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Evento Encerrado

CHAMBER ORCHESTRA BRAZIL



Projeto musical inédito reúne renomados músicos nacionais e internacionais, atuantes nas principais orquestras brasileiras, em única apresentação na Cidade das Artes.

Idealizado pelo violinista Wagner Rodrigues em parceria com a Cidade das Artes, o projeto reúne 20 músicos atuantes nas principais orquestras brasileiras onde ocupam importantes posições. Profissionais com  passagens em grandes orquestras e universidades internacionais, como: Orquestra Sinfônica de Barcelona, Staatsorchester Rheinische Philharmonie (Alemanha), Orquestra Sinfônica da Rádio Frankfurt (Alemanha), Pittsburgh Oper Ballet Theatre (Pensilvânia), Berliner Symphoniker (Alemanha), Universidade de Artes de Zurique (Suíça), Universidade North Park (Chicago), Ferenc Lizt em Budapest (Hungria), Manhattan School of Music (Nova York), Conservatoire à Rayonnement Départemental du Val de Biévre (Paris), Western Michigan University (EUA), entre outras.

Essa união promove uma imersão musical onde todos compartilham suas experiências e têm participação ativa na construção das obras, alcançando um nível de criação artística extremamente detalhado e sólido, em uma atmosfera democrática. “Nós tocamos em pé e sem maestro. Isso estimula o impulso solístico dentro de cada músico, refletindo em uma execução extremamente sofisticada, vigorosa e cativante. A construção e organização do programa é baseado na estrutura de ensaios de grandes orquestras, conciliando estilo, virtuosismo, organização e performance em um projeto musical único”, conta Wagner.

 

PROGRAMA

 

Souvenir de Florence

(P.Tchaikovsky)

I-Allegro con spirito

II-Adagio cantabile e con moto

III-Allegretto moderato

IV-Allegro vivace

 

INTERVALO

 

Serenade for Strings

(P.Tchaikovsky)

I-Pezzo in forma di sonatina: Andante non troppo — Allegro moderato

II-Valse: Moderato — Tempo di valse

III-Élégie: Larghetto elegiaco

IV-Finale (Tema russo): Andante — Allegro con spirito

 


MÚSICOS


- VIOLINOS

·         WAGNER RODRIGUES (Brasil)

Violinista efetivo na Nordharzer Städtebund Theater (Alemanha)

·         ARA HARUTYUNYAN (Armênia)

Spalla assistente na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

·         MATTHEW THORPE (Estados Unidos)

Concertino da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)

·         CÉSAR MIRANDA (Brasil)

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)

·         DEBORAH SANTOS (Brasil)

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)

 

- VIOLINOS II

·         ANGELO MARTINS (Brasil)

Spalla na Orquestra Sinfônica do Paraná

·         SUN EUN CHO (Coreia do Sul)

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)

·         NIKOLAI SAPOUDJIEV (Bulgária)

Violinista da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB)

·         ANAHIT ASATRYAN (Armênia)

Convidada Regular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

·         NIKOLAY ILIEV ILIEV (Bulgária)

Jazz Sinfônica Brasil

 

- VIOLAS

·         ROBERTO PAPI (Itália)

Concertino da Filarmônica de Minas Gerais

·         EDERSON FERNANDES (Brasil)

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)

·         SAMUEL PASSOS (Brasil)

Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB)

·         VICTOR BOTENE (Brasil)

Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB)

 

- CELLOS

·         RAFAEL CESÁRIO (Brasil)

Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo

·         MARIANA AMARAL (Brasil)

Concertino do Teatro Municipal de São Paulo

·         EMÍLIA VALOVA (Bulgária)

Concertino da Orquestra Sinfônica Brasileira

·         LISIANE DE LOS SANTOS (Brasil)

Concertino da Orquestra Sinfônica Brasileira

 

- CONTRABAIXOS

·         NILSON BELOTO (Brasil)

Chefe de Naipe da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

·         WALDIR BETIPAGLIA (Brasil)

Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB)




HISTÓRIA TCHAIKOVSKY
 

Piotr Ilitch Tchaikovsky- Nascido em 7 de maio de 1840 em São Petersburgo, foi um compositor romântico russo. Algumas de suas obras encontram-se entre as mais populares do repertório erudito. Este foi o primeiro compositor russo a conquistar fama internacional, tendo sido maestro convidado no final da sua carreira pelos Estados Unidos e Europa. Como exemplo pode considerar-se o concerto inaugural do Carnegie Hall de Nova Iorque, em 1891. Tchaikovsky foi honrado em 1884 com uma pensão vitalícia pelo Imperador Alexandre III. A sua vida foi preenchida por crises pessoais e depressões. Estas crises advêm do facto de a sua mãe ter falecido prematuramente e do colapso da sua relação com a viúva Nadezhda von Meck. A sua possível homossexualidade foi mantida em sigilo por anos e sua morte prematura aos 53 anos de idade é atribuída à cólera, mas especula-se um possível suicídio.

Souvenir de Florence- O Sexteto de Cordas foi composto no verão de 1890. O 2º movimento (adagio) foi escrito enquanto Tchaikovsky residia em Florença - daí o título da obra. Já em São Petersburgo no mesmo ano, Tchaikovsky escreveu ao seu primo. “Vou começar imediatamente um grande trabalho novo, mas de um tipo completamente diferente; um sexteto de cordas. O trabalho foi esboçado em menos de duas semanas e totalmente marcado em mais onze dias.

A composição não foi fácil para Tchaikovsky. "Estou compondo com um esforço inacreditável", escreveu para seu irmão. "Sou prejudicado não pela falta de ideias, mas pela novidade. Deve haver seis partes independentes e ao mesmo tempo homogêneas. Sinto-me constantemente como se estivesse de fato escrevendo para uma orquestra de câmera. Talvez Tchaikovsky nunca tenha realmente resolvido este problema. Os intérpretes da obra hoje ainda enfrentam as demandas conflitantes de uma abordagem orquestral ou solista, e encoraja a um estilo virtuoso que ajudou a colocar a Souvenir de Florence entre as obras mais populares no repertório de música de câmara de cordas.

Melodias folclóricas dominam o terceiro e o quarto movimentos, e é a seção do fugato central do final que levou Tchaikovsky a admitir: "É terrível como estou emocionado com meu próprio trabalho ..."

Serenade for Strings- Em setembro de 1880 Tchaikovsky disse: “Assim que comecei a passar alguns dias relaxando, comecei a me sentir inquieto e muito doente ... Hoje eu não aguentei mais e me ocupei um pouco com projetos para uma futura sinfonia ou quarteto de cordas”. Em seguida escreve em uma carta a Nadezhda von Meck no início de outubro de 1880, "A Serenata ... eu compus de um impulso inato; isso é algo que surge de ter liberdade para pensar, e não é desprovido de verdadeiro valor. ”

Final de outubro do mesmo ano a Serenata estava pronta. Despachando a partitura para ser publicada, Tchaikovsky escreveu: "Eu escrevi uma Serenata para orquestra de cordas em quatro movimentos... amem terrivelmente esta Serenata, e fervorosamente espero que ela possa logo ver a luz do dia”.

A primeira apresentação pública da Serenata para Orquestra de Cordas foi em São Petersburgo, em outubro de 1881, conduzido por Eduard Nápravník. Em Moscou, foi realizado pela primeira vez em janeiro de 1882, no sétimo concerto da Sociedade Musical Russa.

Música

Informações Gerais

Datas

27/07

Horários

Sábado - 20h

Valor do Ingresso
R$ 60,00 (inteira)
R$ 30,00 (meia)

Local

Cidade das Artes

Sala

Teatro de Câmara

Classificação Etária

Livre

Em caso de compra de ingresso pelo call center ou pelo site é possível escolher somente o setor que você deseja. O próprio sistema identifica as cadeiras livres no setor escolhido e emite os ingressos referentes aos lugares vagos. Comprando o ingresso diretamente na bilheteria da Cidade das Artes é possível escolher setor e cadeira.

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No dia 14 de dezembro, Adriana Calcanhotto gravará na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, o projeto audiovisual de “Margem”. A cantora assina a direção do espetáculo de seu novo álbum, Margem, lançado em junho de 2019. A banda que a acompanha é formada pelos mesmos músicos que tocaram e coproduziram com ela o seu mais recente trabalho de estúdio. Rafael Rocha (mpc, bateria, percussão, Handsonic, assovio), Bruno Di Lullo (baixo e synth) e Bem Gil (guitarra e synth), os dois últimos estiveram com Calcanhotto na turnê A Mulher do Pau Brasil, que rodou o Brasil no segundo semestre de 2018.   O repertório do novo show tem como esqueleto as canções do novo álbum e resgata músicas de Maritmo e Maré, os outros dois discos da trilogia marinha (como “Mais Feliz”, “Vambora”, “Quem vem pra beira do mar”), além de sucessos da carreira de Adriana, como “Devolva-me” e “Maresia” canções arranjadas especialmente para o espetáculo, como ‘Futuros amantes”, de Chico Buarque, de 1993, que a cantora gravou como faixa exclusiva para a versão japonesa do álbum Margem. “Canção irmã de “Os ilhéus”, apontam as duas para muito tempo depois de nossa civilização, e apostam as duas no amor e na virtude como humanidades sobreviventes aos tempos. Não saberemos. As duas canções irmãs só se encontram no palco (e no disco japonês) e em sequência. É dos momentos mais fortes do show, pra mim, no sentido do quanto uma canção pode exigir de nós em termos da nossa capacidade de rendição à beleza. Será que um dia Copacabana será a nova Atlântida? Chico Buarque e Antonio Cicero é quem sabem”, especula a compositora.   “No primeiro ensaio olhei para a banda e falei “vamos fazer um luau”. Esse foi o primeiro sentimento. Luaus dependem da força do vento, do tempo que ele sopra numa só direção, da maré, e esse show é assim; completamente dependente do mar. Com os ensaios, porém, fui percebendo que o emaranhado de textos do roteiro, que tem muitos ecos e referências literárias, foi se superpondo à ideia de luau, que é a princípio menos complexo. Os arquétipos marinhos foram dando as caras, a meu ver em função da sonoridade que alcançamos tocando juntos tanto tempo depois das gravações do disco. O som do show não quis ser o som do disco, o universo timbrístico teve que se expandir pra conter as canções da trilogia e mais as outras todas e isso era previsto, mas o som do show resultou mais relaxado, mais vagabundo. Interessante foi notar as ligações que as canções começaram a fazer entre si independentemente da minha ação. De certa forma, fui observando o roteiro se fazer a si próprio, maneira inteiramente nova pra mim de conceber um espetáculo.   O novo show traz mais uma novidade, a lojinha Margem. Dessa vez, com uma pegada sustentável. O espaço terá diversas opções de produtos e souvenirs que estarão à venda antes e após o espetáculo. Em parceria com a empresa Papel Semente, a tag das camisas, feita com papel artesanal, ecológico e biodegradável, poderá ser plantada e em 20 dias nascerá uma flor chamada de mosquitinho branco. Já as sacolas plásticas utilizadas na lojinha são da empresa Tudo Biodegradável. A decisão ecológica é fruto de uma parceria com a ONG Funverde, que investe no plantio de árvores.  “O irresitivel canto da sereia” La Nación,2008   “Minha relação com o mar vem se aprofundando. Por causa da minha relação com o mar físico, concreto, que foi um dos motivos que me levaram a escolher o Rio de Janeiro pra morar, por exemplo, fui adentrando o mundo do mar metafórico, da literatura de mar, dos autores que escreveram sobre o mar, em prosa ou verso, enfim, essa tradição da literatura de mar, sobretudo portuguesa” Adriana Calcanhotto in Maré, 2008     "O espetáculo é onde as águas da trilogia se encontram, uma espécie de pororoca de água salgada”  Adriana Calcanhotto in Margem 2019     Assessoria de Imprensa | Adriana Calcanhotto Perfexx Assessoria | www.perfexx.com.br | Tel: (11) 2306-7092 Ana Paula Aschenbach | anapaula@perfexx.com.br Tânia Barbato | tania@perfexx.com.br Carla Clara | carla@perfexx.com.br Gabriela Carvalhal | gabriela@perfexx.com.br Ana Prado | aprado@perfexx.com.br   [+] saiba mais Leny Andrade e Gilson Peranzzetta | Show “Nossas Canções Favoritas” 15/12 Música Leny Andrade e Gilson Peranzzetta   A maior cantora brasileira de jazz e bossa nova, Leny Andrade e o premiado maestro, pianista, compositor e arranjador Gilson Peranzzetta, apresentam seu novo projeto “Nossas Canções Favoritas”. 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