tema e possam antever tanto as previsões mais pessimistas dos cientistas para o futuro como visualizar os benefícios de adotarmos caminhos mais sustentáveis, além de soluções possíveis rumo a uma economia de baixo carbono. Cidades atuais que já são bons exemplos também ganham espaço, para mostrar que a transformação é viável.  [R]Evolução - O último módulo da exposição traz uma mensagem de esperança. Como será a cidade do futuro com que todos sonhamos? Torres de LED mostrarão espaços muito mais organizados, limpos e habitáveis (como, aliás, algumas cidades do mundo já são), com prédios de jardins verticais, telhados verdes, energias renováveis, transportes públicos eficientes e compartilhados, saneamento básico universal, microclima equilibrado e tecnologias. Bons exemplos existem para ser compartilhados. Holografias, óculos de realidade virtual, telas touch, um grande painel interativo de colorir e brinquedos, como dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, complementam a experiência educativa e lúdica da exposição O DIA SEGUINTE, que é aberta para toda a família e terá todas as emissões de gases de efeito estufa compensadas pelo Amigo do Clima, desde sua concepção até a desmontagem. [+] saiba mais Hacktudo | Festival de Cultura Digital 26/10 a 27/10 Festival Nos dias 26 e 27 de outubro, o HACKTUDO ocupa a Cidade das Artes com hackathons, palestras, oficinas, mostra maker e exposição Com múltiplas atrações culturais, o festival retorna com o melhor do entretenimento digital: as Arenas de Drones e Robôs O HACKTUDO está de volta para uma grande celebração da tecnologia. Com entrada gratuita e uma programação voltada para todos os públicos. Nesta edição, não só as tendências da tecnologia serão amplificadas, o festival também abraça a 5º ODS da ONU: alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Depois de seu surgimento na PUC – Rio, o evento não parou de crescer e transformou-se em um dos principais festivais de cultura digital do país. Este ano, a estimativa de público é de 15 mil pessoas nos dois dias de evento. O Hack Conference, em parceria com a M4U, reunirá pela primeira vez no Rio de Janeiro, as lideranças de produto e tecnologia das maiores empresas do Brasil. A conferência traz casos práticos e desafios dos principais nomes de grandes marcas como Liberty Seguros, Stone, SEMP TCL, DATAPREV, M4U, Golden Goal/Fëng, Gazeus, Hilton, Passei Direto, iFood, XP Investimentos, OLX, entre outros. Para quem gosta de competir, o HACKTUDO contará com três maratonas de programação. São elas: o Hack UNI, Hack PRO e Gamethon. A primeira voltada apenas para estudantes e a segunda destinada ao público geral. Já o Gamethon, em parceria com a SEMP TCL e curadoria da Gazeus, é focado no desenvolvimento de jogos virtuais. Os três melhores grupos de cada hackathon ganham prêmios de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente. Um dos destaques da programação e querida principalmente pelo público infantil é a Arenas de Drones. Com um circuito inédito de 36,5 mts x 18 mts, e corridas entre 20 competidores, haverá também um espaço de simulação e um laboratório voltado à prática de estabilização no ar e voo aberta ao público. Outra grande atração é a Arena de Robôs, que promete emocionar toda a família e lotar as arquibancadas com mais de 50 robôs nas competições de batalhas e hockey. Os combates acontecerão em uma arena 30 vezes maior que o último ano, totalizando 121m², para batalhas entre robôs com mais de 30 kg. Como novidade este ano, haverá uma terceira arena, em parceria com a Rio Botz, uma das maiores equipes de robótica do mundo. O festival, seguindo o 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, contará com o Hack Delas, uma iniciativa em parceria com a Liberty Seguros e voltada ao incentivo da igualdade de gênero. Haverá, dentro do Hack Conference, uma mesa-redonda sobre “Mulheres em Tecnologia: mercado em ascensão e cada vez mais receptivo” e duas oficinas ministradas pelo coletivo Minas Programam, iniciativa voltada a desafiar os estereótipos de gênero e de raça que influenciam na relação com as áreas de ciências, tecnologia e computação. Sendo as oficinas: “Segurança Digital” e “Redes Sociais Para Novas Empreendedoras”. Além de grupos formados exclusivamente por mulheres e mentoras nos hackathons, e expositoras na Mostra Maker. Visando a se atentar e contribuir com os objetivos de desenvolvimento sustentável, o HACKTUDO traz a exposição “Animales” do artista plástico recifense Jota Azevedo. Sua composição artística é fruto da utilização de resíduos eletrônicos e matéria prima reciclável. Serão aproximadamente 20 obras e duas oficinas abertas ao público: Darth Vader Eco e Robot Eco – Arte Livre, sendo esta uma oportunidade para cada aluno montar o robô que quiser. E a primeira, uma atividade de desenvolvimento de uma escultura com resíduos eletrônicos. As demais oficinas do HACKTUDO, com intuito de despertar o potencial criativo da nova geração, seguirão gratuitas e possuem uma faixa etária que vai de 7 a 22 anos. Com capacidade para 20 pessoas em cada, os workshops serão: Cria e Acende e Construção de Bambus, ambos ministrados pela Escola Parque. O HACKTUDO conta ainda com um espaço de mais de 100m² de Gastronomia, com as melhores opções gastronômicas, tendo a Stone como método preferencial de pagamento para melhor atender ao público.     Assessoria de imprensa HACKTUDO 2019 Paula Catunda (paula.catunda@gmail.com) | (21) 98795-6583 Catharina Rocha (catharocha@gmail.com) | (21) 99205-8856 [+] saiba mais Roda Viva | Teatro 08/11 a 01/12 Teatro RODA VIVA   Em cartaz desde dezembro de 2018, a peça já foi assistida por aproximadamente  30 mil pessoas.   Criado coletivamente há seis décadas, por quase dois mil artistas, a companhia completou 60 anos em 2018. A travessia do Teatro Oficina Uzyna Uzona aposta na paixão popular que sagrou a encenação de RODA VIVA, de Chico Buarque em 1968, reconsagrada em temporada de sucesso em 2018 e 2019.    Chico Buarque de Holanda escreveu RODA VIVA depois de assistir O REI DA VELA. O espetáculo de 1967, que revolucionou a encenação teatral no país, é considerado pela crítica como a primeira encenação essencialmente brasileira pois acrescentou em sua montagem elementos anti literários da cultura nacional: circo, revista, literatura surreal, carnaval, a chanchada, a anarquia, o deboche. Lendo RODA VIVA, compreende-se a peça como uma resposta, ou uma proposta alternativa de continuidade para a peça de Oswald de Andrade encenada por José Celso, que foi quem o jovem Chico, com 24 anos, convidou para encenar seu primeiro texto teatral, juntamente com o cenógrafo e figurinista Flávio Império.      SINOPSE   A dramaturgia de Roda Viva é a ascensão e queda de Benedito Silva (Roderick Himeros), cantor e compositor de sucesso inventado e fabricado pela mídia. A trama se desenvolve pelas intervenções do Anjo da Guarda (Gui Calzavara e Marcelo Dalourzi) e do Capeta (Joana Medeiros), que fazem de Benedito o cantor de grande sucesso popular Ben Silver. Mané (Marcelo Drummond), amigo de juventude do protagonista, durante todo o espetáculo fica na mesa de bar, como um fio terra de Benedito que tem sua genialidade fabricada e ininterruptamente monitorada e redirigida pelos índices de popularidade. Assim, Ben Silver, o herói pop é transformado em Benedito Lampião, cantor “bem brasileiro, bem violento, cantando baião e marcando o ritmo na queixada”. Quando ele enfim é devorado pelo coro, sua esposa Juliana (Camila Mota), o substitui como novo ícone da cultura, mas liberta da formatação, com um acordo cosmopolítico de produção.    Da dramaturgia original, canções que depois tornaram-se famosas no repertório do autor, como Roda Viva e Sem Fantasia. Na montagem de 2018-19 foram incorporadas a obra prima de 2017 Caravanas e a bossa nova Cordão.     FICHA TÉCNICA Texto: Chico Buarque Versão 2018: Zé Celso  e Coro Teatro Oficina 2018 Diretor: Zé Celso Conselheira Poeta: Catherine Hirsch Diretor musical: Felipe Botelho Direção de produção: Camila Mota, Marcelo Drummond e Zé Celso Produção executiva: Anderso Puchetti Assistente de direção: Beto Eiras   Benedito Silva: Roderick Himeros Juliana: Camila Mota Anjo: Guilherme Calzavara Capeta: Zé Ed Mané: Marcelo Drummond   O Coro:  Cafira Zoé                Clarisse Johansson                Cyro Morais                Danielle Rosa                Fernanda Taddei                Gabriela Campos                Isabela Mariotto                Kael Studart                Kelly Campello                Marcelo Dalourzi                Mayara Baptista                Nolram Rocha                Sylvia Prado                Tony Reis                Tulio Starling                Wallie Ruy   A Banda: Violoncelo: Amanda Ferraresi                  Bateria: André Santana                  Percussão: Carina Iglecias                  Baixo: Felipe Botelho                  Piano: Giuliano Ferrari                  Percussão: Ito Alves                  Guitarra: Moita Mattos   Preparação vocal: Beth Amin Preparação rítmica: Ito Alves Sonoplasta: Gustavo Lemos e Clevinho Ferreira Coreógrafo:  Ibrahima Sarr Preparação dos corpos Seneafrica e Höröyá: Ibrahima Sarr, André Ricardo, Birima Mbaye, Moustapha Dieng e Aziz Mbaye Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti Diretor de Cena: Otto Barros Arquitetura Cênica e Direção de Arte: Carila Matzenbacher, Marília Gallmeister e Marcelo X Coordenador de Cenotecnia: Alício Silva Equipe De Cenotecnia: Cleiton Willy, Reginaldo Nascimento, Francolino Gomes, Renato Silva, Igor Gomes, Leandro Bruno, Claudemi Bruno, Gilberto Feli, Sabino Orosco e Cássio Omae Pirâmide: Fina Serralheria Objetos Cênicos TVs, Nets, Mulher Veneno, Boneco Ben Silver: Ricardo Costa. Assistentes: Abmael Henrique e Rafael Lopes Máscaras do coro das macacas: Osvaldo Gabrieli e Mateus Rosa Cata-Vento Fachada: Fernando Brettas – Ono-Zone Estúdio Pintura Artística: Vincent Guilnoto Maquiagem e Figurino: Sonia Ushiyama Assistente de Maquiagem: Lenin Cattai Assistentes de Figurino: Selma Paiva e Marcio Tassinari Camareira: Cida Melo Assistentes de Iluminação: Luana Della Crist, Pedro Felizes e Padu Palmério Operadora da Luz: Cyntia Monteiro Operadores de Canhão Seguidor: Ana Gabriela Rossetto, Angélica Taize e Filipe Sampaio Estagiários da Luz:  Ananda Giuliani e Guilherme Soares Movings Lights: Camilo Bonfanti Criação em 3D: Daniele Meirelles Conselheiro Poeta da Luz: Chico Turbiani Montadores de luz: Gabriele Souza, Diego F F Soares, Alexandre Souza e Vinícius Hideki Ramos Agradecimento a Grissel Piguillem Operadora de Som: Camila Fonseca Assistente de Som e Microfonista: Clevinho Ferreira Cinema ao vivo: Cecília Lucchesi e Igor Marotti Direção de Produção e Estratégia: Camila Mota, Marcelo Drummond e Zé Celso Produtor Executivo e Administrador: Anderson Puchetti Produtores: Ana Sette e Tati Romel Comunicação, Editoração do Programa e Textos: Brenda Amaral, Cafira Zoé e Camila Mota Design Gráfico e Publicidade: Igor Marotti Projeto Gráfico do Programa: Igor Marotti, Cecília Lucchesi e Marcelo X Transcrição da entrevista com Zezé Motta: Danielle Rosa Pesquisa de Imagiário e Makumbas Gráphicas: Cafira Zoé e Camila Mota Assessoria de Imprensa: Brenda Amaral Fotografias e produção: Jennifer Glass Tradução para inglês e revisões de texto: Maria Bitarello Operação de legendas ao vivo: Maria Bitarello  Arquivista: Thais Sandrin [+] saiba mais Ópera Theodora, de Haendel 09/11 Música CAMERATA VOCAL E ORQUESTRA DE CÂMARA DA ACC A Ópera Theodora, uma obra prima de G. F. Haendel, estreia na Cidade das Artes, neste sábado, 9 de novembro, com a Camerata Vocal e a Orquestra de Câmara da Associação de Canto Coral, às 20h. Helen Heinzle, soprano do Theatro Municipal, interpreta Theodora. Entre os músicos da Orquestra de Câmara, destaque para João Rival (cravo), Marcelo Salles (violoncelo), Leonardo de Uzeda (contrabaixo) e o maestro Jésus Figueiredo (órgão). “Esta ópera é um conto da Roma antiga que fala aos nossos corações, de maneira atual sobre a inocência, o amor, a fé, o ódio e a sede do poder”, explica o diretor musical da ACC, Jésus Figueiredo. Com um olhar contemporâneo, a obra do século XVIII, trata também de temas como opressão, liberdade de escolha e empoderamento feminino. Este oratório dramático, encenado como ópera, baseia-se na história verdadeira sobre a opressão religiosa de uma cristã do século IV que defende suas crenças religiosas. Ela desafia um decreto do governo de Roma e se nega a participar de uma festa pagã. Theodora é condenada a se prostituir e diz preferir morrer. Ajudada por um soldado a fugir, vê seu amado condenado à morte. Composta em 1749, Theodora se difere dos demais oratórios por ser uma tragédia, onde finaliza com a morte da heroína e do soldado que a amava e se converteu ao cristianismo. Thomas Morell, autor do libreto da obra, dizia que o compositor considerava o coro final do segundo ato, “He saw the lovely youth”, superior mesmo ao seu famosíssimo “Hallelujah” de O Messias. Os coros dos pagãos romanos, apresentados no libreto como pessoas más que se gabam da tortura dos cristãos, são intensos, ruidosos e expansivos, enquanto os coros dos cristãos são introspectivos, levando à reflexão sobre os temas religiosos e a opressão que sofriam. [+] saiba mais Glória de Vivaldi 10/11 Música GLORIA, DE VIVALDI, COM CORO DA ACC E SINFÔNICA JOVEM   O Coro da ACC (Associação de Canto Coral) e a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro apresentam uma das composições mais populares de Antonio Vivaldi, o Gloria, RV 589, no domingo, 10 de novembro, às 17h, na Cidade das Artes. O programa inclui também a Serenata para Cordas, op 22 de Antonín Dvořák. Regência do maestro e diretor musical da ACC, Jésus Figueiredo.  A música do gênio italiano Antonio Vivaldi (1678-1741) é enérgica, contundente, dramática, alegre e, de certa forma, minimalista. Vivaldi foi um dos primeiros a fazer uso de contínuas repetições de um mesmo tema, ou fragmento de tema, como técnica de composição, uma escola que ganhou enorme força somente a partir da segunda metade do século XX, com compositores como Philip Glass, Steve Reich e John Adams.               Somente nas últimas décadas do século XX, estabeleceu-se um total de 21 obras cuja autoria de Vivaldi é incontestável. Entre elas a mais conhecida e popular é o Gloria, uma das primeiras obras do compositor modernamente executadas, em setembro de 1939, na Academia Musicale Chigiana, em Siena. O Gloria foi também a primeira obra sacra de Vivaldi gravada em disco logo após a Segunda Guerra Mundial.        O maior fator da popularidade do Gloria, segundo pesquisadores, é ser o equivalente, na música sacra, de As Quatro Estações. Ou seja, é música acessível e imediatamente compreensível. Vivaldi transportou para o domínio religioso as características de sua música instrumental concertante e de sua produção lírica. O resultado é arrebatador. O Gloria é uma das partes fixas da Missa, aquelas que não variam na celebração, assim como o Sanctus, o Credo, o Aguns Dei e o Kyrie. De estilo barroco, Vivaldi compôs 770 obras, sendo 477 concertos e 46 óperas. Escândalos Vivaldi foi acusado de ter tido vários casos amorosos, um deles com uma aluna, a cantora Anna Giraud, com a qual ele também era suspeito de manter atividade comercial nas velhas óperas venezianas, adaptando-as às capacidades vocais de sua suposta amante.   ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA ACC ANDRÉA SHAD TEL: 21-981879871     ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM DO RIO DE JANEIRO A Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), criada pelo Maestro David Machado em 1994, é uma organização não governamental sem fins lucrativos que em sua vertente sócio-educacional-cultural, visa à inclusão social e à formação da cidadania, através do ensino da música clássica para crianças e jovens de comunidades. A Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ), fruto do programa Ação Social pela Música do Brasil, da qual é indissociável, é composta por 55 jovens de grande talento e dedicação com idades entre 15 e 24 anos e, em sua grande maioria, residentes de comunidades do Rio. Alguns desses talentos, inclusive, já se apresentaram recentemente em concertos na Alemanha, Holanda, Suíça e nos Estados Unidos. A participação desses jovens na Orquestra é fundamental para seu desenvolvimento tanto profissional quanto pessoal. Neste processo de aprendizagem, os alunos da ASMB adquirem maior disciplina, concentração, capacidade de trabalho em equipe, respeito e paixão pela arte, afastando-os, consequentemente, de atividades nocivas muito próximas de suas residências. Como resultado, muitos desses jovens e adolescentes ganham autoestima e confiança para enfrentar os desafios da vida adulta, abrindo oportunidades para exercer atividades remuneradas, como alguns já vêm fazendo. O objetivo da OSJRJ é dar suporte aos jovens músicos, aperfeiçoando a prática orquestral e conduzindo-os à universidade e à profissionalização. A OSJRJ tem realizado apresentações no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na Cidade das Artes, na Sala Cecília Meireles, no Centro Cultural do Banco do Brasil, em escolas e universidades. Também exerce um papel relevante através da divulgação da música clássica nas comunidades do Rio de Janeiro, executando amplo repertório. Finalmente, a orquestra realiza uma ação transformadora na vida desses adolescentes e jovens na medida em que a educação através da música, sensibiliza e promove uma mobilização integral das potencialidades do ser humano. Sua extensa agenda de apresentações também incluem para os próximos meses três concertos na Sala Cecília Meireles e um concerto na Cidade das Artes. [+] saiba mais Rio WebFest 2019 | Festival 15/11 a 18/11 Festival Rio WebFest 2019 Dinheiro, Contratos, Viagens Internacionais e muito glamour   A quinta edição do Rio WebFest, o maior festival de webséries do mundo, está chegando. Seriados digitais, projetos para coprodução internacional e ideias para web pilotos concorrem em diversas categorias. Com multiprogramação gratuita, o festival vai receber convidados nacionais e internacionais, e exibir mais de 240 webséries. O Rio WebFest vai acontecer nos dias 15, 16, 17 e 18 de novembro na Cidade das Artes, Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.   Festival da categoria com a maior quantidade de prêmios do mundo, o Rio WebFest vai distribuir troféus personalizados, premiações em dinheiro, contratos de coprodução, viagens internacionais para Itália, França, Espanha e Los Angeles, além da seleção oficial direta para muitos festivais internacionais parceiros.    “O diferencial do RIOWF é dar oportunidades reais aos criadores de conteúdo. Assistindo às masterclasses, keynotes, oficinas e mesas redondas com convidados internacionais e profissionais do mercado audiovisual, os participantes aprendem gratuitamente como podem melhorar o seu modo de produzir. As viagens internacionais e seleções diretas para festivais parceiros internacionais dão a chance de promover o produto audiovisual brasileiro no exterior, onde é mais exótico e por isso a possibilidade de ser monetizado é maior que no mercado nacional. Foi assim que aconteceu com nossa própria websérie, Oposto do Sexo, que foi vendida duas vezes pra França e uma pra Coreia do Sul”, explica o fundador do festival Leandro Silva.   O evento será realizado nos principais espaços da Cidade das Artes, centro cultural de referência na zona oeste do Rio de Janeiro, e contará com multiprogramação de 10:00 às 22:00.   “A Cidade das Artes é hoje o mais moderno e importante centro multicultural da cidade. Um local único, grandioso em sua arquitetura e em pleno funcionamento. O Rio WebFest 2019 vai ocupar seis de seus principais espaços incluindo o Teatro de Câmara e o Teatro da Grande Sala. Tudo está sendo preparado com muito carinho para receber os criadores e o público das webséries”, comemora o fundador do festival Daniel Archangelo.   Durante o Rio WebFest 2019, a organização vai exibir gratuitamente ao público mais de 240 webséries. Também serão ministradas palestras, oficinas, masterclasses, keynotes e painéis. O festival ainda oferece eventos de gala com performance de bandas musicais, coquetéis de networking e a festa de premiação com direito ao blue carpet transmitido ao vivo pela internet para todo o mundo.     “Os seriados digitais não são o futuro, são o presente. Hoje os webfests proliferam ao redor do mundo e os festivais tradicionais de TV e Cinema com o Emmy e Cannes já abriram novas categorias visando as webséries. Plataformas de vídeo online apostam cada vez mais no conteúdo exclusivo sob demanda, dado o sucesso mundial do Netflix. Serviços como o YouTube Red, Amazon Prime e Facebook para Criadores são bons exemplos deste movimento”, comenta Silva.   “O que nós observamos ao longo dos anos de festival é o amadurecimento de uma linguagem de criação para web. Os conteúdos que chegam para nós vão ganhando características particulares que potencializam a comunicação através da tecnologia mobile. Por isso é tão importante o encontro e a troca de experiências entre os criadores. Quanto mais o mercado se aquece para esse modelo de produção, mais a linguagem se desenvolve”, aponta Archangelo.        PROGRAMAÇÃO:   Rio WebFest 2019 | Abertura oficial Data - 15/11 Horário - 18h Saiba Mais   Rio WebFest Awards Data - 18/11 Horário - 18h Saiba Mais     Confira a programação completa: www.riowebfest.net.     Endereços oficiais www.riowebfest.net www.facebook.com/riowebfest www.twitter.com/riowebfest http://filmfreeway.com/festival/RioWebFest Mais informações comunicacao@riowebfest.net [+] saiba mais Show Allyson Castro | Luz 19/11 Música   SHOW ALLYSON CASTRO - LUZ Cantor, compositor e apresentador, está completando 19 anos de carreira sendo 15 anos à serviço de Deus, através da música. Missionário e cantor católico, Allyson Castro desenvolve um excelente e lindo trabalho de aproximação de corações humanos com o coração de Deus, através de suas melodias, letras, palavras e arte. Ele serve em diversas paróquias do Rio de Janeiro, bem como apresenta programas veiculados nacionalmente pelas TV Aparecida e TV Canção Nova. Allyson Castro sobe ao palco do Teatro de Câmara, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, para estreia de seu novo show Luz, no dia 19 de novembro, onde seu público fiel poderá entoar grandes clássicos interpretados pela voz marcante e carisma deste verdadeiro artista da música cristã. Sua discografia contempla o CD Allyson (2010), CD Corações ao Alto (2011), CD Ao Rei dos Reis/To The King of Kings internacional (2013) e CD Essência (2018). Em seu show Luz, Allyson revelará a natureza de sua arte e vida, as canções, as letras, as poesias que o inspiraram e motivaram. A delicadeza das canções e melodias que tocam fundo no coração do público, faz com que as pessoas saiam de seu show renovadas, revigoradas, prontas para dar um passo rumo ao AMOR...e porque não dizer a DEUS   [+] saiba mais Histórias do Brasil em Canto e Verso 23/11 Música O espetáculo Histórias do Brasil em Canto e Verso tem um formato de musical mesclando canções com textos escritos por conceituados autores brasileiros. Assim, entre uma música e outra, além do diálogo serão apresentados textos pelo ator, de consagrados escritores como; Pero Vaz de Caminha, José de Alencar, Mário de Andrade, Graciliano Ramos, Antonio Bulhões, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Manuel Bandeira, entre outros.   Contar algumas das muitas histórias sobre o nosso país, a partir de uma série de músicas genuinamente brasileiras, é o principal objetivo deste espetáculo. Mas não apenas contar por contar. Também refletir e fazer refletir sobre o que é contado e cantado. Por isso mesmo a opção pelo uso complementar de textos que também falam do Brasil. Alguns, de forma poética ou romanceada. Outros, de forma ensaística. Mas sem perder o foco no lúdico, no prazeroso, ainda que haja o convite aberto à reflexão.   Esse diálogo, músico-textual, será a linha-mestra do espetáculo. Um jogo instigante e bastante lúdico entre literatura e música que pode ajudar a despertar ou produzir novo entendimento para antigas músicas e, até mesmo, para antigas histórias sobre o Brasil que “começou” lá pelos idos de 1500.       Espetáculo musical “Histórias do Brasil em canto e verso”     Criado por Magda Belloti e Robson Leitão, o espetáculo Histórias do Brasil em Canto e Verso mesclará cantigas, canções e sambas consagrados com textos escritos por conceituados autores brasileiros. Assim, entre uma música e outra interpretada por Magda Belloti, que encarnará a fictícia cantora Lucy Andrade, textos de Pero Vaz de Caminha, José de Alencar, Mário de Andrade, Graciliano Ramos, Antonio Bulhões, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Manuel Bandeira, entre outros, serão apresentados pelo ator Sérgio di Paula, na pele do intelectual, também ficcional, Pedro Costa.   Contar algumas das muitas histórias sobre o nosso país, a partir de uma série de músicas genuinamente brasileiras, é o principal objetivo deste espetáculo. Mas não apenas contar por contar. Também refletir e fazer refletir sobre o que é contado e cantado. Por isso mesmo a opção pelo uso complementar de textos que também falam do Brasil. Alguns, de forma poética ou romanceada. Outros, de forma ensaística. Mas sem perder o foco no lúdico, no prazeroso, ainda que haja o convite aberto à reflexão.   Esse diálogo, músico-textual, será a linha-mestra do espetáculo que irá se construindo ao longo de quase 90 minutos, diante dos olhos e ouvidos do público. Um jogo instigante e bastante lúdico entre literatura e música que pode ajudar a despertar ou produzir novo entendimento para antigas músicas e, até mesmo, para antigas histórias sobre o Brasil que “começou” lá pelos idos de 1500.   Entre as músicas selecionadas estão História do Brasil, de Lamartine Babo, Brasil pandeiro, de Assis Valente, Você já foi à Bahia?, de Dorival Caymmi, Vida de viajante, de Luiz Gonzaga e Hervé Cordovil, Trenzinho do caipira, de Heitor Villa-Lobos e Ferreira Gular, Copacabana, de João de Barro e Alberto Ribeiro, Romaria, de Renato Teixeira, Mucuripe, de Belchior, Canto das três raças, de Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte, Sampa, de Caetano Veloso, juntamente com outras que ajudarão a compor um multifacetado (e não poderia ser diferente!) retrato musical desse Brasil de tantas histórias.   Com o país se preparando e se agitando para os grandes eventos internacionais que abrigará nos próximos anos, acreditamos que produzir um espetáculo que una o prazer da boa música brasileira com a contextualização sócio-político-cultural seja, para nós, de grande importância. Não basta apresentar espetáculos nos quais somente a beleza estética seja valorizada. Esse tipo de espetáculos existe aos montes e, claro, têm o seu valor. Porém, pensamos que o convite à reflexão, sobre o país em que vivemos, pode contribuir um pouco mais para a formação do homem brasileiro como ser pensante e atuante, ou seja, como cidadão. E, se a música sempre foi um excelente veículo para a difusão de muitas e novas ideias, por que não produzir um espetáculo repleto de músicas consagradas, para recontar a História (com “H” maiúsculo mesmo) do Brasil em que vivemos?   Um samba, como Aquarela do Brasil, de Martinho da Vila, também incluído no repertório, pode, por exemplo, ensinar muito sobre a diversidade cultural e, ao mesmo tempo, sobre a necessária integração do país como nação, embora fracionada pelas regiões e Estados.       Histórias do Brasil em canto e verso         Ficha técnica:   Ayres Barquette - bateria   Evandro Rodriguese - piano, arranjos e direção musical   Diogo Moura - violoncelo   Magda Belloti - idealização, roteiro e voz   Leandro da Matta - ator   Raphael Cesar Grampola - iluminação   Robson Leitão - idealização, textos, roteiro e direção geral. [+] saiba mais Otello, Viva Shakespeare! Viva Verdi 24/11 Música   Viva Shakespeare! Viva Verdi! OTELLO: A estória contada pela mente de dois gênios   Otello é uma ópera em quatro atos do compositor italiano Giuseppe Verdi, com libreto de Arrigo Boito, baseado na peça Othello, the Moor of Venice ("Otelo, o Mouro de Veneza"), do dramaturgo inglês William Shakespeare. Foi a penúltima ópera de Verdi, e é considerada por muitos a sua maior tragédia. Sua estreia se deu no Teatro alla Scala, de Milão, em 5 de fevereiro de 1887. A obra tem como cenário a ilha de Chipre no final do século XV.   Este concerto traz ao público a possibilidade simultânea de experimentar o contato com o texto teatral de Otelo de W. Shakespeare (1564 – 1616), concomitante com a música da ópera Otello de G. Verdi (1813-1901).   William Shakespeare foi um grande dramaturgo, e é considerado o pai da literatura inglesa, e Giuseppe Verdi é considerado o “Gigante da Ópera”, em função do uso do efeito teatral junto com sua música. Juntos trouxeram a obra Otello ao seu apogeu de expressão artística. Um através da palavra, e o outro da fusão de um libreto com a música.   Nossa plateia vai experimentar o momento de um monólogo teatral, seguido da cena musical da ópera, correspondente ao conteúdo do texto. Desta maneira, a estória de Otello será contada...   Programa: 1 – “Exultate” André Figueiredo 2 – “Gia nella notte densa” Tania Novak e André Figueiredo 3 – “Credo in dio crudel...” Mario Modestino 4 – “Si pel ciel marmoreo giuro” André Figueiredo e Mario Modestino 5 – “Dio ti giocondo, o sposo”   Tania Novak e André Figueiredo 6 – “Dio mi potevi scagliar” André Figueiredo 7 – “ Salce, Salce... Ave Maria” Tania Novak 8 – “Nium mi tema...” André Figueiredo   Elenco: ATOR  - Jaime Leibovitch PIANISTA - Dilia Tosta OTELLO - André Figueiredo DESDEMONA - Tânia Apelbaum Novak IAGO - Mário Modestino       [+] saiba mais